EM Faro ( Concelho) existem 4 escolas com pré -escolar público:
Montenegro, Carmo, Stª Bárbara e Conceição num total de 250 lugares.
Duas delas abertas durante os últimos 3 anos.Mais concretamente Montenegro e Conceição, portanto está errada a afirmação de que nenhuma das novas salas foi para pré escolar.
Das escolas que estão em obra e em todos os novos centros escolares, estão previstas salas pré escolar.
Lembro a todos a aprovação da Carta Educativa que definiu a evolução do parque escolar e do enquadramento destas construções.
Que haja necessidade e se sinta falta , é verdade,que se tenha de dar uma resposta também, que já se fizeram, e estão programadas e em execução novas salas também é verdade.
Mas até deus precisou de 7 dias para fazer o mundo...
Não peçam que em menos de 4 anos, se resolva o que está mal há décadas.As coisas foram analisadas e avançaram as possíveis, as outras estão a caminho.
Deixem o Apolinário desenvolver os projectos e daqui a 4 anos falamos novamente.
Socialista Atento
(para algumas má linguas, não tenho qualquer problema em responder quando sei respostas. Respostas essas aliás que estão ao alcance de todos)
Sexta-feira, Julho 31, 2009
Quinta-feira, Julho 30, 2009
MARTINHO DA VILA E GILBERTO GIL ENCHEM ESTÁDIO DE SÃO LUÍS
O Estádio de São Luís, em Faro, encheu-se ontem à noite para ver e ouvir Gilberto Gil e Martinho da Vila, naquele que foi um dos maiores concertos do Programa ALLGARVE, com cerca de 8 mil pessoas na assistência.
O primeiro a subir ao Palco foi Gilberto Gil. O antigo Ministro da cultura brasileira passou em revista vários momentos da sua já longa carreira – 40 anos – cantando alguns dos seus maiores êxitos e mostrando que continua a saber entusiasmar os seus fans.
Martinho da Vila surpreendeu ao entrar em palco sozinho cantando e interagindo com a assistência. Depois, já com a sua banda em palco arrancou pelo samba, interpretando vários dos seus maiores sucessos que colocaram todo o Estádio de São Luís a dançar e a sambar.
No final a opinião foi unânime, Gilberto Gil e Martinho da Vila brindaram Faro com um grande espectáculo musical, repleto de ritmo e alegria, sendo que Faro ofereceu a dois dos maiores nomes da música brasileira um estádio cheio, naquela que foi o maior evento musical dos últimos anos.
O primeiro a subir ao Palco foi Gilberto Gil. O antigo Ministro da cultura brasileira passou em revista vários momentos da sua já longa carreira – 40 anos – cantando alguns dos seus maiores êxitos e mostrando que continua a saber entusiasmar os seus fans.
Martinho da Vila surpreendeu ao entrar em palco sozinho cantando e interagindo com a assistência. Depois, já com a sua banda em palco arrancou pelo samba, interpretando vários dos seus maiores sucessos que colocaram todo o Estádio de São Luís a dançar e a sambar.
No final a opinião foi unânime, Gilberto Gil e Martinho da Vila brindaram Faro com um grande espectáculo musical, repleto de ritmo e alegria, sendo que Faro ofereceu a dois dos maiores nomes da música brasileira um estádio cheio, naquela que foi o maior evento musical dos últimos anos.
Macário reinvidica Entidade Regional de Transportes na apresentação do programa eleitoral

O candidato do PSD a Faro nas próximas autárquicas, Macário Correia, reivindicou esta quarta-feira para a capital distrital do Algarve uma Estação Regional Intermodal e a criação de uma Entidade Regional de Transportes, à semelhança de Lisboa e Porto.
"O Governo tem ser sensibilizado pelo Algarve para que seja permitido à região ter uma Entidade Regional de Transportes", como existe em cidades como Lisboa ou Porto, declarou Macário Correia, líder da coligação "Faro com Macário", durante uma conferência de imprensa que teve por objectivo apresentar o programa eleitoral para o concelho de Faro.
"O Algarve tem só de juntar à mesma mesa os vários operadores de transportes como a REFER (comboios), Ana Aeroportos (aviões), ou a empresa EVA (autocarros) - para que todos se articulem na questão dos horários, percursos ou sistemas intermodais", defendeu o candidato social-democrata.
Para Macário Correia é "estranho" haver um comboio vazio a entrar todos os dias em Faro na zona do Rio Seco (lado de Olhão) e "mesmo ao lado haver filas de trânsito de automóveis para entrar em Faro.
"Os vários operadores não se articulam ente si e não interagem com a periferia. Terá de haver uma estrutura que congregue e articule", reiterou Macário Correia.
A constituição dessa Entidade Regional de Transportes e a criação de uma estação regional intermodal na zona das Pontes de Marchil "servindo o aeroporto, as ligações ligeiras para a cidade e a futura rede para Sevilha" foram apenas duas das "250 ideias" que a coligação "Faro com Macário" tem previsto no programa eleitoral.
Na conferência de imprensa, Macário Correia optou por dar primazia a "14 medidas" que são a "imagem de referência" da candidatura, explicou o ainda presidente da Câmara de Tavira.
Ter elaborado no espaço de um ano um Plano Estratégico que estruture a capital regional até 2010, rever de forma "urgente" o Plano Director Municipal e elaborar um plano de ordenamento e expansão da cidade e requalificar de forma rápida a frente ribeirinha e o cais comercial foram as primeiras três medidas apresentadas pela coligação do PSD/ CDS-PP/MPT/Partido Monárquico.
Integrar as "aldeias" de Montenegro e Gambelas numa "lógica global de cidade, de transportes e de planeamento urbano", lançar os concursos para os Núcleos de Desenvolvimento Turístico (NUT) para ganhar 1.220 camas turísticas, criar parques industriais ou reequilibrar as contas da Câmara Municipal de Faro são outras medidas para Macário Correia.
No momento de perguntas e respostas, Macário Correia foi confrontado com o problema do bairro pobre da Horta da Areia em Faro, ao qual referiu, de forma categórica, que é contra a criação de um "gueto" em Braciais (Bela Salema), entre a freguesia de S. Pedro e Conceição, e colocar aí todas as famílias de uma etnia.
in Barlavento
"O Governo tem ser sensibilizado pelo Algarve para que seja permitido à região ter uma Entidade Regional de Transportes", como existe em cidades como Lisboa ou Porto, declarou Macário Correia, líder da coligação "Faro com Macário", durante uma conferência de imprensa que teve por objectivo apresentar o programa eleitoral para o concelho de Faro.
"O Algarve tem só de juntar à mesma mesa os vários operadores de transportes como a REFER (comboios), Ana Aeroportos (aviões), ou a empresa EVA (autocarros) - para que todos se articulem na questão dos horários, percursos ou sistemas intermodais", defendeu o candidato social-democrata.
Para Macário Correia é "estranho" haver um comboio vazio a entrar todos os dias em Faro na zona do Rio Seco (lado de Olhão) e "mesmo ao lado haver filas de trânsito de automóveis para entrar em Faro.
"Os vários operadores não se articulam ente si e não interagem com a periferia. Terá de haver uma estrutura que congregue e articule", reiterou Macário Correia.
A constituição dessa Entidade Regional de Transportes e a criação de uma estação regional intermodal na zona das Pontes de Marchil "servindo o aeroporto, as ligações ligeiras para a cidade e a futura rede para Sevilha" foram apenas duas das "250 ideias" que a coligação "Faro com Macário" tem previsto no programa eleitoral.
Na conferência de imprensa, Macário Correia optou por dar primazia a "14 medidas" que são a "imagem de referência" da candidatura, explicou o ainda presidente da Câmara de Tavira.
Ter elaborado no espaço de um ano um Plano Estratégico que estruture a capital regional até 2010, rever de forma "urgente" o Plano Director Municipal e elaborar um plano de ordenamento e expansão da cidade e requalificar de forma rápida a frente ribeirinha e o cais comercial foram as primeiras três medidas apresentadas pela coligação do PSD/ CDS-PP/MPT/Partido Monárquico.
Integrar as "aldeias" de Montenegro e Gambelas numa "lógica global de cidade, de transportes e de planeamento urbano", lançar os concursos para os Núcleos de Desenvolvimento Turístico (NUT) para ganhar 1.220 camas turísticas, criar parques industriais ou reequilibrar as contas da Câmara Municipal de Faro são outras medidas para Macário Correia.
No momento de perguntas e respostas, Macário Correia foi confrontado com o problema do bairro pobre da Horta da Areia em Faro, ao qual referiu, de forma categórica, que é contra a criação de um "gueto" em Braciais (Bela Salema), entre a freguesia de S. Pedro e Conceição, e colocar aí todas as famílias de uma etnia.
in Barlavento
Faro Social? - comentário

A classe política e restantes defensores partidários uma vez mais demonstraram como andam distantes das necessidades locais. Pior, como se consegue produzir mentira (a palavra politica de inverdade não consta do meu dicionário) com uma ligeireza para a qual é preciso dizer BASTA. Alguém anda a brincar connosco.
Não preciso de comentar a agenda XXI, basta relembrar os objectivos deste governo socialista de alargamento da rede pré-escolar e alargamento do horário no ensino básico do 1º ciclo, a que muitas autarquias aderiram e estão a concretizar, e que significa ensino pré-escolar gratuito e equitativo.É isto que se passa em Faro? É isto que anuncia a JS? Se o é, trata-se da mentira mais bem urdida desta pré-campanha eleitoral, depois dos célebres cartazes que anunciavam a abertura de novas salas.
Vou passar a relatar os factos:
Sou pai de uma criança de 4 anos e desde o seu primeiro ano de vida que a inscrevemos em todas as creches de Faro sem nunca obter resposta, excepto das que não dispunham de apoio social. Em idade pré-escolar tentamos inscreve-la no ensino pré-escolar público, mas a única sala existente em Faro apenas recebe crianças a partir dos 5 anos, voltamos então a correr todos as instituições com apoio da segurança social, uma vez mais apenas obtivemos resposta das instituições sem apoios sociais. Quando me refiro à falta de respostas, menciono, também, a falta de explicação de como se processa a seriação das entradas (apenas obtivemos resposta do Colégio João de Deus).
Quando apareceram espalhados, pela cidade, outdoors anunciando novas salas para o próximo ano lectivo, a informação que recebemos dos serviços da CMF foi que, na realidade, apenas existia uma única escola pública de ensino pré-escolar. Concretizando, nenhuma das novas salas anunciadas é da rede pública de ensino pré-escolar.
Solicito comentário aos factos anteriormente descritos por parte da Juventude Socialista e do Sr. Socialista Atento (mas desatento neste caso).
Pedro Gago
Não preciso de comentar a agenda XXI, basta relembrar os objectivos deste governo socialista de alargamento da rede pré-escolar e alargamento do horário no ensino básico do 1º ciclo, a que muitas autarquias aderiram e estão a concretizar, e que significa ensino pré-escolar gratuito e equitativo.É isto que se passa em Faro? É isto que anuncia a JS? Se o é, trata-se da mentira mais bem urdida desta pré-campanha eleitoral, depois dos célebres cartazes que anunciavam a abertura de novas salas.
Vou passar a relatar os factos:
Sou pai de uma criança de 4 anos e desde o seu primeiro ano de vida que a inscrevemos em todas as creches de Faro sem nunca obter resposta, excepto das que não dispunham de apoio social. Em idade pré-escolar tentamos inscreve-la no ensino pré-escolar público, mas a única sala existente em Faro apenas recebe crianças a partir dos 5 anos, voltamos então a correr todos as instituições com apoio da segurança social, uma vez mais apenas obtivemos resposta das instituições sem apoios sociais. Quando me refiro à falta de respostas, menciono, também, a falta de explicação de como se processa a seriação das entradas (apenas obtivemos resposta do Colégio João de Deus).
Quando apareceram espalhados, pela cidade, outdoors anunciando novas salas para o próximo ano lectivo, a informação que recebemos dos serviços da CMF foi que, na realidade, apenas existia uma única escola pública de ensino pré-escolar. Concretizando, nenhuma das novas salas anunciadas é da rede pública de ensino pré-escolar.
Solicito comentário aos factos anteriormente descritos por parte da Juventude Socialista e do Sr. Socialista Atento (mas desatento neste caso).
Pedro Gago
Quarta-feira, Julho 29, 2009
Ponto de Situação do Programa Polis Litoral Ria Formosa

Primeiro-Ministro José Sócrates e Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, examinam uma das aves do Parque Natural, após a assinatura do contrato do Programa Polis Litoral para a Ria Formosa, Olhão, 2 Maio 2008

Assinatura do Contrato em 2 Maio de 2008,
Hoje:
Realizou-se hoje no Centro Náutico da Praia de Faro uma reunião de esclarecimento sobre o ponto de situação do Programa Polis Litoral Ria Formosa.
Com a presença da Administração da Sociedade Polis, do Presidente da Câmara Municipal de Faro, e das Associações da Praia de Faro (Aprafa, Duna Mar, Ass. do Parque de Campismo e Clube de Surf), para além de vários Munícipes, foram abordados os principais trabalhos associados à Praia de Faro entretanto já lançados pela Sociedade Polis:
- Plano de Pormenor da Praia de Faro.
Iniciado em Junho deste ano e com finalização prevista para Novembro de 2010. Neste momento estão em desenvolvimento os estudos de caracterização, a Estratégia de Desenvolvimento e o modelo Territorial;
- Estudo de viabilidade do Parque de Estacionamento Exterior à Praia.
Teve início em Junho de 2009 deverá estar concluído em Dezembro deste mesmo ano. Encontra-se em curso, chamando-se especial atenção para a sua articulação com as condicionantes de segurança exigidas pelo Aeroporto, face aos radares e outros equipamentos electrónicos a instalar;
- Estudo de viabilidade da reabilitação da ponte de acesso à Ilha de Faro.
Inicio Junho de 2009 Conclusão Dezembro de 2009. Em elaboração, já entregue relatório de inspecção submarina;
- Projecto de Intervenção e requalificação das Ilhas Barreira e Ilhotes. Início: Julho 09, Conclusão: Dezembro 09. Fase de Adjudicação e Projectos de Execução;
- Alimentação artificial de Praias, Transposições de Barras, e Recuperação Dunar e Lagunar
Estudo a cargo do LNEC
– Início: Julho 2009, Conclusão: Dezembro 2009
Elaboração do Modelo Hidrodinâmico, utilizando tecnologia LIDAR (Litgh Detection and Ranging - medições laser a partir de uma aeronave). Identificação de dragagens prioritárias;
- Cais da Ilha de Faro
Preparação dos termos de referência do Concurso. Início Setembro 2009 conclusão Fevereiro 2010. De referir a associação desta acção ao Plano de Mobilidade da Ria, em fase de lançamento, e com conclusão prevista para Maio de 2010.
Para além destes e como complemento foram também referenciados os trabalhos de levantamento de edificações existentes, remoção de resíduos de ilhas e ilhotes, a elaboração do Plano de Valorização e gestão sustentável das actividades ligadas aos recursos da Ria (em fase de preparação de concurso) e que envolve o IPIMAR, a Univ. do Algarve e a ARH.
Também a situação do Parque Ribeirinho de Faro foi mencionada, encontrando-se concluído o concurso de adjudicação da equipa projectista que irá desenvolver o trabalho e que brevemente será formalizada a adjudicação do mesmo.
Com discussão viva foram feitos vários alertas quer do lado da população quer da Sociedade Polis, referentes ao seguimento do processo, e assumido o compromisso de que todos os passos serão acompanhados pelas populações, quer nos momentos obrigatórios exigidos pela legislação em vigor, quer através de sessões como a de hoje que não são legalmente exigidas.
Transportes

O comboio começou a circular no tabuleiro ferroviário da ponte a 29 Julho de 1999.
Em 2008 transportou cerca de 23 milhões de passageiros.
Uma boa ocasião para questionarmos a situação de Faro em relação
aos transportes públicos.
af
Em 2008 transportou cerca de 23 milhões de passageiros.
Uma boa ocasião para questionarmos a situação de Faro em relação
aos transportes públicos.
af
Património algarvio em risco -

O Fernando Grade, cujos méritos de artista são bem conhecidos, alertou há dias para os atentados à integridade da Sé de Faro, perpetrados pelas obras de restauro que ali têm sido efectuadas.
Fiquei perplexo, como todos quantos o ouviram , ao saber que não houve um projecto de restauro elaborado por especialistas qualificados, como seria minimamente aceitável, para avançar com as obras; daí estarão a resultar adulterações e graves atropelos, sendo mais gritante, para um leigo, o uso de rebocos de cimento.
Neste caso como em outros, revela-se bem a falta de consciência de todas as Entidades que têm a ver com o património e a impunidade com que se continuam a cometer acções lesivas dos valores mais notáveis da cultura algarvia, o que já seria injustificável mesmo numa dessas repúblicas das bananas, mas que é absolutamente intolerável num país que, pertence à UE e que sendo riquíssimo em termos de património, se revela paupérrimo em termos do nível cultural de dirigentes, responsáveis e gestores ( públicos e privados).
texto de Fernando Pessoa retirado do Barlavento,
continua aqui
assinar a petição aqui
Fiquei perplexo, como todos quantos o ouviram , ao saber que não houve um projecto de restauro elaborado por especialistas qualificados, como seria minimamente aceitável, para avançar com as obras; daí estarão a resultar adulterações e graves atropelos, sendo mais gritante, para um leigo, o uso de rebocos de cimento.
Neste caso como em outros, revela-se bem a falta de consciência de todas as Entidades que têm a ver com o património e a impunidade com que se continuam a cometer acções lesivas dos valores mais notáveis da cultura algarvia, o que já seria injustificável mesmo numa dessas repúblicas das bananas, mas que é absolutamente intolerável num país que, pertence à UE e que sendo riquíssimo em termos de património, se revela paupérrimo em termos do nível cultural de dirigentes, responsáveis e gestores ( públicos e privados).
texto de Fernando Pessoa retirado do Barlavento,
continua aqui
assinar a petição aqui
Incito - exposição na Artadentro

Ana André, Manuel Rodrigues, Teresa Ramos e Vasco Vidigal
Inauguração: 31 de Julho de 2009, Sexta, às 22h.
De 31 de Julho a 29 de Agosto de 2009.
De 3ª a Sáb. das 15h às 19h.
(Encerra: Dom., 2ª. e Feriados)
Incito [instigar, estimular, excitar, provocar, desafiar, impelir a, etc., do verbo incitar - do Lat. Incitare], dá o título a uma proposta artística que aborda a conjuntura em que se desenvolve a actividade cultural — temática recorrente na História da Arte —, especificamente no Concelho de Faro, aqui tomado como privilegiado campo de investigação e intervenção.
Enquanto work in progress, Incito está aberto à participação dos que se preocupam com o tema — “gente de cultura” ou simples cidadãos, que queiram contribuir com a sua crítica, documentos, obras ou qualquer outro material considerado pertinente. Trata-se de um projecto que (dada a complexidade e riqueza do tema) assume a forma de campanha multimédia, usando todas as possibilidades à disposição da criação plástica contemporânea, pensada no sentido de promover a discussão pública sobre os constrangimentos que afectam a produção cultural farense e algarvia, apontando problemas e defendendo activamente vias apropriadas à sua solução. Neste âmbito, serão apresentadas obras que propõem à discussão pública as diversas facetas desta ‘problemática’; outras, de carácter documental, são constituídas por todo o material previamente recolhido e pelo que tenha surgido como consequência das acções desenvolvidas.
Esta exposição, um projecto Artadentro, com a participação de Ana André (Faro, 1969), Manuel Rodrigues (Lisboa, 1959), Teresa Ramos (Tavira, 1953) e Vasco Vidigal (Lisboa, 1958), vem agora mostrar publicamente, algum do material criado/recolhido/produzido desde o início de Incito (Maio de 2008), sendo certo que o assunto se encontra perto de não estar nada esgotado.
Artadentro,
Vasco Vidigal & restantes
Apoio: Postal do Algarve
RUA fm
África Molduras
AlgarFresa - Criações Publicitárias, Ldª.
Bloco DF 32
Gráfica Arneiro
Inauguração: 31 de Julho de 2009, Sexta, às 22h.
De 31 de Julho a 29 de Agosto de 2009.
De 3ª a Sáb. das 15h às 19h.
(Encerra: Dom., 2ª. e Feriados)
Incito [instigar, estimular, excitar, provocar, desafiar, impelir a, etc., do verbo incitar - do Lat. Incitare], dá o título a uma proposta artística que aborda a conjuntura em que se desenvolve a actividade cultural — temática recorrente na História da Arte —, especificamente no Concelho de Faro, aqui tomado como privilegiado campo de investigação e intervenção.
Enquanto work in progress, Incito está aberto à participação dos que se preocupam com o tema — “gente de cultura” ou simples cidadãos, que queiram contribuir com a sua crítica, documentos, obras ou qualquer outro material considerado pertinente. Trata-se de um projecto que (dada a complexidade e riqueza do tema) assume a forma de campanha multimédia, usando todas as possibilidades à disposição da criação plástica contemporânea, pensada no sentido de promover a discussão pública sobre os constrangimentos que afectam a produção cultural farense e algarvia, apontando problemas e defendendo activamente vias apropriadas à sua solução. Neste âmbito, serão apresentadas obras que propõem à discussão pública as diversas facetas desta ‘problemática’; outras, de carácter documental, são constituídas por todo o material previamente recolhido e pelo que tenha surgido como consequência das acções desenvolvidas.
Esta exposição, um projecto Artadentro, com a participação de Ana André (Faro, 1969), Manuel Rodrigues (Lisboa, 1959), Teresa Ramos (Tavira, 1953) e Vasco Vidigal (Lisboa, 1958), vem agora mostrar publicamente, algum do material criado/recolhido/produzido desde o início de Incito (Maio de 2008), sendo certo que o assunto se encontra perto de não estar nada esgotado.
Artadentro,
Vasco Vidigal & restantes
Apoio: Postal do Algarve
RUA fm
África Molduras
AlgarFresa - Criações Publicitárias, Ldª.
Bloco DF 32
Gráfica Arneiro
Terça-feira, Julho 28, 2009
A CAMPANHA SUJA DO PARTIDO SOCIALISTA
PS adoptou um estilo de campanha suja bem patente nos seus últimos comunicados e nos artigos de opinião que José Apolinário se tem entretido a escrever ultimamente.
Esse estilo consiste em, de forma insinuada, disfarçada e encapotada, fazer crer aos farenses que o PSD tem votado contra determinadas propostas na Assembleia Municipal de Faro, quando na verdade nunca o fez.
Foi assim quanto ao Polis, empréstimo para pagamento a fornecedores, água e esgotos, e agora quanto ao fornecimento de refeições escolares para o ano lectivo de 2009/10.
Começando por aqui, é falso que o PSD tenha travado o fornecimento de refeições escolares para o ano lectivo de 2009/10. Com efeito, esta proposta foi aprovada na Assembleia Municipal de Faro sem qualquer oposição do PSD.
O PSD concordou com a proposta e limitou-se a criticar José Apolinário por só agora, em cima de eleições, abrir um concurso que deveria ter sido aberto há pelo menos um ano, em benefício da transparência de procedimentos, pois evitaria quaisquer suspeitas na atribuição do fornecimento, em período pré-eleitoral. Por outro lado, preocupa o PSD que se abra agora um concurso para três anos, o que vai onerar o futuro executivo durante todo o próximo mandato, retirando-lhe a possibilidade de optar por condições mais vantajosas. Estas observações, levantadas pelo PSD, foram também colocadas pela CDU e BE, o que convenientemente o PS omite no seu comunicado.
Já quanto ao Polis, o PS tem “jogado areia nos olhos” dos farenses. A verdade é que só há Polis em Faro por que o PSD o viabilizou em Assembleia Municipal. Somos a favor do Polis, mas não incondicionalmente. Não nos vergamos ao plano cego imposto pelo “Terreiro do Paço”, como fez o PS.
No que diz respeito ao empréstimo para pagamento a fornecedores da Câmara, nunca o PSD votou contra tal proposta.
No mínimo surpreendente, e para que se veja onde chega a desfaçatez socialista, é a afirmação de José Apolinário, recentemente, de que o PSD travou “água e esgotos” no concelho de Faro, em sede de Assembleia Municipal. Como é do conhecimento público, o PSD está em minoria na Assembleia Municipal de Faro, órgão onde existe uma maioria de esquerda composta por PS, CDU, e BE.
A verdade, que o PS esconde aos farenses, é que a oposição na Assembleia Municipal votou em bloco a favor do esclarecimento da proposta de alteração dos estatutos da FAGAR, que de forma apressada o PS quis aprovar antes das eleições.
Este estilo de politica mesquinha e rasteira que foi adoptado pelo PS é mau para o debate politico pré-eleitoral, mau para o cabal esclarecimento dos farenses, e mau para a credibilidade da actividade politica.
Com esta postura, o PS só pretende confundir os eleitores farenses e desviar a atenção destes para assuntos de menor importância, por forma a que ninguém se lembre do falhado programa eleitoral socialista de há quatro anos, e das promessas não cumpridas.
Desafiamos o PS a enveredar por uma campanha séria e correcta, que debata com lisura os diferentes pontos de vista de cada candidatura, e que mobilize e esclareça os farenses para os problemas da cidade e para o acto eleitoral de 11 de Outubro.
Faro, 28 de Julho de 2009
A Comissão Politica de Secção de Faro do PSD
Esse estilo consiste em, de forma insinuada, disfarçada e encapotada, fazer crer aos farenses que o PSD tem votado contra determinadas propostas na Assembleia Municipal de Faro, quando na verdade nunca o fez.
Foi assim quanto ao Polis, empréstimo para pagamento a fornecedores, água e esgotos, e agora quanto ao fornecimento de refeições escolares para o ano lectivo de 2009/10.
Começando por aqui, é falso que o PSD tenha travado o fornecimento de refeições escolares para o ano lectivo de 2009/10. Com efeito, esta proposta foi aprovada na Assembleia Municipal de Faro sem qualquer oposição do PSD.
O PSD concordou com a proposta e limitou-se a criticar José Apolinário por só agora, em cima de eleições, abrir um concurso que deveria ter sido aberto há pelo menos um ano, em benefício da transparência de procedimentos, pois evitaria quaisquer suspeitas na atribuição do fornecimento, em período pré-eleitoral. Por outro lado, preocupa o PSD que se abra agora um concurso para três anos, o que vai onerar o futuro executivo durante todo o próximo mandato, retirando-lhe a possibilidade de optar por condições mais vantajosas. Estas observações, levantadas pelo PSD, foram também colocadas pela CDU e BE, o que convenientemente o PS omite no seu comunicado.
Já quanto ao Polis, o PS tem “jogado areia nos olhos” dos farenses. A verdade é que só há Polis em Faro por que o PSD o viabilizou em Assembleia Municipal. Somos a favor do Polis, mas não incondicionalmente. Não nos vergamos ao plano cego imposto pelo “Terreiro do Paço”, como fez o PS.
No que diz respeito ao empréstimo para pagamento a fornecedores da Câmara, nunca o PSD votou contra tal proposta.
No mínimo surpreendente, e para que se veja onde chega a desfaçatez socialista, é a afirmação de José Apolinário, recentemente, de que o PSD travou “água e esgotos” no concelho de Faro, em sede de Assembleia Municipal. Como é do conhecimento público, o PSD está em minoria na Assembleia Municipal de Faro, órgão onde existe uma maioria de esquerda composta por PS, CDU, e BE.
A verdade, que o PS esconde aos farenses, é que a oposição na Assembleia Municipal votou em bloco a favor do esclarecimento da proposta de alteração dos estatutos da FAGAR, que de forma apressada o PS quis aprovar antes das eleições.
Este estilo de politica mesquinha e rasteira que foi adoptado pelo PS é mau para o debate politico pré-eleitoral, mau para o cabal esclarecimento dos farenses, e mau para a credibilidade da actividade politica.
Com esta postura, o PS só pretende confundir os eleitores farenses e desviar a atenção destes para assuntos de menor importância, por forma a que ninguém se lembre do falhado programa eleitoral socialista de há quatro anos, e das promessas não cumpridas.
Desafiamos o PS a enveredar por uma campanha séria e correcta, que debata com lisura os diferentes pontos de vista de cada candidatura, e que mobilize e esclareça os farenses para os problemas da cidade e para o acto eleitoral de 11 de Outubro.
Faro, 28 de Julho de 2009
A Comissão Politica de Secção de Faro do PSD
Grande seca para sair da Praia de Faro a partir das 18h, eu também estava lá!
Praia de Faro - filas a partir das 18h
Que se lixe a foto dos anos 60 ou a deserta!
O que eu sei, é que ontem dia 28/07 fui até à praia de Faro com a esposa e a filha, depois do trabalho e quando resolvi regressar a Faro pelas 18:50 horas, a fila de transito nascia junto à ponte dos barcos.Demorei 45 minutos a chegar ao parque de campismo.Pelo que verifiquei devo ter sido um dos poucos que fui empurrando o carro já que a fila andava 5 ou 10 metros de cada vez, o resto do pessoal ou estava habituado a esperar nas filas de transito(Estrangeiros=não Algarvios)ou então, não têm amor ao carro e ao dinheiro.Cheguei ao Parque de campismo eram aprox.19:45h e resolvi jantar umas tostas em vez de continuar naquela fila.Pelo que, constatei cerca das 20:10 horas a fila foi-se diluindo até desaparecer.
Ninguem pôe uma bomba na porcaria daquela ponte?
Continuamos à espera que ela caia e que morra alguém?
Alguém sabe se o Socrates ou o nosso Presidente da Câmara vai nos próximos dias até à praia de Faro?
É que a vontade é mais que muita.
Qd era + novo (anos 70) ia para a Praia no 1º barco da manhã e regressava no último da tarde.
O Gavião, o Alegria, o Ria Formosa.... tiveram o seu tempo, Grds mergulhos naquela ponte! e o cabo do mar à espreita.
Se os barcos fossem ao menos um pouco mais rápidos....
Um Farense à espreita.
todos os anos é a mesma tristeza, aqui , começo a pensar que a GNR não faz o controle manual do trânsito da ponte (nas horas de ponta) de propósito por qualquer motivo que me escapa. adf
Que se lixe a foto dos anos 60 ou a deserta!
O que eu sei, é que ontem dia 28/07 fui até à praia de Faro com a esposa e a filha, depois do trabalho e quando resolvi regressar a Faro pelas 18:50 horas, a fila de transito nascia junto à ponte dos barcos.Demorei 45 minutos a chegar ao parque de campismo.Pelo que verifiquei devo ter sido um dos poucos que fui empurrando o carro já que a fila andava 5 ou 10 metros de cada vez, o resto do pessoal ou estava habituado a esperar nas filas de transito(Estrangeiros=não Algarvios)ou então, não têm amor ao carro e ao dinheiro.Cheguei ao Parque de campismo eram aprox.19:45h e resolvi jantar umas tostas em vez de continuar naquela fila.Pelo que, constatei cerca das 20:10 horas a fila foi-se diluindo até desaparecer.
Ninguem pôe uma bomba na porcaria daquela ponte?
Continuamos à espera que ela caia e que morra alguém?
Alguém sabe se o Socrates ou o nosso Presidente da Câmara vai nos próximos dias até à praia de Faro?
É que a vontade é mais que muita.
Qd era + novo (anos 70) ia para a Praia no 1º barco da manhã e regressava no último da tarde.
O Gavião, o Alegria, o Ria Formosa.... tiveram o seu tempo, Grds mergulhos naquela ponte! e o cabo do mar à espreita.
Se os barcos fossem ao menos um pouco mais rápidos....
Um Farense à espreita.
todos os anos é a mesma tristeza, aqui , começo a pensar que a GNR não faz o controle manual do trânsito da ponte (nas horas de ponta) de propósito por qualquer motivo que me escapa. adf
Equipa do Olhanense medicada depois de detectada gripe A num jogador

montagem da casa.
Infelizmente no futebol começou no Olhanense, mais aqui
GET A GRIP, COMEDIANT...
GET A GRIP HERO
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Saúde pública
Festa da Ria Formosa / entrada gratuita
O S.C.Farense os outros e os que não gostam do simbolo do Algarve. Dois comentários.

terreno do S.C.Farense, aqui
Aqui está uma boa razão para não votar no Macário: quer dar o que é nosso para o Farense.
Por mim, não me interessa o futebol, muito menos o Farense.
Como eu, haverá por aí muitos milhares de munícipes que pensarão que há melhores destinos para o nosso dinheiro.
Volta Vitorino que estás perdoado!
Eleitor
Terreno para Sede do Moto clube, palácio Belmarço oferecido ao Governo, casa das Figuras para Orquestra do Algarve, humm....
Lotes e mais lotes para "Cooperativas" de construção SUPOSTAMENTE de custos controlados e adjudicação de fracções a quem "precisa", entre outras cedências a várias associações, ........tem aqui muito trabalhinho para recuperar o "SEU" património caro ELEITOR e outros "cidadãos" farenses preocupados com cedências de terrenos ao Farense.
Ferreira
Aqui está uma boa razão para não votar no Macário: quer dar o que é nosso para o Farense.
Por mim, não me interessa o futebol, muito menos o Farense.
Como eu, haverá por aí muitos milhares de munícipes que pensarão que há melhores destinos para o nosso dinheiro.
Volta Vitorino que estás perdoado!
Eleitor
Terreno para Sede do Moto clube, palácio Belmarço oferecido ao Governo, casa das Figuras para Orquestra do Algarve, humm....
Lotes e mais lotes para "Cooperativas" de construção SUPOSTAMENTE de custos controlados e adjudicação de fracções a quem "precisa", entre outras cedências a várias associações, ........tem aqui muito trabalhinho para recuperar o "SEU" património caro ELEITOR e outros "cidadãos" farenses preocupados com cedências de terrenos ao Farense.
Ferreira
2019 – CONVERSAS À BEIRA MAR (7)

“A Cidade Velha”
Fernando Silva Grade
Óleo s/ Tela 116x89
1990
-Fred, o festival está para durar, agora são os Chiclete com Banana, vai mais uma caipirinha para apreciar bem a voz do Bell Marques! Olha, olha! Até consigo ver o trio eléctrico a passar na Ondina a caminho do Farol da Barra! Aah! Grande São. Salvador da Bahía de Todos os Santos e dos meus sonhos!!!
(Som de fundo) “Fazer o quê, cidadão, fazer o quê?/ O broto reclamando da vida/ Da cara feia do patrão/ Entrar no beco sem saída/ Saindo pela contramão!”
- Jac, na Bahía é só a abrir, a música faz parte da paisagem urbana, há carros em que metade é só para a aparelhagem. Quando param numa lanchonete, começa logo a correr o chôpe e ninguém resiste a um pé de dança. Em Porto Seguro param na “Algo Mais”, que está aberta 24 horas por dia, o que quer dizer que a festa ali não pára nunca!
- Pois é, Fred, a música faz parte da herança dos baianos. Sabes que foi na Bahía que se fez a mixagem da cultura de três continentes: a europeia através dos portugueses, a africana através dos escravos e a sul-americana através dos índios nativos, neste caso os tupiniquim e também os pataxós, que ainda hoje estão bem vivos e que às vezes ainda desenterram as pinturas e machados de guerra e cortam a estrada da Orla.
- E por causa desse caldo de cultura tornou-se terra de grande animação e atracção. Serve de refugio e recato aos oriundos do Brasil do sul, fartos da confusão e insegurança das grandes cidades, assim como de europeus em que a uniformização e os quotidianos mais que monótonos e previsíveis deixaram de entusiasmar.
- E que juntando-se aos baianos cheios de vida, de fé, de alegria e de ritmo deu uma saborosa caldeirada social e cultural, em que a festa faz parte integrante da vida, apesar dos grandes problemas de pobreza e de falta de condições básicas ainda por resolver.
(Som de fundo) “A prestação já tá vencida/ E a televisão quebrou/ E lá vou eu para o fim da fila/ Atrás do cheque que voltou!/ Fazer o quê, cidadão, fazer o quê?”
- Mas sabes que Porto Seguro deu já há algum tempo um grande passo na valorização do seu património, principalmente na Cidade Histórica. Tudo foi alvo de recuperação criteriosa e hoje representa uma boa parte da procura turística da cidade, desde o Marco do Descobrimento até à Igreja da Misericórdia e às antigas Casa da Câmara e da Prisão.
- Pois, a Cidade Alta ficou cheia de vida, com habitantes a viver nas casas recuperadas, que emprega mais de um milhar de pessoas, e que para além do património, valoriza tudo o que é característico da terra, desde a gastronomia ao artesanato, passando pelo pau-brasil e o fabrico artesanal do chocolate, com especial enfoque no património ambiental, desde as tartarugas e baleias jubarte até aos corais e mangais.
- Éna pá, afinal ainda temos muito que aprender com os brasileiros, olha só o Património de Faro como estava há 10 anos! Tirando as honrosas excepções, como o Palacete Doglioni ou o Museu Municipal, a maior parte estava abandonado, sem dinamização ou mesmo fechados e os que restavam arriscavam-se a ser alvo de obras de remodelação que mais se assemelhavam a certidões de óbito. Alguns mesmo nas barbas da Câmara! Lembras-te? Até teve que haver movimentações e Petição de cidadãos para que começasse a ser dado o devido valor à Cidade Velha, ao nosso património, à nossa cultura e à nossa história que são afinal as bases da identidade, da auto-estima e da satisfação dos cidadãos, é ou não é? Seria assim tão difícil perceber esta evidência?
- Quer dizer, os brasileiros só têm património há 500 anos e tratam-no com todo o amor e respeito! O nosso já tem mais de 2.000 anos e andava por aí aos pontapés!!! Môsse!!! Débe!!! Mas há quanto tempo é que se tinham esquecido de ir dar banho ao cão?!
(Som de fundo)“A cigana um dia me falou/ Que tudo vai dar certo/ Será que a cigana tem razão?/ Ou será que leu errado minha mão?/ Fazer o quê, cidadão, fazer o quê?”
Alfredo Leal Franco
Fernando Silva Grade
Óleo s/ Tela 116x89
1990
-Fred, o festival está para durar, agora são os Chiclete com Banana, vai mais uma caipirinha para apreciar bem a voz do Bell Marques! Olha, olha! Até consigo ver o trio eléctrico a passar na Ondina a caminho do Farol da Barra! Aah! Grande São. Salvador da Bahía de Todos os Santos e dos meus sonhos!!!
(Som de fundo) “Fazer o quê, cidadão, fazer o quê?/ O broto reclamando da vida/ Da cara feia do patrão/ Entrar no beco sem saída/ Saindo pela contramão!”
- Jac, na Bahía é só a abrir, a música faz parte da paisagem urbana, há carros em que metade é só para a aparelhagem. Quando param numa lanchonete, começa logo a correr o chôpe e ninguém resiste a um pé de dança. Em Porto Seguro param na “Algo Mais”, que está aberta 24 horas por dia, o que quer dizer que a festa ali não pára nunca!
- Pois é, Fred, a música faz parte da herança dos baianos. Sabes que foi na Bahía que se fez a mixagem da cultura de três continentes: a europeia através dos portugueses, a africana através dos escravos e a sul-americana através dos índios nativos, neste caso os tupiniquim e também os pataxós, que ainda hoje estão bem vivos e que às vezes ainda desenterram as pinturas e machados de guerra e cortam a estrada da Orla.
- E por causa desse caldo de cultura tornou-se terra de grande animação e atracção. Serve de refugio e recato aos oriundos do Brasil do sul, fartos da confusão e insegurança das grandes cidades, assim como de europeus em que a uniformização e os quotidianos mais que monótonos e previsíveis deixaram de entusiasmar.
- E que juntando-se aos baianos cheios de vida, de fé, de alegria e de ritmo deu uma saborosa caldeirada social e cultural, em que a festa faz parte integrante da vida, apesar dos grandes problemas de pobreza e de falta de condições básicas ainda por resolver.
(Som de fundo) “A prestação já tá vencida/ E a televisão quebrou/ E lá vou eu para o fim da fila/ Atrás do cheque que voltou!/ Fazer o quê, cidadão, fazer o quê?”
- Mas sabes que Porto Seguro deu já há algum tempo um grande passo na valorização do seu património, principalmente na Cidade Histórica. Tudo foi alvo de recuperação criteriosa e hoje representa uma boa parte da procura turística da cidade, desde o Marco do Descobrimento até à Igreja da Misericórdia e às antigas Casa da Câmara e da Prisão.
- Pois, a Cidade Alta ficou cheia de vida, com habitantes a viver nas casas recuperadas, que emprega mais de um milhar de pessoas, e que para além do património, valoriza tudo o que é característico da terra, desde a gastronomia ao artesanato, passando pelo pau-brasil e o fabrico artesanal do chocolate, com especial enfoque no património ambiental, desde as tartarugas e baleias jubarte até aos corais e mangais.
- Éna pá, afinal ainda temos muito que aprender com os brasileiros, olha só o Património de Faro como estava há 10 anos! Tirando as honrosas excepções, como o Palacete Doglioni ou o Museu Municipal, a maior parte estava abandonado, sem dinamização ou mesmo fechados e os que restavam arriscavam-se a ser alvo de obras de remodelação que mais se assemelhavam a certidões de óbito. Alguns mesmo nas barbas da Câmara! Lembras-te? Até teve que haver movimentações e Petição de cidadãos para que começasse a ser dado o devido valor à Cidade Velha, ao nosso património, à nossa cultura e à nossa história que são afinal as bases da identidade, da auto-estima e da satisfação dos cidadãos, é ou não é? Seria assim tão difícil perceber esta evidência?
- Quer dizer, os brasileiros só têm património há 500 anos e tratam-no com todo o amor e respeito! O nosso já tem mais de 2.000 anos e andava por aí aos pontapés!!! Môsse!!! Débe!!! Mas há quanto tempo é que se tinham esquecido de ir dar banho ao cão?!
(Som de fundo)“A cigana um dia me falou/ Que tudo vai dar certo/ Será que a cigana tem razão?/ Ou será que leu errado minha mão?/ Fazer o quê, cidadão, fazer o quê?”
Alfredo Leal Franco
Segunda-feira, Julho 27, 2009
Câmara de Portimão apoia o Comércio local.

Manuel da Luz e o presidente João Rosado da Acral.
A Câmara de Portimão assinou no passado dia 23 de Julho um contrato-programa de cooperação com a Associação de Desenvolvimento de Portimão Pró-Comércio (UAC), que tem como objectivo a promoção e modernização da zona comercial da cidade.
O contrato visa obras de requalificação na sede da UAC e à organização de diversas acções promocionais na zona comercial de Portimão, nomeadamente a Semana do Comércio, de 27 de Agosto a 5 de Setembro, e a animação natalícia.
O edil local, Manuel da Luz, destacou o esforço financeiro da edilidade, que se cifra em 500 mil euros este ano, a que se juntam 150 mil euros através do MODCOM – Sistema de Incentivos a Projectos de Modernização do Comércio, revelando que a partir de 2010 será destinado anualmente um milhão de euros para apoio ao comércio: “Seguramente que estas verbas vão ser multiplicadas pelo reforço da afirmação de Portimão no contexto nacional e internacional, através da capacidade dos nossos comerciantes”, realçou o autarca.
A UAC foi constituída em 19 de Setembro de 2008, e engloba a ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve, a ACP – Associação Comercial de Portimão e a Câmara Municipal de Portimão.
A QUINTESSÊNCIA SIMBÓLICA DE FARO

No centro equidistante da muralha islâmica, no sítio em que as linhas de confluência da medina se distendem, e em contraponto com a alcáçova defensiva, ergue-se a Igreja Matriz de Santa Maria de Faro, hoje Sé Catedral.
Este monumento, herdeiro espiritual do templo romano, da visigótica Catedral de Ossónoba e da mesquita árabe, repercute em si o eco transcendido dos nossos antepassados.
Coroada pelas fímbrias arenosas que a Ria tece em cada maré, a Sé Catedral é a quintessência simbólica de Faro.
Neste momento crítico, depois de ter resistido ao tempo, a vários terramotos e aos ataques dos piratas, corre o sério risco de perder a sua essência e autenticidade, perante o assédio dos bárbaros contemporâneos: a ignorância, a falta de cultura e o desprezo pela História e pelos antepassados.
Não podemos permitir que a nossa geração, fique vergonhosamente inscrita na História, como aquela que, em tantos séculos, vacilou e saiu derrotada na defesa do superlativo valor, de que a Sé é o representante máximo: a nossa identidade!
O texto da petição “Salvem a Sé Catedral de Faro” é o seguinte:
“A Sé Catedral de Faro, valor maior do património do Algarve, foi concluída em 1271 depois da reconquista cristã. Naquele espaço, existiu originalmente um templo romano que durante a ocupação visigótica foi adaptado a igreja, a denominada Catedral de Ossónoba. No período árabe foi construído nesse local uma mesquita. Ainda existem vestígios de todas estas construções.
O edifício, cujo exterior reflecte intervenções em várias épocas, apresenta no seu interior características renascentistas e uma decoração em estilo barroco, de que sobressaem a talha dourada e o órgão. Os vários terramotos que a abalaram – nomeadamente os de 1722 e 1755 - e os efeitos do ataque das tropas inglesas do conde de Essex em 1596, obrigaram a sucessivas obras de reconstrução que foram alterando e enriquecendo a sua traça primitiva.
Recentemente o edifício foi alvo de uma intervenção de reabilitação, que suscita as maiores reservas relativamente à qualidade dos trabalhos efectuados, tais como:
- A introdução de novos elementos, de que uma cimalha de carácter dissonante acoplada ao alçado frontal é o caso mais flagrante;
- A destruição do reboco histórico e a sua substituição por argamassa inapropriada composta por cal hidráulica industrial e cimento. Esta cobertura impede a natural respiração das paredes estruturais com danos previsíveis a curto/médio prazo, devido à acumulação de humidades;
- O acabamento do novo reboco é rugoso (areado), de cunho higienista, com arestas vivas nas cimalhas e remates, em dissonância absoluta com a cobertura tradicional, de superfícies lisas/onduladas e arestas arredondadas;
- A exposição das pedras estruturais, numa lógica de improvisação estética, é, no mínimo, polémica.
Estas intervenções configuram uma situação de descaracterização profunda da originalidade e autenticidade do edifício, atributos intrínsecos e indispensáveis ao conceito de património.
A denúncia destes actos por parte de cidadãos e da Associação Almargem, culminou com a actual suspensão das obras. Foram contactados e alertados a Diocese do Algarve, o IGESPAR, a Direcção Regional de Cultura, a Câmara Municipal de Faro e o seu Departamento do Património e todos os partidos com assento na Assembleia Municipal. Toda esta situação foi noticiada em vários jornais nacionais e regionais, televisão, rádio, tertúlias e blogues de cidadania no sentido de denunciar esta grave situação. Esta acção exemplar de cidadania tem que ser levada até ao fim, no sentido de evitar que no futuro novos atentados sejam perpetrados contra o nosso já muito depauperado património histórico e arquitectónico.
A Sé Catedral de Faro, símbolo maior da nossa cidade e da região, tem que se refazer dos gravíssimos danos entretanto causados, tal como no passado foi reconstruída depois de sofrer terramotos e ataques de piratas. Daí a necessidade imperativa de se recuperar a autenticidade e harmonia da igreja com obras de correcção dos erros de que foi alvo.
Os cidadãos que assinaram esta petição até 2 de Outubro de 2009, apelam às entidades competentes para a efectiva reparação dos danos a que a Sé foi agora sujeita e também para a prevenção de acções semelhantes no futuro, quer na Sé quer no restante património de Faro. Esta petição será entregue nessa data às referidas entidades, assim como aos candidatos à Presidência da Câmara..”
Para assinar a petição: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N287
Para aceder ao blog “Sé de Faro”. http://sedefaro.blogspot.com/
Fernando Silva Grade
Operadores de ecoturismo em Faro. Actuar e organizar Já!
Dezenas de operadores (pesca desportiva,
passeios às grutas, etc...) a trabalharem
de forma ordenada na principal avenida de Lagos.
clicar na foto para ampliar.
passeios às grutas, etc...) a trabalharem
de forma ordenada na principal avenida de Lagos.
clicar na foto para ampliar.

cais da porta nova, único em Faro e
muito insuficiente para o movimento actual de
barcos da carreira para as ilhas (ilha de Faro, Deserta e Farol)
têm que fazer mais duas?!? estruturas iguais
e ordenar rapidamente o funcionamento dos operadores que estão
na zona pedonal da doca, aquilo não é nada! adf
hoje no Observatório:
"...Um "boom" de empresas de ecoturismo na Ria Formosa ampliou ofertas turísticas no cais das Portas do Mar de Faro. Mas o pontão é pequeno e os barcos fazem fila para atracar...."
"...O "boom" de ofertas vendem-se em plena rua, onde "guichets" improvisados com balcões debaixo de palmeiras servem de posto de venda para captar a clientela..."
"...Os guias da natureza garantem à Agência Lusa haver mercado para todos sem "andarem à batatada", mas à chegada de turistas pressente-se no ar alguma tensão entre as várias empresas para ver quem vai conquistar novos clientes..."
"...Sobre a falta de segurança vivida nas Portas do Mar com a passagem dos comboios, Apolinário recorda que foi no seu mandato que foram colocados labirintos antes das linhas férreas e que os maquinistas têm indicações "para reduzir a velocidade e para apitar à passagem..."
mais aqui
Uma actividade que deve de ser "apadrinhada" e desenvolvida em Faro sem dúvida.
No entanto não gosto de ver a doca permanentemente ocupada pelos "guichets" que já se espalham não só caóticamente pelo passeio como a abusarem de decorações duvidosas quando optam por aqueles suspeitos tapetes vermelhos e/ou saveiros.
O passeio pela doca deve de ser prioritário aos peões que por ali circulam e não pode ter o seu espaço abusado por estas ou outras actividades. anónimo
Os grandes projectos são importantes e necessários para o desenvolvimento sustentável de qualquer Cidade como o polis e outros grandes projectos anunciados mas também é necessário ter a sensibilidade para realizar obra visível e de proximidade, para brilhar basta ter um pouco de brio na Cidade e este é um caso flagrante de anarquia alias evidente na zona da doca e jardim.
Umas pequenas boxes decoradas com os motivos do ecoturismo dos vários agentes e criar um ancoradouro próprio para estes penso que não é nada de mais e daria um aspecto muito melhor da Cidade, o novo cais da porta nova foi desde logo constatado que era insuficiente para o tráfego do mesmo e não podemos estar à espera do polis para resolver tudo, aconselho o senhor presidente em vez de reagir é melhor agir e não passar atestados de insuficiência mental aos cidadãos com a historia do apito do comboio pois toda a vida apitaram, se quer ser reeleito é nestas pequenas coisas mas grandes aos olhos dos cidadãos que se ganham as eleições pois estas situações mexem com a vida real de todos nós de uma maneira ou de outra.
VIVA A FARO
O PROVEDOR
AS ESCOLHAS QUE NÃO DÃO GARANTIAS!

Praia do Vau
fotografia de Fátima Borges
O inefável dirigente da federação socialista do Algarve, Miguel Freitas, depois de nos ter brindado com a escolha de Fernando Anastácio para lugar elegível (?!?!?!) pelo círculo da região, derrete-se em elogios pela escolha centralizada de João Soares para cabeça de lista.
Miguel Freitas, que já resistiu a uma derrota, digamos que se estará a preparar para outras.
Esta nomeação de João Soares, deve-se à política de quotas partidárias ou à incapacidade da região produzir líderes de qualidade? Obviamente à primeira, embora não deixe de ser verdade que, por estas e por outras, cada vez mais as pessoas sérias e competentes não alinham nos jogos e fileiras dos Partidos. Os Partidos querem obediências, desenvolveram as teorias do culto do chefe e as divergências só se aclaram quando se dão as quedas dos mitos.
João Soares tem residência de férias no Algarve e é esse tipo de proximidade que lhe dá o conhecimento intrínseco dos dossiers e lhe permitem o contacto com as populações e as forças económicas e sociais?
São este tipo de escolhas, em função dos interesses exclusivos dos Partidos que fazem com que a região esteja mergulhada na mais grave crise da sua história, na era da democracia parlamentar e da sua quase total dependência da actividade turística.
Todos as "ilustres personagens" que já elegemos em defesa dos interesses superiores do Algarve, devem ser julgados à luz dos resultados que obtivemos e que agora nos afligem sobremaneira.
Todos discursam em favor do crescimento e prosperidade, na absoluta necessidade de lançarem alternativas de sustentação e apenas se assiste à super ocupação do território e dominação do betão, à vitória dos PIN, à inundação de grandes superfícies e à agonia das pescas, da agricultura e das micro e pequenas empresas.
Os investimentos anunciados pelo Governo para o Algarve, numa espécie de bandeira de glória do trabalho dos eleitos do PS, pela dimensão da crise percebe-se que mais uma vez chegam tarde e quando as necessidades já exigem o equecionamento de outros.
A escolha absurda de Fernando Anastácio, um autarca derrotado, sem brilho no seu percurso no executivo camarário, não arrancará um voto do concelho de Albufeira para o pecúlio do PS.
Outra estrela do PS, Vitor Neto, ex-secretário de Estado e líder da bancada socialista na assembleia municipal de Albufeira, que não produziu qualquer trabalho de relevância em favor do concelho mais turístico do País, diz em escritos seus que os resultados do Turismo regrediram a valores de anos anteriores e que é preciso perceber as mudanças do mercado.
Todos têm uma palavra, todos são eloquentes, mas os actos não correspondem e os resultados não aparecem, embora continuem a saltitar de lugar político, de prémio em prémio, sempre elogiados pelos Partidos sem que se conheçam os contributos produtivos para o bem estar e desenvolvimento das populações e da imensa maioria da actividade económica.
Como os discursos não enchem barriga e todas as palavras proferidas já vão longe nas rajadas de vento eleitoral, ficamos com a realidade nua e crua, que nos dias que correm correspondem a uma enorme perda de rendimentos em todos os sectores, que se prevêm por um período prolongado.
O Algarve, tal como o País, precisa de linhas de orientação, que digam claramente que o caminho é por aqui, traçando planos e metas de execução que reorientem o Turismo e que, finalmente, se encetem a construção das suas alternativas.
Até aqui, os eleitos pelo Algarve apenas deixaram correr os interesses óbvios e que se apresentaram com promessas de milhões, sem planos para uma geração ou duas, que implementem estruturas e conceitos novos, geradores de envolvimento e desenvolvimento locais e que sejam motivos de atracção das novas gerações de turistas e viajantes.
Luis Alexandre
fotografia de Fátima Borges
O inefável dirigente da federação socialista do Algarve, Miguel Freitas, depois de nos ter brindado com a escolha de Fernando Anastácio para lugar elegível (?!?!?!) pelo círculo da região, derrete-se em elogios pela escolha centralizada de João Soares para cabeça de lista.
Miguel Freitas, que já resistiu a uma derrota, digamos que se estará a preparar para outras.
Esta nomeação de João Soares, deve-se à política de quotas partidárias ou à incapacidade da região produzir líderes de qualidade? Obviamente à primeira, embora não deixe de ser verdade que, por estas e por outras, cada vez mais as pessoas sérias e competentes não alinham nos jogos e fileiras dos Partidos. Os Partidos querem obediências, desenvolveram as teorias do culto do chefe e as divergências só se aclaram quando se dão as quedas dos mitos.
João Soares tem residência de férias no Algarve e é esse tipo de proximidade que lhe dá o conhecimento intrínseco dos dossiers e lhe permitem o contacto com as populações e as forças económicas e sociais?
São este tipo de escolhas, em função dos interesses exclusivos dos Partidos que fazem com que a região esteja mergulhada na mais grave crise da sua história, na era da democracia parlamentar e da sua quase total dependência da actividade turística.
Todos as "ilustres personagens" que já elegemos em defesa dos interesses superiores do Algarve, devem ser julgados à luz dos resultados que obtivemos e que agora nos afligem sobremaneira.
Todos discursam em favor do crescimento e prosperidade, na absoluta necessidade de lançarem alternativas de sustentação e apenas se assiste à super ocupação do território e dominação do betão, à vitória dos PIN, à inundação de grandes superfícies e à agonia das pescas, da agricultura e das micro e pequenas empresas.
Os investimentos anunciados pelo Governo para o Algarve, numa espécie de bandeira de glória do trabalho dos eleitos do PS, pela dimensão da crise percebe-se que mais uma vez chegam tarde e quando as necessidades já exigem o equecionamento de outros.
A escolha absurda de Fernando Anastácio, um autarca derrotado, sem brilho no seu percurso no executivo camarário, não arrancará um voto do concelho de Albufeira para o pecúlio do PS.
Outra estrela do PS, Vitor Neto, ex-secretário de Estado e líder da bancada socialista na assembleia municipal de Albufeira, que não produziu qualquer trabalho de relevância em favor do concelho mais turístico do País, diz em escritos seus que os resultados do Turismo regrediram a valores de anos anteriores e que é preciso perceber as mudanças do mercado.
Todos têm uma palavra, todos são eloquentes, mas os actos não correspondem e os resultados não aparecem, embora continuem a saltitar de lugar político, de prémio em prémio, sempre elogiados pelos Partidos sem que se conheçam os contributos produtivos para o bem estar e desenvolvimento das populações e da imensa maioria da actividade económica.
Como os discursos não enchem barriga e todas as palavras proferidas já vão longe nas rajadas de vento eleitoral, ficamos com a realidade nua e crua, que nos dias que correm correspondem a uma enorme perda de rendimentos em todos os sectores, que se prevêm por um período prolongado.
O Algarve, tal como o País, precisa de linhas de orientação, que digam claramente que o caminho é por aqui, traçando planos e metas de execução que reorientem o Turismo e que, finalmente, se encetem a construção das suas alternativas.
Até aqui, os eleitos pelo Algarve apenas deixaram correr os interesses óbvios e que se apresentaram com promessas de milhões, sem planos para uma geração ou duas, que implementem estruturas e conceitos novos, geradores de envolvimento e desenvolvimento locais e que sejam motivos de atracção das novas gerações de turistas e viajantes.
Luis Alexandre
Domingo, Julho 26, 2009
Sábado, Julho 25, 2009
Farense: Macário promete ceder terrenos ao clube

Farense na UEFA
“Há terrenos municipais que podem ser cedidos ao Sporting Clube Farense para proveito deste” defende o candidato à Autarquia de Faro, Macário Correia, como uma das formas para salvar o clube do actual passivo.
O responsável esteve reunido com cerca de 100 pessoas ligadas ao desporto, entre atletas e dirigentes.
O Sporting Clube Farense foi um dos assuntos em destaque. Macário diz que há um conjunto de medidas para salvar o clube que serão implementadas “num projecto estruturado e pensado”. “A direcção recém-empossada do clube sabe das nossas ideias para o salvar”, disse.
Não adiantou outras medidas, sublinhando que o fará atempadamente, mas destacou que uma dessas medidas passa por ceder terrenos ao clube para que este beneficie dos mesmos. “O objectivo é chegar ao dia 1 de Abril de 2010 e festejar o centenário do clube com razões para encarar o futuro com optimismo”, disse.
“Há terrenos municipais que podem ser cedidos ao Sporting Clube Farense para proveito deste” defende o candidato à Autarquia de Faro, Macário Correia, como uma das formas para salvar o clube do actual passivo.
O responsável esteve reunido com cerca de 100 pessoas ligadas ao desporto, entre atletas e dirigentes.
O Sporting Clube Farense foi um dos assuntos em destaque. Macário diz que há um conjunto de medidas para salvar o clube que serão implementadas “num projecto estruturado e pensado”. “A direcção recém-empossada do clube sabe das nossas ideias para o salvar”, disse.
Não adiantou outras medidas, sublinhando que o fará atempadamente, mas destacou que uma dessas medidas passa por ceder terrenos ao clube para que este beneficie dos mesmos. “O objectivo é chegar ao dia 1 de Abril de 2010 e festejar o centenário do clube com razões para encarar o futuro com optimismo”, disse.
PATACÃO VAI TER POLIDESPORTIVO
O Executivo Municipal de Faro deliberou em reunião de Câmara dar início ao processo concursal para a empreitada do Parque Polidesportivo do Patacão – Campo de Jogos e Arranjos Exteriores.
A empreitada prevê a construção de um campo de jogos com balneários e respectivos arranjos exteriores e o valor foi fixado em € 270.200,30 com um prazo máximo de execução de 180 dias após o auto de consignação.
A empreitada prevê a construção de um campo de jogos com balneários e respectivos arranjos exteriores e o valor foi fixado em € 270.200,30 com um prazo máximo de execução de 180 dias após o auto de consignação.
Sexta-feira, Julho 24, 2009
OFICINAS DE VERÃO PARA OS MAIS PEQUENOS
O Museu Municipal de Faro definiu como uma das suas missões a Educação Patrimonial e é nesta vertente que surgem duas oficinas de verão que serão dinamizadas naquele espaço. O objectivo é dar a conhecer o património e a história do concelho e da região e foram especialmente “desenhadas” nesse sentido.
A primeira acção decorre de 27 a 31 de Julho, das 09h00 às 12h30 e intitula-se “Cinema de Animação – Uma História de Faro” e resulta do Programa de Intervenção Comunitária, aqui procura-se estabelecer um primeiro contacto com a técnica de expressão plástica relacionada com o cinema de animação com base num tema alusivo à história da cidade de Faro e tem como público alvo crianças dos 6 aos 12 anos e será conduzida por um professor de Educação Visual.
A segunda actividade vai decorrer de 3 a 7 de Agosto, no mesmo horário e intitula-se “Oficina de Escultura – dos romanos aos dias de hoje” e fica a cargo da Prof. de Educação Visual e Artes Plásticas, Teresa Paulino.
Aqui procura-se uma primeira aproximação à escultura dando a conhecer obras de escultores de diferentes épocas da história. A oficina inicia-se com o (re)conhecimento dos bustos de Agripina e Adriano, presentes na exposição “Mosiaco do Oceanus”, abordando a importância da escultura na época romana. A partir daqui serão executados vários projectos, aplicando técnicas e materiais utilizados em escultura e visa também dar a noção da tridimensionalidade. Esta oficina vai permitir a resolução de actividades que possibilitem uma interacção entre o trabalho intelectual e o manual desenvolvendo a sua criatividade e vai abranger crianças dos 6 aos 12 anos.
Inscrição:
Público em geral – 15,00€
Amiguinhos do Museu – 7,50€
A primeira acção decorre de 27 a 31 de Julho, das 09h00 às 12h30 e intitula-se “Cinema de Animação – Uma História de Faro” e resulta do Programa de Intervenção Comunitária, aqui procura-se estabelecer um primeiro contacto com a técnica de expressão plástica relacionada com o cinema de animação com base num tema alusivo à história da cidade de Faro e tem como público alvo crianças dos 6 aos 12 anos e será conduzida por um professor de Educação Visual.
A segunda actividade vai decorrer de 3 a 7 de Agosto, no mesmo horário e intitula-se “Oficina de Escultura – dos romanos aos dias de hoje” e fica a cargo da Prof. de Educação Visual e Artes Plásticas, Teresa Paulino.
Aqui procura-se uma primeira aproximação à escultura dando a conhecer obras de escultores de diferentes épocas da história. A oficina inicia-se com o (re)conhecimento dos bustos de Agripina e Adriano, presentes na exposição “Mosiaco do Oceanus”, abordando a importância da escultura na época romana. A partir daqui serão executados vários projectos, aplicando técnicas e materiais utilizados em escultura e visa também dar a noção da tridimensionalidade. Esta oficina vai permitir a resolução de actividades que possibilitem uma interacção entre o trabalho intelectual e o manual desenvolvendo a sua criatividade e vai abranger crianças dos 6 aos 12 anos.
Inscrição:
Público em geral – 15,00€
Amiguinhos do Museu – 7,50€
Hasta Pública para Habitação a Custos Controlados e Habitação Social
Está marcado para o próximo dia 1 de Setembro, pelas 9.30, a abertura das propostas apresentadas para a execução do Loteamento dos Braciais destinado a habitação a Custos Controlados e Habitação Social.
Na Reunião de Câmara de hoje, dia 23 de Julho, o Executivo Camarário aprovou o lançamento da hasta pública para venda de um conjunto de 42 lotes destinados a Habitação a Custos Controlados e a Comércio/Serviços/Restauração e Bebidas, integrantes do loteamento municipal nos Braciais.
A operação de loteamento é constituída por 109 lotes sendo 67 (158 fogos) destinados a Realojamento, 41 lotes (157 fogos) à Habitação a Custos Controlados e 1 lote a Comércio/Serviços/Restauração e Bebidas.
Acrescente-se que a entidade apurada neste processo de hasta pública deverá executar um conjunto de infraestruras em que se inclui um polidesportivo, um parque infantil e rede de gás que servirão toda a Urbanização.
As propostas dos interessados deverão dar entrada na Câmara Municipal até às 15h do dia 30 de Agosto.
Com esta deliberação está lançado definitivamente o processo que levará à desactivação do Bairro da Horta da Areia e aberto caminho para a reconversão de toda a área do Bom João.
O Gabinete da Presidência
Na Reunião de Câmara de hoje, dia 23 de Julho, o Executivo Camarário aprovou o lançamento da hasta pública para venda de um conjunto de 42 lotes destinados a Habitação a Custos Controlados e a Comércio/Serviços/Restauração e Bebidas, integrantes do loteamento municipal nos Braciais.
A operação de loteamento é constituída por 109 lotes sendo 67 (158 fogos) destinados a Realojamento, 41 lotes (157 fogos) à Habitação a Custos Controlados e 1 lote a Comércio/Serviços/Restauração e Bebidas.
Acrescente-se que a entidade apurada neste processo de hasta pública deverá executar um conjunto de infraestruras em que se inclui um polidesportivo, um parque infantil e rede de gás que servirão toda a Urbanização.
As propostas dos interessados deverão dar entrada na Câmara Municipal até às 15h do dia 30 de Agosto.
Com esta deliberação está lançado definitivamente o processo que levará à desactivação do Bairro da Horta da Areia e aberto caminho para a reconversão de toda a área do Bom João.
O Gabinete da Presidência
Os equívocos sobre a Qualidade na CMF

Os equívocos da Qualidade.
Apraz-me registar que a aposta na Qualidade é sem dúvida um caminho que quando bem aproveitado, contribui efectivamente para a melhoria continua dos processos visados. Permite organizar, optimizar recursos, permite planear, pensar antes de agir, agir com um objectivo específico, alcançar metas.
Mas Qualidade é isso e muito mais. É ter pessoas devidamente qualificadas para os cargos que ocupam, é ter as pessoas motivadas e envolvidas nos objectivos, são os processos relacionados com os clientes, é a concepção e desenvolvimento, é a garantia da qualidade na produção e fornecimento de serviços, é a medição, análise e melhoria aplicada com princípios de equidade e na procura da melhoria contínua da eficácia dos processos, é a sistematização dos princípios orientadores da qualidade:
PRINCÍPIO 1 - Focalização no cliente
PRINCÍPIO 2 - Liderança
PRINCÍPIO 3 - Envolvimento das pessoas
PRINCÍPIO 4 - Abordagem por processos
PRINCÍPIO 5 - Abordagem da gestão como sistema
PRINCÍPIO 6 - Melhoria contínua
PRINCÍPIO 7 - Abordagem à tomada de decisões baseadas em factos
PRINCÍPIO 8 - Relações mutuamente benéficas com fornecedores.
Esta introdução serve para contextualizar tudo o que deveria de um modo geral ter sido concretizado até ao momento e não foi.
Constato que nos últimos três anos andaram a brincar a “era uma vez a Qualidade”.
Três anos volvidos, e as peripécias e desventuras no seio da Câmara Municipal de Faro, continuam, no que ao Sistema de Gestão da Qualidade diz respeito:
· Adjudicação de serviços de consultoria, com critérios pouco claros;
· Empresa geograficamente bastante longe da área de intervenção, não permitindo o acompanhamento permanente quanto à implementação do SGQ. Pergunto eu: Não haveria empresas regionais ou até mesmo locais com competências para prestar um apoio efectivo? Só em ajudas de custo e almoçaradas deve ter sido o bom e o bonito! Reuniões esporádicas e com produtividade reduzida ou até mesmo nula;
Divergências conceptuais quanto à implementação do sistema de gestão da Qualidade;
· Olhando para o organograma da CMF, com tantos departamentos de apoio em que pouco ou nada se faz, não faria sentido reconverte um deles em apoio técnico específico, eficaz, eficiente, concreto, com pessoas qualificadas na área da Qualidade e que dessem um apoio efectivo à implementação si sistema? Existem gabinetes de apoio ao apoio que por sua vez apoia o gabinete de apoio do presidente, que por sua vez apoia o presidente; É só apoios e mais apoios, encostos e mais encostos! Nada de efectivo, nada de concreto, nada que beneficie a própria câmara e o município;
· A meio da implementação, a equipa dos serviços externos de consultoria, que inicialmente tinha sido incumbida de implementar o SGQ foi substituída, e com ela, veio nova equipa, novos princípios orientadores para a implementação do SGQ, enfim mais confusão e trapalhadas;
· Diga-se em abono da verdade que Circulo da Qualidade só mesmo o nome, porque são poucos os que estão minimamente motivados, envolvidos por inteiro no desígnio estratégico, são poucos os que sabem o que é um sistema de gestão da Qualidade, do que se reveste a sua implementação, quais os benefícios etc… e estamos a falar de pessoas com responsabilidades máximas a nível departamental. Agora imaginem os restantes colaboradores, no mínimo devem andar a leste do paraíso;
· Neste período de tempo, e por falta de pagamento à empresa prestadora de serviço de consultoria, (mais um dos inúmeros casos de incumprimento) existiram períodos de ausência e de abandono no que à implementação do SGQ diz respeito. Nesses períodos foi deixada a implementação do famigerado SGQ ao sabor da corrente … Como as águas estavam paradas, paradas ficaram!
· Os membros da gestão de topo, assim designado no referencial normativo ISO 9001 e ao qual corresponde o Srº Presidente e os vereadores envolvidos, em pouco ou nada se envolveram neste objectivo; À luz da própria norma, esta situação corresponde a uma não conformidade grave; Não basta dizer que se quer a o Sistema de Gestão Certificado, temos de passar das palavras aos actos;
· Foi designado um representante da Qualidade, que assumiria além da vereação a digna missão de ser o representante formal da organização para a Qualidade. Tão digna foi a missa ao qual apenas lhe competiu assinar de cruz os documentos remetidos pela empresa de consultoria e nada mais; Ainda me pergunto, se ainda assim, não lhe terá custado assinar tantos papéis! Tantos papéis, tanta chatice, tanta burocracia …. ora aqui vai mais uma não conformidade grave… diz o referencial, que a gestão de topo deve designar um membro, que deve ter a responsabilidade e autoridade que incluam:
-Assegurar que os processos necessários para o sistema de gestão da Qualidade são estabelecidos, implementados e mantidos;
-Reportar à gestão de topo o desempenho do sistema de gestão da Qualidade e qualquer necessidade de melhoria;
-Assegurar a promoção da consciencialização para com os requisitos do cliente em toda a organização;
Como diria um conhecido ministro, "jamais" ...
· Há sensivelmente três meses decidiu-se marcar uma auditoria interna, uma auditoria prévia e finalmente uma auditoria de concessão, isto tudo no período compreendido entre de Julho e Agosto; Está-se mesmo a ver qual o objectivo: certificar o SGQ antes da campanha eleitoral entrar na máxima força, servindo assim, como uma espécie de propaganda eleitoral. Mais uma daquelas para tapar o sol com a peneira e tentar arranjar mais uma eleitores ingénuos;
· No princípio de Junho, a sensivelmente um mês da auditoria interna, com nada se havia feito até então, foi solicitado pela “gestão de topo” um forcing aos responsáveis do círculo da Qualidade, para por as coisinhas em ordem; Pergunto eu: Como é que em três anos não se fez nada e em dois ou três mês é que se implementa um SGQ? Esta gente deve andar doida e totalmente a leste do paraíso! Só pode ….
· Neste forcing constatou-se algum trabalho do tal círculo da Qualidade, mas continuaram a esquecer um dos oito princípios basilar da ISO9001: Envolvimento das Pessoas. TODAS!!!! Também muito provavelmente nem saberão que existem oito princípios basilares que subsistem tais desígnios da SGQ, quanto mais quais serão eles;
· Não se informou/sensibilizou/envolveu as pessoas (todos os colaboradores dos departamentos envolvidos) do que se estava a passar, do que estava a ser implementado, o que é um sistema de gestão da Qualidade e para que serve. Nada.
· Dia 15 de Junho de 2009. Data prevista para auditoria, e as situações insólitas e quiçá hilariantes continuam; O requisito 8.2.2 da norma, refere que “a selecção dos auditores e a condução das auditorias devem assegurar objectividade e imparcialidade ao processo de auditoria. Os auditores não devem auditar o seu próprio trabalho.”
Pergunto eu: como é que se garante imparcialidade se a empresa externa que concebeu o SGQ é a mesma que efectua a auditoria. Estamos a falar ao nível da imparcialidade, ou melhor, da parcialidade institucional. Quanto à objectividade ….Como é que se pode assegurar objectividade com um programa de auditoria que contempla, para os espaços a auditar, uma horinha em cada sítio. Arriscar-me-ei dizer que isto é uma trapalhada feita por amadores. Nem tão pouco é ético por parte da empresa prestadora de serviços externos. Como é possível auditar num dia todos os requisitos da norma aplicáveis aos quatro ou cinco espaços distintos, ainda para mais, com uma reunião de abertura, uma reunião de fecho/encerramento e com deslocações para diferentes espaços da cidade. Só podem mesmo estar a brincar. Se estivesse a ser condizido por pessoas imparciais, competentes, conscienciosas e credíveis, deveriam no mínimo ter sido programada auditoria com a duração de dois a três dias, representando um meio-dia em cada espaço auditado e em horário de normal funcionamento dos serviços.
A reunião de abertura da auditoria … mais uma não conformidade; “Requisito 5.1 Comprometimento da Gestão: a gestão de topo deve proporcionar evidências do seu comprometimento no desenvolvimento e implementação do sistema de gestão da qualidade e na melhoria contínua da sua eficácia.” Para variar, não estava presente qualquer elemento da gestão de topo, nem tão pouco o seu representante formal que por acaso até é membro da gestão de topo; em representação do representante da gestão de topo, aparece um senhor do gabinete de apoio ao presidente (dos tais gabinetes de apoio do apoio e que nada fazem), completamente descontextualizado do que ali se passa, fazendo figura de corpo presente;
Enfim, muito mais haveria para descrever, comentar e deixar no ar para reflexão.
Assim vai, as aventuras e desventuras quanto à implementação do Sistema de Gestão da Qualidade na Câmara Municipal de Faro.
Aguardando ansiosamente pela auditoria externa, me despeço.
O Provedor Local
Quinta-feira, Julho 23, 2009
A Lista de Apolinário

Augusto Miranda fora
dos planos de Apolinário
Caros Concidadãos,
Antes de iniciar este breve comentário, o meu cumprimento a todos os comentaristas, independentemente das expressas divergências com as minhas convicções, ideias ou opiniões. O motivo que me leva a enviar esta missiva prende-se com a minha estupefacção perante a composição da lista apresentada pelo Exmo. Sr. José Apolinário, que apesar de merecer todo o nosso respeito, tomou uma decisão errada e certamente merecedora do repúdio dos compatrícios Farenses. Na verdade, e após ter lido e ouvido por diversas vezes que o projecto pensado e iniciado para devolver a Faro a sua preponderância inerente à capitalidade que formalmente ostenta carecia de continuidade, não consegui nem conseguirei compreender a alteração perpetrada pelos (in)fiéis seguidores do único partido político português que persegue os princípios da verdadeira democracia, liberdade e legalidade, o PS. Se a decisão política é sempre difícil e divisória, a sua fundamentação deve obrigatoriamente ser sempre acompanhada pela coerência, verticalidade e visão do que se pretende para o futuro. A desilusão provocada pelos líderes, dos quais esperamos decisões justas, equitativas, ponderadas e racionais, provocam nos liderados sentimentos de revolta, desistência e incapacidade, pois a motivação para a mudança próspera nasce dos idealismos sadios, das acções discernidas, das valoradas iniciativas. Não é compreensível que num momento banhado pela crise mundial, onde prolifera o desespero e a desconfiança, a retórica seja de apostar em quem desconhece os verdadeiros problemas dos bairros, cidades, regiões. Neste contexto económico, social e político, a decisão tomada pelo Exmo. Sr. Apolinário em nada contribui para a resolução dos problemas que assolam a nossa cidade de Faro, bem como os da região. A escolha de candidatos que desconhecem em profundidade os processos de mudança iniciados, os funcionamentos próprios e inovadores da Administração Local, as idiossincrasias da nossa cidade, alerta para uma confusão de discurso, uma incoerência de pensamento, uma equiparação desvantajosa com as listas inócuas de outros candidatos, os quais desconhecem por completo o sentimento dos Farenses pela sua querida urbe. Digo isto, não por qualquer tipo de desconsideração pelos candidatos apresentados, o quais, apesar de não conhecer, merecem certamente todo o meu respeito, mas sim porque considero que Faro precisa de pessoas experientes, com capacidades de liderança comprovadas, com espirito de missão e amor pela cidade, e não de “contratar” técnicos, por mais valorosos que sejam, sem qualquer prova dada na difícil tarefa de gerir e rentabilizar os recursos municipais. Quando se diz que foi feito um trabalho que requer continuidade, que a herança foi pesada e devido a isso não foi feito tudo o que se previa, que é agora começaremos a ver os frutos dos investimentos realizados (com vista à modernização dos serviços, à melhoria dos equipamentos e infra-estruturas, ao alargamento das políticas sociais, à revitalização da Baixa, à diversificação da oferta de programas culturais, à melhoria da qualidade de vida dos Farenses), não se pode depois inverter discursos e ideias e apostar em novos candidatos, que certamente perderão tempo precioso a entrar na “equipa”, a conhecer os cantos à casa, a produzir e a liderar. Será que o próprio candidato a Presidente da Câmara não sabe o esforço que foi feito para reanimar e recompor Faro!? Será que não reconhece o trabalho árduo, dedicado e superior que foi prestado à Edilidade por quem o acompanhou nos últimos anos e que o fruto desse trabalho criou condições para que possamos voltar a ter orgulho nesta Cidade!? Será que compreende que todos sabem e reconhecem quem nunca vira a cara à luta, quem trabalha, quem prima pelo carácter e honestidade!? Será que o Exmo. sabe que o povo sabe em quem confiar!? Sem prolongar o já longo comentário, digo apenas que o Exmo. Sr. Vice - Presidente Eng.º Augusto Miranda merece, de todos os Farenses, um Muito Obrigado pelo trabalho realizado, pela sua dedicação e simpatia, pela sua positiva e construtiva Visão para Faro. Temendo que a decisão tomada seja mortal para as aspirações do PS e desta cidade, e preocupado com este súbito e total desnorte, deixo estas considerações para quem se preocupa com os destinos de Faro e para quem não tolera injustiças.
Com os melhores cumprimentos,
P.G.

Falcão Marques, Ludgero Sequeira, José Apolinário, João Marques e Augusto Miranda
dos planos de Apolinário
Caros Concidadãos,
Antes de iniciar este breve comentário, o meu cumprimento a todos os comentaristas, independentemente das expressas divergências com as minhas convicções, ideias ou opiniões. O motivo que me leva a enviar esta missiva prende-se com a minha estupefacção perante a composição da lista apresentada pelo Exmo. Sr. José Apolinário, que apesar de merecer todo o nosso respeito, tomou uma decisão errada e certamente merecedora do repúdio dos compatrícios Farenses. Na verdade, e após ter lido e ouvido por diversas vezes que o projecto pensado e iniciado para devolver a Faro a sua preponderância inerente à capitalidade que formalmente ostenta carecia de continuidade, não consegui nem conseguirei compreender a alteração perpetrada pelos (in)fiéis seguidores do único partido político português que persegue os princípios da verdadeira democracia, liberdade e legalidade, o PS. Se a decisão política é sempre difícil e divisória, a sua fundamentação deve obrigatoriamente ser sempre acompanhada pela coerência, verticalidade e visão do que se pretende para o futuro. A desilusão provocada pelos líderes, dos quais esperamos decisões justas, equitativas, ponderadas e racionais, provocam nos liderados sentimentos de revolta, desistência e incapacidade, pois a motivação para a mudança próspera nasce dos idealismos sadios, das acções discernidas, das valoradas iniciativas. Não é compreensível que num momento banhado pela crise mundial, onde prolifera o desespero e a desconfiança, a retórica seja de apostar em quem desconhece os verdadeiros problemas dos bairros, cidades, regiões. Neste contexto económico, social e político, a decisão tomada pelo Exmo. Sr. Apolinário em nada contribui para a resolução dos problemas que assolam a nossa cidade de Faro, bem como os da região. A escolha de candidatos que desconhecem em profundidade os processos de mudança iniciados, os funcionamentos próprios e inovadores da Administração Local, as idiossincrasias da nossa cidade, alerta para uma confusão de discurso, uma incoerência de pensamento, uma equiparação desvantajosa com as listas inócuas de outros candidatos, os quais desconhecem por completo o sentimento dos Farenses pela sua querida urbe. Digo isto, não por qualquer tipo de desconsideração pelos candidatos apresentados, o quais, apesar de não conhecer, merecem certamente todo o meu respeito, mas sim porque considero que Faro precisa de pessoas experientes, com capacidades de liderança comprovadas, com espirito de missão e amor pela cidade, e não de “contratar” técnicos, por mais valorosos que sejam, sem qualquer prova dada na difícil tarefa de gerir e rentabilizar os recursos municipais. Quando se diz que foi feito um trabalho que requer continuidade, que a herança foi pesada e devido a isso não foi feito tudo o que se previa, que é agora começaremos a ver os frutos dos investimentos realizados (com vista à modernização dos serviços, à melhoria dos equipamentos e infra-estruturas, ao alargamento das políticas sociais, à revitalização da Baixa, à diversificação da oferta de programas culturais, à melhoria da qualidade de vida dos Farenses), não se pode depois inverter discursos e ideias e apostar em novos candidatos, que certamente perderão tempo precioso a entrar na “equipa”, a conhecer os cantos à casa, a produzir e a liderar. Será que o próprio candidato a Presidente da Câmara não sabe o esforço que foi feito para reanimar e recompor Faro!? Será que não reconhece o trabalho árduo, dedicado e superior que foi prestado à Edilidade por quem o acompanhou nos últimos anos e que o fruto desse trabalho criou condições para que possamos voltar a ter orgulho nesta Cidade!? Será que compreende que todos sabem e reconhecem quem nunca vira a cara à luta, quem trabalha, quem prima pelo carácter e honestidade!? Será que o Exmo. sabe que o povo sabe em quem confiar!? Sem prolongar o já longo comentário, digo apenas que o Exmo. Sr. Vice - Presidente Eng.º Augusto Miranda merece, de todos os Farenses, um Muito Obrigado pelo trabalho realizado, pela sua dedicação e simpatia, pela sua positiva e construtiva Visão para Faro. Temendo que a decisão tomada seja mortal para as aspirações do PS e desta cidade, e preocupado com este súbito e total desnorte, deixo estas considerações para quem se preocupa com os destinos de Faro e para quem não tolera injustiças.
Com os melhores cumprimentos,
P.G.

Falcão Marques, Ludgero Sequeira, José Apolinário, João Marques e Augusto Miranda
"A NOVENA DE UM NÃO CRENTE" PRÉ-PUBLICAÇÃO DO MEU PRÓXIMO ROMANCE QUE TERA COMO TÍTULO "A FACE OCULTA DO CASAL"
A NOVENA DO NÃO CRENTE
Naquela grande e bela igreja setecentista, por acaso reencontrada em noite calma de Verão, uma melodia singela soltada de torre sineira e o convite do largo portal iluminado, fizeram-no entrar. Não suspeitava a experiência que iria ter, do que se lhe iria deparar, que não fosse o deslumbramento repetido a cada visita causado pela talha dourada joanina mas que, à noite, surgia transmutada em jogos de luz ecoando sombras misteriosas e profundas que se estendiam aos bancos vermelhos corridos mas vazios oferecendo-se à fé ausente ou que, pelo menos, tardava. Somente um grupo de senhoras, muito activo e em falatório na primeira fila, preenchiam à sua maneira, esse doloroso vazio. Formavam um conjunto reforçado pela predominância do branco que vestiam.
Sentou-se na última fila e, daí, pode observar a chegada lenta de mulheres velhas em pequenos grupos por vezes amparadas por outras mais leves no andar. Maridos, muito raros – não seriam mais do que meia dúzia – acompanhavam as respectivas. A maioria das recém-chegadas exibia, pendurada ao pescoço, uma espécie de pagelas ligadas à frente e a trás, por fitas. O quadro que assim se ia compondo, devia ser uma novena e as estrelas, representadas nos colares de papel, por certo identificavam uma irmandade.
O que observava fê-lo voltar atrás no tempo umas boas dezenas de anos, pois assistia à representação, ao vivo, do que tinham sido os relatos ouvidos às conversas da mãe com as amigas. Lembravam elas, com saudade, os momentos de devoção pela Virgem e outros, mundanos que já não compunham aquela novena. Para que a representação fosse completa faltavam agora os rapazes e demais homens solteiros cuja fé se dirigia ao coração das devotas, contemplando-as e trocando com elas olhares promissores. Era um evento social que preenchia necessários rituais de aproximação a que elas voluntariamente se expunham sem, por isso, serem alvos de crítica. Numa cidade onde nada acontecia, as novenas eram um acontecimento e palcos de namoro.
Enquanto pensava imaginando, o ritual religioso prosseguia numa aparente singeleza, em repetições exaustivas de Padre Nossos e Ave Marias. Tal monótono pulsar conduziu-o a um progressivo afastamento e saturação. Não resistindo mais, saiu a meio – seria a meio? - daqueles infindáveis e inumeráveis responsos.
Matos Guita
Naquela grande e bela igreja setecentista, por acaso reencontrada em noite calma de Verão, uma melodia singela soltada de torre sineira e o convite do largo portal iluminado, fizeram-no entrar. Não suspeitava a experiência que iria ter, do que se lhe iria deparar, que não fosse o deslumbramento repetido a cada visita causado pela talha dourada joanina mas que, à noite, surgia transmutada em jogos de luz ecoando sombras misteriosas e profundas que se estendiam aos bancos vermelhos corridos mas vazios oferecendo-se à fé ausente ou que, pelo menos, tardava. Somente um grupo de senhoras, muito activo e em falatório na primeira fila, preenchiam à sua maneira, esse doloroso vazio. Formavam um conjunto reforçado pela predominância do branco que vestiam.
Sentou-se na última fila e, daí, pode observar a chegada lenta de mulheres velhas em pequenos grupos por vezes amparadas por outras mais leves no andar. Maridos, muito raros – não seriam mais do que meia dúzia – acompanhavam as respectivas. A maioria das recém-chegadas exibia, pendurada ao pescoço, uma espécie de pagelas ligadas à frente e a trás, por fitas. O quadro que assim se ia compondo, devia ser uma novena e as estrelas, representadas nos colares de papel, por certo identificavam uma irmandade.
O que observava fê-lo voltar atrás no tempo umas boas dezenas de anos, pois assistia à representação, ao vivo, do que tinham sido os relatos ouvidos às conversas da mãe com as amigas. Lembravam elas, com saudade, os momentos de devoção pela Virgem e outros, mundanos que já não compunham aquela novena. Para que a representação fosse completa faltavam agora os rapazes e demais homens solteiros cuja fé se dirigia ao coração das devotas, contemplando-as e trocando com elas olhares promissores. Era um evento social que preenchia necessários rituais de aproximação a que elas voluntariamente se expunham sem, por isso, serem alvos de crítica. Numa cidade onde nada acontecia, as novenas eram um acontecimento e palcos de namoro.
Enquanto pensava imaginando, o ritual religioso prosseguia numa aparente singeleza, em repetições exaustivas de Padre Nossos e Ave Marias. Tal monótono pulsar conduziu-o a um progressivo afastamento e saturação. Não resistindo mais, saiu a meio – seria a meio? - daqueles infindáveis e inumeráveis responsos.
Matos Guita
30.º Aniversário da ACRAL

A ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve comemorou ontem, dia 21 de Julho, o seu 30.º aniversário. Para celebrar esta ocasião a Associação vai aproveitar a apresentação Pública da imagem da UAC de Portimão, que terá lugar dia 23 de Julho, pelas 19H30, no Jardim 1º de Dezembro, em frente ao Teatro Municipal de Portimão, para celebrar esta data especial.
A Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve - ACRAL, instituída em resultado da fusão da Associação dos Comerciantes Retalhistas de Faro e São Brás de Alportel, Associação Patronal dos Comerciantes dos Concelhos de Tavira, Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim, Associação dos Comerciantes do Concelho de Loulé, e ainda da adesão de um grupo de comerciantes do Concelho de Olhão que para o efeito mandataram uma Comissão representativa, foi fundada em Assembleia Constituinte, reunida na cidade de Faro em 21 de Julho de 1979, com a denominação inicial de Associação dos Comerciantes do Distrito de Faro - ACODIF.
A ACRAL, ao longo dos seus 30 anos de actividade, tem representado o comércio regional e defendido os legítimos direitos dos associados, em todas as matérias que lhes respeitem, quer junto das entidades nacionais e estrangeiras, assim como junto das associações sindicais. Para isso, desenvolveu todos os esforços para uma acção preventiva em defesa dos interesses do comércio e serviços, sua dignificação e reconhecimento da sua indispensabilidade económica e social, quer junto do Estado, quer junto do consumidor.
ACRAL mais perto de si.
A Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve - ACRAL, instituída em resultado da fusão da Associação dos Comerciantes Retalhistas de Faro e São Brás de Alportel, Associação Patronal dos Comerciantes dos Concelhos de Tavira, Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim, Associação dos Comerciantes do Concelho de Loulé, e ainda da adesão de um grupo de comerciantes do Concelho de Olhão que para o efeito mandataram uma Comissão representativa, foi fundada em Assembleia Constituinte, reunida na cidade de Faro em 21 de Julho de 1979, com a denominação inicial de Associação dos Comerciantes do Distrito de Faro - ACODIF.
A ACRAL, ao longo dos seus 30 anos de actividade, tem representado o comércio regional e defendido os legítimos direitos dos associados, em todas as matérias que lhes respeitem, quer junto das entidades nacionais e estrangeiras, assim como junto das associações sindicais. Para isso, desenvolveu todos os esforços para uma acção preventiva em defesa dos interesses do comércio e serviços, sua dignificação e reconhecimento da sua indispensabilidade económica e social, quer junto do Estado, quer junto do consumidor.
ACRAL mais perto de si.
Quarta-feira, Julho 22, 2009
As Cores de Faro - Faro Capital Solidária
Se há aspecto diferenciador entre as várias candidaturas à presidência da Câmara Municipal de Faro, é sem dúvida alguma, a clara aposta do recandidato José Apolinário na área social.
Faro, é hoje, e será cada vez mais, uma cidade solidária e da solidariedade!
Faro é Capital Social!
É esta uma das escolhas que o cidadão e eleitor farense terá de fazer: se opta por um projecto que dá a prioridade às pessoas e apoio às famílias!
Um projecto social que tem um valor global de investimentos de mais de 8 Milhões de Euros!
Senão vejamos resumidamente...estão concluídas as seguintes obras:
- Casa do Povo de Estoi
- Casa do Povo da Conceição de Faro
- Creche da Horta do Ferragial
- Jardim de Infância da Casa dos Rapazes
- Casa de Protecção à Rapariga
- Banco Alimentar do Algarve
Em obra:
- Creche e Jardim de Infância de Santa Bárbara de Nexe
- Creche de Gambelas
- Creche de Montenegro
- Centro de Dia de Montenegro
- Creche e Lar de Idosos de Estoi
- Creche de Vale Carneiros
- Creche e Jardim de Infância da Penha
- Gabinete de Bairro de Santo António do Alto
- Centro de Consulta de Alcoologia de Santo António do Alto
- Centro Jovem de S. Luís
- Lar e Residência Autónoma da APPC
Em projecto e/ou concurso encontram-se muitas mais obras....
Este é o rumo escolhido: DAR PRIORIDADE ÀS PESSOAS!
Em parceria com as diversas IPSS's presentes no Concelho tem-se conseguido fazer e colocar no terreno a efectivação desta vontade de dar resposta aos anseios de muitas familias, de trabalhar em prol de quem mais precisa.
É esta matriz de apoio solidário que marca já a cidade de Faro, assente num Conselho Local de Acção Social, com uma dinâmica e vontade ímpar de trabalhar abnegadamente em prol de quem mais precisa!
Faro está em mudança.
Faro é o Município Solidário que de facto presta um serviço público, estando a assistir ao maior investimento alguma vez efectuado na rede de equipamentos sociais que vão afectar directamente TODAS as familias e TODOS os farenses!
FARO É FARO! FARO É SOLIDÁRIO!!!
Juventude Socialista de Faro
Faro, é hoje, e será cada vez mais, uma cidade solidária e da solidariedade!
Faro é Capital Social!
É esta uma das escolhas que o cidadão e eleitor farense terá de fazer: se opta por um projecto que dá a prioridade às pessoas e apoio às famílias!
Um projecto social que tem um valor global de investimentos de mais de 8 Milhões de Euros!
Senão vejamos resumidamente...estão concluídas as seguintes obras:
- Casa do Povo de Estoi
- Casa do Povo da Conceição de Faro
- Creche da Horta do Ferragial
- Jardim de Infância da Casa dos Rapazes
- Casa de Protecção à Rapariga
- Banco Alimentar do Algarve
Em obra:
- Creche e Jardim de Infância de Santa Bárbara de Nexe
- Creche de Gambelas
- Creche de Montenegro
- Centro de Dia de Montenegro
- Creche e Lar de Idosos de Estoi
- Creche de Vale Carneiros
- Creche e Jardim de Infância da Penha
- Gabinete de Bairro de Santo António do Alto
- Centro de Consulta de Alcoologia de Santo António do Alto
- Centro Jovem de S. Luís
- Lar e Residência Autónoma da APPC
Em projecto e/ou concurso encontram-se muitas mais obras....
Este é o rumo escolhido: DAR PRIORIDADE ÀS PESSOAS!
Em parceria com as diversas IPSS's presentes no Concelho tem-se conseguido fazer e colocar no terreno a efectivação desta vontade de dar resposta aos anseios de muitas familias, de trabalhar em prol de quem mais precisa.
É esta matriz de apoio solidário que marca já a cidade de Faro, assente num Conselho Local de Acção Social, com uma dinâmica e vontade ímpar de trabalhar abnegadamente em prol de quem mais precisa!
Faro está em mudança.
Faro é o Município Solidário que de facto presta um serviço público, estando a assistir ao maior investimento alguma vez efectuado na rede de equipamentos sociais que vão afectar directamente TODAS as familias e TODOS os farenses!
FARO É FARO! FARO É SOLIDÁRIO!!!
Juventude Socialista de Faro
Teatro Lethes

Programação
Julho
Não existem eventos programados para este espaço durante o mês de Julho de 2009.
retirado daqui
A pobreza da campanha autarquica em Faro.....
Sem querer entrar no mundo politico-partidario da cidade e partindo de uma reflexão sem preconceitos/juizos de valor gostaria de partilhar a opiniao sobre a campanha partidaria em Faro...... sabendo-se á partida que o aproximar das eleicoes autarquicas promove a discussao e o debate sobre as cidades ....seria de todo importante que o mesmo se fizesse em Faro ......esta cidade precisa de mais ideias...trocas de opinioes.....debates..... planeamentos estrategicos ( e nao meras ideias soltas sobre a cidade)...
precisa que se fale dos transportes , da mobilidade , do turismo , da cultura, da educação, da industria, do comercio , das areas verdes , do desporto ..... e sejamos razoaveis.......está praticamente tudo por fazer.....Se por um lado temos um candidato que é actualmente o presidente e que diga-se a verdade poderia ter feito muito mais ( e acho que esta é a opinião da generalidade dos farenses que tem que se deslocar diariamente pela cidade , dos farenses que tem que procurar lugar para estacionar o carro, dos farenses que tem filhos no pre-escolar, que tem que procurar habitação etc etc etc ) ... temos tambem um candidato que comecou a pre-campanha com algumas ideias interessantes para Faro....contundo exige-se mais a alguem que quer mudar a cidade e romper com o passado ( qual a opinião deste sobre o polis da praia por exemplo ).... e depois temos um candidato a presidente que já o foi .....( e este para alem que tambem poderia ter feito muito mais ...deveria ter tambem uma imagem mais consensual e realista da cidade ) ....
Quem olha para os outdoors na cidade apenas ve a imagem dos candidatos acompanhadas por frases mais ou menos bem conseguidas... não há projectos....ideias...equipas....nada !!!!..... apenas a imagem dos candidatos .....como se a campanha servisse apenas para a promoção individual destas pessoas....
Faz falta tanta coisa na cidade.....e assistimos a uma campanha pobre e vazia..... sem respeito por quem cá vive e gosta da cidade .....fazem-se promessas que provavelmente nunca serao cumpridas e realizadas ( um pouco á imagem do que aconteceu há uns anos atrás com a campanha e o dinheiro gasto em tendas com promessas... em que nada foi realizado )......copiam-se estrategias.....criam-se equipas fracas ...... apresentam-se vereadores polemicos .....Quantos anos quer Faro continuar nesta realidade ?? O poder autarquico é feito de pessoas ( candidatos com boas equipas ) e não tanto de partidos ( veja-se os bons exemplos que temos por esse pais fora de todos os quandrantes politicos).....Faro se calhar ainda não teve essas pessoas......
M.S.
precisa que se fale dos transportes , da mobilidade , do turismo , da cultura, da educação, da industria, do comercio , das areas verdes , do desporto ..... e sejamos razoaveis.......está praticamente tudo por fazer.....Se por um lado temos um candidato que é actualmente o presidente e que diga-se a verdade poderia ter feito muito mais ( e acho que esta é a opinião da generalidade dos farenses que tem que se deslocar diariamente pela cidade , dos farenses que tem que procurar lugar para estacionar o carro, dos farenses que tem filhos no pre-escolar, que tem que procurar habitação etc etc etc ) ... temos tambem um candidato que comecou a pre-campanha com algumas ideias interessantes para Faro....contundo exige-se mais a alguem que quer mudar a cidade e romper com o passado ( qual a opinião deste sobre o polis da praia por exemplo ).... e depois temos um candidato a presidente que já o foi .....( e este para alem que tambem poderia ter feito muito mais ...deveria ter tambem uma imagem mais consensual e realista da cidade ) ....
Quem olha para os outdoors na cidade apenas ve a imagem dos candidatos acompanhadas por frases mais ou menos bem conseguidas... não há projectos....ideias...equipas....nada !!!!..... apenas a imagem dos candidatos .....como se a campanha servisse apenas para a promoção individual destas pessoas....
Faz falta tanta coisa na cidade.....e assistimos a uma campanha pobre e vazia..... sem respeito por quem cá vive e gosta da cidade .....fazem-se promessas que provavelmente nunca serao cumpridas e realizadas ( um pouco á imagem do que aconteceu há uns anos atrás com a campanha e o dinheiro gasto em tendas com promessas... em que nada foi realizado )......copiam-se estrategias.....criam-se equipas fracas ...... apresentam-se vereadores polemicos .....Quantos anos quer Faro continuar nesta realidade ?? O poder autarquico é feito de pessoas ( candidatos com boas equipas ) e não tanto de partidos ( veja-se os bons exemplos que temos por esse pais fora de todos os quandrantes politicos).....Faro se calhar ainda não teve essas pessoas......
M.S.
Terça-feira, Julho 21, 2009
Cada vez mais longe! cada vez mais pobres!

"... O défice público do Reino Unido atingiu, em Junho, 13 mil milhões de libras (15 milhões de euros), o valor mensal mais elevado desde que, em 1933, começou a ser calculado este indicador de finanças públicas.
O valor agora apurado representa quase o dobro do que tinha sido apurado há um ano.
"Estes valores são simplesmente terríveis", afirmou Ruth Lea. Esta analista inglesa de mercados acrescenta que o Reino Unido vai prolongar a agonia das finanças públicas pelos próximos três a quatro anos..." mais aqui
Portugal:
Défice do Estado quase duplicou no espaço de um mês.
O défice orçamental fixou-se, no final do primeiro semestre, em 7305,8 mil milhões de euros, cerca de três vezes e meia mais do que fora apurado em igual período do ano passado e praticamente o dobro do que tinha sido registado em Maio. Uma quebra acentuada das receitas do Estado justificam este comportamento das contas públicas. mais aqui
O valor agora apurado representa quase o dobro do que tinha sido apurado há um ano.
"Estes valores são simplesmente terríveis", afirmou Ruth Lea. Esta analista inglesa de mercados acrescenta que o Reino Unido vai prolongar a agonia das finanças públicas pelos próximos três a quatro anos..." mais aqui
Portugal:
Défice do Estado quase duplicou no espaço de um mês.
O défice orçamental fixou-se, no final do primeiro semestre, em 7305,8 mil milhões de euros, cerca de três vezes e meia mais do que fora apurado em igual período do ano passado e praticamente o dobro do que tinha sido registado em Maio. Uma quebra acentuada das receitas do Estado justificam este comportamento das contas públicas. mais aqui
O ALLGARVE em Faro!
A Cultura do Estado a conspurcar (mais) um Espaço (Pontinha)
(sem) público.
Parece-me que a CMF e bem está a remover os graffitis que
cobriam de imundície a Pérgula da Pontinha na Baixa de Faro.
adf.
Uma atitude vergonhosa, o conspurcar um espaço também ele vergonhoso.
Quem foi o autor desta praça, que o vitorino apelidou de uma das melhores da europa?
Uma vasta zona no centro da cidade que é um verdadeiro deserto de ideias.
Para quando o aproveitamento deste espaço como zona de lazer?
Anónimo assumido
Não percam tempo com isso, vai surgir ai uma geladaria ou o tal café de que o anónimo fala.
E vai ser muito rápido. anónimo
(sem) público.
Parece-me que a CMF e bem está a remover os graffitis que
cobriam de imundície a Pérgula da Pontinha na Baixa de Faro.
adf.
Uma atitude vergonhosa, o conspurcar um espaço também ele vergonhoso.
Quem foi o autor desta praça, que o vitorino apelidou de uma das melhores da europa?
Uma vasta zona no centro da cidade que é um verdadeiro deserto de ideias.
Para quando o aproveitamento deste espaço como zona de lazer?
Anónimo assumido
Não percam tempo com isso, vai surgir ai uma geladaria ou o tal café de que o anónimo fala.
E vai ser muito rápido. anónimo
Segunda-feira, Julho 20, 2009
MENS SANA IN CORPORE SANO
Única estrutura desportiva existente no Campus de Gambelas
Universidade do Algarve. Uma "desatenção" a rever.
( clicar na foto para ampliar)
A completar este ano 30 anos de vida, escrevia a este
propósito o seu reitor, João Guerreiro:
"... Pela Universidade do Algarve já passaram mais
de 35.000 estudantes, dos quais um pouco mais de
metade adquiriu o seu diploma após anos de estudo, de
trabalho e de reflexão numa das suas escolas ou faculdades.
Aqui já labutaran mais de 1.000 professores, dando vida a um
complexo que ocupa, nos seus diversos campi, mais de 40 hectares,
apoiado por cerca de 900 funcionários não docentes e executando
um orçamento de 55 milhões de euros..."
"... Casa de conhecimento, casa de cultura, casa de educação,
casa de cidadania , por aqui continuarão a passar gerações e gerações
jovens, acompanhadas com crescente expressão pelos novos públicos
que regressam à universidade, beneficiando da exigência da tolerância
e da qualidade que a universidade do Algarve coloca nas suas actividades..."
Universidade do Minho, 34 anos de vida e 15.000 alunos, instalações desportivas e
seus praticantes, aqui
adf
É curioso fazer-se este paralelismo com a Universidade do Minho numa altura em que mais uma vez se fala numa subida do valor das propinas.
No ano lectivo 2008/09 a Ualg praticou a propina de 900€, enquanto que a UM praticou a de 972€.
Já é sabido que a qualidade do ensino é uma das razões que leva muitos alunos dos diversos ciclos de estudos a procurar a UM. Pelos vistos a acrescentar também temos as infra-estruturas. Numa universidade assim justifica-se esta propina.
Na Ualg a situação é muito diferente em ambos os aspectos e o desrespeito pelos alunos aumenta a olhos vistos, sendo esse outro assunto a debater.
SP
Terei de voltar ao tema.Uma universidade é um local de mais cultura. De mais conhecimento cuja certificação correcta-nunca estará em questão..- se exige.Nunca será uma casa de instrução de cidadania nem de educação.Isso pertence às famílias, eventualmente apenas a alguns professores mais humanistas, pessoalmente, que contemporarizarão algumas falhas das "cavernas" que permanecem existentes em 2009, D.C., aqui, em Portugal.
Isto porquê? Porque não gostei de ler este texto. Quantos hectares ? Quantos funcionários ? Quanto o orçamento ?
É um "partido", é um sindicato ou é uma universidade ? O que é que li, dum reitor ?
Eu licencie-me na Bélgica em 1967. Nunca, mas nunca ouvi, li ou me disseram tais argumentos eleitoralistas, nem sabia se havia política...porque numa Universidade ensina-se, apenas, quanto baste.
Voltaremos ao assunto MIT. A política é na rua.
Mas em Portugal até a pide entrava na nossa casa...coisas diferentes, bem quentes, agora. Outra vez ???Cumprimentos
Marceano
Universidade do Algarve. Uma "desatenção" a rever.
( clicar na foto para ampliar)
A completar este ano 30 anos de vida, escrevia a este
propósito o seu reitor, João Guerreiro:
"... Pela Universidade do Algarve já passaram mais
de 35.000 estudantes, dos quais um pouco mais de
metade adquiriu o seu diploma após anos de estudo, de
trabalho e de reflexão numa das suas escolas ou faculdades.
Aqui já labutaran mais de 1.000 professores, dando vida a um
complexo que ocupa, nos seus diversos campi, mais de 40 hectares,
apoiado por cerca de 900 funcionários não docentes e executando
um orçamento de 55 milhões de euros..."
"... Casa de conhecimento, casa de cultura, casa de educação,
casa de cidadania , por aqui continuarão a passar gerações e gerações
jovens, acompanhadas com crescente expressão pelos novos públicos
que regressam à universidade, beneficiando da exigência da tolerância
e da qualidade que a universidade do Algarve coloca nas suas actividades..."
Universidade do Minho, 34 anos de vida e 15.000 alunos, instalações desportivas e
seus praticantes, aqui
adf
É curioso fazer-se este paralelismo com a Universidade do Minho numa altura em que mais uma vez se fala numa subida do valor das propinas.
No ano lectivo 2008/09 a Ualg praticou a propina de 900€, enquanto que a UM praticou a de 972€.
Já é sabido que a qualidade do ensino é uma das razões que leva muitos alunos dos diversos ciclos de estudos a procurar a UM. Pelos vistos a acrescentar também temos as infra-estruturas. Numa universidade assim justifica-se esta propina.
Na Ualg a situação é muito diferente em ambos os aspectos e o desrespeito pelos alunos aumenta a olhos vistos, sendo esse outro assunto a debater.
SP
Terei de voltar ao tema.Uma universidade é um local de mais cultura. De mais conhecimento cuja certificação correcta-nunca estará em questão..- se exige.Nunca será uma casa de instrução de cidadania nem de educação.Isso pertence às famílias, eventualmente apenas a alguns professores mais humanistas, pessoalmente, que contemporarizarão algumas falhas das "cavernas" que permanecem existentes em 2009, D.C., aqui, em Portugal.
Isto porquê? Porque não gostei de ler este texto. Quantos hectares ? Quantos funcionários ? Quanto o orçamento ?
É um "partido", é um sindicato ou é uma universidade ? O que é que li, dum reitor ?
Eu licencie-me na Bélgica em 1967. Nunca, mas nunca ouvi, li ou me disseram tais argumentos eleitoralistas, nem sabia se havia política...porque numa Universidade ensina-se, apenas, quanto baste.
Voltaremos ao assunto MIT. A política é na rua.
Mas em Portugal até a pide entrava na nossa casa...coisas diferentes, bem quentes, agora. Outra vez ???Cumprimentos
Marceano
As Equipas!

José Apolinário recandidata-se pelo Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Faro e vai renovar grande parte da sua actual vereação, com o convite a duas mulheres com currículos invejáveis.
Mais aqui
Ainda em campanha, Macário Correia já fez saber quem vai mandar no quê, caso ganhe a Câmara Municipal de Faro. Conheça os candidatos.
"Trata-se de uma lista elaborada em função dos méritos técnicos dos escolhidos, onde imperam a experiência comprovada nas áreas a prover, composta por individualidades que se vêm destacando nas mais diversas áreas da Sociedade Civil". Macário Correia, candidato à Câmara Municipal de Faro, descreve assim a sua equipa para liderar o concelho e já distribuiu as pastas, caso a vitória lhe sorria.
mais aqui
Ainda existem pessoas que acreditam nos meandros da política, e como tal vão vivendo das mentiras e compadrios para que possam sobreviver.
Ganhou ou perdeu a Falcoaria? PERDEU!
O senhor candidato chegou tarde e a más horas, por motivos de um Jantar, e teve a recepção devida, mas o que mais me custou foi a traição imposta ao Augusto Miranda,que nunca acreditou em quem o informou em devido tempo e nunca teve a coragem de procurar saber se a sua não inclusão nas listas correspondia à verdade, perdeu e talvez lhe sirva de exemplo para o futuro.
Cristina nada a perder, política só como currículo de conversa de praia.
Diogo já trabalhei com ela podem leva-la, e perguntem a colegas como funciona a menina. Marques em quarto lugar, mesmo que fosse em segundo o resultado seria o mesmo, não vai ter pelouro porque Portada não ganha.
Linhares não vale a pena comentar foi colocada para número.
Coelho seria sempre o chefe que comandaria a lista para a assembleia municipal, para quem conhece os meandros outra coisa não seria de esperar.
Aos incrédulos esperem pela elaboração da lista para a assembleia municipal.
No Largo do Pé da Cruz muito se falou mas mais se devia ter falado, no quintal da antiga Legião Portuguesa.
Assim se faz a política autárquica em Faro.
João Urtiga
2019 – CONVERSAS À BEIRA MAR (6)

“Barrinha na Praia de Faro” Fred 2019
- Ó Jac, estas caipirinhas estão mesmo um espanto. Olha, olha, depois da Ivette Sangalo, vêm lá os Harmonia do Samba. Ei! grande Xanddy! és o maior do samba da Bahía!
(Som de fundo) “Se você vier/ O nosso samba vai dar pé/ Vem no balanço da maré/ Vou te dizer como é que é!”
- Pois é, Fred, esta Praia ficou o máximo. É alegria, é música, é boas bebidas e melhores comidas, é festa, é mulheres lindas, é romance, que mais poderá acontecer?
- Olha por falar em romance! Não são a Claire e a Mistery? Meniiiinas, estamos aquiii!!
- Minhas lindas, estávamos aqui mesmo a falar de vocês. Até estávamos todos roídos de saudades, por isso é que viemos aqui aliviar o sofrimento com estas caipirinhas!
- Ah sim?!? O que vocês são é um grande par de beberrões, qualquer desculpa é boa para enfiarem mais meia dúzia de copos pela goela abaixo. Se estavam assim tão tristes e com saudades, o que é que estavam a fazer ali com aquelas dois baldes de cal, de mãos dadas e a darem mergulhos???
- Dois baldes de cal!?!? Ah, estão a falar da Olga e da Elena?1?! Então vocês não vêm que as garotas não sabem nadar? Não queriam que elas voltassem para a Rússia a dizer mal dos portugueses, todos temos que contribuir para cuidar da imagem de Portugal. Além disso são primas dos nossos vizinhos lá na Urbanização, do Nicolau e da Natacha.
- Quero lá saber de quem é que são primas! Se voltamos a vê-los com elas, isto vai ficar mais quente que a Tchetchénia, vejam lá se querem ficar a descascar o pepino!!!
(Som de fundo) “Quando briga comigo não solta o cabelo/ Adoça o desejo num beijo sem sal/ Me provoca, eu não ligo, não quer meu apelo/ Parece criança que fica de mal!”
- Mas meu amor, tu que és uma mulata da Bahía, devias estar mais aberta a estas coisas. Agora que a política de integração e inclusão em Faro está a dar óptimos resultados, não vais queres dar cabo do trabalho já feito, pois não? Não se lembram da ideia dos Braciais, queriam juntar lá nesse gueto todos os que não consideravam dignos da sociedade farense, ciganos, imigrantes, africanos, brasileiros, do leste, eu sei lá…
- Pois, isso era uma vergonha, um autentico apartheid, vá lá que a coisa não foi para a frente porque os ventos mudaram e uma atitude social e o bom senso passaram a morar na administração. Queriam lá colocar todos os excluídos, para ficarem ainda mais excluídos, aquilo ia ser uma bomba relógio, não sei como há dez anos ainda se podiam ter aquelas ideias da vida em sociedade, era mesmo um atraso de vida!
(Som de fundo) “Você riu quando eu caí/ Não me ajudou a levantar/ Sabe, não é bem assim/ Um dia, você vai precisar de mim!”
- E aí é que entram as russas, como sabes, na nossa urbanização há de todas as raças, países, classes sociais e aprendemos todos a viver com todos, é a nova Torre de Babel!
- Não falem mais nas russas que ainda se abre aqui é uma Caixa de Pandora!!! Já que sou da Bahía, não querem que eu faça aqui rodar a baiana, pois não? Vejam lá bem…
- Calma, calma, mas afinal onde é que vocês estiveram? Até pensei que tinham dado de frosque nas Conversas, que tinham ido acelerar para o post da Concentração, eu sei lá!
- Pois é meu querido, é que nós tínhamos combinado um preço por episódio, e até agora ainda não vimos nenhum. E é assim, não há dinheiro, não há chocolates. Estivemos a posar os nossos corpinhos lá para o pintor, ele foi todos elogios, os olhos até parece que queriam saltar, agora se quiserem ilustrações, contentem-se com umas fotografiazinhas, porque o que era bom acabou, daqui não levam mais nada.
- Vá lá, vá lá, já chega de pisar a bola, e que tal um pé de dança, já estava a ter saudades de sentir esse corpo gingado nas minhas mãos. A menina dança?
(Som de fundo) “Essa menina tem um corpo sedutor/ Olhar encantador, o seu jeito é natural/ Gosta de samba, seu hobby é dançar/ Adora pirraçar, nunca vi nada igual!”
Alfredo Leal Franco
- Ó Jac, estas caipirinhas estão mesmo um espanto. Olha, olha, depois da Ivette Sangalo, vêm lá os Harmonia do Samba. Ei! grande Xanddy! és o maior do samba da Bahía!
(Som de fundo) “Se você vier/ O nosso samba vai dar pé/ Vem no balanço da maré/ Vou te dizer como é que é!”
- Pois é, Fred, esta Praia ficou o máximo. É alegria, é música, é boas bebidas e melhores comidas, é festa, é mulheres lindas, é romance, que mais poderá acontecer?
- Olha por falar em romance! Não são a Claire e a Mistery? Meniiiinas, estamos aquiii!!
- Minhas lindas, estávamos aqui mesmo a falar de vocês. Até estávamos todos roídos de saudades, por isso é que viemos aqui aliviar o sofrimento com estas caipirinhas!
- Ah sim?!? O que vocês são é um grande par de beberrões, qualquer desculpa é boa para enfiarem mais meia dúzia de copos pela goela abaixo. Se estavam assim tão tristes e com saudades, o que é que estavam a fazer ali com aquelas dois baldes de cal, de mãos dadas e a darem mergulhos???
- Dois baldes de cal!?!? Ah, estão a falar da Olga e da Elena?1?! Então vocês não vêm que as garotas não sabem nadar? Não queriam que elas voltassem para a Rússia a dizer mal dos portugueses, todos temos que contribuir para cuidar da imagem de Portugal. Além disso são primas dos nossos vizinhos lá na Urbanização, do Nicolau e da Natacha.
- Quero lá saber de quem é que são primas! Se voltamos a vê-los com elas, isto vai ficar mais quente que a Tchetchénia, vejam lá se querem ficar a descascar o pepino!!!
(Som de fundo) “Quando briga comigo não solta o cabelo/ Adoça o desejo num beijo sem sal/ Me provoca, eu não ligo, não quer meu apelo/ Parece criança que fica de mal!”
- Mas meu amor, tu que és uma mulata da Bahía, devias estar mais aberta a estas coisas. Agora que a política de integração e inclusão em Faro está a dar óptimos resultados, não vais queres dar cabo do trabalho já feito, pois não? Não se lembram da ideia dos Braciais, queriam juntar lá nesse gueto todos os que não consideravam dignos da sociedade farense, ciganos, imigrantes, africanos, brasileiros, do leste, eu sei lá…
- Pois, isso era uma vergonha, um autentico apartheid, vá lá que a coisa não foi para a frente porque os ventos mudaram e uma atitude social e o bom senso passaram a morar na administração. Queriam lá colocar todos os excluídos, para ficarem ainda mais excluídos, aquilo ia ser uma bomba relógio, não sei como há dez anos ainda se podiam ter aquelas ideias da vida em sociedade, era mesmo um atraso de vida!
(Som de fundo) “Você riu quando eu caí/ Não me ajudou a levantar/ Sabe, não é bem assim/ Um dia, você vai precisar de mim!”
- E aí é que entram as russas, como sabes, na nossa urbanização há de todas as raças, países, classes sociais e aprendemos todos a viver com todos, é a nova Torre de Babel!
- Não falem mais nas russas que ainda se abre aqui é uma Caixa de Pandora!!! Já que sou da Bahía, não querem que eu faça aqui rodar a baiana, pois não? Vejam lá bem…
- Calma, calma, mas afinal onde é que vocês estiveram? Até pensei que tinham dado de frosque nas Conversas, que tinham ido acelerar para o post da Concentração, eu sei lá!
- Pois é meu querido, é que nós tínhamos combinado um preço por episódio, e até agora ainda não vimos nenhum. E é assim, não há dinheiro, não há chocolates. Estivemos a posar os nossos corpinhos lá para o pintor, ele foi todos elogios, os olhos até parece que queriam saltar, agora se quiserem ilustrações, contentem-se com umas fotografiazinhas, porque o que era bom acabou, daqui não levam mais nada.
- Vá lá, vá lá, já chega de pisar a bola, e que tal um pé de dança, já estava a ter saudades de sentir esse corpo gingado nas minhas mãos. A menina dança?
(Som de fundo) “Essa menina tem um corpo sedutor/ Olhar encantador, o seu jeito é natural/ Gosta de samba, seu hobby é dançar/ Adora pirraçar, nunca vi nada igual!”
Alfredo Leal Franco
O Comentário

Mudar a mentalidade de que empresários? A dos que o governo ajuda a não produzir? Ou a daqueles que tentam trabalhar e produzir e não podem porque não os deixam?
Eu sou empresário e não peço subsídios, só peço que me deixem trabalhar. Só peço que obriguem quem me deve a pagar, só peço que a GNR prenda os ladrões que me assaltam a oficina e me roubam as máquinas. Só quero poder ir fazer um serviço à casa de um cliente levando as ferramentas que considero necessárias sem ter que me preocupar com guias e com horários de trabalho. Sou empresário trabalho sozinho qual é problema se quiser trabalhar 12 ou 13 ou 16 horas de seguida?
Porque é que tenho que ser multado se o fizer?
Quero poder realizar os projectos que tenho e para os quais estudo e adquiro competências há mais de 30 anos.Quero poder apresentar um projecto a quem de direito e obter respostas em tempo útil sem ter que pagar subornos a torto e a direito ou filiar-me num partido.
Será que pedir ao estado para pagar as suas contas a tempos e a horas é considerado pedir um subsídio?
Aquilo que peço ao estado é que me deixe trabalhar.
Ainda ontem fui acabar um serviço em Vale do Lobo e levei mais tempo a preencher guias de transporte e a contar parafusos, buchas e anilhas do que a fazer o trabalho. É isso que acham correcto?
Como é que querem que Portugal tenha produtividade se para cada 10 pessoas que produzem temos 30 a fiscalizar o que fazemos?
É preciso mudar, mudar de mentalidade, mudar as leis, mudar os sindicatos, mudar os políticos, mudar, mudar, mudar...Mas para isso é preciso votar. Se não acreditam nos partidos votem em branco, mas votem. Já pensaram no reboliço que era se tivesse havido 70% de votos em branco? Se ia adiantar alguma coisa? Claro que não! Mas pelo menos teríamos mostrado a nossa verdadeira opinião e a nossa revolta.
Pensem nisso...
Zé.
Eu sou empresário e não peço subsídios, só peço que me deixem trabalhar. Só peço que obriguem quem me deve a pagar, só peço que a GNR prenda os ladrões que me assaltam a oficina e me roubam as máquinas. Só quero poder ir fazer um serviço à casa de um cliente levando as ferramentas que considero necessárias sem ter que me preocupar com guias e com horários de trabalho. Sou empresário trabalho sozinho qual é problema se quiser trabalhar 12 ou 13 ou 16 horas de seguida?
Porque é que tenho que ser multado se o fizer?
Quero poder realizar os projectos que tenho e para os quais estudo e adquiro competências há mais de 30 anos.Quero poder apresentar um projecto a quem de direito e obter respostas em tempo útil sem ter que pagar subornos a torto e a direito ou filiar-me num partido.
Será que pedir ao estado para pagar as suas contas a tempos e a horas é considerado pedir um subsídio?
Aquilo que peço ao estado é que me deixe trabalhar.
Ainda ontem fui acabar um serviço em Vale do Lobo e levei mais tempo a preencher guias de transporte e a contar parafusos, buchas e anilhas do que a fazer o trabalho. É isso que acham correcto?
Como é que querem que Portugal tenha produtividade se para cada 10 pessoas que produzem temos 30 a fiscalizar o que fazemos?
É preciso mudar, mudar de mentalidade, mudar as leis, mudar os sindicatos, mudar os políticos, mudar, mudar, mudar...Mas para isso é preciso votar. Se não acreditam nos partidos votem em branco, mas votem. Já pensaram no reboliço que era se tivesse havido 70% de votos em branco? Se ia adiantar alguma coisa? Claro que não! Mas pelo menos teríamos mostrado a nossa verdadeira opinião e a nossa revolta.
Pensem nisso...
Zé.
Sábado, Julho 18, 2009
À ATENÇÃO DO SR. MINISTRO E OUTROS...
UMA OPORTUNIDADE DE OURO PARA QUESTIONAR TUDO!
O povo, soberano, costuma dizer "mais vale tarde do que nunca"! Referi-mo-nos é claro, à decisão tardia do Governo em analisar e agir sobre a situação de depressão económica que se vive no Algarve.
As várias intervenções políticas de denúncia proferidas meses atrás, não influenciaram o comportamento do Governo mas, a derrota eleitoral de 7 de Junho, abriu as portas a uma nova atitude em que se insere esta decisão de vir ao Algarve falar com as pessoas e obter uma ideia mais real das condições aqui criadas pela crise económica e financeira.
Quando as vozes de alguns responsáveis algarvios se levantaram para criticar o investimento inadequado e arrepiantemente curto para a dimensão da crise que agora é uma realidade em números, ninguém em Lisboa nos deu ouvidos. Apontou-se o dedo para o ridículo da diferença entre as verbas da promoção aprovadas para Espanha e para Portugal. Essa diferença não representava só a dimensão dos Países mas sim a diferença de leituras que cada Governo fazia das necessidades de proteger um sector de actividade que tem um peso considerável nos seus PIB.
No Algarve, deixou-se chegar a situação a números comprometedores de desemprego, de falências, de pré-falências e de incumprimentos vários para com Bancos, Estado e fornecedores, susceptíveis de gerarem uma instabilidade social de alguma envergadura, factores que são contrários ao indispensável clima de tranquilidade que agradam aos turistas.
Se por um lado saudamos a mudança de atitude do Governo e a sua disponibilidade para o diálogo, por outro receamos a sua visão demasiado ortodoxa de fazer canalizar as ajudas através de canais que se t~em revelado limitadores e ineficazes.
Nesta fase adiantada da época turística, todos os empresários dos diferentes sectores têm perfeita consciência dos resultados expectáveis e do que os espera para o longo período de sazonalidade. E essa noção é muito preocupante em termos de capacidade de resposta de tesouraria face às despesas fixas. A situação criada limitou o emprego de arranque de época e vai implicar mais desemprego nos finais de Setembro ou Outubro.
Outra questão pouco abordada e compreendida e que está no horizonte, é que com o fecho de portas de muitas micro e pequenas empresas, os empresários não entram nas estatísticas do desemprego e não têm qualquer tipo de protecção para si e para as famílias que sustentam.
Quaisquer soluções que o Ministro venha negociar com os representantes dos diversos sectores de actividade, têm de levar em linha de conta vários factores, a saber:
1. O comércio e restauração não podem ser considerados um parente pobre e dissociados das soluções reclamadas pelo alojamento. Os apoios têm de ser dados a cada sector segundo as suas necessidades;
2. Precisamos de respostas para os problemas imediatos de tesouraria, para a manutenção do maior número de empregados e para a criação de mais emprego;
3. Precisamos de um plano de saídas para a normalização dos atrasados com o Estado e a Banca;
4. Todos estes passos terão de ser enquadrados num plano de combate à sazonalidade para captação de clientes no mercado nacional e internacional, o que representa mais investimentos por parte do Estado, nesta fase de debilidade das empresas;
5. Para a elaboração desse plano temos de envolver todas as forças representativas e o saber universitário, sair dos raciocinios tradicionais, de modo a que surja algo de novo, faça a diferença e nos dê vantagem sobre os nossos concorrentes;
6. Se esse plano passa por novas rotas ou incentivos a rotas de inverno, contratos com sectores profissionais, turismo de saúde ou outras ideias criativas, o Estado tem de assumir nesta fase dificil, uma posição de direcção;
7. Também precisamos de um plano requalificador do Algarve, onde os executivos camarários têm um papel importante, afectando uma parte dos seus orçamentos para essas tarefas e procurando trabalhar em conjunto
Estas opiniões não estão fechadas, muitas outras saltarão se criarmos um grande movimento de opinião que se liberte dos velhos pensadores e dos velhos estilos de pensar, tal como o Ministro, não pode vir para o Algarve com ideias feitas, sem ouvir os agentes no terreno.
Esta crise, que já não podemos evitar e que está a questionar tudo, tem de ser aproveitada para as mudanças que construam um novo fôlego para a actividade turística e comecem a perspectivar novas alternativas de sustentabilidade.
Luis Alexandre
O povo, soberano, costuma dizer "mais vale tarde do que nunca"! Referi-mo-nos é claro, à decisão tardia do Governo em analisar e agir sobre a situação de depressão económica que se vive no Algarve.
As várias intervenções políticas de denúncia proferidas meses atrás, não influenciaram o comportamento do Governo mas, a derrota eleitoral de 7 de Junho, abriu as portas a uma nova atitude em que se insere esta decisão de vir ao Algarve falar com as pessoas e obter uma ideia mais real das condições aqui criadas pela crise económica e financeira.
Quando as vozes de alguns responsáveis algarvios se levantaram para criticar o investimento inadequado e arrepiantemente curto para a dimensão da crise que agora é uma realidade em números, ninguém em Lisboa nos deu ouvidos. Apontou-se o dedo para o ridículo da diferença entre as verbas da promoção aprovadas para Espanha e para Portugal. Essa diferença não representava só a dimensão dos Países mas sim a diferença de leituras que cada Governo fazia das necessidades de proteger um sector de actividade que tem um peso considerável nos seus PIB.
No Algarve, deixou-se chegar a situação a números comprometedores de desemprego, de falências, de pré-falências e de incumprimentos vários para com Bancos, Estado e fornecedores, susceptíveis de gerarem uma instabilidade social de alguma envergadura, factores que são contrários ao indispensável clima de tranquilidade que agradam aos turistas.
Se por um lado saudamos a mudança de atitude do Governo e a sua disponibilidade para o diálogo, por outro receamos a sua visão demasiado ortodoxa de fazer canalizar as ajudas através de canais que se t~em revelado limitadores e ineficazes.
Nesta fase adiantada da época turística, todos os empresários dos diferentes sectores têm perfeita consciência dos resultados expectáveis e do que os espera para o longo período de sazonalidade. E essa noção é muito preocupante em termos de capacidade de resposta de tesouraria face às despesas fixas. A situação criada limitou o emprego de arranque de época e vai implicar mais desemprego nos finais de Setembro ou Outubro.
Outra questão pouco abordada e compreendida e que está no horizonte, é que com o fecho de portas de muitas micro e pequenas empresas, os empresários não entram nas estatísticas do desemprego e não têm qualquer tipo de protecção para si e para as famílias que sustentam.
Quaisquer soluções que o Ministro venha negociar com os representantes dos diversos sectores de actividade, têm de levar em linha de conta vários factores, a saber:
1. O comércio e restauração não podem ser considerados um parente pobre e dissociados das soluções reclamadas pelo alojamento. Os apoios têm de ser dados a cada sector segundo as suas necessidades;
2. Precisamos de respostas para os problemas imediatos de tesouraria, para a manutenção do maior número de empregados e para a criação de mais emprego;
3. Precisamos de um plano de saídas para a normalização dos atrasados com o Estado e a Banca;
4. Todos estes passos terão de ser enquadrados num plano de combate à sazonalidade para captação de clientes no mercado nacional e internacional, o que representa mais investimentos por parte do Estado, nesta fase de debilidade das empresas;
5. Para a elaboração desse plano temos de envolver todas as forças representativas e o saber universitário, sair dos raciocinios tradicionais, de modo a que surja algo de novo, faça a diferença e nos dê vantagem sobre os nossos concorrentes;
6. Se esse plano passa por novas rotas ou incentivos a rotas de inverno, contratos com sectores profissionais, turismo de saúde ou outras ideias criativas, o Estado tem de assumir nesta fase dificil, uma posição de direcção;
7. Também precisamos de um plano requalificador do Algarve, onde os executivos camarários têm um papel importante, afectando uma parte dos seus orçamentos para essas tarefas e procurando trabalhar em conjunto
Estas opiniões não estão fechadas, muitas outras saltarão se criarmos um grande movimento de opinião que se liberte dos velhos pensadores e dos velhos estilos de pensar, tal como o Ministro, não pode vir para o Algarve com ideias feitas, sem ouvir os agentes no terreno.
Esta crise, que já não podemos evitar e que está a questionar tudo, tem de ser aproveitada para as mudanças que construam um novo fôlego para a actividade turística e comecem a perspectivar novas alternativas de sustentabilidade.
Luis Alexandre
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