PORTIMÃO: Feira do Livro recebeu 120 mil pessoas. mais aqui
TAVIRA: Loja do Cidadão já está a funcionar. mais aqui
FARO : cerimónia oficial de arranque das obras da Concessão Algarve Litoral, realizada no local onde terá início a construção da circular Norte de Faro. aqui
Onda branca invadiu noite de Loulé , aqui
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
PASSEIO RIBEIRINHO DE BTT- FARO
A JSD/Faro convida-te para um passeio de BTT a realizar-se sábado dia 5 de Setembro, ao longo do percurso ribeirinho do concelho de Faro, levando-te a disfrutar de uma vista privilegiada da Ria Formosa.
Devido à beleza e oportunidade de boas fotografias, tanto a nível de fauna, flora, paisagem e convívio, lembramos-te para trazeres a máquina fotográfica.
Local da concentração:
Parque de Estacionamento do Largo de São Francisco em Faro, junto à entrada do Castelo perto da Fábrica da Cerveja
Hora do Encontro: 9h00m
Hora de Partida: 9h30m
Percurso acessível: 30 km
Aluguer de Material para quem necessite:
- Bicicleta – 9 €
- Capacete – 2 €
IMPORTANTE é obrigatório o uso de capacete.
O passeio é gratuito e o material alugado é entregue no local. Para que possamos ajustar melhor as bicicletas alugadas aos seus utilizadores, pedimos que nos indiques a tua altura. O valor a pagar pelo aluguer da bicicleta já inclui um seguro contra terceiros, convém trazer dinheiro trocado.
Os menores de idade só podem participar se acompanhados por um familiar/responsável.
Dados de Inscrição:
- 1.º e último nome- email- contacto telefónico
A inscrição é feita por email para farojovem@gmail.com até dia 3 de Setembro.
Esclarecimentos de dúvidas:
Pedro Abrantes – 937810713
Devido à beleza e oportunidade de boas fotografias, tanto a nível de fauna, flora, paisagem e convívio, lembramos-te para trazeres a máquina fotográfica.
Local da concentração:
Parque de Estacionamento do Largo de São Francisco em Faro, junto à entrada do Castelo perto da Fábrica da Cerveja
Hora do Encontro: 9h00m
Hora de Partida: 9h30m
Percurso acessível: 30 km
Aluguer de Material para quem necessite:
- Bicicleta – 9 €
- Capacete – 2 €
IMPORTANTE é obrigatório o uso de capacete.
O passeio é gratuito e o material alugado é entregue no local. Para que possamos ajustar melhor as bicicletas alugadas aos seus utilizadores, pedimos que nos indiques a tua altura. O valor a pagar pelo aluguer da bicicleta já inclui um seguro contra terceiros, convém trazer dinheiro trocado.
Os menores de idade só podem participar se acompanhados por um familiar/responsável.
Dados de Inscrição:
- 1.º e último nome- email- contacto telefónico
A inscrição é feita por email para farojovem@gmail.com até dia 3 de Setembro.
Esclarecimentos de dúvidas:
Pedro Abrantes – 937810713
Turismo Náutico de Natureza: Macário promete maior intervenção na resolução dos problemas

Candidato ouve reivindicações dos empresários do sector em passeio de barco pela Ria Formosa
No concelho de Faro, os passeios náuticos de turismo de natureza pelos canais da Ria Formosa são um negócio florescente que se faz, contudo, sobre águas revoltas. Com efeito, os quatro empresários do sector vêm revelando grande insatisfação com o estado a que as coisas chegaram sem que as diversas entidades com responsabilidades tenham uma acção decisiva. Estava dado o mote para que Macário Correia se reunisse com todos eles, num passeio de barco pela Ria Formosa, na tarde da última sexta-feira, onde estiveram também diversos jornalistas.
Os operadores, representados por José Vargas/Animaris, Paulo Nugas/Formosamar, Ricardo Barradas/Natura Algarve e Telma Fernandes/Sunquays, mostraram a sua preocupação com uma série de problemas de resolução sempre adiada: a exiguidade do Cais da Porta Nova, a falta de condições de atracagem, a compatibilização dos horários das carreiras de passageiros, a total inadequação dos pontos de venda e promoção, a falta de respeito pelos limites de velocidade nos canais, a urgência de uma limpeza geral da Ria, entre outros.
De igual forma, o estado de alguns canais de navegação também preocupa. O leito é pouco profundo em muitos locais e torna-se urgente uma acção de dragagem. A problemática coabitação com a linha do comboio e com o pontão, que um dia foi móvel, e as dificuldades de acessibilidade para utilizadores especiais, como os portadores de deficiência motora, bebés e idosos, são aspectos que também fazem desesperar estes empresários. Afinal, são empreendedores que tanto e tão bem investiram numa operação turística promissora, amiga do ambiente e que, como se não bastasse, ainda cria mais de 60 postos de trabalho qualificado. Uma actividade que, na verdade, merece outra atenção dos poderes públicos com responsabilidades, a começar pela Município.
Falta de dinheiro não é desculpa
A bordo do barco de Ricardo Barradas, Macário Correia ouviu todas as queixas e, desde logo, concordou com a ideia segundo a qual a falta de verbas não pode ser desculpa para não se fazer nada, porque “a Ria é um ex-líbris do concelho e como tal, tem que ser preservada; é apenas uma questão de escolher as prioridades e, para nós, a afirmação turística do concelho é uma prioridade, muito mais do que todas essas intervenções faraónicas que vêm sendo divulgadas em outdoors e que afinal não passam de meras declarações de interesses de particulares”. A Câmara, embora tenha uma responsabilidade partilhada com as entidades portuárias, Parque Natural e Administração da Região Hidrográfica, “tem que assumir um papel de liderança nas rectificações necessárias à afirmação de Faro como um concelho náutico de preponderância a Sul do Tejo”, disse ainda.
E para Macário há uma série de acções que têm que ser feitas com carácter de urgência para salvaguardar a segurança e atractividade da navegação nos canais. Por isso, “temos que ser mais exigentes com o cumprimento dos limites de velocidade e com a limpeza dos ilhotes e canais – isso vai ser feito imediatamente após o dia 11 de Outubro”, garantiu.
Depois, a médio prazo, será necessário alargar este cais e dotá-lo de mais e melhores condições que possibilitem a coexistência de todas as embarcações que o utilizam: carreiras, barcos de recreio, barcos-taxi, barco-ambulância dos Bombeiros e barco-patrulha da Protecção Civil. Isto sem prejuízo das operações de dragagem que têm que ser efectuadas e da intervenção que será feita a nascente, com a reabilitação do Cais Comercial e a criação da Gare Marítima, com ligações regulares às ilhas-barreira e dotada de diversas infra-estruturas como estacionamento, restauração, alojamento e outras.
Macário deixou ainda a certeza que, após o dia 11 de Outubro, o novo Presidente da Câmara Municipal de Faro se empenhará muito mais na elaboração de uma estratégia global para o sector e assumirá, nesta e noutras matérias, um papel mais interventivo e de verdadeira regulação. É o futuro do concelho que está em jogo.
Afinal, Faro está Primeiro.
Gratos pela atenção,
Com os melhores cumprimentos,
A Assessoria de Imprensa
imprensa.macario.faro@gmail.com
No concelho de Faro, os passeios náuticos de turismo de natureza pelos canais da Ria Formosa são um negócio florescente que se faz, contudo, sobre águas revoltas. Com efeito, os quatro empresários do sector vêm revelando grande insatisfação com o estado a que as coisas chegaram sem que as diversas entidades com responsabilidades tenham uma acção decisiva. Estava dado o mote para que Macário Correia se reunisse com todos eles, num passeio de barco pela Ria Formosa, na tarde da última sexta-feira, onde estiveram também diversos jornalistas.
Os operadores, representados por José Vargas/Animaris, Paulo Nugas/Formosamar, Ricardo Barradas/Natura Algarve e Telma Fernandes/Sunquays, mostraram a sua preocupação com uma série de problemas de resolução sempre adiada: a exiguidade do Cais da Porta Nova, a falta de condições de atracagem, a compatibilização dos horários das carreiras de passageiros, a total inadequação dos pontos de venda e promoção, a falta de respeito pelos limites de velocidade nos canais, a urgência de uma limpeza geral da Ria, entre outros.
De igual forma, o estado de alguns canais de navegação também preocupa. O leito é pouco profundo em muitos locais e torna-se urgente uma acção de dragagem. A problemática coabitação com a linha do comboio e com o pontão, que um dia foi móvel, e as dificuldades de acessibilidade para utilizadores especiais, como os portadores de deficiência motora, bebés e idosos, são aspectos que também fazem desesperar estes empresários. Afinal, são empreendedores que tanto e tão bem investiram numa operação turística promissora, amiga do ambiente e que, como se não bastasse, ainda cria mais de 60 postos de trabalho qualificado. Uma actividade que, na verdade, merece outra atenção dos poderes públicos com responsabilidades, a começar pela Município.
Falta de dinheiro não é desculpa
A bordo do barco de Ricardo Barradas, Macário Correia ouviu todas as queixas e, desde logo, concordou com a ideia segundo a qual a falta de verbas não pode ser desculpa para não se fazer nada, porque “a Ria é um ex-líbris do concelho e como tal, tem que ser preservada; é apenas uma questão de escolher as prioridades e, para nós, a afirmação turística do concelho é uma prioridade, muito mais do que todas essas intervenções faraónicas que vêm sendo divulgadas em outdoors e que afinal não passam de meras declarações de interesses de particulares”. A Câmara, embora tenha uma responsabilidade partilhada com as entidades portuárias, Parque Natural e Administração da Região Hidrográfica, “tem que assumir um papel de liderança nas rectificações necessárias à afirmação de Faro como um concelho náutico de preponderância a Sul do Tejo”, disse ainda.
E para Macário há uma série de acções que têm que ser feitas com carácter de urgência para salvaguardar a segurança e atractividade da navegação nos canais. Por isso, “temos que ser mais exigentes com o cumprimento dos limites de velocidade e com a limpeza dos ilhotes e canais – isso vai ser feito imediatamente após o dia 11 de Outubro”, garantiu.
Depois, a médio prazo, será necessário alargar este cais e dotá-lo de mais e melhores condições que possibilitem a coexistência de todas as embarcações que o utilizam: carreiras, barcos de recreio, barcos-taxi, barco-ambulância dos Bombeiros e barco-patrulha da Protecção Civil. Isto sem prejuízo das operações de dragagem que têm que ser efectuadas e da intervenção que será feita a nascente, com a reabilitação do Cais Comercial e a criação da Gare Marítima, com ligações regulares às ilhas-barreira e dotada de diversas infra-estruturas como estacionamento, restauração, alojamento e outras.
Macário deixou ainda a certeza que, após o dia 11 de Outubro, o novo Presidente da Câmara Municipal de Faro se empenhará muito mais na elaboração de uma estratégia global para o sector e assumirá, nesta e noutras matérias, um papel mais interventivo e de verdadeira regulação. É o futuro do concelho que está em jogo.
Afinal, Faro está Primeiro.
Gratos pela atenção,
Com os melhores cumprimentos,
A Assessoria de Imprensa
imprensa.macario.faro@gmail.com
2019 – CONVERSAS À BEIRA MAR (11)
“Contaminações temporais na Praia de Faro” Fred 2019
(Som de Fundo) Airto Moreira e Flora Purin em "O outro lado disto"
Oooops! Esta Água das Pedras é que ajuda mesmo à digestão, já vos estou a perceber porque é que há semanas que não saem aqui do Havana!
- Mas olha lá, Sam, tu estavas em 2009, né? E afinal como é que vieste dar aqui?!
- Olha Jac, esse era mesmo o meu grande sonho! E foi precisamente a sonhar que eu vim! A sério! Deixa-me contar! Estava na Loja do Cidadão, à espera da minha vez, já havia horas como é habitual. Entretanto ia pensando também no processo interminável, que já dura há anos, para obter o licenciamento do meu negócio junto da Câmara. Mas é bem pior que o filme do Kafka! Papéis para aqui, telefonemas para ali, contactos para acolá, depois a pessoa que estava a tratar do meu processo adoeceu, ficou parado meses, quando por fim voltou mal teve tempo de olhar para a pilha de processos e foi de férias, o tempo a passar, quando voltou de férias e estava a chegar à minha vez mudaram a pessoa, quando passado meses a nova até já começava a perceber o que eu queria fazer, perderam o processo, voltou tudo à estaca zero e eu ia-me era passando dos carretos!
- Mas ouve lá, óh Sam, nessa altura não tinham já inventado o Simplex?
- Pois é Fred, mas uma coisa é anunciar em powerpoints, em grandes parangonas e em grandes cartazes, outra coisa é a realidade e essa infelizmente é completamente o oposto. Só que a situação é diferente de concelho para concelho e nos outros, não sei porque obra e graça, as coisas até funcionam, comparando até parece um milagre, mas vendo bem, vendo bem, até é a normalidade, só que essa normalidade em Faro é a excepção e podem crer que são bem raras. Até já comecei a tratar das coisas noutra Câmara ao lado, tal como fizeram centenas ou mesmo milhares de outros empresários que queriam investir em iniciativas económicas variadas, criando dinamismo, emprego e riqueza para o concelho, até riqueza para a própria Câmara e assim ajudar a diminuir o déficite calamitoso em que navegam, mas com esta desorganização, népia!
- Parece inacreditável como deixaram chegar as coisas a esse ponto, não admira a volta que a coisa deu, porque agora meu amigo, é bem pelo contrário, vêm investidores de todo o mundo para Faro, até das Arábias vêm cá rodar filmes, vê lá tu bem!
- Pois, Jac, por isso é que eu, quando adormeci lá na Loja do Cidadão depois de horas à espera, comecei a sonhar com vocês em 2019, como aqui seria diferente a minha situação e afinal tudo na minha vida, lembro-me de me ter dado uma vontade do caneco para vir para cá e de repente, umas tonturas, uns calores infernais, uns estalidos, uns estremeções, uns arrepios pelo corpo todo, até pensava que já tinha apanhado a gripe A, encontrão para aqui, encontrão para ali, de repente começo a cair, catrapum! aterrei mesmo ali na areia da praia, quase que o Eco-Bus me ia passando por cima, saltei para o lado e fiquei com cara de parvo ao colo duma mulher de sonho que me começou a fazer festas e a dizer “Deixa estar meu querido, não estejas com medo, eu agora vou tratar de ti!”. Imaginem como eu fiquei com uma recepção destas, nem queria acreditar!
- Tu é que não estás habituado, hoje as pessoas são muito mais receptivas e tolerantes, já deixaram a maioria dos preconceitos, no teu tempo é que havia aqueles racismos exacerbados, em que os diferentes é que eram culpados de tudo o que era maléfico, por isso é que os queriam colocar todos juntos lá nos guetos, bem longe das vistas!
- Pois, Fred, mas o que é certo é que estou aqui a falar com vocês, mas lá em 2009 o que dizem é que vocês não passam de personagens de ficção!
- O quê? De ficção? Óh Jac, aperta-me lá aqui o braço para ver se sou de ficção! Aiiiiiiiiiiih! Óh pá, eu disse-te para me apertares o braço, não para o partires!!! Bem, então é isso, é? De ficção, hem? Pois bem, Jac e Sam, está decidido, vamos lá a 2009 mostrar a essa malta o que é que os personagens de ficção afinal fizeram por esta cidade e qual o caminho a seguir! Em freeeente!!! O quê?! Ah, sim, desculpem lá, enganei-me! Para trááááás!!! Yohohoho e uma garrafa de Água das Pedras!!!
Alfredo Leal Franco
Expedição de Luís Nadkarni ao Monte Branco - crónica nº1

Olá Nuno,
A TAP quase inviabilizou a minha participação nesta expediçao ao extraviar a minha bagagem com todo o meu equipamento de alpinismo.
Vou ter que alugar o material aqui em Chamonix e vou ter um grande prejuizo.Amanhã vou começar a aclimataçao fazendo a ascensão ao Tete Rousse.No dia seguinte a partir das duas da manhã já no Gouter faremos a tentativa de cume.
O tempo por agora está bom mas a condições meteo na montanha sao imprevisiveis como sabes.
Tenho o apoio do Helder Santos e do João Pedro que disponibilizaram algum material e tem levantado o meu moral.
Tenho o USB para descarregar fotos na mala extraviada mas estamos a tentar enviar fotos assim que pudermos, talvez Quarta ou Quinta Feira.
Grande abraço
Luis Nadkarni
A TAP quase inviabilizou a minha participação nesta expediçao ao extraviar a minha bagagem com todo o meu equipamento de alpinismo.
Vou ter que alugar o material aqui em Chamonix e vou ter um grande prejuizo.Amanhã vou começar a aclimataçao fazendo a ascensão ao Tete Rousse.No dia seguinte a partir das duas da manhã já no Gouter faremos a tentativa de cume.
O tempo por agora está bom mas a condições meteo na montanha sao imprevisiveis como sabes.
Tenho o apoio do Helder Santos e do João Pedro que disponibilizaram algum material e tem levantado o meu moral.
Tenho o USB para descarregar fotos na mala extraviada mas estamos a tentar enviar fotos assim que pudermos, talvez Quarta ou Quinta Feira.
Grande abraço
Luis Nadkarni
O BMW

Boa tarde caros A Defesa de Faro,
eu sou um leitor assíduo do vosso blog e há dois anos mudei-me para Faro, trabalhava na Camara Municipal de Tavira.
Nunca comentei nenhum texto nem enviei nenhum texto mas agora senti o dever moral de o fazer.
No outro dia 17 de Agosto de 2009 (segunda-feira) pelas 19.45 passeava pela baixa de Faro com a minha mulher e filha quando vi, em frente ao Hotel Faro, um carro que me chamou a atenção. Um carro BWM. O que estranhei não foi a côr nem a marca do carro mas sim a sua matrícula... 62-CH-79. Nesse momento lembrei-me que ocorria no Hotel Faro uma conferência promovida pela candidatura do Eng. Macário.
Fiquei chocado!
Este BWM 62-CH-79 é o Carro Oficial da Câmara Municipal de Tavira. Então este senhor da minha terra de Tavira, para além de raramente ir à Camara Municipal de Tavira desde Março e usufruir do ordenado (segundo antigos colegas lá na Camara me contam) ainda USA O CARRO OFICIAL DA CÂMARA MUNICIPAL DE TAVIRA COM GASOLINA PAGA PELOS CONTRIBUINTES DE TAVIRA PARA FAZER CAMPANHA EM FARO?!
Deixo em anexo algumas fotos do carro estacionado em frente ao Hotel Faro, agradecia que publicassem porque isto trata-se sem dúvida de um"A Defesa de Faro"!!
Obrigado,
João Pedro Sousa
Estão a usar a política mais suja que há, tipo pidesca, para denegrir a imagem do Engº. Macário Correia. Mas o vosso objectivo não será atingido. O povo sabe que ele é um Homem integro e trabalhador incansável. No desempenho de várias funções tem que se deslocar a Faro constantemente, e é evidente que não vai mudar de viatura a Tavira para voltar a Faro tratar de outro assunto.
O Engº. Macário tem provas dadas de honestidade, seriedade e grande competência, quer como Deputado pelo Algarve, quer como Secretário de Estado do Ambiente, quer como presidente da Câmara de Tavira, quer em todos os cargos que tem desempenhado, que orgulha os algarvios a todos os níveis. O vosso desespero é não ter falhas graves para lhe apontar.Por mais que tentem não vão conseguir desviar o sentido de voto dos farenses, que, pela primeira vez, vão eleger um Presidente capaz de fazer de Faro a verdadeira capital do Algarve.
L. Conceição
eu sou um leitor assíduo do vosso blog e há dois anos mudei-me para Faro, trabalhava na Camara Municipal de Tavira.
Nunca comentei nenhum texto nem enviei nenhum texto mas agora senti o dever moral de o fazer.
No outro dia 17 de Agosto de 2009 (segunda-feira) pelas 19.45 passeava pela baixa de Faro com a minha mulher e filha quando vi, em frente ao Hotel Faro, um carro que me chamou a atenção. Um carro BWM. O que estranhei não foi a côr nem a marca do carro mas sim a sua matrícula... 62-CH-79. Nesse momento lembrei-me que ocorria no Hotel Faro uma conferência promovida pela candidatura do Eng. Macário.
Fiquei chocado!
Este BWM 62-CH-79 é o Carro Oficial da Câmara Municipal de Tavira. Então este senhor da minha terra de Tavira, para além de raramente ir à Camara Municipal de Tavira desde Março e usufruir do ordenado (segundo antigos colegas lá na Camara me contam) ainda USA O CARRO OFICIAL DA CÂMARA MUNICIPAL DE TAVIRA COM GASOLINA PAGA PELOS CONTRIBUINTES DE TAVIRA PARA FAZER CAMPANHA EM FARO?!
Deixo em anexo algumas fotos do carro estacionado em frente ao Hotel Faro, agradecia que publicassem porque isto trata-se sem dúvida de um"A Defesa de Faro"!!
Obrigado,
João Pedro Sousa
Estão a usar a política mais suja que há, tipo pidesca, para denegrir a imagem do Engº. Macário Correia. Mas o vosso objectivo não será atingido. O povo sabe que ele é um Homem integro e trabalhador incansável. No desempenho de várias funções tem que se deslocar a Faro constantemente, e é evidente que não vai mudar de viatura a Tavira para voltar a Faro tratar de outro assunto.
O Engº. Macário tem provas dadas de honestidade, seriedade e grande competência, quer como Deputado pelo Algarve, quer como Secretário de Estado do Ambiente, quer como presidente da Câmara de Tavira, quer em todos os cargos que tem desempenhado, que orgulha os algarvios a todos os níveis. O vosso desespero é não ter falhas graves para lhe apontar.Por mais que tentem não vão conseguir desviar o sentido de voto dos farenses, que, pela primeira vez, vão eleger um Presidente capaz de fazer de Faro a verdadeira capital do Algarve.
L. Conceição
Sábado, Agosto 29, 2009
UMA DÉCADA, TRÊS SETEMBROS NEGROS!
Debaixo do luar de Agosto, os números e os factos que fazem a realidade do Algarve, são de tirar o sono por longos meses.
Setembro aproxima-se a passo rápido, mês em que todos os factores conjugados começarão a mostrar sem tibiezas o mau estado geral da economia nacional, vão desmentir a propaganda oficial eleitoral e a incapacidade deste Governo em lidar com os problemas e as suas soluções.
Entre as medidas pós pancada na cabeça a 7 de Junho, que produziu um reavivar de memória, com recurso a vistosos investimentos públicos que se dividem entre a necessidade e o questionável, o Ministro da pasta das Finanças, no entretanto acumulada com a da Economia, por efeitos do descontrole e falta de convicção para o futuro do anterior titular, também incluiu o Algarve no seu roteiro, respondendo aos apelos que justamente partiam da região.
O Governo, na posse de todos os dados estatísticos estruturais, do deve e haver regional e percebendo a sua gravidade, baixou do seu pedestal de arrogância para dizer aos algarvios “que não deixará de dar respostas”, trazendo apenas um projecto de sustentação do emprego para um tecido fraccionado em dezenas de milhares de micro e pequenas empresas, o mesmo que foi formulado na EU para o sector automóvel europeu.
Faltando pouco tempo para o descalabro e as eleições, vivendo-se um período negro de perdas de receitas que variam entre os 40 e 60%, afectando todo o espectro empresarial, que determinaram números assustadores de desemprego em época alta e uma perda acentuada das receitas estatais provenientes do Turismo, faltando contabilizar o segundo semestre do ano, que inclui os meses fortes de Verão, tudo se prepara para mais um Setembro negro da História do Algarve, na primeira década de um novo milénio.
O Plano do Governo, ainda que apresentado debaixo da afirmação que “nenhuma empresa deixará de ser ouvida” e que não poderá ser aplicado sem o apoio das Associações, acabou por ser uma afirmação de impotência perante a gravidade da situação criada na economia e cujos efeitos se abatem violentamente sobre os que não têm qualquer responsabilidade, os pequenos negócios e o trabalho.
Todos os chamados planos de apoio em vigor, dotados de pequenas nuances, mantêm de pé o essencial dos mecanismos impositivos, bem como a palavra final continua a pertencer aos Bancos, eles próprios selectivos e face à profundidade da crise, limitados nas suas reservas e pelas garantias disponibilizadas pelo Governo.
A ideia que extraímos das intenções do Governo, é a de que vai seguir a premissa capitalista das mortes positivas e da renovação, depois de ter governado sobre a carga fiscal imposta aos rendimentos do trabalho e das empresas, ficando os problemas económicos e sociais envolvidos na grande mentira que são os programas existentes.
O choque financeiro do Setembro negro de 2008, teve um forte impacto negativo imediato na economia e na confiança dos consumidores, sofrendo o Turismo os seus nefastos efeitos com apogeu marcado para Setembro de 2009 e depois dos revezes iniciados com o Setembro de 2001, em que a procura, a qualidade e gastos dos clientes entraram em curva descendente, já assumida por responsáveis.
Contudo as leituras políticas e económicas não sofreram alterações e apesar da mensagem do futuro Presidente da República, Cavaco Silva, ter alertado em 2005 em terras algarvias e perante empresários e autarcas, para a necessidade de inverter a importância da quantidade sobre a qualidade, assistimos à continuação dessas más políticas persistindo no erro criminoso da oferta ser contundentemente superior à procura e criando constrangimentos a uma região que deveria evidenciar-se como destino de eleição.
A primeira década do novo milénio fica marcada por três Setembros negros, três grandes feridas que estão longe de cicatrizar e cujas lições não foram compreendidas.
O grito tem de partir do Algarve que precisa de uma Carta de Compromisso, assente nos esforços das forças no terreno, ultrapassando as disputas partidárias e de sectores, com o objectivo claro de estabelecer uma linha de autoridade e de pensamento a sul, para os tais rumos diversificados e horizonte estratégico de sustentabilidade.
Luis Alexandre
Setembro aproxima-se a passo rápido, mês em que todos os factores conjugados começarão a mostrar sem tibiezas o mau estado geral da economia nacional, vão desmentir a propaganda oficial eleitoral e a incapacidade deste Governo em lidar com os problemas e as suas soluções.
Entre as medidas pós pancada na cabeça a 7 de Junho, que produziu um reavivar de memória, com recurso a vistosos investimentos públicos que se dividem entre a necessidade e o questionável, o Ministro da pasta das Finanças, no entretanto acumulada com a da Economia, por efeitos do descontrole e falta de convicção para o futuro do anterior titular, também incluiu o Algarve no seu roteiro, respondendo aos apelos que justamente partiam da região.
O Governo, na posse de todos os dados estatísticos estruturais, do deve e haver regional e percebendo a sua gravidade, baixou do seu pedestal de arrogância para dizer aos algarvios “que não deixará de dar respostas”, trazendo apenas um projecto de sustentação do emprego para um tecido fraccionado em dezenas de milhares de micro e pequenas empresas, o mesmo que foi formulado na EU para o sector automóvel europeu.
Faltando pouco tempo para o descalabro e as eleições, vivendo-se um período negro de perdas de receitas que variam entre os 40 e 60%, afectando todo o espectro empresarial, que determinaram números assustadores de desemprego em época alta e uma perda acentuada das receitas estatais provenientes do Turismo, faltando contabilizar o segundo semestre do ano, que inclui os meses fortes de Verão, tudo se prepara para mais um Setembro negro da História do Algarve, na primeira década de um novo milénio.
O Plano do Governo, ainda que apresentado debaixo da afirmação que “nenhuma empresa deixará de ser ouvida” e que não poderá ser aplicado sem o apoio das Associações, acabou por ser uma afirmação de impotência perante a gravidade da situação criada na economia e cujos efeitos se abatem violentamente sobre os que não têm qualquer responsabilidade, os pequenos negócios e o trabalho.
Todos os chamados planos de apoio em vigor, dotados de pequenas nuances, mantêm de pé o essencial dos mecanismos impositivos, bem como a palavra final continua a pertencer aos Bancos, eles próprios selectivos e face à profundidade da crise, limitados nas suas reservas e pelas garantias disponibilizadas pelo Governo.
A ideia que extraímos das intenções do Governo, é a de que vai seguir a premissa capitalista das mortes positivas e da renovação, depois de ter governado sobre a carga fiscal imposta aos rendimentos do trabalho e das empresas, ficando os problemas económicos e sociais envolvidos na grande mentira que são os programas existentes.
O choque financeiro do Setembro negro de 2008, teve um forte impacto negativo imediato na economia e na confiança dos consumidores, sofrendo o Turismo os seus nefastos efeitos com apogeu marcado para Setembro de 2009 e depois dos revezes iniciados com o Setembro de 2001, em que a procura, a qualidade e gastos dos clientes entraram em curva descendente, já assumida por responsáveis.
Contudo as leituras políticas e económicas não sofreram alterações e apesar da mensagem do futuro Presidente da República, Cavaco Silva, ter alertado em 2005 em terras algarvias e perante empresários e autarcas, para a necessidade de inverter a importância da quantidade sobre a qualidade, assistimos à continuação dessas más políticas persistindo no erro criminoso da oferta ser contundentemente superior à procura e criando constrangimentos a uma região que deveria evidenciar-se como destino de eleição.
A primeira década do novo milénio fica marcada por três Setembros negros, três grandes feridas que estão longe de cicatrizar e cujas lições não foram compreendidas.
O grito tem de partir do Algarve que precisa de uma Carta de Compromisso, assente nos esforços das forças no terreno, ultrapassando as disputas partidárias e de sectores, com o objectivo claro de estabelecer uma linha de autoridade e de pensamento a sul, para os tais rumos diversificados e horizonte estratégico de sustentabilidade.
Luis Alexandre
Sexta-feira, Agosto 28, 2009
Carlos Dias o último playboy a actuar em Faro.
Carlos Dias na esplanada da Costa Algarvia.
"Quem nunca reparou nele a partir deste momento provavelmente não vai deixar de o fazer. Normalmente de lenço à pirata na cabeça e de camisa branca, de linho, de bom corte e impecávelmente engomada, esta figura já é relativamente conhecida em Faro. Segue a vida de uma reduzida linhagem local (iniciada, que se saiba e desde que há registo na memória farense, por volta de meados dos anos setenta) que poucos conseguem, ou se podem entregar a um tipo de actividade algo exclusiva. Não deixa os seus antecessores (caso mais flagrante na pessoa do "Trê-Bêces") o intimidar e diz que é melhor do que a velha guarda. A meio do pico da época alta em Faro acedeu em falar com a ADF. Este habitante do mundo, que faz de Faro a sua base, conseguiu arranjar tempo entre os encontros já marcados e os casuais que diáriamente acontecem, ou faz acontecer. Conheça o Carlos Dias."
"Quem nunca reparou nele a partir deste momento provavelmente não vai deixar de o fazer. Normalmente de lenço à pirata na cabeça e de camisa branca, de linho, de bom corte e impecávelmente engomada, esta figura já é relativamente conhecida em Faro. Segue a vida de uma reduzida linhagem local (iniciada, que se saiba e desde que há registo na memória farense, por volta de meados dos anos setenta) que poucos conseguem, ou se podem entregar a um tipo de actividade algo exclusiva. Não deixa os seus antecessores (caso mais flagrante na pessoa do "Trê-Bêces") o intimidar e diz que é melhor do que a velha guarda. A meio do pico da época alta em Faro acedeu em falar com a ADF. Este habitante do mundo, que faz de Faro a sua base, conseguiu arranjar tempo entre os encontros já marcados e os casuais que diáriamente acontecem, ou faz acontecer. Conheça o Carlos Dias."
Carlos, faça o favor e apresente-se aos leitores do ADF.
Carlos Dias, tenho 44 anos, sou de São Brás.
Quantas línguas é que fala?
Falo correctamente inglês, francês e alemão. Também é claro que falo espanhol como qualquer português e para além disso também tenho umas noções de japonês.
Japonês?
Sim, é que eu estive casado com uma japonesa durante dois anos e vivi lá. Tenho um filho dela e que vive lá. Vejo-o com frequência no entanto. Tenho aqui várias fotos dele ( puxa de um molho de fotos do filho que me mostra visivelmente orgulhoso ).
Para além de ter vivido no Japão onde é que viveu mais, no estrangeiro?
Sim vivi na Suécia durante três anos e também na Alemanha durante outros quatro.
Isso tudo foi devido a mulheres que conheceu?
Tudo.
Tem preferência por mulheres de alguma nacionalidade em especial?
Espanholas! A vida é uma festa. Depois as alemãs e as holandesas. Tenho também uma predilecção por japonesas. É que elas ficam contigo, tás a ver?
Essa é uma opinião que se nota bem construída o que me leva a perguntar-lhe há quantos anos é que faz isto.
Desde os 26, já tenho 45 tás a ver…
Não está cansado desta forma de vida?
É que já não são 25 anos de idade.Nããão, antes pelo contrário. Isto é um “bichinho” que está aqui dentro e que não sai. É mais forte do que eu e com esta idade está melhor do que nunca!
Onde é que tem trabalhado ao longo destes anos?
Ui, um pouco por todo o lado…há uns anos atrás batia muito Lisboa. Era conhecido em todo o lado, desde A Ginjinha no Rossio até qualquer café no Castelo de S. Jorge. Era conhecido pelo Algarvio. Aqui no Algarve só gosto de Faro. Albufeira é só inglesas que querem copos durante a noite no Pub…ah! dá para uma noite mas no dia seguinte tchau! Não dá nada. Querem é praia e copos. Portimão a mesma coisa. Aqui em Faro é diferente as estrangeiras vêem com outra disponibilidade. Não estão tão programadas para as férias como as outras que já chegam com um guide-book e tudo reservado pela internet. Aqui em Faro ainda se encontra as estrangeiras que querem aventura e não teem nada definido ainda. É aí que eu entro, meto conversa e dou-lhes a conhecer um bocado de tudo no Algarve.
Acha que há diferença nas turistas de Faro e do resto do Algarve então.
Claro que há, principalmente naquilo que eu disse. Aqui as turistas não vêem tanto á procura de praia. E o turismo também mudou muito nos últimos vinte anos. Para além disso a internet veio estragar muita coisa também. Já não vem tanta gente á aventura.
A sua base é em Faro, certo?
Sim, é aqui que passo a noite se for preciso. Conheço todas as pensões de Faro. Como sempre em restaurantes em Faro.
Também trabalha na praia?
Não. Não gosto. As pessoas que vão para a praia vão descansar, ler um livro, apanhar sol. Eu não quero incomodá-las. O que não quer dizer que se conhecer uma mulher não vá para a praia com ela. Gosto de mostrar-lhes as praias de Cabanas e da Fuzeta. Ás vezes aluga-se um carro e vai-se até Sagres. Quando telefonaste a marcar esta entrevista estava em Sagres com umas amigas que tinha conhecido no dia anterior.
Quantas mulheres é que conseguiu conhecer desde que se dedica a elas?
Já estive com cerca de duas mil mulheres.
E num só mês qual foi o máximo de mulheres com que esteve?
Isso foi há uns anos atrás, ainda a moeda era o escudo e estive com vinte e quatro.
Sabe que é vulgar compará-lo com o Zézé Cameirinha.
Tenho muito respeito pelo Zézé Cameirinha. Ele é um homem que conseguiu muito mas eu sou um jogador que joga no campo e ele não. Eu jogo dentro do rectângulo de jogo portanto sou melhor.
Noto aí alguma rivalidade.
Não, como já disse respeito o Zézé Cameirinha mas eu sou melhor! Estou á espera de poder demonstrar isso mas quando o fizer gostava que fosse numa entrevista para a TV. Com a TVI se possível…tenho uma grande admiração pelo Goucha, gostava que fosse com ele. É um sonho que eu tenho é ser entrevistado para a TV.
Encontra alguma comparação com outros homens do passado daqui de Faro?
Estou-me a lembrar do “Trê-Bêces”.
Mosssssee…
Mudando de conversa. Qual foi o melhor hotel ou pensão em que esteve hospedado cá em Portugal?
No antigo Ritz em Lisboa. O serviço, a decoração, o aprumo do pessoal, dos quartos, tudo era espectacular.
Compara-se a outras referências no estrangeiro?
Claro que sim apesar de na Suécia e na Finlândia os níveis serem altíssimos.
E no Algarve? Qual foi o melhor hotel em que esteve?
Aquele em Portimão que parece um castelo. Conheces? É uma coisa espectacular. Mesmo espectacular. Acho que no Algarve é mesmo o melhor em que estive.
Para acabarmos, qual é a sua opinião acerca da hotelaria em Faro?
Ah… ( encolhe os ombros ), há o Hotel Faro e o Hotel Eva não é?…os restaurantes são bons. Gosto dos restaurantes de Faro, é onde eu como quase todos os dias e é claro onde eu trago as minhas amigas.
Carlos, obrigado pela entrevista e felicidades.
entrevistado por Nuno Lorena
Arquitecto da Câmara de Lisboa validava projectos feitos por gabinete de que era sócio

A equipa de Morgado detectou mais um caso de corrupção em Lisboa
A Unidade Especial de Investigação à Câmara de Lisboa acusou o arquitecto Jorge Contreiras de corrupção, branqueamento de capitais, abuso de poder e falsificação de documento. O arguido era assessor de uma das divisões de gestão urbanística da autarquia e terá dado pareceres favoráveis a processos elaborados por um gabinete de projectos de que era sócio.A primeira situação referida na acusação do procurador-adjunto Ricardo Matos, magistrado da equipa coordenada por Maria José Morgado, respeita a um projecto de um promotor imobiliário conhecido do arguido. Contreiras propôs-se contribuir para a celeridade na aprovação do projecto, obtendo como contrapartida que a elaboração do mesmo seria feita pela Newspace, firma a que estava ligado. O projecto seria, todavia, assinado por uma arquitecta que colaborava com o gabinete, que subscreveu um contrato de prestação de serviços com o empreiteiro.Segundo a acusação, o promotor nunca se deslocou à divisão de urbanismo, sendo sempre informado por telefonemas do arguido, que se ia inteirando do andamento do processo junto de outros arquitectos camarários. Os honorários ascenderam a 125 mil euros, acrescidos de 26.250 euros de IVA e foram depositados inicialmente na conta da arquitecta. Esta acabaria por transferir 90.750 euros, dos quais 15.750 de IVA, para uma outra conta da Newspace. Foi esta triangulação que motivou a imputação do crime de branqueamento ao arquitecto Jorge Contreiras, não tendo ficado provado que a arquitecta tivesse sido cúmplice na dissimulação da origem daquela verba.Uma outra situação investigada refere-se ao licenciamento de uma construção na Rua do Conde Redondo, em Lisboa, cujo projecto também foi elaborado pela sociedade Newspace e assinado pela mesma arquitecta. Neste caso, houve reservas dos serviços de urbanismo da CML, que seriam superadas através de uma informação subscrita pelo arguido, que o Ministério Público sustenta consagrava soluções contrárias às previstas no Plano Director Municipal e Regulamento das Edificações Urbanas. E foi com base nessa informação que o projecto foi aprovado em Maio de 2003, pela vereadora do pelouro do Urbanismo, Eduardo Napoleão.Em pelo menos três projectos elaborado pelo gabinete de que era sócio, Jorge Contreiras terá fabricado documentos com assinatura falsa, de modo a agilizar o deferimento do licenciamento, com a inerente aceleração do ritmo dos trabalhos de construção e comercialização dos prédios.
E que tal uma visita às Câmaras Algarvias?
A Unidade Especial de Investigação à Câmara de Lisboa acusou o arquitecto Jorge Contreiras de corrupção, branqueamento de capitais, abuso de poder e falsificação de documento. O arguido era assessor de uma das divisões de gestão urbanística da autarquia e terá dado pareceres favoráveis a processos elaborados por um gabinete de projectos de que era sócio.A primeira situação referida na acusação do procurador-adjunto Ricardo Matos, magistrado da equipa coordenada por Maria José Morgado, respeita a um projecto de um promotor imobiliário conhecido do arguido. Contreiras propôs-se contribuir para a celeridade na aprovação do projecto, obtendo como contrapartida que a elaboração do mesmo seria feita pela Newspace, firma a que estava ligado. O projecto seria, todavia, assinado por uma arquitecta que colaborava com o gabinete, que subscreveu um contrato de prestação de serviços com o empreiteiro.Segundo a acusação, o promotor nunca se deslocou à divisão de urbanismo, sendo sempre informado por telefonemas do arguido, que se ia inteirando do andamento do processo junto de outros arquitectos camarários. Os honorários ascenderam a 125 mil euros, acrescidos de 26.250 euros de IVA e foram depositados inicialmente na conta da arquitecta. Esta acabaria por transferir 90.750 euros, dos quais 15.750 de IVA, para uma outra conta da Newspace. Foi esta triangulação que motivou a imputação do crime de branqueamento ao arquitecto Jorge Contreiras, não tendo ficado provado que a arquitecta tivesse sido cúmplice na dissimulação da origem daquela verba.Uma outra situação investigada refere-se ao licenciamento de uma construção na Rua do Conde Redondo, em Lisboa, cujo projecto também foi elaborado pela sociedade Newspace e assinado pela mesma arquitecta. Neste caso, houve reservas dos serviços de urbanismo da CML, que seriam superadas através de uma informação subscrita pelo arguido, que o Ministério Público sustenta consagrava soluções contrárias às previstas no Plano Director Municipal e Regulamento das Edificações Urbanas. E foi com base nessa informação que o projecto foi aprovado em Maio de 2003, pela vereadora do pelouro do Urbanismo, Eduardo Napoleão.Em pelo menos três projectos elaborado pelo gabinete de que era sócio, Jorge Contreiras terá fabricado documentos com assinatura falsa, de modo a agilizar o deferimento do licenciamento, com a inerente aceleração do ritmo dos trabalhos de construção e comercialização dos prédios.
E que tal uma visita às Câmaras Algarvias?
Solidariedade!!!
Paco Fortes: Da miséria a porto seguro.
Paco Fortes. Um nome umbilicalmente ligado ao Farense, onde esteve 20 anos como jogador e treinador. Aos 54, viveu nas ruas da amargura uma das figuras do futebol português, onde também orientou o U. Lamas, Imortal e, por fim, Pinhalnovense, em 2007/08.
Desde aí, passou ao anonimato e caiu em desgraça. Chegou a dormir numa furgoneta, na sua Barcelona natal, afundado em problema económicos, mas o contacto com a "Agrupacíon Barça Veterans" foi fundamental. Fortes recebeu a ajuda da associação blaugrana, que destina recursos para os ex-jogadores do clube com menos de 65 anos e que, por isso, ainda têm vida ativa na sociedade.
Recuperou a vontade de viver ao garantir um emprego no porto de Barcelona como controlador. Voltou assim a sorrir aquele que jogou ao lado de figuras como Cruyff e Rexach no Barça dos anos 70, antes de chegar a Faro em 1984.
Era um médio raçudo e um treinador que marcou uma época em Portugal como cumpridor de promessas. Em 1995, andou 75 km entre Faro e Ayamonte para festejar o apuramento europeu do Farense. Em 1998, cortou o cabelo e o farto bigode porque não desceu de divisão. Em 2005, no Pinhalnovense, passou um mês a tapar a orelha, pois prometera usar brinco se a equipa não fosse despromovida...
Autor: A.M. Record
Não sou de Faro, mas cresci como pessoa e profissionalmente em Faro. Neste último caso, cresci inclusive profissionalmente no... Farense. Mas uma coisa sempre me disseram: «As pessoas de Faro mordem... as pessoas de Faro». E está à vista. Pelo que se sabe, pelo que aqui se lê.É lamentável que, só agora - tantos anos depois - a mesquinhez de alguns venha ao de cima. Não estiveram na bancada a aplaudir ou ficaram em casa porque Paco "era isto ou aquilo" ou ganhava muito", na altura em que este Senhor dava alegrias a todos (?) os farenses?Francisco Fortes Calvo, cujo nome completo todos os farenses saberão, como não sabem o de mais nenhum ( e só isto é ilustrativo ) foi uma figura do Clube. Não merece que o destino, para além dos erros que cometeu - como todos cometemos, lhe pregue esta partida. E, acima de tudo, merece... RESPEITO!
Que a vida te volte a sorrir.
Obrigado Paco! Aprendi a ser Farense contigo!
Rui Viegas.
Paco Fortes. Um nome umbilicalmente ligado ao Farense, onde esteve 20 anos como jogador e treinador. Aos 54, viveu nas ruas da amargura uma das figuras do futebol português, onde também orientou o U. Lamas, Imortal e, por fim, Pinhalnovense, em 2007/08.
Desde aí, passou ao anonimato e caiu em desgraça. Chegou a dormir numa furgoneta, na sua Barcelona natal, afundado em problema económicos, mas o contacto com a "Agrupacíon Barça Veterans" foi fundamental. Fortes recebeu a ajuda da associação blaugrana, que destina recursos para os ex-jogadores do clube com menos de 65 anos e que, por isso, ainda têm vida ativa na sociedade.
Recuperou a vontade de viver ao garantir um emprego no porto de Barcelona como controlador. Voltou assim a sorrir aquele que jogou ao lado de figuras como Cruyff e Rexach no Barça dos anos 70, antes de chegar a Faro em 1984.
Era um médio raçudo e um treinador que marcou uma época em Portugal como cumpridor de promessas. Em 1995, andou 75 km entre Faro e Ayamonte para festejar o apuramento europeu do Farense. Em 1998, cortou o cabelo e o farto bigode porque não desceu de divisão. Em 2005, no Pinhalnovense, passou um mês a tapar a orelha, pois prometera usar brinco se a equipa não fosse despromovida...
Autor: A.M. Record
Não sou de Faro, mas cresci como pessoa e profissionalmente em Faro. Neste último caso, cresci inclusive profissionalmente no... Farense. Mas uma coisa sempre me disseram: «As pessoas de Faro mordem... as pessoas de Faro». E está à vista. Pelo que se sabe, pelo que aqui se lê.É lamentável que, só agora - tantos anos depois - a mesquinhez de alguns venha ao de cima. Não estiveram na bancada a aplaudir ou ficaram em casa porque Paco "era isto ou aquilo" ou ganhava muito", na altura em que este Senhor dava alegrias a todos (?) os farenses?Francisco Fortes Calvo, cujo nome completo todos os farenses saberão, como não sabem o de mais nenhum ( e só isto é ilustrativo ) foi uma figura do Clube. Não merece que o destino, para além dos erros que cometeu - como todos cometemos, lhe pregue esta partida. E, acima de tudo, merece... RESPEITO!
Que a vida te volte a sorrir.
Obrigado Paco! Aprendi a ser Farense contigo!
Rui Viegas.
Arribas do Algarve: seis anos de incúria dos Governos

A Razão está aqui, o resto são papagaios de sala:
O programa Finisterra foi anunciado com pompa e circunstância, em 2003, tinha um orçamento previsto de 150 milhões de euros e identificou todas as zonas em risco de erosão ao longo da costa portuguesa. Mas não chegou a sair do papel, avança a edição do SOL desta sexta-feira.
«Nunca recebemos um cêntimo», explicou ao SOL o antigo coordenador do programa, Carlos Reis, preocupado com a possibilidade de se repetirem acidentes como o que matou cinco pessoas na praia Maria Luísa, em Albufeira, na passada sexta-feira.
Segundo Carlos Reis, o Finisterra – que acabou em 2006 – «não fez mais do que tapar buracos». O investigador assegura que «existem largas dezenas de situações idênticas à da praia Maria Luísa», mas que pouco tem sido feito pelas autoridades para atrasar o processo de erosão da costa. «Há o Plano de Acção para o Litoral 2007/2013, mas não há dinheiro para tudo».
O programa Finisterra foi anunciado com pompa e circunstância, em 2003, tinha um orçamento previsto de 150 milhões de euros e identificou todas as zonas em risco de erosão ao longo da costa portuguesa. Mas não chegou a sair do papel, avança a edição do SOL desta sexta-feira.
«Nunca recebemos um cêntimo», explicou ao SOL o antigo coordenador do programa, Carlos Reis, preocupado com a possibilidade de se repetirem acidentes como o que matou cinco pessoas na praia Maria Luísa, em Albufeira, na passada sexta-feira.
Segundo Carlos Reis, o Finisterra – que acabou em 2006 – «não fez mais do que tapar buracos». O investigador assegura que «existem largas dezenas de situações idênticas à da praia Maria Luísa», mas que pouco tem sido feito pelas autoridades para atrasar o processo de erosão da costa. «Há o Plano de Acção para o Litoral 2007/2013, mas não há dinheiro para tudo».
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
Homenagem a Franklin Marques

Café Acordeon, 1954,
( Em cima da esquerda para a direita com o braço levantado: Jaime da Torre Brito e Joaquim Marreiros Bandarra.Em baixo pela mesma ordem: José Francisco Raimundo, Mário Zambujal, Vidal Moreno, Francisco Zambujal, Casimiro de Brito, Franklim Marques e Jacinto Gonçalves.)
Dia 5 de Setembro pelas 21.30
Biblioteca Municipal
( no âmbito das Comemorações do
dia da Cidade de Faro)
Apresentação d` "O LIVRO"
de Franklim Marques
por
Mário Zambujal
Recitativos por:
Afonso Dias, João Pires e Joaquim Teixeira
( Em cima da esquerda para a direita com o braço levantado: Jaime da Torre Brito e Joaquim Marreiros Bandarra.Em baixo pela mesma ordem: José Francisco Raimundo, Mário Zambujal, Vidal Moreno, Francisco Zambujal, Casimiro de Brito, Franklim Marques e Jacinto Gonçalves.)
Dia 5 de Setembro pelas 21.30
Biblioteca Municipal
( no âmbito das Comemorações do
dia da Cidade de Faro)
Apresentação d` "O LIVRO"
de Franklim Marques
por
Mário Zambujal
Recitativos por:
Afonso Dias, João Pires e Joaquim Teixeira
Paco Fortes

Paco Fortes
Tantas alegrias que deu aos farenses, como jogador e treinador, um
emblema da Cidade, vive uma situação dramática, ver aqui
adf
Tantas alegrias que deu aos farenses, como jogador e treinador, um
emblema da Cidade, vive uma situação dramática, ver aqui
adf
Gestão do risco.Onde está a verdade? O comentário

Nome: Maria Valentina Filipe Calixto
Naturalidade: Albufeira
Habilitações Literárias: Licenciatura em Engenharia do Ambiente
desde 1983 no CCDR
Estes 2 parágrafos foram retirados de um texto escrito no jornal "O Público" de 22/08/2009.
"Valentina Calixto afirmou que actualmente nas praias do Algarve não existe "nenhuma zona de risco iminente que seja necessário interditar" aos banhistas. "Neste momento estão referenciados enchimentos de praia na D'Ana (Lagos) e na zona entre o Peneco e Forte Novo (Albufeira), mas só são "riscos potenciais de derrocada" e "não são riscos iminentes", especificou.
No Algarve existe uma carta de risco com locais referenciados e onde se procede posteriormente a trabalhos de remoção se houver risco iminente de derrocada, como aconteceu na praia Maria Luísa em 2007.
"Em 2007 havia risco iminente de derrocada e a CCDR efectuou uma remoção de alguns blocos junto ao rochedo, que estavam em risco de derrocada", recordou Valentina Calixto, referindo que a praia Maria Luísa "tem vindo a receber uma observação sistemática", mas que não estava numa "situação de risco iminente".
Porque é que agora foram feitas demolições e interdições em certas praias?
De um dia para o outro é que passou a haver perigo?
Onde estão os responsáveis que deviam ter tomado estas providências antes?
anónimo
ALBUFEIRA: Praia de São Rafael vedada a banhistas
outra pergunta: na Praia Maria Luísa alguém garante se havia mesmo sinalização(em condições) de perigo de derrocada?
Naturalidade: Albufeira
Habilitações Literárias: Licenciatura em Engenharia do Ambiente
desde 1983 no CCDR
Estes 2 parágrafos foram retirados de um texto escrito no jornal "O Público" de 22/08/2009.
"Valentina Calixto afirmou que actualmente nas praias do Algarve não existe "nenhuma zona de risco iminente que seja necessário interditar" aos banhistas. "Neste momento estão referenciados enchimentos de praia na D'Ana (Lagos) e na zona entre o Peneco e Forte Novo (Albufeira), mas só são "riscos potenciais de derrocada" e "não são riscos iminentes", especificou.
No Algarve existe uma carta de risco com locais referenciados e onde se procede posteriormente a trabalhos de remoção se houver risco iminente de derrocada, como aconteceu na praia Maria Luísa em 2007.
"Em 2007 havia risco iminente de derrocada e a CCDR efectuou uma remoção de alguns blocos junto ao rochedo, que estavam em risco de derrocada", recordou Valentina Calixto, referindo que a praia Maria Luísa "tem vindo a receber uma observação sistemática", mas que não estava numa "situação de risco iminente".
Porque é que agora foram feitas demolições e interdições em certas praias?
De um dia para o outro é que passou a haver perigo?
Onde estão os responsáveis que deviam ter tomado estas providências antes?
anónimo
ALBUFEIRA: Praia de São Rafael vedada a banhistas
outra pergunta: na Praia Maria Luísa alguém garante se havia mesmo sinalização(em condições) de perigo de derrocada?
Quarta-feira, Agosto 26, 2009
JOSÉ APOLINÁRIO FAVORECE DEMOLIÇÕES DE CASAS NAS ILHAS - BARREIRA
Com o intuito de obter dividendos políticos, José Apolinário tem faltado à verdade e tudo tem feito para criar na opinião pública farense a ideia de que o PSD é a favor da demolição das casas nas Ilhas-Barreira.
A verdade é que foi José Apolinário quem em 2008 quis aprovar o Plano Polis, prevendo este a renaturalização das Ilhas – Barreira.
Tendo presente o condicionamento que a legislação em vigor coloca nesta matéria, o PSD/Faro sempre se bateu pela requalificação, ao invés da renaturalização, e pela realização de um levantamento exaustivo das habitações existentes, preservando sempre as primeiras habitações, e, a existirem demolições, que as mesmas ocorram apenas em casos de necessária salvaguarda das dunas, e em casos que coloquem em risco a segurança dos próprios habitantes, salvaguardado o direito a realojamento.
Foi o PSD/Faro, com o seu voto na Assembleia Municipal de Faro, que conseguiu o compromisso do Executivo PS para que este se batesse pela requalificação das Ilhas-Barreira.
É também neste quadro que se tem apresentado a candidatura do Eng. Macário Correia à Câmara Municipal de Faro, numa postura transparente de esclarecimento e de informação prestada à população.
Ao invés, o candidato do PS optou pela chicana política e pelo discurso demagogo.
Quis aprovar, sem mais, um plano de renaturalização das Ilhas-Barreira, imposto pelo governo do seu partido, e ao mesmo tempo afirmou-se como sendo contra as demolições.
Ou seja, José Apolinário apresentou dois discursos: Em Lisboa, perante o Governo do seu partido, aceitou a imposição de demolições gratuitas, sem sequer pestanejar. Em Faro, no dia seguinte, e perante os farenses que o elegeram, afirmou que é contra as demolições.
A falta de coerência veio ao de cima também recentemente, com a publicação do Boletim Informativo nº1, de Agosto de 2009, emanado pela Sociedade Polis Litoral Ria Formosa.
Neste Boletim é expressamente afirmado que: “Cabe à Sociedade Polis Litoral Ria Formosa cumprir o que se encontra estabelecido no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura-Vila Real de Santo António, em vigor desde 2005, que prevê a renaturalização e recuperação de áreas degradadas e/ou desocupadas.”
José Apolinário é membro dos órgãos da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, em representação da Câmara Municipal, e não tomou qualquer posição contra o que vem publicitado, abdicando totalmente da defesa dos interesses dos habitantes legítimos das Ilhas-Barreira.
No local próprio onde deveria ter afirmado a posição dos moradores das Ilhas, no seio da sociedade Polis, Apolinário ficou mudo e quedo.
Desafiamos pois o candidato do PS a explicar aos farenses como é possível que numa matéria desta sensibilidade venha fazer exactamente o contrário daquilo que anda a prometer.
É hora de o candidato do PS deixar cair a máscara e assumir que neste processo tem estado sempre ao lado dos interesses do Governo Socialista e não ao lado dos direitos dos farenses.
Faro, 26 de Agosto de 2009
A Comissão Politica de Secção do PSD/Faro
A verdade é que foi José Apolinário quem em 2008 quis aprovar o Plano Polis, prevendo este a renaturalização das Ilhas – Barreira.
Tendo presente o condicionamento que a legislação em vigor coloca nesta matéria, o PSD/Faro sempre se bateu pela requalificação, ao invés da renaturalização, e pela realização de um levantamento exaustivo das habitações existentes, preservando sempre as primeiras habitações, e, a existirem demolições, que as mesmas ocorram apenas em casos de necessária salvaguarda das dunas, e em casos que coloquem em risco a segurança dos próprios habitantes, salvaguardado o direito a realojamento.
Foi o PSD/Faro, com o seu voto na Assembleia Municipal de Faro, que conseguiu o compromisso do Executivo PS para que este se batesse pela requalificação das Ilhas-Barreira.
É também neste quadro que se tem apresentado a candidatura do Eng. Macário Correia à Câmara Municipal de Faro, numa postura transparente de esclarecimento e de informação prestada à população.
Ao invés, o candidato do PS optou pela chicana política e pelo discurso demagogo.
Quis aprovar, sem mais, um plano de renaturalização das Ilhas-Barreira, imposto pelo governo do seu partido, e ao mesmo tempo afirmou-se como sendo contra as demolições.
Ou seja, José Apolinário apresentou dois discursos: Em Lisboa, perante o Governo do seu partido, aceitou a imposição de demolições gratuitas, sem sequer pestanejar. Em Faro, no dia seguinte, e perante os farenses que o elegeram, afirmou que é contra as demolições.
A falta de coerência veio ao de cima também recentemente, com a publicação do Boletim Informativo nº1, de Agosto de 2009, emanado pela Sociedade Polis Litoral Ria Formosa.
Neste Boletim é expressamente afirmado que: “Cabe à Sociedade Polis Litoral Ria Formosa cumprir o que se encontra estabelecido no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura-Vila Real de Santo António, em vigor desde 2005, que prevê a renaturalização e recuperação de áreas degradadas e/ou desocupadas.”
José Apolinário é membro dos órgãos da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, em representação da Câmara Municipal, e não tomou qualquer posição contra o que vem publicitado, abdicando totalmente da defesa dos interesses dos habitantes legítimos das Ilhas-Barreira.
No local próprio onde deveria ter afirmado a posição dos moradores das Ilhas, no seio da sociedade Polis, Apolinário ficou mudo e quedo.
Desafiamos pois o candidato do PS a explicar aos farenses como é possível que numa matéria desta sensibilidade venha fazer exactamente o contrário daquilo que anda a prometer.
É hora de o candidato do PS deixar cair a máscara e assumir que neste processo tem estado sempre ao lado dos interesses do Governo Socialista e não ao lado dos direitos dos farenses.
Faro, 26 de Agosto de 2009
A Comissão Politica de Secção do PSD/Faro
Faro: PS responde a Marcelo com o seu discurso de 2005
A candidatura do PS à Câmara Municipal de Faro, liderada pelo actual presidente José Apolinário, respondeu a Marcelo Rebelo de Sousa – que anunciou terça-feira o apoio a Macário Correia – lembrando palavras do seu discurso de 2005, quando apoiou José Vitorino. Os socialistas relembram em comunicado “a coerência das pessoas”, utilizando palavras de Marcelo Rebelo de Sousa no decurso de um jantar de apoio à candidatura do então presidente da câmara, em 2005. “O prof. Marcelo Rebelo de Sousa elogiava no passado recente o Dr. José Vitorino que comparou com o Prof. Cavaco Silva. Dizia: ‘…é verdade que tem (José Vitorino) um feitio difícil, mas o Cavaco Silva também tinha um feitio lixado e foi o melhor primeiro-ministro que Portugal já teve…’”, recordam. O PS lembra ainda os elogios de Marcelo a Vitorino e, especificamente, uma frase do comentador televisivo nessa acção de campanha: “Quem começa uma obra, deve terminá-la e, para isso, precisa no mínimo de dois mandatos.” “Tem toda a razão. A frase aplica-se certamente também ao PS e não apenas quando a direita é poder”, sublinha a candidatura de José Apolinário. “A coligação de direita, liderada pelo presidente da Câmara Municipal de Tavira, escolhe deliberadamente a política espectáculo à falta de projecto e de conhecimento da realidade do município de Faro”, referem os socialistas. O PS recorda que o primeiro apoio público de nível nacional a Macário foi de Alberto João Jardim e diz: “Ficámos a saber que o modelo de autarca defendido pelo candidato de Tavira é o estilo Alberto João.” “Agora”, acrescentam, “a escolha foi a do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, o qual quando candidato derrotado à Câmara Municipal de Lisboa foi notícia pelo célebre mergulho no Tejo”.
in região sul
in região sul
ADF - O comentário
O ADF é nitidamente um blogue ao serviço do bloco central e dos interesses que levaram o país ao estado de miséria que se encontra, senão veja-se as personagens que promove.
Agora é esta senhora, "craque da bolsa de Nova Yorque, que chic, ele é o Marcelo da TV no post de cima, ele é o Nuno Aires, um boy na região de turismo, ele é Macários, Apolinários, Vitorinos, etc.
Será que não há gente séria para se falar por aqui?
Se calhar era bom promover a seriedade, gente que realmente trabalha. Gente honesta.
anónimo.
Caro Anónimo,
amanhã vai sair uma entrevista que de certeza que o amigo vai gostar.
aguardo depois um comentário.
cumprimentos,
adf
Agora é esta senhora, "craque da bolsa de Nova Yorque, que chic, ele é o Marcelo da TV no post de cima, ele é o Nuno Aires, um boy na região de turismo, ele é Macários, Apolinários, Vitorinos, etc.
Será que não há gente séria para se falar por aqui?
Se calhar era bom promover a seriedade, gente que realmente trabalha. Gente honesta.
anónimo.
Caro Anónimo,
amanhã vai sair uma entrevista que de certeza que o amigo vai gostar.
aguardo depois um comentário.
cumprimentos,
adf
PRAIA DE FARO RECEBE “SUMMER SET”
Tem lugar, no próximo dia 28 de Agosto, o evento “Summer Set”, marcado para as 23:00 e que trará à Praia de Faro mais uma noite de animação e boa música.
Resultante de uma parceria entre a ABF (Academia de Bodyboard de Faro), e a Câmara Municipal de Faro, a SUMMER SET Party irá realizar-se no recinto de jogos do Centro Náutico da Praia de Faro.
Depois da SUMMER RISE Party ter dado as boas-vindas ao Verão, SUMMER SET irá marcar o final de mais uma época de férias.
A aposta em projectos musicais da cidade vai continuar. Desta vez, a subir ao palco estarão os farenses NOME - a banda vencedora do concurso para abertura de três concertos dos Xutos e Pontapés no Algarve, em 2006.
A festa continuará com os sons do DJ Daniel D, conhecido DJ da região. E para a despedida, a dupla de renome, Dezperados, brindará a noite com o pulsar único dos toques electrónicos.
Os bilhetes estão à venda no Labs Café, Labs Store, Centro Náutico e Forum Algarve a partir do dia 22 de Agosto.
Preços:
Venda antecipada: 7.50€
Vendo no dia do Evento:10.00
Informações adicionais:
Ruben Isidro- Tlm. 914920652
Resultante de uma parceria entre a ABF (Academia de Bodyboard de Faro), e a Câmara Municipal de Faro, a SUMMER SET Party irá realizar-se no recinto de jogos do Centro Náutico da Praia de Faro.
Depois da SUMMER RISE Party ter dado as boas-vindas ao Verão, SUMMER SET irá marcar o final de mais uma época de férias.
A aposta em projectos musicais da cidade vai continuar. Desta vez, a subir ao palco estarão os farenses NOME - a banda vencedora do concurso para abertura de três concertos dos Xutos e Pontapés no Algarve, em 2006.
A festa continuará com os sons do DJ Daniel D, conhecido DJ da região. E para a despedida, a dupla de renome, Dezperados, brindará a noite com o pulsar único dos toques electrónicos.
Os bilhetes estão à venda no Labs Café, Labs Store, Centro Náutico e Forum Algarve a partir do dia 22 de Agosto.
Preços:
Venda antecipada: 7.50€
Vendo no dia do Evento:10.00
Informações adicionais:
Ruben Isidro- Tlm. 914920652
Terça-feira, Agosto 25, 2009
Faro: Marcelo Rebelo de Sousa apoia Macário Correia e diz que José Vitorino é “anti-candidato”

Marcelo Rebelo Sousa, conhecido professor universitário e comentador televisivo, revelou esta terça-feira o seu apoio a Macário Correia na luta autárquica de Faro, considerando José Vitorino, que apoiou há quatro anos, “um anti-candidato”.
O antigo presidente do PSD sublinhou, após um encontro com Macário numa unidade hoteleira do concelho, que vê no candidato que lidera a coligação «Faro está primeiro» a opção ideal para “afirmar Faro a nível nacional”. “O grande problema de Faro é que não tem conseguido impor-se a nível nacional. Não é normal uma capital de distrito não conseguir impor-se. Esse é o grande desafio para os próximos anos”, disse Marcelo, que vê o social-democrata como a “pessoa certa no momento certo” para o perfil que desenha para o papel de presidente da câmara.
Enquanto José Apolinário, apesar do “trabalho, dedicação e boa-vontade”, não conseguiu “afirmar-se como personalidade de peso a nível nacional”, já Macário, em Tavira, “reafirmou-se e acentuou a sua notoriedade pessoal”, sustentou o professor universitário. “É um homem inteligente, de grande argúcia e de compreensão pelos problemas concretos, muito determinado – por vezes a roçar a teimosia – mas modesto, com um caminho de trabalho de eficácia e eficiência”, caracterizou, sobre o ainda autarca tavirense.
O professor universitário recordou que conhece a capital algarvia desde os anos 60 – onde leccionava durante os fins-de-semana – e acredita que a cidade "deu passos positivos e nem tudo foi negativo, ao longo dos mandatos". "Mas é curto, é preciso mais", disse. Marcelo Rebelo de Sousa (MRS) afirmou ter “consideração e apreço pessoal por qualquer dos candidatos”, assinalando não existir “juízo pessoal” em relação aos adversários de Macário na luta pela presidência da autarquia.
Em relação a José Vitorino, que MRS apoiou em 2005 – sendo o convidado especial do jantar de apresentação do então presidente da câmara de Faro –, o ex-presidente do PSD entende liderar uma “anti-candidatura”. “Vitorino já desempenhou o seu papel em vários momentos da história do Algarve e já deveria estar reformado da política”, frisou, assegurando: “O tempo passa e, neste momento, assume as condições de uma anti-candidatura. É mais candidato para tirar votos a Macário Correia…”
O candidato da coligação «Faro está primeiro» (PSD, CDS-PP, MPT, PH e MIM) agradeceu o apoio de MRS, lembrando as relações do passado: Macário e Marcelo foram candidatos às presidências da câmara e da assembleia municipal de Lisboa, respectivamente, em 1993, e o tavirense integrou a equipa do comentador televisivo na sua passagem pela liderança do PSD. "Além disso, apadrinhou a minha candidatura à câmara de Tavira, em 1997. Como os antecedentes são bons...", finalizou o candidato.
in Região Sul
A farense Domitília dos Santos, corretora na bolsa de Nova Iorque, está no Top 100 Women Financial Advisors da revista Barron’s.

Uma fila de gente cruza a entrada do Lincoln Center. São quase oito da noite, apronta-se mais um concerto do ciclo "Mostly Mozart". Domitília dos Santos não esconde um tanto de ansiedade, outro de alegria. A música clássica conforta-a, é a sua "vitamina da noite". Conhece os caminhos do Lincoln Center como os recantos de casa. O espaço da Metropolitan Opera, o lugar do New York City Ballet, a morada da New York Phillarmonica Orchestra. Domitília segura o bilhete, a mala pesada de jornais e relatórios. Passa por uma miúda, olhar sereno no encalço dos pais. Fixa-a com ternura, como quem regressa à estação da infância. Não teve família que a levasse a um espectáculo, os dias atrás de sustento, sem mordomias nem aconchego de artes. Cruzou-se com este mundo era já mulher feita.
A sala enche-se num burburinho, nem uma cadeira vazia. Domitília procura a Fila P, ocupa assento. Apagam-se as luzes, acordam os instrumentos da orquestra. O violinista Joshua Bell é a estrela maior. Domitília desliga os telefones, a mala arrumada no chão. Nunca casou, faltam-lhe filhos para trazer a concertos. Lamenta não ter acontecido, segue adiante. Guarda as suas aventuras, a sua história. A primeira vez que entrou numa sala de espectáculos, já se fizera advogada. Pegou na sua curiosidade, comprou um bilhete e foi espreitar. A magia do palco agarrou-a pela cintura.
Vai muito a espectáculos?
Vou à ópera, ao teatro, ao ballet. Adorei ouvir Cesária Évora. Antes de 1980, nunca tinha ido à ópera; antes de 82, não conhecia a filarmónica; antes de 83, nunca tinha visto ballet. Não sabia nada de arte, fez parte do processo de educação da Domitília. Quem me dera ter começado antes... A vida é uma educação.
Entretanto, tornou-se figurante.
Trabalhava como voluntária na Ópera, quando ouvi um colega dizer que ia ser figurante. Achei graça e quis fazer o mesmo. Uma vez, num ensaio de "La Bohéme", fiquei junto ao Plácido Domingo. Ele pegou no meu braço e disse: "Onde for, eu vou". Fiquei a tremer, ‘Oh my God!' Eu entrava no segundo acto, comprava fruta, experimentava sapatos.
Como foi ser voluntária no Metropolitan Museum of Art?
Tornei-me guia do museu, foi dos trabalhos mais difíceis de fazer porque sabia muito pouco de arte. Ainda hoje, não sou perita. Só sei que igrejas, museus e bibliotecas dão-me uma imensa serenidade. Se estou chateada, stressada, vou para um museu e tudo passa. Às vezes, se me perguntar o que vi, nem sei responder, mas fico totalmente pasmada. Tranquila.
Quando é que começou a fazer voluntariado?
Em Março de 1983, no Hospital de Saint Vincent. Era o princípio da Sida, fiz um treino de seis meses e comecei a acompanhar doentes. Vi muita gente morrer. ‘What can I do for you?', é sempre a pergunta que faço. Lembro-me de um senhor com Sida, estive muito com ele... A certa altura, disse-me que queria um Ginger Ale. Era de madrugada, corri o hospital todo à procura. Uma coisa fácil, tão simples, mas 48 horas depois ele estava morto. O último doente que acompanhei foi um cliente meu. Perguntei-lhe o que podia fazer por ele, pediu-me um gelado. Disse-lhe que ia ao cinema, quando voltasse trar-lhe-ia um. Mas tenho um sexto sentido... Não consegui ver o filme, apanhei um táxi, comprei flores e um gelado. Cheguei e comecei a dar-lhe o gelado. Morreu 12 horas depois.
Fazer voluntariado é uma forma de retribuir o muito que a vida lhe deu?
Os momentos que tive com aquelas pessoas antes de morrerem são a maior gratificação. O impacto que você tem na vida de alguém nas suas últimas horas... Eu recebi mais do que dei.
É voluntária também no estrangeiro. Conte-me a sua ida à Etiópia.
Não acreditavam que eu ia mesmo, por isso não havia ninguém à minha espera. Fiquei chocada com tanta miséria. Instalaram-me numa casa cheia de ratos. Depois das nove da noite, não podíamos ir à rua porque os cães atacavam. Havia um portão e eu ia com as irmãs Madre Teresa de Calcutá lá buscar os doentes. Limpávamos as mais profundas chagas do mundo. Na emergência, havia papaia, Coca-Cola e Fanta. Aprendi que os refrigerantes eram bons porque tinham açúcar e que a papaia fazia bem às grávidas. Oh! Não se deve negar nada a ninguém que esteja a morrer. Mas o pior é a pessoa partir com amarguras e isso não tem nada a ver com fortunas. Quando só restam dez minutos de vida, ninguém pergunta quanto tem no banco.
Gere milhões, mas não pensa neles.
Não, o impacto que tenho na vida das pessoas é que importa. Consigo isso através da minha profissão ou através do voluntariado, do tempo que dou.
Hoje, quais são os seus trabalhos de voluntariado?
Durmo uma vez por semana num abrigo para sem-abrigos. Ao domingo, ajudo na sopa dos pobres. Quando é preciso, faço leituras na missa. Além disso, sou ‘mentorship' de duas pessoas. Ligam-me para saber qual a melhor universidade para fazer mestrado, o que precisam para evoluir. Aqui não há aquela mentalidade portuguesa - não ensinar tudo para não aprenderem mais do que nós. Aqui, ensina-se.
A Bolsa de Lisboa é uma brincadeira de crianças?
Só sei que fui recusada por falta de habilitações. Apesar de toda a experiência que tenho, não posso trabalhar lá porque me falta um curso de cálculo. Ainda bem, obrigada! Pensei nisso quando estava no começo, talvez não tivesse ficado cá.
Pensa na morte?
Estou tranquila com a vida, por isso, não me assusta. Se morrer a correr ou a viajar, que ninguém tenha pena de mim. Estarei a fazer o que gosto. Não posso estar mais de 15 dias sem viajar.
É uma mulher rica?
Sou uma rica mulher.
retirado daqui
Brilhante a carreira profissional desta mulher farense e ilustre. Além disso, faz voluntariado com os mais pobres.
Só nos resta enaltecê-la e recordar que comentários "pobres" (como o são afinal os seus donos)revelam que o problema não é ganharem 600 euros, é ser pobre de espírito!
anónimo
Brilhante a carreira profissional desta mulher farense e ilustre. Além disso, faz voluntariado com os mais pobres.
Só nos resta enaltecê-la e recordar que comentários "pobres" (como o são afinal os seus donos)revelam que o problema não é ganharem 600 euros, é ser pobre de espírito!
anónimo
Café Aliança ( fechado desde 16 de Fevereiro de 2009)

"... O Aliança, no seu percurso, foi o café em que uma plêide de artistas confluia para conviver em cultura, que não caprichava em " fazer sala".
Cândido Guerreiro para lá levava os seus amores, sem serem ficção.
Pelo café passou Simone de Beauvoir, em 1942. Fez conferência e gostou da aguardente de medronho.
Uma década depois o "Aliança" foi a admiração dos jograis de S.Paulo.
E tem sido nesse sentido que, um dos mais antigos cafés do século, tem recebido gerações de personalidades.
Lionel de Roulet, figura da "Alliance Française", fez deste café um poiso intelectual..."
"... Ferreira de Castro, o imortal autor da "Selva", quando vinha ao Algarve, na companhia do seu particular amigo, o farense escritor Assis Esperança deliciavam-se na "degustation" dos primorosos licores regionais. Virgilio Ferreira, o autor das "Manhãs Submersas", por cá andou quando professor e pelas mesas do "Aliança" teria iniciado o seu "Cântico Final".
E porque sempre no "Aliança" a poesia foi a sua maior importância e criação, se escutou a esperança do seu maior poeta que por lá passou, António Ramos Rosa , nesse dia " O Limiar, O Mundo":
" Uma parede, um flanco, um barco
ou um canto silencioso
na quietude das águas
que não vibram e o luminoso dorso
que na folhagem
se entrevê como uma nuca
humana e é quase um rosto,
o limiar, o mundo
e nós respiramos,
acariciamos as chamas
que o vento levantou
em círculos claros
para além do sentido,
e é quase um cristal
da realidade, pureza de um navio
que a confiança conduz."
in Café Aliança
sua história
sua fotografias
de Teodomiro Neto
A FALÉSIA

Conheço razoavelmente bem o mar azul e a costa recortada do Algarve. Da casa dos meus avós maternos, situada num monte, para os lados de Tavira, pode observar-se quase metade da costa algarvia – de Ayamonte a Olhão. Desde criança essa imagem do mar azul ao longe nunca me abandonou. Aquela metade – o sotavento – não tem falésias correspondendo a quase toda a extensão da Ria Formosa. No Barlavento a costa apresenta uma fisionomia diferente onde surgem, nalguns troços, as falésias.
Sabemos que, a partir da década de 60, a indústria do turismo tornou o Algarve um destino apetecível. A faixa costeira foi invadida por toda a espécie de empreendimentos, a mor das vezes, construídos sem rei nem roque. A voragem do lucro fácil venceu, quase sempre, a preservação do eco sistema. O desenvolvimento, que cria riqueza, transforma, inevitavelmente, a paisagem. E as novas paisagens construídas, em benefício da indústria turística, nem sempre golpearam a paisagem natural do Algarve. Por vezes beneficiaram-na. Uma discussão antiga.
Mas a imagem das grandes máquinas derrubando a falésia na Praia Maria Luísa é brutal. É um elemento da paisagem natural. Não é um mamarracho construído sobre uma falésia. Que culpa tem a falésia de pertencer aquele ambiente natural? A falésia pode desmoronar-se! Os seres humanos que se deitam à sua sombra, apesar dos avisos, podem morrer! Como o mar os pode tragar num golpe traiçoeiro. Como o sol lhes pode marcar para sempre o destino. Não há racionalidade na tragédia. Nem a tragédia deve ser pretexto para arrasar a natureza. Bom! Sempre se pode abrir um processo-crime! Mas não seria necessário preservar a falésia? As marcas? Os indícios? Os deuses devem estar loucos!.
Eduardo Graça
Sabemos que, a partir da década de 60, a indústria do turismo tornou o Algarve um destino apetecível. A faixa costeira foi invadida por toda a espécie de empreendimentos, a mor das vezes, construídos sem rei nem roque. A voragem do lucro fácil venceu, quase sempre, a preservação do eco sistema. O desenvolvimento, que cria riqueza, transforma, inevitavelmente, a paisagem. E as novas paisagens construídas, em benefício da indústria turística, nem sempre golpearam a paisagem natural do Algarve. Por vezes beneficiaram-na. Uma discussão antiga.
Mas a imagem das grandes máquinas derrubando a falésia na Praia Maria Luísa é brutal. É um elemento da paisagem natural. Não é um mamarracho construído sobre uma falésia. Que culpa tem a falésia de pertencer aquele ambiente natural? A falésia pode desmoronar-se! Os seres humanos que se deitam à sua sombra, apesar dos avisos, podem morrer! Como o mar os pode tragar num golpe traiçoeiro. Como o sol lhes pode marcar para sempre o destino. Não há racionalidade na tragédia. Nem a tragédia deve ser pretexto para arrasar a natureza. Bom! Sempre se pode abrir um processo-crime! Mas não seria necessário preservar a falésia? As marcas? Os indícios? Os deuses devem estar loucos!.
Eduardo Graça
Tavira: Centro comercial ajudou à "decadência" do comércio local
O candidato do PSD à Câmara de Tavira admite que comércio da baixa chegou a um "estado decadente". Na origem estão a crise económica e o novo centro comercial da cidade.
“Os centros comerciais, de certa forma, também vêm gerar emprego, mas nós temos de olhar para o comércio da nossa cidade”, afirmou Rui Amaro quando questionado pelo Observatório do Algarve sobre os planos da sua candidatura para o comércio da baixa de Tavira (ficheiro áudio).
O independente, actual presidente da Freguesia de Santiago de Tavira, que encabeça as listas do PSD para a presidência da autarquia classifica o estado actual do comércio da cidade de “decadente”, e acrescenta que tal deve-se “não só por causa do centro comercial, mas também pela situação da nossa economia”.
Rui Amaro afirma-se “receptivo” para abordar a questão e propõe-se a estudar o assunto para, em conjunto com os comerciantes locais, encontrar soluções que dinamizem aquela zona. mais aqui
Loja do Cidadão abre portas em Tavira, aqui
Agora imaginem o que pensam os comerciantes ( da baixa e do Forum) com a aprovação de mais três grandes centros comerciais para Faro: Dolce Vita, Outlet no MARF e Centro Comercial no Estádio de S.Luís
adf
Resposta ao candidato do PSD à Câmara de Faro, Eng. José Macário Correia, sobre as suas afirmações de que havia '25.000 pessoas todos os dias em Tavira depois da abertura do centro comercial', é o enterro do Comércio de Tavira, vinda do candidato do próprio PSD à referida Câmara de Tavira.
Eduardo Peyroteo
“Os centros comerciais, de certa forma, também vêm gerar emprego, mas nós temos de olhar para o comércio da nossa cidade”, afirmou Rui Amaro quando questionado pelo Observatório do Algarve sobre os planos da sua candidatura para o comércio da baixa de Tavira (ficheiro áudio).
O independente, actual presidente da Freguesia de Santiago de Tavira, que encabeça as listas do PSD para a presidência da autarquia classifica o estado actual do comércio da cidade de “decadente”, e acrescenta que tal deve-se “não só por causa do centro comercial, mas também pela situação da nossa economia”.
Rui Amaro afirma-se “receptivo” para abordar a questão e propõe-se a estudar o assunto para, em conjunto com os comerciantes locais, encontrar soluções que dinamizem aquela zona. mais aqui
Loja do Cidadão abre portas em Tavira, aqui
Agora imaginem o que pensam os comerciantes ( da baixa e do Forum) com a aprovação de mais três grandes centros comerciais para Faro: Dolce Vita, Outlet no MARF e Centro Comercial no Estádio de S.Luís
adf
Resposta ao candidato do PSD à Câmara de Faro, Eng. José Macário Correia, sobre as suas afirmações de que havia '25.000 pessoas todos os dias em Tavira depois da abertura do centro comercial', é o enterro do Comércio de Tavira, vinda do candidato do próprio PSD à referida Câmara de Tavira.
Eduardo Peyroteo
Variante norte de Faro - o comentário

Tanta meia verdade!
Até há quem fale no "Luis" que deixou o 1º troço da variante PARADO ANOS pois faltava o viaduto/ponte/nó de ligação da obra e que agora leva ao aeroporto, porque ali estavam as estufas.... alguém se lembra?
E já nesse tempo se fez o levantamento dos terrenos da Caldeira do Neto e Rio Seco. Eu vi.
As expropriações eram da CMF e a obra do IEP. Porquê agora a estaca zero????
Enquato aguardavam os estudos e impactos ambientais não podiam pôr em dia o levantamento dos proprietários a afectar. Negociar as verbas? não fazem parte do valor total do projecto?
Tanta meia verdade para cobrir interesses politicos.
Coelho, Vitorino e Apolinário muito pouco fizeram num projecto com mais de 15 anos.
Já agora podem ver também que a 3ª circular não anda nem para trás nem para a frente....
Falta mais diâmica a fazer, e menos a propagandear.
Ferreira
Até há quem fale no "Luis" que deixou o 1º troço da variante PARADO ANOS pois faltava o viaduto/ponte/nó de ligação da obra e que agora leva ao aeroporto, porque ali estavam as estufas.... alguém se lembra?
E já nesse tempo se fez o levantamento dos terrenos da Caldeira do Neto e Rio Seco. Eu vi.
As expropriações eram da CMF e a obra do IEP. Porquê agora a estaca zero????
Enquato aguardavam os estudos e impactos ambientais não podiam pôr em dia o levantamento dos proprietários a afectar. Negociar as verbas? não fazem parte do valor total do projecto?
Tanta meia verdade para cobrir interesses politicos.
Coelho, Vitorino e Apolinário muito pouco fizeram num projecto com mais de 15 anos.
Já agora podem ver também que a 3ª circular não anda nem para trás nem para a frente....
Falta mais diâmica a fazer, e menos a propagandear.
Ferreira
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
Macário, uma força da natureza

Fui, de Alcoutim, viver para Faro, aos 6 anos de idade, em 1960.Faro, então, tinha uma vivência quase típica de aldeia. Nas ruas, andávamos a pé, sem receios de qualquer tipo de insegurança…
Respirávamos ar puro. “Stress” era uma palavra e uma condição desconhecidas. Na minha rua, jogávamos à bola, de uma ponta à outra, durante todo o dia. “Jogatanas” só interrompidas quando surgiam polícias, nas rondas habituais.
Sim, na altura havia polícias na rua.
Aos 14 anos, o meu vizinho e amigo de infância, Seruca Emídio (o Batão), convenceu-me a jogar futebol federado nos juvenis do louletano. Não éramos, suficientemente, “finos” para fazer Vela, como o amigo Fernando Bandeira, ou automobilismo, como o amigo Pedro Cabeçadas.
E lá vinha, dois ou três dias por semana, um carro do louletano, buscar os 2 “craques” para o treino em Loulé. Na época seguinte transferi-me para o Farense (mais ou menos como a transferência do Cristiano Ronaldo!…)
“As dores de cabeça” do Liceu eram frequentes para um aluno, pouco aplicado, como eu!As férias eram passadas na fábrica da cortiça e na rega das laranjeiras, nos pomares perto da fábrica da “Sumol”. Havia que arranjar dinheiro para as noitadas no “Kontiki“ ou “Sherasade”ou, ainda, em Albufeira, no “7 e meio” ou no “Silvia’s”.Que saudades desse tempo! Havia qualidade de vida em Faro. Depois, vieram os prédios altos, sem estacionamentos subterrâneos, os carros foram ocupando os passeios, que desgraça…
A qualidade de vida dos farenses foi-se, perante a indiferença e, porventura, o estímulo e o “agrément” de quem mandava.
Há bem pouco tempo, quando vinha a reuniões a Faro, queria visitar a minha mãe - dava voltas e mais voltas ao quarteirão, e regressava a Alcoutim sem conseguir pelo menos, vê-la, porque não tinha onde estacionar o carro.Criação de espaços verdes, é mentira, pois venceu o cimento e o alcatrão.Venceram os automóveis, as filas, a falta de estacionamento, “o caos urbanístico”, a poluição, etc.Quando jogava futebol no Farense, o roupeiro do campo da Horta da Areia chamava-se “Ti Macário”. Nós, carinhosamente, dizíamos “Ti Mácara”, à boa maneira de “Fare”. Depois do treino, regressávamos aos balneários. Botas para um lado, meias para outro, calções e camisolas para outro. Era um montão! Lá vinha o “Ti Macário” pôr tudo em ordem.
É precisamente, nos dias de hoje que Faro necessita do “Ti Macário”, para arrumar o balneário, o campo, as ruas, a cidade, em suma, o Concelho.
Não conheço igual!
Capacidade de Trabalho - inesgotável!
Acorda cedo, bastante cedo, e a partir de aí não pára mais.
Capacidade Organizativa - única!
Coloca as peças, às vezes até as ferrugentas, a trabalharem no mesmo sentido.
Experiência Política - é difícil haver outra parecida!
Desde membro do Governo (por mérito próprio e não por ser “boy” laranja), passando pela Assembleia da República, onde foi Deputado, e dos poucos que trabalham (os outros estão lá na intriga), onde presidiu à comissão de Saúde. É membro do Comité das Regiões, ao lado do controverso e produtivo Alberto João.
Seriedade – sempre secundarizou interesses mesquinhos partidários e pessoais. O Estado, o interesse geral, acima de tudo!
Um lutador por ideais.
Foi o primeiro político a lutar, de peito aberto, contra os malefícios do tabaco.
Regionalista convicto, luta racionalmente, sem folclore, pela regionalização.
Sabe como ninguém os malefícios da centralização.
Ao lado do Ministro, Carlos Pimenta, iniciou uma verdadeira politica de Ambiente e de Ordenamento do Território, em Portugal.
Gere, como ninguém, o equilíbrio, isto é, tem paciência para a impaciência.
Impaciência porque há que resolver os problemas das pessoas, não há tempo a perder com palavreado de ocasião.
Paciência porque tem de aturar cada um… daqueles que vão para reuniões só para empatar e ser do contra.
Um senão, acho eu.
Daqui, um aviso. “- Macário, pensa um pouco em ti, tem tempo livre para ti e para os teus. É importante, nessa tua agenda, loucamente preenchida, haver espaço para ti.
Tal como vocês, farenses, gostaria de ver a cidade (da minha infância e juventude) voltar a ter qualidade de vida!
Com todo o respeito pelos outros concorrentes, dos quais sou amigo, Macário é o “Moiro” indicado para voltar a dar qualidade de vida à cidade.
Tal como vibrei, muitas vezes, naquele Estádio de São Luís, nomeadamente quando o meu cunhado Ludovico marcava aqueles golos de cabeça que originaram a 1ª subida do Farense à 1ª Divisão, gostaria de voltar a vibrar, na noite de 11 de Outubro, pela vitória de qualidade de vida dos Farenses.
Viva Faro!
Francisco Amaral
* Presidente da Câmara de Alcoutim
in Região Sul
É lamentável que alguns anónimos venham para aqui tentar denegrir a figura do dr. Francisco Amaral, um dos melhores autarcas do Algarve, com uma obra de relevo principalmente no apoio à população envelhecida de Alcoutim, um dos mais pobres concelhos do nosso país.Julgo que faz ainda voluntariado no Hospital de Faro.Por estas razões já foi devidamente condecorado no 10 de Junho, com toda a justiça pelo Presidente da República.Lamentável ainda que se arranje quase como única crítica o facto do presidente da Câmara de Alcoutim não ter conseguido visitar a sua mãe por dificuldade de estacionamento. A quantos de nós já não nos aconteceram casos semelhantes?São certamente críticas infundadas de adversários políticos, que valem o que valem.Um farense residente em Lisboa e jamais filiado em qualquer partido.
Fernando Neves
Respirávamos ar puro. “Stress” era uma palavra e uma condição desconhecidas. Na minha rua, jogávamos à bola, de uma ponta à outra, durante todo o dia. “Jogatanas” só interrompidas quando surgiam polícias, nas rondas habituais.
Sim, na altura havia polícias na rua.
Aos 14 anos, o meu vizinho e amigo de infância, Seruca Emídio (o Batão), convenceu-me a jogar futebol federado nos juvenis do louletano. Não éramos, suficientemente, “finos” para fazer Vela, como o amigo Fernando Bandeira, ou automobilismo, como o amigo Pedro Cabeçadas.
E lá vinha, dois ou três dias por semana, um carro do louletano, buscar os 2 “craques” para o treino em Loulé. Na época seguinte transferi-me para o Farense (mais ou menos como a transferência do Cristiano Ronaldo!…)
“As dores de cabeça” do Liceu eram frequentes para um aluno, pouco aplicado, como eu!As férias eram passadas na fábrica da cortiça e na rega das laranjeiras, nos pomares perto da fábrica da “Sumol”. Havia que arranjar dinheiro para as noitadas no “Kontiki“ ou “Sherasade”ou, ainda, em Albufeira, no “7 e meio” ou no “Silvia’s”.Que saudades desse tempo! Havia qualidade de vida em Faro. Depois, vieram os prédios altos, sem estacionamentos subterrâneos, os carros foram ocupando os passeios, que desgraça…
A qualidade de vida dos farenses foi-se, perante a indiferença e, porventura, o estímulo e o “agrément” de quem mandava.
Há bem pouco tempo, quando vinha a reuniões a Faro, queria visitar a minha mãe - dava voltas e mais voltas ao quarteirão, e regressava a Alcoutim sem conseguir pelo menos, vê-la, porque não tinha onde estacionar o carro.Criação de espaços verdes, é mentira, pois venceu o cimento e o alcatrão.Venceram os automóveis, as filas, a falta de estacionamento, “o caos urbanístico”, a poluição, etc.Quando jogava futebol no Farense, o roupeiro do campo da Horta da Areia chamava-se “Ti Macário”. Nós, carinhosamente, dizíamos “Ti Mácara”, à boa maneira de “Fare”. Depois do treino, regressávamos aos balneários. Botas para um lado, meias para outro, calções e camisolas para outro. Era um montão! Lá vinha o “Ti Macário” pôr tudo em ordem.
É precisamente, nos dias de hoje que Faro necessita do “Ti Macário”, para arrumar o balneário, o campo, as ruas, a cidade, em suma, o Concelho.
Não conheço igual!
Capacidade de Trabalho - inesgotável!
Acorda cedo, bastante cedo, e a partir de aí não pára mais.
Capacidade Organizativa - única!
Coloca as peças, às vezes até as ferrugentas, a trabalharem no mesmo sentido.
Experiência Política - é difícil haver outra parecida!
Desde membro do Governo (por mérito próprio e não por ser “boy” laranja), passando pela Assembleia da República, onde foi Deputado, e dos poucos que trabalham (os outros estão lá na intriga), onde presidiu à comissão de Saúde. É membro do Comité das Regiões, ao lado do controverso e produtivo Alberto João.
Seriedade – sempre secundarizou interesses mesquinhos partidários e pessoais. O Estado, o interesse geral, acima de tudo!
Um lutador por ideais.
Foi o primeiro político a lutar, de peito aberto, contra os malefícios do tabaco.
Regionalista convicto, luta racionalmente, sem folclore, pela regionalização.
Sabe como ninguém os malefícios da centralização.
Ao lado do Ministro, Carlos Pimenta, iniciou uma verdadeira politica de Ambiente e de Ordenamento do Território, em Portugal.
Gere, como ninguém, o equilíbrio, isto é, tem paciência para a impaciência.
Impaciência porque há que resolver os problemas das pessoas, não há tempo a perder com palavreado de ocasião.
Paciência porque tem de aturar cada um… daqueles que vão para reuniões só para empatar e ser do contra.
Um senão, acho eu.
Daqui, um aviso. “- Macário, pensa um pouco em ti, tem tempo livre para ti e para os teus. É importante, nessa tua agenda, loucamente preenchida, haver espaço para ti.
Tal como vocês, farenses, gostaria de ver a cidade (da minha infância e juventude) voltar a ter qualidade de vida!
Com todo o respeito pelos outros concorrentes, dos quais sou amigo, Macário é o “Moiro” indicado para voltar a dar qualidade de vida à cidade.
Tal como vibrei, muitas vezes, naquele Estádio de São Luís, nomeadamente quando o meu cunhado Ludovico marcava aqueles golos de cabeça que originaram a 1ª subida do Farense à 1ª Divisão, gostaria de voltar a vibrar, na noite de 11 de Outubro, pela vitória de qualidade de vida dos Farenses.
Viva Faro!
Francisco Amaral
* Presidente da Câmara de Alcoutim
in Região Sul
É lamentável que alguns anónimos venham para aqui tentar denegrir a figura do dr. Francisco Amaral, um dos melhores autarcas do Algarve, com uma obra de relevo principalmente no apoio à população envelhecida de Alcoutim, um dos mais pobres concelhos do nosso país.Julgo que faz ainda voluntariado no Hospital de Faro.Por estas razões já foi devidamente condecorado no 10 de Junho, com toda a justiça pelo Presidente da República.Lamentável ainda que se arranje quase como única crítica o facto do presidente da Câmara de Alcoutim não ter conseguido visitar a sua mãe por dificuldade de estacionamento. A quantos de nós já não nos aconteceram casos semelhantes?São certamente críticas infundadas de adversários políticos, que valem o que valem.Um farense residente em Lisboa e jamais filiado em qualquer partido.
Fernando Neves
OS MORTOS NÃO FALAM, MAS OS VIVOS PODEM PROTESTAR!

Albufeira foi palco de uma tragédia que consternou toda a população do concelho, habituada a bem receber e a qual não espera que estes acontecimentos se dêem, julgando que as autoridades trazem todos os aspectos da actividade turística e balnear controladas, para garantirem a segurança da presença e do regresso em paz dos que nos visitam.
A morte de cinco pessoas, os ferimentos de outros e o estado de choque de muitos que presenciaram, arrastaram à praia Maria Luísa, um cortejo de autoridades, cujo tom discursivo pautou pelo pragmatismo de Estado, que em resumo, se caracteriza pela total desresponsabilização pela gravidade dos factos e do trabalho que compete às diferentes identidades que interferem no controle das linhas de água.
Todos afirmaram publica e categoricamente, que o Estado não tem culpa mas sim as pessoas que morreram porque, ou não sabem ler ou são descuidadas.
Hoje, domingo, a propósito do derrube do monstro de areia assassino, o Ministro do Ambiente, velho conhecido dos albufeirenses como um dos grandes responsáveis pelas misérias do Programa Polis/Câmara, reafirmou que a operação faz-se por razões de segurança e só lhe faltou recorrer à mentira de que tudo já estaria planeado.
Bem à portuguesa, ou melhor dizendo, ao estilo de irresponsabilidade dos nossos políticos, depois das portas arrombadas, trancas na porta.
A confusão instalada de competências na orla marítima leva a que todas estas ocorrências e são várias ao longo da costa portuguesa, não tenham ido além dos trabalhos de circunstância, para consumo e silenciamento de quaisquer protestos da opinião pública.
O facto de directivas da CE, só recentemente terem tido decisão em conselho de Ministros, demonstram bem o descuido pela gestão de uma linha de costa de um País que tem algumas das suas partes em total dependência estrutural do Turismo.
No meio da confusão de irresponsabilidades instalada, factos como urbanismo selvagem, excesso de infiltração de águas sobre as arribas, ou tão simplesmente que as melhores zonas de praia são concedidas em licença para exploração privada, restando aos turistas de menores recursos procurar os poucos espaços que lhes são destinados e de maior probabilidade de acidentes desta natureza, são disfarçados por declarações de pesar, inquéritos sérios e de medidas que vão ser criteriosamente aplicadas para que não aconteça mais nada até ao próximo incidente.
Até o presidente da Câmara de Albufeira, Desidério Silva, que não revelou qualquer atenção por este assunto, saca em período eleitoral do argumento que lhe é querido, de que como está no terreno, seria bom o governo pensar na "delegação de competências" (sic).
Com tantos organismos com competências e fundos de intervenção, a atribuição destas competências ao actual executivo camarário, seria mais um motivo de preocupação da população, tomando apenas como exemplos as desgraças das inundações de que foram vítimas os populares e comerciantes da baixa de Albufeira, bem como o facto da Lei do Ruído determinar também competências de criação de um mapa com vista ao seu controle e defesa dos interesses das pessoas, factos que estão mergulhados num profundo desprezo.
Os acontecimentos da praia Maria Luísa foram graves, puseram em causa a imagem de um concelho que vive exclusivamente da actividade turística, pelo que não se devem repetir.
Às autoridades que têm a responsabilidade cruzada de intervenção na orla marítima, exige-se que façam o seu trabalho com rigor, que procedam à elaboração de um plano real de intervenção nas zonas costeiras e balneares de presença de actividade humana.
A época turística não acabou e os milhões de turistas nacionais e estrangeiros que frequentam as nossas praias, querem saber com rigor que podem confiar nas autoridades do País.
Cinco mortes de pessoas que simplesmente quiseram aproveitar o sol ou a sombra de um penedo, devem merecer todo o respeito do Estado, que tem a obrigação de cuidar dos cidadãos.
Luis Alexandre
"MP VAI TER DE ABRIR INQUÉRITO"
A morte de cinco pessoas, os ferimentos de outros e o estado de choque de muitos que presenciaram, arrastaram à praia Maria Luísa, um cortejo de autoridades, cujo tom discursivo pautou pelo pragmatismo de Estado, que em resumo, se caracteriza pela total desresponsabilização pela gravidade dos factos e do trabalho que compete às diferentes identidades que interferem no controle das linhas de água.
Todos afirmaram publica e categoricamente, que o Estado não tem culpa mas sim as pessoas que morreram porque, ou não sabem ler ou são descuidadas.
Hoje, domingo, a propósito do derrube do monstro de areia assassino, o Ministro do Ambiente, velho conhecido dos albufeirenses como um dos grandes responsáveis pelas misérias do Programa Polis/Câmara, reafirmou que a operação faz-se por razões de segurança e só lhe faltou recorrer à mentira de que tudo já estaria planeado.
Bem à portuguesa, ou melhor dizendo, ao estilo de irresponsabilidade dos nossos políticos, depois das portas arrombadas, trancas na porta.
A confusão instalada de competências na orla marítima leva a que todas estas ocorrências e são várias ao longo da costa portuguesa, não tenham ido além dos trabalhos de circunstância, para consumo e silenciamento de quaisquer protestos da opinião pública.
O facto de directivas da CE, só recentemente terem tido decisão em conselho de Ministros, demonstram bem o descuido pela gestão de uma linha de costa de um País que tem algumas das suas partes em total dependência estrutural do Turismo.
No meio da confusão de irresponsabilidades instalada, factos como urbanismo selvagem, excesso de infiltração de águas sobre as arribas, ou tão simplesmente que as melhores zonas de praia são concedidas em licença para exploração privada, restando aos turistas de menores recursos procurar os poucos espaços que lhes são destinados e de maior probabilidade de acidentes desta natureza, são disfarçados por declarações de pesar, inquéritos sérios e de medidas que vão ser criteriosamente aplicadas para que não aconteça mais nada até ao próximo incidente.
Até o presidente da Câmara de Albufeira, Desidério Silva, que não revelou qualquer atenção por este assunto, saca em período eleitoral do argumento que lhe é querido, de que como está no terreno, seria bom o governo pensar na "delegação de competências" (sic).
Com tantos organismos com competências e fundos de intervenção, a atribuição destas competências ao actual executivo camarário, seria mais um motivo de preocupação da população, tomando apenas como exemplos as desgraças das inundações de que foram vítimas os populares e comerciantes da baixa de Albufeira, bem como o facto da Lei do Ruído determinar também competências de criação de um mapa com vista ao seu controle e defesa dos interesses das pessoas, factos que estão mergulhados num profundo desprezo.
Os acontecimentos da praia Maria Luísa foram graves, puseram em causa a imagem de um concelho que vive exclusivamente da actividade turística, pelo que não se devem repetir.
Às autoridades que têm a responsabilidade cruzada de intervenção na orla marítima, exige-se que façam o seu trabalho com rigor, que procedam à elaboração de um plano real de intervenção nas zonas costeiras e balneares de presença de actividade humana.
A época turística não acabou e os milhões de turistas nacionais e estrangeiros que frequentam as nossas praias, querem saber com rigor que podem confiar nas autoridades do País.
Cinco mortes de pessoas que simplesmente quiseram aproveitar o sol ou a sombra de um penedo, devem merecer todo o respeito do Estado, que tem a obrigação de cuidar dos cidadãos.
Luis Alexandre
"MP VAI TER DE ABRIR INQUÉRITO"
2019 - CONVERSAS À BEIRA MAR (10)

“Barrinha em vibração” Fred 2019
Óh Jac, estou cá com uma secura na garganta! Deve ser destas conversas todas!
- Fred, eu estou seco que nem um bacalhau! Joãaaao! Mais duas Águas das Pedras! O quê? Sim, claro, dessas especiais, ainda não decretaram a Lei Seca, pois não? Agora para variar pode ser com o travo lá das estepes russas!
(Som de Fundo) Stan Getz e António Carlos Jobim com “Jazz Samba”
- Nós já andamos nestas conversa há quantas semanas? É que as férias estão a acabar…
- Pois, à volta duma dezena, mas não te esqueças que o contrato com os árabes foi de uma dúzia. Não me digas que vais deixar escorregar os petrodólares pela maré abaixo!?
- Achas? Não saio daqui sem a guita toda! Mas como dizem os ingleses “Time and tide wait for no man” (serviço gratuito de tradução: “O tempo e a maré não esperam por ninguém”). Nunca me esqueci desta, aprendi no velho Passos Manuel, o primeiro liceu do país feito de raiz, em termos de qualidade a educação não era brincadeira, não! Óptimos professores, exigência lá na fasquia de cima, o resultado é o que vês aqui à tua frente! Havia outros problemas, e graves, o Veiga Simão ouvia das boas nesses tempos. Mas aqui há uns dez anos, ai! ai! Educação, andava mesmo pelas ruas da amargura…
- Mas olha que esse provérbio também sempre me deu muito jeito pois tive um barco muitos anos na doca e se não se controlava o tempo e a maré ao mesmo tempo, ou não se saía ou não se entrava, e lá se ficava umas boas quatro horas à espera, grandes secas!
- É, nesse tempo até parece que a Engenharia ainda não tinha descoberto um meio de mover aquela dúzia de metros do pontão, fosse oscilatória para um dos lados, fosse elevatória. De facto era uma lástima, a azelhice imperava em grande estilo, muito se falava e se apresentava, mas pouco ou nada se fazia. Cabecinhas pensadoras…
- Ora bem, boas tardes! No Havana a ouvir música brasileira, a conversar e a beber Águas das Pedras com restos de lima a sair do gargalo, só podem ser o Jac e o Fred! Muito prazer em conhecê-los. Eu sou o Sam!
- Sam?!? Mas donde é que nos conhecemos?
- Vocês não me conhecem, mas eu a vocês conheço de ginjeira. Eu venho de 2009, não façam essa cara de espanto que eu já explico tudo. E em Faro, em 2009, toda a gente vos conhece. É que vocês são publicados no ADF, o Blog mais famoso e frequentado a sul de Lisboa, todas as vossas conversas estão lá escarrapachadas todas as semanas.
- O quê? Em 2009? Isso pode lá ser! Além disso, fala mais baixo que nós já vendemos os direitos a uns árabes que apareceram por aí, se eles sabem, fazem-nos em postas. Óh Fred, temos é que processar o responsável por isso, telefona já aí para o advogado!
- Meus amigos, vocês devem estar a brincar! Isto aconteceu em 2009 e vocês nem queiram saber como é que a Justiça está. Para já, está de férias e depois quando regressar é para ir tratando de processos em que alguns já entraram há mais de 20 anos. E os que são julgados ficam em banho-maria uns bons anitos com os recursos, mesmo os que são mais que graves como o de alguns autarcas que já foram condenados e que continuam a exercer e a candidatar-se a eleições. E depois há várias justiças, os poderosos por muitos crimes que cometam, nunca vêm o Sol aos quadradinhos! Basta contratarem um advogado dos bons – o que quer que seja que isso signifique! – e podem dormir descansados que nada acontece. Justiça em Portugal em 2009? Deixem-me rir, ninguém acredita, o grau de confiança na Justiça está muito lá prás profundezas!
- Pois é, já me tinha esquecido, agora é completamente diferente.
- Até que enfim, mas como é que isso aconteceu? Parece inacreditável!
- Pois, tu ainda não sabes a história toda, mas em 2009 o país foi varrido por um ciclone de mudanças, começou a soprar em Bruxelas, passou pelo Terreiro do Paço e chegou a Faro ao Largo do Municipio. Faro nunca mais foi o mesmo, a partir daí começaram progressivamente a substituir a virtualidade pela realidade, a arrogância pela tolerância, a conversa pelo trabalho, os cartazes pela obra!. E o resultado é o que está à vista!
- Que eu ainda não tive oportunidade de ver pois estou acabadinho de chegar. Ainda ontem tinha estado aqui na Praia de Faro e ia-me passando, havia mais confusão e carros do que areia. E agora isto, é um milagre, parece o paraíso, ainda nem estou em mim! Temos muito que falar, mas antes de continuar, tenho que beber uma dessas Água das Pedras ABSOLUTamente deliciosas! À saúde de 2019!
Alfredo Leal Franco
Óh Jac, estou cá com uma secura na garganta! Deve ser destas conversas todas!
- Fred, eu estou seco que nem um bacalhau! Joãaaao! Mais duas Águas das Pedras! O quê? Sim, claro, dessas especiais, ainda não decretaram a Lei Seca, pois não? Agora para variar pode ser com o travo lá das estepes russas!
(Som de Fundo) Stan Getz e António Carlos Jobim com “Jazz Samba”
- Nós já andamos nestas conversa há quantas semanas? É que as férias estão a acabar…
- Pois, à volta duma dezena, mas não te esqueças que o contrato com os árabes foi de uma dúzia. Não me digas que vais deixar escorregar os petrodólares pela maré abaixo!?
- Achas? Não saio daqui sem a guita toda! Mas como dizem os ingleses “Time and tide wait for no man” (serviço gratuito de tradução: “O tempo e a maré não esperam por ninguém”). Nunca me esqueci desta, aprendi no velho Passos Manuel, o primeiro liceu do país feito de raiz, em termos de qualidade a educação não era brincadeira, não! Óptimos professores, exigência lá na fasquia de cima, o resultado é o que vês aqui à tua frente! Havia outros problemas, e graves, o Veiga Simão ouvia das boas nesses tempos. Mas aqui há uns dez anos, ai! ai! Educação, andava mesmo pelas ruas da amargura…
- Mas olha que esse provérbio também sempre me deu muito jeito pois tive um barco muitos anos na doca e se não se controlava o tempo e a maré ao mesmo tempo, ou não se saía ou não se entrava, e lá se ficava umas boas quatro horas à espera, grandes secas!
- É, nesse tempo até parece que a Engenharia ainda não tinha descoberto um meio de mover aquela dúzia de metros do pontão, fosse oscilatória para um dos lados, fosse elevatória. De facto era uma lástima, a azelhice imperava em grande estilo, muito se falava e se apresentava, mas pouco ou nada se fazia. Cabecinhas pensadoras…
- Ora bem, boas tardes! No Havana a ouvir música brasileira, a conversar e a beber Águas das Pedras com restos de lima a sair do gargalo, só podem ser o Jac e o Fred! Muito prazer em conhecê-los. Eu sou o Sam!
- Sam?!? Mas donde é que nos conhecemos?
- Vocês não me conhecem, mas eu a vocês conheço de ginjeira. Eu venho de 2009, não façam essa cara de espanto que eu já explico tudo. E em Faro, em 2009, toda a gente vos conhece. É que vocês são publicados no ADF, o Blog mais famoso e frequentado a sul de Lisboa, todas as vossas conversas estão lá escarrapachadas todas as semanas.
- O quê? Em 2009? Isso pode lá ser! Além disso, fala mais baixo que nós já vendemos os direitos a uns árabes que apareceram por aí, se eles sabem, fazem-nos em postas. Óh Fred, temos é que processar o responsável por isso, telefona já aí para o advogado!
- Meus amigos, vocês devem estar a brincar! Isto aconteceu em 2009 e vocês nem queiram saber como é que a Justiça está. Para já, está de férias e depois quando regressar é para ir tratando de processos em que alguns já entraram há mais de 20 anos. E os que são julgados ficam em banho-maria uns bons anitos com os recursos, mesmo os que são mais que graves como o de alguns autarcas que já foram condenados e que continuam a exercer e a candidatar-se a eleições. E depois há várias justiças, os poderosos por muitos crimes que cometam, nunca vêm o Sol aos quadradinhos! Basta contratarem um advogado dos bons – o que quer que seja que isso signifique! – e podem dormir descansados que nada acontece. Justiça em Portugal em 2009? Deixem-me rir, ninguém acredita, o grau de confiança na Justiça está muito lá prás profundezas!
- Pois é, já me tinha esquecido, agora é completamente diferente.
- Até que enfim, mas como é que isso aconteceu? Parece inacreditável!
- Pois, tu ainda não sabes a história toda, mas em 2009 o país foi varrido por um ciclone de mudanças, começou a soprar em Bruxelas, passou pelo Terreiro do Paço e chegou a Faro ao Largo do Municipio. Faro nunca mais foi o mesmo, a partir daí começaram progressivamente a substituir a virtualidade pela realidade, a arrogância pela tolerância, a conversa pelo trabalho, os cartazes pela obra!. E o resultado é o que está à vista!
- Que eu ainda não tive oportunidade de ver pois estou acabadinho de chegar. Ainda ontem tinha estado aqui na Praia de Faro e ia-me passando, havia mais confusão e carros do que areia. E agora isto, é um milagre, parece o paraíso, ainda nem estou em mim! Temos muito que falar, mas antes de continuar, tenho que beber uma dessas Água das Pedras ABSOLUTamente deliciosas! À saúde de 2019!
Alfredo Leal Franco
Domingo, Agosto 23, 2009
O carro do Google Street View ...em Faro!

APANHADO EM 21/08/09 EM FARO...estacionado!
http://repletopt.blogspot.com/2009/07/google-street-view-car-em-faro.html
enviado por F.C.
Farense - escolas de formação
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S.C Farense
Sábado, Agosto 22, 2009
variante de Faro - inexplicável apelo...
Retirei este Post do Blogue “Algarve Farense” e creio que este assunto não foi abordado pela ADF.
Aqui fica para vossa apreciação:
Ferreira
FARO: Variante Norte depende de expropriação ou negociação

Aqui fica para vossa apreciação:
Ferreira
FARO: Variante Norte depende de expropriação ou negociação

José Apolinário, fez um apelo público aós proprietários para “serem cooperantes com obra de grande importância para a cidade e Algarve”.
Trabalhos vão começar em terrenos do município.O Município de Faro reuniu hoje com o consórcio que irá executar as obras da variante Norte a Faro, tendo o plano de trabalhos sido apresentado.
Segundo o autarca, “foi pedida a colaboração da Câmara Municipal de Faro para contactar os proprietários para um entendimento por via privada e não por expropriação pública. Se os terrenos forem obtidos por via privada, as obras começarão mais cedo. Da parte do consórcio há condições para começar amanhã, mas tudo depende dos proprietários”.
As Estradas de Portugal vão, entretanto, “desencadear o lançamento da declaração de utilidade pública para poder intervir no caso de não haver entendimento com os proprietários dos terrenos”, salientou.
Obra começa em terrenos públicos
José Apolinário referiu ainda que a Câmara Municipal irá disponibilizar terrenos públicos para que "a obra possa começar tão cedo quanto possível nestes terrenos". A expectativa é que haja "condições para anunciar formalmente a data de início das obras no decorrer da próxima semana".Os trabalhos estão orçamentados em 18 milhões de euros, e vão permitir a retirada de trânsito do centro da cidade (mais de 25 mil veículos por dia) e colocar a zona nascente da cidade (Bom João) a 10 minutos do Aeroporto.Vão ainda ser alvo de requalificação os acessos na ligação a Olhão, à Via do Infante e ao Montenegro.
José Apolinário sublinhou a importância desta obra, considerando os condicionamentos da cidade em termos de acessibilidades. “Este é um processo que está em condições de avançar, quer em termos de avaliação de impacte ambiental, quer em termos de financiamento”, disse.Este é o culminar de um longo processo administrativo e político, iniciado em 1999.
Recorde-se entretanto que a conclusão da variante até ao Rio Seco, que obrigará ao realinhamento da zona, devido ao leito de cheia, permitirá descongestionar o trafégo em cerca de 60 a 70 mil viaturas que entram em Faro diariamente, muitas delas rumo a outras direcções.A obra será complementada com a evolução da 3.ª Circular, que fará a ligação entre as Pontes de Marchil, Lejana, Vale da Amoreira, Penha e a rotunda da Avenida Cidade de Hayward, interceptando a norte do complexo desportivo a variante a Faro.
Prevê-se ainda a implantação de um Sistema de Controlo e Gestão Dinâmica de Tráfego – de forma a regular automaticamente a semaforização em função dos volumes de tráfego, limitando as velocidades e minimizando os tempos de espera dos veículos entre o nó de São João da Venda e Faro e entre Faro e Olhão.
Rui Sousa, engenheiro responsável pelo consórcio, manifestou a disponibilização para o recomeço das obras da variante, que já tem um torço executado, pretendendo-se que estas tenham início a curto prazo, "ainda no decurso deste final de Agosto ou início de Setembro", referiu.
In Observatório do Algarve
Parece-me no mínimo estranho a questão da construção da 2ª fase da variante a Faro, que é referida por José Apolinário ínumeras vezes em debates e apresentações públicas. Esta situação, que ainda não teve ínício no terreno apesar de já estar atrasada nos prazos estabelecidos, têm agora previsto o começo de obras ainda em Agosto, ou, o mais tardar em Setembro, quando na verdade, ainda ninguém formalizou contactos com os proprietários dos terrenos por onde esta estrada vai passar... Ou seja, ou a CMF têm uma grande área de terrenos públicos onde a estrada irá passar, ou então, me perece os trabalhos iniciar-se-ão dispersamente e em fraca intensidade, com o objectivo puro e simples de se iniciar algo, como arma de arremesso eleitoral, quando sabemos que as Autárquicas terão o dia D a 11 de Outubro, poucas semanas depois desse facto...
Estarei errado?
Trabalhos vão começar em terrenos do município.O Município de Faro reuniu hoje com o consórcio que irá executar as obras da variante Norte a Faro, tendo o plano de trabalhos sido apresentado.
Segundo o autarca, “foi pedida a colaboração da Câmara Municipal de Faro para contactar os proprietários para um entendimento por via privada e não por expropriação pública. Se os terrenos forem obtidos por via privada, as obras começarão mais cedo. Da parte do consórcio há condições para começar amanhã, mas tudo depende dos proprietários”.
As Estradas de Portugal vão, entretanto, “desencadear o lançamento da declaração de utilidade pública para poder intervir no caso de não haver entendimento com os proprietários dos terrenos”, salientou.
Obra começa em terrenos públicos
José Apolinário referiu ainda que a Câmara Municipal irá disponibilizar terrenos públicos para que "a obra possa começar tão cedo quanto possível nestes terrenos". A expectativa é que haja "condições para anunciar formalmente a data de início das obras no decorrer da próxima semana".Os trabalhos estão orçamentados em 18 milhões de euros, e vão permitir a retirada de trânsito do centro da cidade (mais de 25 mil veículos por dia) e colocar a zona nascente da cidade (Bom João) a 10 minutos do Aeroporto.Vão ainda ser alvo de requalificação os acessos na ligação a Olhão, à Via do Infante e ao Montenegro.
José Apolinário sublinhou a importância desta obra, considerando os condicionamentos da cidade em termos de acessibilidades. “Este é um processo que está em condições de avançar, quer em termos de avaliação de impacte ambiental, quer em termos de financiamento”, disse.Este é o culminar de um longo processo administrativo e político, iniciado em 1999.
Recorde-se entretanto que a conclusão da variante até ao Rio Seco, que obrigará ao realinhamento da zona, devido ao leito de cheia, permitirá descongestionar o trafégo em cerca de 60 a 70 mil viaturas que entram em Faro diariamente, muitas delas rumo a outras direcções.A obra será complementada com a evolução da 3.ª Circular, que fará a ligação entre as Pontes de Marchil, Lejana, Vale da Amoreira, Penha e a rotunda da Avenida Cidade de Hayward, interceptando a norte do complexo desportivo a variante a Faro.
Prevê-se ainda a implantação de um Sistema de Controlo e Gestão Dinâmica de Tráfego – de forma a regular automaticamente a semaforização em função dos volumes de tráfego, limitando as velocidades e minimizando os tempos de espera dos veículos entre o nó de São João da Venda e Faro e entre Faro e Olhão.
Rui Sousa, engenheiro responsável pelo consórcio, manifestou a disponibilização para o recomeço das obras da variante, que já tem um torço executado, pretendendo-se que estas tenham início a curto prazo, "ainda no decurso deste final de Agosto ou início de Setembro", referiu.
In Observatório do Algarve
Parece-me no mínimo estranho a questão da construção da 2ª fase da variante a Faro, que é referida por José Apolinário ínumeras vezes em debates e apresentações públicas. Esta situação, que ainda não teve ínício no terreno apesar de já estar atrasada nos prazos estabelecidos, têm agora previsto o começo de obras ainda em Agosto, ou, o mais tardar em Setembro, quando na verdade, ainda ninguém formalizou contactos com os proprietários dos terrenos por onde esta estrada vai passar... Ou seja, ou a CMF têm uma grande área de terrenos públicos onde a estrada irá passar, ou então, me perece os trabalhos iniciar-se-ão dispersamente e em fraca intensidade, com o objectivo puro e simples de se iniciar algo, como arma de arremesso eleitoral, quando sabemos que as Autárquicas terão o dia D a 11 de Outubro, poucas semanas depois desse facto...
Estarei errado?
Sexta-feira, Agosto 21, 2009
Praia de Faro o comentário

ilha no futuro...
Ponte para a praia com duas vias...
Excelente ideia! E que tal um estacionamento em altura, como se vê nos filmes americanos?
Uma enorme torre de 20 ou 30 andares para que possam caber mais carros na praia. Em cima fazia-se um heliporto, e ainda um farol para controlar o tráfego marítimo. Claro que, sem esquecer um restaurante-marisqueira panorâmico. Um estacionamento multiusos todo moderno, ali mesmo no meio das dunas, que é para afirmar a nossa modernidade.
Já viram bem quantas mais pessoas caberiam na ilha? UÁU!!! anónimo
Que comentário genial!
Se não fazem a ponte de duas vias é uma desgraça porque o tráfego não escoa, se fazem uma ponte de duas vias é igualmente uma desgraça porque mais carros poderão entrar.
Experimente fazer este raciocinio muito simples - imagine o tempo que demora a encher e vazar uma garrafa apenas com uma "saida", agora imagine encher a mesma garrafa ao mesmo tempo que esta vaza por outra saida, sendo a capacidade a mesma se calhar a garrafa vaza mais rápido, não?Se calhar sou eu que estou enganado, mas sendo a praia do mesmo tamanho e existindo forma de escoar o transito que não tem estacionamento, possivelmente não existirão tantos engarrafamentos e cabelos brancos de estar "engarrafado".
O que interessa é dizer mal!
anónimo
Ponte para a praia com duas vias...
Excelente ideia! E que tal um estacionamento em altura, como se vê nos filmes americanos?
Uma enorme torre de 20 ou 30 andares para que possam caber mais carros na praia. Em cima fazia-se um heliporto, e ainda um farol para controlar o tráfego marítimo. Claro que, sem esquecer um restaurante-marisqueira panorâmico. Um estacionamento multiusos todo moderno, ali mesmo no meio das dunas, que é para afirmar a nossa modernidade.
Já viram bem quantas mais pessoas caberiam na ilha? UÁU!!! anónimo
Que comentário genial!
Se não fazem a ponte de duas vias é uma desgraça porque o tráfego não escoa, se fazem uma ponte de duas vias é igualmente uma desgraça porque mais carros poderão entrar.
Experimente fazer este raciocinio muito simples - imagine o tempo que demora a encher e vazar uma garrafa apenas com uma "saida", agora imagine encher a mesma garrafa ao mesmo tempo que esta vaza por outra saida, sendo a capacidade a mesma se calhar a garrafa vaza mais rápido, não?Se calhar sou eu que estou enganado, mas sendo a praia do mesmo tamanho e existindo forma de escoar o transito que não tem estacionamento, possivelmente não existirão tantos engarrafamentos e cabelos brancos de estar "engarrafado".
O que interessa é dizer mal!
anónimo
Quinta-feira, Agosto 20, 2009
AS RAPOSAS E A BAIXA

fotografia retirada do livro - Café Alinça, sua história, suas fotografias
de Teodomiro Neto foto de Wolfgang Stumpf
A decadência da baixa de Faro, como as das outras cidades médias no País, são uma consequência de actos planeados, desenhados a régua e esquadro, e executados num rigor milimétrico em fases sucessivas.
Por trás destes planos, estão os investidores com e sem rosto, cuja força financeira lhes dá robustez para contratarem os melhores pensadores, planeadores e juristas, que definam cada passo, sem pressas, para o sucesso do objectivo final.
Não faltando o dinheiro, cada um nos seus papéis preparam a rectaguarda, tratam do enquadramento legal de suporte, segredam as letras de Lei e a orientação dos investimentos públicos locais e nacionais e não deixam ao acaso o trabalho de formação da opinião pública, factor imprescindível.
A massa pública em geral é trabalhada pela massa publicada, que rapidamente convence das inúmeras vantagens, validadas pelo discurso político da inevitabilidade.
Entre a opinião pública contam-se os concorrentes visados dos pequenos e médios negócios, para os quais são criados programas específicos. Sabendo que estão devidamente enquadrados nas diversas associações, é preciso assegurar que sejam dirigidos por “boas mãos” e procurar dar a estas mãos cobertura jurídica de argumentos, conduzindo pacientemente o rebanho para o desalento, para o abandono da actividade, para o endividamento natural até à falência, para a reforma antecipada ou para a via alternativa de se entregarem aos abusos e à rapinagem do esplendor do grande espaço.
A baixa de Faro é uma das vítimas destes planos, estes sim, sustentados, como também são sustentados o desinvestimento público nas áreas que são precisas cercar. Fazendo cair um a um os comerciantes do perímetro exterior, reduz-se o leque de resistência e o alento de quaisquer forças de reacção.
Na execução destes planos não há inocentes!
Nas suas diferentes etapas, os seus diferentes interventores, nos diferentes níveis de responsabilidade, sabiam que o caminho era este.
A última abordagem de Macário Correia ao tema baixa de Faro, com recurso a “especialistas”, constituiu mais um acto de farsa eleitoral, quando estamos perante uma figura que no seu percurso na AMAL/CIA, apôs a sua assinatura em todas as grandes e médias superfícies instaladas na região. A sua linguagem rodeou habilidosamente as perguntas do “sim ou não” a mais grandes espaços, critica as propostas do seu adversário e fala de limpeza e higiene… o que para bom entendedor…
Macário e Apolinário, são parte destes planos. Um, acabou de dar a machadada no comércio local da cidade em que ainda é presidente e outro, longe de se demarcar destes planos, até já autorizou mais 10.000 m2 ao Forum Algarve e tem em carteira mais espaços no estádio S. Luis, no Vale da Amoreira e no MARF.
Quanto à baixa, ninguém ouviu aos candidatos a voz de compromisso com um plano concreto. O que os comerciantes sabem é que os grandes espaços estão em situação de facto consumado, enquanto o Aliança está fechado, o ATRIUM implodiu, as lojas Martinez estão em dificuldades havendo o risco de mais espaços abandonados. É a impotência total!
E só faltam mais 45 dias para o acto eleitoral e a palavra de ordem é resistir até lá. Depois é aplicar as regras que tão bem têm funcionado.
Aos comerciantes só lhes resta abrirem os olhos, libertarem-se dos grilhões propagandísticos que vos amarram o pensamento e agirem.
Este é o momento para exigirem reuniões com as direcções das associações e obrigá-las a formularem um programa reivindicativo e apresentá-lo a todos os candidatos para que se pronunciem e dêem respostas.
Ou ficam paralisados à espera da morte ou agem, porque o próximo mandato determina a asfixia completa. E este passo é tão simples!
Luis Alexandre
de Teodomiro Neto foto de Wolfgang Stumpf
A decadência da baixa de Faro, como as das outras cidades médias no País, são uma consequência de actos planeados, desenhados a régua e esquadro, e executados num rigor milimétrico em fases sucessivas.
Por trás destes planos, estão os investidores com e sem rosto, cuja força financeira lhes dá robustez para contratarem os melhores pensadores, planeadores e juristas, que definam cada passo, sem pressas, para o sucesso do objectivo final.
Não faltando o dinheiro, cada um nos seus papéis preparam a rectaguarda, tratam do enquadramento legal de suporte, segredam as letras de Lei e a orientação dos investimentos públicos locais e nacionais e não deixam ao acaso o trabalho de formação da opinião pública, factor imprescindível.
A massa pública em geral é trabalhada pela massa publicada, que rapidamente convence das inúmeras vantagens, validadas pelo discurso político da inevitabilidade.
Entre a opinião pública contam-se os concorrentes visados dos pequenos e médios negócios, para os quais são criados programas específicos. Sabendo que estão devidamente enquadrados nas diversas associações, é preciso assegurar que sejam dirigidos por “boas mãos” e procurar dar a estas mãos cobertura jurídica de argumentos, conduzindo pacientemente o rebanho para o desalento, para o abandono da actividade, para o endividamento natural até à falência, para a reforma antecipada ou para a via alternativa de se entregarem aos abusos e à rapinagem do esplendor do grande espaço.
A baixa de Faro é uma das vítimas destes planos, estes sim, sustentados, como também são sustentados o desinvestimento público nas áreas que são precisas cercar. Fazendo cair um a um os comerciantes do perímetro exterior, reduz-se o leque de resistência e o alento de quaisquer forças de reacção.
Na execução destes planos não há inocentes!
Nas suas diferentes etapas, os seus diferentes interventores, nos diferentes níveis de responsabilidade, sabiam que o caminho era este.
A última abordagem de Macário Correia ao tema baixa de Faro, com recurso a “especialistas”, constituiu mais um acto de farsa eleitoral, quando estamos perante uma figura que no seu percurso na AMAL/CIA, apôs a sua assinatura em todas as grandes e médias superfícies instaladas na região. A sua linguagem rodeou habilidosamente as perguntas do “sim ou não” a mais grandes espaços, critica as propostas do seu adversário e fala de limpeza e higiene… o que para bom entendedor…
Macário e Apolinário, são parte destes planos. Um, acabou de dar a machadada no comércio local da cidade em que ainda é presidente e outro, longe de se demarcar destes planos, até já autorizou mais 10.000 m2 ao Forum Algarve e tem em carteira mais espaços no estádio S. Luis, no Vale da Amoreira e no MARF.
Quanto à baixa, ninguém ouviu aos candidatos a voz de compromisso com um plano concreto. O que os comerciantes sabem é que os grandes espaços estão em situação de facto consumado, enquanto o Aliança está fechado, o ATRIUM implodiu, as lojas Martinez estão em dificuldades havendo o risco de mais espaços abandonados. É a impotência total!
E só faltam mais 45 dias para o acto eleitoral e a palavra de ordem é resistir até lá. Depois é aplicar as regras que tão bem têm funcionado.
Aos comerciantes só lhes resta abrirem os olhos, libertarem-se dos grilhões propagandísticos que vos amarram o pensamento e agirem.
Este é o momento para exigirem reuniões com as direcções das associações e obrigá-las a formularem um programa reivindicativo e apresentá-lo a todos os candidatos para que se pronunciem e dêem respostas.
Ou ficam paralisados à espera da morte ou agem, porque o próximo mandato determina a asfixia completa. E este passo é tão simples!
Luis Alexandre
Carros abandonados pela Cidade de Faro. ( olhando para o exemplo do Porto)

CMP já removeu mais de 500 carros abandonados da via pública
Como proceder legalmente:
Hoje, é possível remover da via pública e notificar os respectivos proprietários no prazo máximo de 10 dias após conhecimento da existência de veículos com sinais de inutilização ou em visível estado de deterioração. Os proprietários poderão reaver os seus veículos se no prazo de 45 dias após a notificação enviada pela CMP reclamarem a sua posse, mediante a apresentação de requerimento no Gabinete do Munícipe e procedendo ao pagamento das taxas respectivas. Findo o prazo de 45 dias, e nas situações em que o proprietário nada disser, os veículos são considerados abandonados a favor do município e é dada ordem de desmantelamento.
mais aqui
Palavras para quê?
É o macarismo descarado e desesperado a tentar tomar conta de ADF.Este post nem é completamente falso,porque os carros existem,nem é verdadeiro.Retrata os valores ético-políticos de quem está por detrás desta iniciativa de criação de um facto político penalizador, para o actual poder autárquico farense.Era tão fácil esclarecer o assunto, mas eles querem é manipular para confundir e até parece que vale tudo.Eu já contactei telefonicamente a Ambitrena e garantiram-me já terem recolhido cerca de 800 viaturas em Faro.Também me garantiram que,por falta de espaço disponível,há um compasso de espera relativamnte à recolha de viaturas já identificadas na nossa cidade.
Confirmaram + - o que o anónimo das 12.35 AM Agosto 21 comentou neste blog.
Viva Faro. anónimo
Boas.
Gostava de saber quem são os donos da Ambitrena. Na minha opinião um dos maiores escândalos de clientelismo politico disfarçado de ambientalismo.
Só por curiosidade os 800 carros foram retirados de Faro ou do concelho de Faro?
É que existe uma grande diferença entre roubar carros que estão debaixo das Alfarrobeiras dos donos e andar a retirar carros abandonados, cujos donos foram devidamente notificados, das ruas.
Zé.
Ria Formosa: Requalificação da marginal de Cabanas é o próximo passo

A requalificação paisagística da marginal de Cabanas, que inclui um passadiço com cerca de 800 metros suspenso sobre as águas da Ria Formosa, é o próximo passo do programa Polis Litoral, que investiu no primeiro ano 3,5 milhões de euros. O anúncio foi feito durante o balanço desta fase inicial da requalificação da Ria Formosa, em cerimónia realizada terça-feira no moinho de maré do parque natural, com a presença do ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia. Segundo Valentina Calixto, responsável da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, a obra naquela freguesia de Tavira vai avançar nas próximas semanas, tendo um prazo de execução de 10 meses. 2,11 milhões de euros vão ser gastos nesta empreitada, cuja grande novidade será a construção de um passadiço de 800 metros, assente em estacas tubulares e suspenso sobre as águas da Ria Formosa, para circulação de peões, evitando que percorram a estrada marginal, driblando os automóveis em circulação ou estacionados. A reorganização da faixa de rodagem e sua repavimentação com calçada, a plantação de árvores e arbustos ao longo da Avenida Ria Formosa e Rua da Fortaleza e a colocação de mobiliário urbano são outras das obras previstas.
"... Até final do ano, com o arranque da intervenção em Cabanas e outros projectos, serão gastos mais 7 milhões de euros. No total, até 2012, o investimento global será de 87,5 milhões de euros..."
"... O ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, admite alguma “celeuma” por causa das intervenções no terreno, mas afirma que tudo será feito como está delineado. “Está tudo delineado e aprovado, quer pelo governo quer pelas câmaras. Tudo o que se faz, quando se faz, é polémico, mas isto foi discutido e reflectido. Pode haver celeuma, mas há uma linha de rumo e tudo se fará como acordado”, disse. Nunes Correia acredita, contudo, que as populações que habitam na Ria Formosa já compreendem melhor os efeitos que o Polis Litoral vai ter na zona depois de estar concluído..." resto aqui
"... Até final do ano, com o arranque da intervenção em Cabanas e outros projectos, serão gastos mais 7 milhões de euros. No total, até 2012, o investimento global será de 87,5 milhões de euros..."
"... O ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, admite alguma “celeuma” por causa das intervenções no terreno, mas afirma que tudo será feito como está delineado. “Está tudo delineado e aprovado, quer pelo governo quer pelas câmaras. Tudo o que se faz, quando se faz, é polémico, mas isto foi discutido e reflectido. Pode haver celeuma, mas há uma linha de rumo e tudo se fará como acordado”, disse. Nunes Correia acredita, contudo, que as populações que habitam na Ria Formosa já compreendem melhor os efeitos que o Polis Litoral vai ter na zona depois de estar concluído..." resto aqui
Quarta-feira, Agosto 19, 2009
Em forma de recado. Aqui também não se safam (para todos)

«Os blogues são uma boa coisa, a blogosfera (política) está muito má. Má, intriguista, mesquinha, superficial, amiguista e revanchista, muito longe do país, que desconhece, muito longe da vida, que não vive, dominada por preocupações de carreira e sucesso, cheia dos vícios que tinha e tem o jornalismo, mais os das jotas. As excepções confirmam a regra, as vozes sensatas e limpas, sejam lá de que posição forem, de direita ou de esquerda, socialistas ou social-democratas, comunistas ou bloquistas, são cada vez menos, num ambiente dominado pela intriga e pela intriga intra-partidária. Hoje fazem-se blogues destinados a “colocar” pessoas sob a atenção dos partidos, e para “gerir carreiras” em base tribal, uma especialidade das jotas que antes era feita de forma mais rudimentar. Numa frase: os vícios das redacções e das jotas partidárias emigraram para os blogues políticos com imenso furor...... e com grande complementaridade. Que aliás já há muito tinham, num contínuo entre políticos “a fazerem-se” no tradeoff mediático e jornalistas no jogo da promoção de grupos de amigos dentro e fora das redacções. A isso há que somar o crescente papel que agências de comunicação e de marketing têm na blogosfera e nas suas duas ramificações mais na moda, o Twitter e o Facebook, fazendo “propaganda viral”, fazendo circular boatos e “interpretações”, sugerindo escritas e incentivando amizades e ódios. Nada disto é novo, existia em qualquer café de província, incluindo em Lisboa. A diferença é que muita gente é iludida pela novidade tecnológica do meio e esquece-se de que, na Rede, se se mete lixo, sai lixo. Ah! e convém não esquecer o trabalho dedicado e profissional de assessores governamentais que criam falsos blogues para disseminarem “análises”, boatos, informações escolhidas a dedo, dotados de arquivos e meios a que nenhum particular tem rápido acesso, como nenhum particular tem tempo para esse trabalho, 24 horas sem parar. E espero, espero mesmo, que não haja gente dos serviços de informação também nos combates blogosféricos, nas caixas de comentários, em blogues, usando todos os recursos e potencialidades da desinformação. Isto pode parecer conspirativo, mas não é. Há muitos idiotas úteis nos blogues mas alguma gente sabe que é assim e que o segredo é a alma do negócio, porque, em muitos casos, é negócio mesmo. Mas o Muito Mentiroso, o primeiro blogue que fazia parte de uma operação de desinformação a pretexto do caso Casa Pia, deixou escola. E quem denuncia este “estado” da blogosfera política com clareza, ou seja, faz o exercício crítico que a blogosfera prometia nos seus inícios, é atacado por todos os lados. Se houvesse uma campainha como a que matava o Mandarim na longínqua China, haveria listas de espera para tilintar a sineta invisível. É sempre assim quando, mais do que uma selva de opiniões abertas, começa a existir uma selva de interesses disfarçados.»(sublinhados originais)
José Pacheco Pereira, Abrupto
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