Sexta-feira, Janeiro 29, 2010

JARDIM ZOOLÓGICO DE CRISTAL DE TENNESSEE WILLIAMS



TEATRO DAS FIGURAS
30 JAN SÁB > 21H30
Duração: 120m
Classificação etária: >12

A obra de Tennessee Williams traz-nos uma galeria de personagens singulares, pessoas que são símbolos embora sofram e vivam como pessoas normais. Partindo de uma narrativa/memória com fortes marcas autobiográficas, Williams inspira-se em Tchekov para nos oferecer pessoas ordinárias que parecem carregar sobre si as angústias, os dilemas, o desejo de felicidade de toda a humanidade.
A escolha deste texto sintetiza todo um programa artístico: o reexercício, por uma equipa jovem, mas com créditos firmados, de um modelo criativo que desafia uma linguagem de aparente verosimilhança e imediatismo mimético para chegar a uma linguagem que ponha em jogo o actor e o espectador português

UM PEQUENO PASSO…


A implantação do IKEA ainda demora, o seu processo negocial decorria sem sobressaltos mas, muitos factores conjugados, incluindo um certo desrespeito pelo sentir algarvio, provocaram a mobilização de várias correntes de opinião.
A discussão, sem precedentes, em volta de mais dois mutifacetados mega espaços da distribuição, no caso, no espaço físico ainda a descoberto do concelho de Loulé, fez levantar um cortejo de vozes que procuram a razão e a avaliação dos impactos, à luz dos interesses de desenvolvimento estratégico da região.
Pela primeira vez no Algarve, estes mega projectos, saíram das fronteiras da análise estreita dos impactos e anseios de um concelho, para ser visto num contexto de implicações regionais.
A prática recorrente da confinação dos procedimentos e decisões numa linha directa investidor/Governo/Autarquia, com aprovação assegurada na CIA/AMAL, foi posta em causa, dadas as assimetrias que provocam nos territórios vizinhos.
Até aqui, o investidor vinha de Lisboa com o sim debaixo do braço e o Algarve calava-se. Alteravam-se todas as ferramentas jurídicas do uso do território para lhe dar justificação. E quando enfrentavam resistências, abatia-se sobre a região a força governamental dos sacrossantos PIN.
O Algarve político, claudicava na racionalidade, privilegiando os ganhos imediatos contra os estragos a médio e longo prazo. Os argumentos do investimento e empregabilidade, sempre inflacionados para consumo popular, não são hoje lineares em função da experimentação.
As correntes do pensamento algarvio, anestesiadas por determinados estilos de política partidária, finalmente perceberam a importância da sua opinião livre e exigência de respeito pelas Leis, que supostamente ordenam o território.
É de saudar esta mudança, que sendo ténue, tem um significado profundo, no momento em que enfrentamos problemas estruturais muito sérios.
Numa análise retrospectiva, quanto aos exíguos fundos provenientes dos vários quadros comunitários, conseguimos mudar pouco mais que o mapa das estradas e equipamentos sociais. O actual QREN, igualmente irrisório, embora com o mérito de vir a ser aplicado em inovação e energias limpas, é de todo incapaz de dar um novo rumo estratégico à estrutura social e económica do Algarve. Também a crise orçamental instalada, retira-nos perspectivas de alcançar uma nova etapa de mudança e poderá até comprometer o prometido. Com esta situação regimental e se o nosso silêncio persistir, o Algarve continuará a marcar passo
O valor intrínseco deste gesto de fazer valer a opinião regional, precisa de continuidade e organização. Com a regionalização ainda nas intenções, os algarvios têm de formular o seu próprio caderno negocial com o Governo e impedir a colonização de organismos e lugares de representatividade parlamentar.
O Algarve, para mudar o seu curso tem de mostrar firmeza, o que não tem acontecido…

Luis Alexandre

Em relação ao cluster comercial de Loulé e à excelente questão colocada por Conceição Branco no Observatório do Algarve "...e a pergunta que vale um milhão de euros é se o autarca de Loulé vai definir uma área de instalação de um cluster comercial, ou se vai ponderar onde se instala um armazém de mobiliário. Pode parecer, mas não é a mesma coisa ..."
Deixo aqui o meu pensamento, ao contrário de alguns pontos de vista pela localização A ou B defendidos por alguns "engravatados" , conforme alguns "pequenos" interesses imobiliários ou como ancoragem para algumas situações já no terreno, o certo é que me parece que a última palavra é do promotor, ainda mais nos tempos que correm.Quanto ao cluster comercial, que imaginação!!, este é uma "mascarinha" é claro que não funciona sem o mel neste caso o IKEA ou outro IKEA do mesmo género, o resto é conversa mole .
adf

Quinta-feira, Janeiro 28, 2010

FARENSES


Farenses,

O que se está a passar com a delimitação do nosso concelho e Loulé é uma vergonha, o silêncio da comissão de negociação é preocupante.Sabiam que os respresentantes de Faro na comissão são o Dr. Virgilio Soares a Senhora veredora nascida em Loulé?
O Dr.Cristovão Norte, ex-verador da C.M.F. é o representante da defesa dos interesses da Freg. de Almancil ( Faro não lhe diz nada), por sua vontade o limite do concelho de Loule terminava na Av.Calouste Gulbenkian.
Vão por favor consultar a documentação que existe no Seminário de Faro e documentação escrita pelo Dr. Almeida Carrapato,
sobre este conflito.
Farenses, o que está em causa são grandes interesses económicos, não vamos permitir mais este roubo ao nosso concelho.
Unidos na " defesa de Faro".

Cheta

O Dr. Norte é nado em Almancil. Isso explica uma parte da história.

O que não se explica e não se compreende é que alguém que reside em Faro há décadas, e que se candidatou a Presidente da Câmara de FARO, que deveria ter mais Faro no coração, venha agora defender os interesses de Loulé.

Sabe-se que não existe decência na política, mas que diabo, pelo menos estivesse, por uma questão de VALORES e COERÊNCIA (como pode ter desejado participar nos destinos do nosso concelho?) deveria ter-se mantido à margem deste processo.

Enfim, Faro sempre acolheu os pobres de espírito, o Norte foi mais dos que vinha no saco.
anónimo


À atenção do administrador do blogue, solicitando uma adenda ao corpo do artigo.

Cito o Sr. "Cheta":

"Sabiam que os respresentantes de Faro na comissão são o Dr. Virgilio Soares a Senhora veredora nascida em Loulé?"

Esta frase, e presumo que o resto do artigo, contem, pelo menos uma incorrecção, a qual atenta contra a verdade e denuncia a falta de isenção de quem escreveu a peça. A vereadora Teresa Correia, representante da CMF na referida comissão não é nascida em Loulé nem tem qualquer ligação familiar ou profissional com aquela bela cidade. A arquitecta nasceu, cresceu, estudou (com excepção do curso de Arquitectura) e sempre desenvolveu a sua actividade profissional em Faro.

Penso que não é demais pedir ao senhor administrador do blog algum zelo nos artigos que publica, nomeadamente na verificação das fontes e acusações que são aqui livremente lançadas.

Obrigado.

Farense atento, próximo da família da senhora vereadora.

Comboio Aventura - Rotas da Ria Formosa. Dois jovens farenses empresários contratualizam com a CP.


Programa do Comboio Aventura, aqui

Jovens empresários contratualizam com a CP

Dois jovens empresários farenses, do turismo de natureza, acabam de contratualizar com a CP três projectos de descoberta de Faro e da Ria Formosa. Bárbara Abelho, da Lands, e Paulo Nugas da Formosamar, em conjunto com a CP, possibilitarão a visita a Faro, através dos comboios regionais, de jovens de escolas e seniores de todo o Algarve.
O pacote turístico, com bilhete único, envolve visitas à cidade, passeios de bicicleta, visitas a museus, passeios pela ria, tudo incluindo almoço. Trata-se de uma iniciativa, como afirmado, de jovens empresários que começam a surpreender e a dar nexo a um nicho de turismo importante para Faro.
Consolida-se assim uma mais valia da cidade, até aqui entregue aos serviços. Uma nova economia de escala abre-se à cidade, pelo meio de um conjunto de jovens empresários formados na Universidade, outros conhecedores das potencialidades da cidade neste domínio.

Viegas Gomes

Apontadores


Portas abertas para o IKEA(só loja!) se instalar em Faro(Marf)... aqui

OE2010: Macário Correia apela ao Governo para clarificar manutenção da Via Infante sem portagens.

OE2010: Macário Correia preocupado com "desinvestimento" no Algarve, PS diz que região ganha no todo.

FARO: PSP faz mega-operação e 'estraga' casamento cigano

Reunião entre António Barão e Macário Correia deixou apenas uma definição: o Estádio de São Luís é municipal. Dirigente diz que possíveis compradores vão apresentar propostas.
O desfecho da reunião de quinta-feira, entre o presidente do clube da capital e o edil farense, parece ter criado conclusões divergentes. Se, por um lado, Barão mostra-se optimista sobre a 'salvação' do Farense, Macário Correia espera para ver. mais aqui

Loulé e Olhão vão apostar nos bombeiros profissionais

Projecto da Sé chumbado

Quarta-feira, Janeiro 27, 2010

CONFERÊNCIA POR ANA TOSTÕES - EXPOSIÇÃO MODERNO AO SUL - ARQUITECTURA MODERNA DE MANUEL GOMES DA COSTA


O Algarve mais seguro. A confiança de Miguel Freitas!


"...Mas temos de estar atentos aos novos sinais. Há uma distância a percorrer entre a matemática dos números e o sentimento das pessoas. Há menos crimes, mas há maior exposição pública da sua violência..."

"... O Governo deu um sinal claro, reconhecendo a necessidade de uma resposta integrada, no domínio do combate à imigração ilegal e ao tráfego humano, na prevenção e investigação do crime, na protecção civil. Um sinal mais que oportuno, um sinal feliz.

Para que o Algarve seja sempre um destino seguro e uma terra de bom acolhimento para aqueles que cá querem viver. É preciso ter confiança..." a entrevista aqui

A perfumaria Ellora na R.Rebelo da Silva sofreu recentemente o segundo assalto(2 assaltos em 2 meses), levaram quase tudo, parece que já não vai abrir, se antes as lojas fechavam por questões financeiras agora também fecham por falta de segurança, e a baixa de Faro não é o pior cenário... adf

Terça-feira, Janeiro 26, 2010

Dúvida do dia!!!




Boa tarde!

Sendo este blog, um ponto de encontro de pessoas, das mais variadas áreas do conhecimento técnico e geral, deixo aqui estas duas fotografias para tentar ver esclarecida a razão destas perfurações, trata-se do recinto de jogos da Escola Secundária Tomás Cabreira.

Muito obrigado.

João Rosa

Guerra de números.Quem tem razão?



Turismo: 2009 foi o pior dos últimos quinze anos no Algarve - Associação dos Hotéis e Empreendimentos do Algarve (AHETA). aqui

Turismo: Bernardo Trindade contraria hoteleiros e diz que 2009 foi "quarto melhor registo de sempre" aqui

Juca & Zeca


A NOVIDADE DA ABSTENÇÃO CONSTRUTIVA


Classificação morfossintática:
- [abstenção] substantivo fem singular .
Sinônimos: privação renúncia desistência abdicar
Passada a grande provação do ano de 2009 e com o esperado agravamento dos factores de crise em 2010, o regime, em crise de confiança, procura um novo fôlego e reorganiza-se em torno da oportunidade que está por detrás do Orçamento de Estado.
O embaraço político anda à volta da melhor linguagem para anunciar as medidas de contenção do deficit e quem as vai pagar, e não da questão do acordo que une os partidos e a sua inevitabilidade.
Cavaco Silva, pressentindo o perigo social e necessitado de lavagem de imagem e ânimo para a corrida presidencial, montou o seu papel de mediador, lançando o alerta aos partidos em que mais confia, porque a distracção ou a dissensão podem ser fatais.
A situação excepcional que vivemos, com dois terços do país mergulhado em problemas com base na implosão do sistema financeiro, de que nenhum político eleito está impune, requer medidas excepcionais que exigem a teatralização para esconder que os principais órgãos de poder estão unidos no essencial, no caso, à volta do OE e das linhas políticas para o desenrolar do ano.
Disseram Sócrates e seguidores, que não governariam com o programa dos adversários mas, a gravidade da situação e as suas saídas impuseram o consenso, através da habilidade da abstenção construtiva, isto é, negociada, para a salvação conjunta.
A queda do Governo era a queda da oposição e seria um exercício político de marcar passo. A oposição, que sabe não ter condições internas nem o apoio da sociedade para governar, refugia-se na esperteza de “não querer provocar uma crise política”, porque, perante eleições, pagavam o seu custo e veriam saltar uma maioria reforçada do PS.
Sócrates, que conhece as fragilidades dos adversários, enfrentou-os e resistiu a dois actos eleitorais, os que diziam respeito directo ao país e ganhou-os, mais por descrédito da oposição do que pela confiança nas suas políticas. Jogou uma vez e voltou a jogar, sabendo que os adversários não tinham fuga.
Com este acordo, mascarado de oposição construtiva, o país vai ser governado pelas políticas do sufrágio tripartido e o poder efectivo nas mãos do PS.
O presidente da República, o Governo e os partidos da ordem, numa conjugação de interesses, tentam desviar as atenções da população sobre a crise do país, centrando-as no papel do OE, como instrumento vital para a confiança dos especuladores internacionais e cura dos males nacionais.
O objectivo do acordo possível em volta do OE, é fazer passar a mensagem de que o país está à beira do abismo e precisa de tranquilidade, trabalho, sacrifícios, com perda de qualidade de vida e confiança nas instituições.
Quanto aos outros partidos do arco colegial, afastados do acordo, vão continuar a infindável tarefa de quererem apenas adocicar o sistema…

Luis Alexandre

Défice vai ser reduzido à custa dos salários e do investimento

Segunda-feira, Janeiro 25, 2010

Finalmente!


A Rua do Bocage a ser arranjada. Desde
sempre esta foi uma rua "abandonada" da Cidade de Faro.

VISITA A OBRAS E A EQUIPAMENTOS NO CONCELHO


O Presidente da Câmara Municipal de Faro, José Macário Correia, promoveu no passado dia 23 de Janeiro, uma visita a obras e equipamentos que estão em curso no concelho, acompanhado pelos membros que compõem a Assembleia Municipal, directores de departamento e chefes de divisão da Autarquia.
Esta visita reflecte a política de proximidade e o espírito de equipa que o executivo está a promover, permitindo aos dirigentes adquirir um conhecimento aprofundado da realidade do concelho.
No total, foram visitadas 5 obras dispersas por todo o concelho, tendo sido também apresentado, no MARF, o Plano de Pormenor do Guilhim, o projecto geral do outlet e do plano que está em curso para os terrenos do município que se localizam no Medronhal.
A visita teve início com a deslocação à ETAR Nascente (Salgados) que é propriedade das Águas do Algarve. Esta infra-estrutura, erigida nos anos 80, e é neste ponto que se processo o tratamento dos efluentes. Está prevista a requalificação desta ETAR que tem capacidade para servir 87 mil habitantes e assistir a Faro, Conceição, Estoi e São Brás de Alportel.
A visita seguiu depois para a Creche e Jardim de Infância da Penha, que é uma obra da responsabilidade da autarquia e que teve início em 2005.Este equipamento encontra-se em fase final de construção e está orçado em 841 608,59€. Esta obra conta com a comparticipação de fundos comunitários, o que impõe que a gestão fique afecta a uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Com três salas em creche e 4 salas na valência de jardim de infância, pode receber um total de 108 crianças.
Bem próximo da creche localiza-se o Pavilhão Gimnodesportivo de Faro. Este equipamento desportivo tem mais de 75% dos trabalhos concluídos, mas um diferendo jurídico entre a Câmara Municipal de Faro e a empresa Habipro (responsável pela sua construção) tem travado a conclusão do mesmo. Neste momento, a empreitada encontra-se suspensa, a Habipro intentou três acções judiciais contra o Município, cujos pedidos perfazem 2 232 316,07€. Entretanto, a empresa iniciou um processo de insolvência cuja declaração foi recusada pelo Tribunal. Trata-se de um processo intrincado que o Município está a diligenciar resolver com premência.
A visita seguiu em direcção ao Mercado Abastecedor da Região de Faro (MARF), local onde foi apresentado o Plano de Pormenor (PP) do Guilhim e o projecto geral do Algarve the Style Outlets.
No que a este último diz respeito, foi dada conta da intenção da NEINVER (2.º maior operador de outlets da Europa) em construir em terrenos do MARF, numa área de 97 636m2, um centro comercial em regime de outlet. Com esta nova infra-estrutura, a NEINVER prevê a criação de 1500 a 2000 postos de trabalho e pretende a captação de investimento, reabilitação e criação de malha urbana ordenada, inovadora, com preocupações ambientais e arquitectónicas de referência.
O avanço da construção do outlet não implica a conclusão do Plano de Pormenor da Zona Empresarial do Guilhim (PP ZEG), que está neste momento na sua fase inicial de elaboração. O PP ZEG incide sobre uma área com aproximadamente 140 hectares, dos quais 63 correspondem a solo urbano. O PP ZEG vai servir de base à execução das infra-estruturas necessárias que viabilizem a ocupação daquela área, bem como, controlar a localização aleatória de grandes superfícies comerciais que a Via do Infante tem tendência a potenciar. Com a elaboração deste plano, estaremos a possibilitar a criação de um espaço comercial/industrial devidamente infraestruturado no concelho de Faro e passível de ser ocupado por empresas que pretendam (re)localizar os seus serviços a curto/médio prazo.
Para a elaboração do plano foi definido um prazo de 19 meses decorrendo actualmente o período de participação preventiva.
Já na fase final da visita, seguiu-se para a freguesia de Montenegro, onde estão a decorrer as obras do Clube Equestre e de Lazer de Faro - Equinostrum. Trata-se de um empreendimento o privado, inovador e que pretende marcar a diferença na oferta turística do concelho Está a ser implantado no extremo Norte do Parque Natural da Ria Formosa e enquadrado pela ribeira de Marchil a Nascente e pela ribeira do Biogal a Poente, integrado num espaço rural, num ambiente de natureza e sem ruídos, com acesso ao Ludo e ao Pontal, áreas propícias a passeios.
Todas as actividades do Equinostrum serão desenvolvidas num espaço aberto, verde, limpo e agradável, com arranjos exteriores que respeitem o enquadramento paisagístico e ambiental que caracteriza a zona.
A obra encontra-se em fase adiantada de adaptação, no entanto, os proprietários não avançam com datas para a sua entrada em funcionamento.
Para finalizar fez-se uma breve paragem na Associação Hípica do Bié, colectividade sem fins lucrativos, que tem por objecto o fomento da prática equestre, actividades recreativas, organização de provas equestres, construção, gestão e exploração de equipamentos desportivos e similares de hotelaria e ensino equestre e que funciona há cerca de 20 anos.
No sentido de criar melhores condições para a prática do desporto equestre, acolhimento de crianças no âmbito das férias desportivas, quer ao abrigo de Protocolo com a Câmara Municipal de Faro, quer com instituições particulares, e também melhorar as instalações do cavalos, pretende esta Associação levar a cabo obras de melhoramento do seu espaço, nomeadamente a construção de um picadeiro coberto e nova cobertura das boxes existentes.
A próxima visita irá realizar-se no final de Março em data a divulgar.

Os nossos apontadores e sugestões - o comentário


Teatro das Figuras - Faro
Fotografia de Ruben Gaspar

The Legendary Tigerman: Teatro das Figuras super lotado. BRAVO!!!
Todos os apontadores são muito bons.
anónimo

boas notícias para Faro e para o Algarve.


foto de Luís Rosa
A transportadora aérea açoriana SATA vai inaugurar, no início do Verão, uma nova rota entre Ponta Delgada, Funchal e Faro, que será assegurada pelos novos aviões Bombardier Dash Q400, o primeiro dos quais será entregue segunda-feira em Toronto, Canadá.
Esta nova ligação, que será realizada duas vezes por semana, terá partida e chegada no mesmo dia em Ponta Delgada, permitindo a ligação entre os Açores, a Madeira e o Algarve”, revelou uma fonte da SATA, em declarações aos jornalistas nesta cidade canadiana.
A SATA recebe segunda-feira, numa cerimónia na fábrica da Bombardier, em Toronto, o primeiro dos quatro Dash Q400 NextGen que adquiriu, num investimento de 74 milhões de euros.
Este avião deverá chegar a Ponta Delgada no final do mês, prevendo a SATA que o processo de certificação permita que comece a operar no final de Fevereiro.
Os quatro aviões adquiridos pela SATA deverão estar todos a voar até ao fim do primeiro semestre deste ano, substituindo os actuais aviões ATP.
Os novos Dash Q400 NextGen adquiridos pela transportadora aérea açoriana vão operar nas ligações entre as ilhas do arquipélago dos Açores, nas rotas entre os Açores, a Madeira e as Canárias e na ligação entre os dois arquipélagos e o Algarve que começa a operar “no início do Verão”.
A renovação da frota da SATA Air Açores começou no ano passado com a chegada de dois Bombardier Q200, que substituíram o Dornier que a empresa utilizava nas ligações para as ilhas mais pequenas.
No quadro da renovação da frota da SATA, os dois Q200 vão assegurar as ligações entre o Funchal e Porto Santo e as rotas que servem as ilhas com menor procura no arquipélago dos Açores, nomeadamente para o Corvo, a mais pequena ilha açoriana.

in Região Sul

Domingo, Janeiro 24, 2010

O MANDATO

O Executivo do nosso Município, organizou no passado sábado, dia 23 de Janeiro, uma visita de autarcas, às obras em curso no nosso concelho.
Obras lançadas pela Câmara Municipal de Faro, no domínio de anteriores administrações, e que, em termos de execução, se vão agora aproximando do seu terminus.
Obras, que são nossas, enquanto cidadãos e eleitores deste concelho.
Utilizando uma manhã de sábado, e um autocarro camarário colocado, pelo município, à disposição dos autarcas e dos técnicos, visitámos, ao longo da manhã, sensivelmente entre as 9 e as 13 horas, as instalações da ETAR, a Creche Municipal da Penha, o Pavilhão Desportivo, o local onde funcionará o Outlet de Guilhim, o terreno Municipal do Medronhal e dois projectos ligados à equitação (Equinostrum e Associação Hípica do Bié) localizados na freguesia do Montenegro.
Estiveram presentes apenas cinco, dos nove elementos do Executivo Camarário.
Quanto aos membros da Assembleia Municipal, fomos muito poucos os que estivemos presentes.
De realçar, desde logo, e em primeiro lugar, a presença do Presidente da Assembleia Municipal, que acompanhou activamente todo o percurso, com participação activa na visita, dando mostras de uma responsabilidade e de uma maturidade democrática, que não pode deixar de ser assinalada e aplaudida.
Triste e lamentável, o comportamento daqueles membros do Executivo Camarário, e da Assembleia Municipal, que, por livre opção, não quiseram estar presentes.
Ao virarem as costas a iniciativas deste género, em que o Executivo Camarário procura dar conta do andamento das obras municipais em curso (todas elas lançadas, e em grande parte executadas, pelo município, no âmbito de anteriores administrações) os autarcas eleitos ofendem directamente os seus eleitores.
Trata-se, efectivamente, de um “virar de costas” a quem os elegeu.
Tal atitude, enquanto opção voluntária, significa um profundo desprezo pelo Mandato que lhes foi conferido pelo eleitorado.
É, manifestamente, uma grave ofensa aos eleitores do seu concelho.
E essa atitude ainda se reveste de maior gravidade, se esses autarcas tiverem a pretensão de se voltar a candidatar aos órgãos municipais, ou seja, se têm em mente voltar a pedir ao eleitorado que lhes reafirme a sua confiança, e lhes confira outro Mandato.
Facilmente se depreende do seu comportamento, e da sua postura, que a sua intenção está longe do espírito de serviço, que deve pautar o comportamento do autarca.
Ao assim procederem, dificilmente deixarão de convencer os eleitores de que o seu lema está mais próximo do servir-se, do que de os servir.
Com efeito, que outra interpretação deverá ser dada relativamente a esta postura e a este comportamento, de absoluta demissão dos seus deveres para com o eleitorado?
Tenho defendido, à saciedade, uma outra postura, relativamente à política autárquica.
Não é, deste modo, que responderemos com eficácia e responsabilidade, à esperança de quem nos elegeu.
Todos nós, autarcas, fomos eleitos por sufrágio directo, emanando os nossos mandatos directamente, sem quaisquer intermediários, dos eleitores do nosso concelho.
Constitui uma atitude de pouca consideração para com o eleitorado considerarmos que existem equipas diferenciadas de eleitores, e de eleitos, com cores e emblemas diferentes, como se a boa gestão do nosso concelho não fosse a suprema aspiração de todos nós.
Como se os bons, ou maus resultados das políticas aplicadas, não nos beneficiassem, ou prejudicassem, a todos.
Quando assumiremos, com responsabilidade, o mandato autárquico que nos foi conferido?
O Sr. Presidente da Assembleia Municipal deu um exemplo de maturidade democrática, que não posso deixar de realçar, de pôr em evidência e de aplaudir.
Eu sujeitei-me ao sufrágio popular para ocupar aquele mesmo lugar, que ele hoje ocupa.
Mas isso é passado. Aconteceu no âmbito da salutar disputa eleitoral, já há muito terminada.
Ele é, actualmente, o Presidente da Assembleia Municipal do meu concelho.
Ele é, agora, o meu Presidente, de cuja prática e actuação ontem me orgulhei, e a quem, com toda a lealdade, confio as minhas opiniões, que são, muitas vezes, diferentes das suas.
E ele, reconhecendo essa lealdade, e tendo sempre em atenção o supremo bem do nosso concelho (que é o que verdadeiramente importa) ouve-me e escuta-me, apoiando ou contrariando as minhas ideias, consoante o seu pensamento.
E com essa mesma lealdade teremos, todos nós, que interagir com o Executivo Camarário do nosso concelho, que necessita da nossa contínua colaboração, traduzida, desde logo, na nossa presença e na nossa activa participação.
Colaboração e participação, que não têm, necessariamente, que significar concordância, mas sim, necessariamente, um esforço interessado na gestão pública do nosso Município.
Vamos continuar a assistir, até se esgotarem (pelo decurso do tempo) os mandatos conferidos pelo eleitorado, a este comportamento triste e lamentável dos que “viram as costas” propositadamente?
Vamos continuar a ter, entre nós, um conjunto de “amuados”.
E o nosso concelho? E o eleitorado que nos elegeu a todos? Não nos importa?
E o compromisso de serviço que assumimos em função da nossa cidade, do nosso concelho, dos nossos eleitores? Está esquecido?
E o juramento que prestámos aquando da nossa Tomada de Posse, em que nos comprometemos a trabalhar todos, afincadamente, pelo nosso concelho e pelos seus habitantes? Foi pura conversa?
Como poderemos encarar aqueles que confiaram, e votaram, em nós, procedendo dessa maneira?
A nossa pequenez vai perpetuar-se, com comportamentos deste teor, ao nível da clubite e da partidarite?
Na discussão dos interesses do nosso concelho não podemos, nem queremos, prescindir de ninguém.
Queremos todos, porque o concelho precisa de todos os seus autarcas eleitos, sem excepção.
No passado sábado, nos locais de obra que visitámos, após a apresentação técnica de cada uma das situações, foi aberto o debate.
Perguntou-se se havia dúvidas, se havia perguntas, se havia sugestões.
Criou-se o ambiente saudável e propício para questionar, para dissentir, para aplaudir, enfim, para tudo o que os autarcas entendessem dever dizer aos técnicos do Município, e ao seu Executivo.
Um Executivo Camarário de nove elementos, ali presente apenas na pessoa de cinco dos seus membros.
E uma Assembleia Municipal, órgão deliberativo e fiscalizador da política autárquica, cujo número de membros presentes não preenchia os dedos das duas mãos.
Que desconsideração para quem nos elegeu, para quem colocou em nós todas as esperanças para quatro anos de gestão de um concelho.
Eu tenho uma secreta esperança de que esta situação se venha a inverter, e que nós, os autarcas, ganhemos o senso da responsabilidade, trabalhando todos, lado a lado, pelo engrandecimento do nosso concelho, tendo por fundo apenas a bandeira do nosso município, demonstrando, assim, um profundo respeito pelos que nos confiaram o Mandato Autárquico.

Jorge Leitão

Apontadores e sugestões


Sábado, Janeiro 23, 2010

O MINISTRO BOMBEIRO


Portugal é assim, esta lástima, de vermos um ministro sentado na frente de residentes estrangeiros, prometendo-lhes aquilo que recusou aos cidadãos nacionais.

Antes das proporções calamitosas com os assaltos violentos a cidadãos estrangeiros, todas as queixas, particulares e de associações, esbarravam na pouca vergonha sintonizada das autoridades, de que "os números eram normais", como se a insegurança fosse um fenómeno normal.

Anos a fio e com maior incidência no inverno, ocorreram diariamente largas dezenas de assaltos só em Albufeira e, possivelmente, centenas no conjunto do Algarve, pondo em causa a segurança de pessoas e bens, sendo estes desvalorizados despudoradamente, deixando os queixosos num estado de revolta ou na indiferença de nem apresentar queixa, para não continuarem a encher de papéis inúteis, os caixotes de lixo.

Governadora Civil, deputados, a CIA/AMAL, presidentes de Câmaras e dirigentes de todas as cores e instâncias, silenciaram o crescendo da insegurança e agora vêem-se obrigados a enfrentar o repúdio do estilo descuidado como deixaram chegar a situação ao extremo.

O que o ministro Rui Pereira e os seus seguidores regionais não conseguem apagar, é o facto de terem contribuído decisivamente para o deteriorar da imagem de uma região, que a braços com uma crise económica e social sem precedentes, ainda viram ser contestada internacionalmente, uma das suas mais-valias, a segurança.

O tempo dirá, se as medidas e reforços prometidos serão eficazes e conseguem convencer, todos quantos desconfiam do habitual laxismo das autoridades. Mais passos em falso, e terão criado um problema de efeitos devastadores.

Ao ministro, fica o recado de que os algarvios não esquecem os episódios dos últimos três anos de deixa andar...

Luis Alexandre

Era preciso a alteração do código penal. Enviar mais efectivos para a região é tapar o sol com a peneira. As desculpas do excesso de papelada e outras que tais não vão tardar.
Sempre ouvi dizer que quantos mais são menos fazem.
anónimo

Este artigo de Luís Alexandre publicado no Observatório do Algarve também merece uma leitura, aqui

Cristóvão Norte - o Comentário


Cristóvão Norte defende Loulé
na disputa de terrenos com Faro
clicar
aqui

Por sinal este jovem não é filho do Dr. Cristóvão Norte ex vereador, ex deputado e ex Presidente da Concelhia do PSD deste concelho e igualmente ex candidato a Presidente do Município de Faro contra o Luís Coelho augurando-se grande defensor da cidade que o acolheu mas que por ironia do destino a verdade é como o azeite e hoje representa o município de Loulé na comissão que tenta resolver a clarificação do ordenamento do território entre Faro e Loulé criada com o actual presidente, não é que agora defende com unhas e dentes a expansão do município de Loulé, pois considera a zona da Sumol como território louletano e muito mais.
É destes grandes farenses que a malta gosta, os verdadeiros farenses deviam meditar e pensar um pouco nestas coincidências ou não estejamos perante um velho ditado; tal pai tal filho.

UM PENSADOR

Por tudo o que representou como politico e como jurista nunca podia aceitar ser defensor de uma das partes, sabemos que é Louletano de nascença mas foi em Faro que se notabilizou como politico e fazendo crer que era um defensor desta cidade, mas quando escreve artigos para jornais e manda outros publicá-los com o nome destes demonstra todo o seu carácter e este episodio é mais uma das facetas bipolares que sempre apresentou mas que muitos não queriam acreditar, fiquem descansados que Faro está cheio destes defensores almirantes da cidade sobretudo quando algo novo se advinha que pode dar crescimento ao concelho.Verdadeiros Farenses tenham atenção o próximo ataque vai ser feito ao nosso clube andam a preparar a golpada final mas desta vez vão ter azar.
anónimo

Jack Soifer dia 29 Janeiro às 17:30 na RTA em Faro.


Jack Soifer lança em Faro obras sobre crise e turismo
Duas obras do consultor internacional especializado em Turismo, Jack Soifer - uma sobre como sair da crise e outra sobre o futuro do Turismo - vão ser lançadas dia 29 Janeiro em Faro.

A cerimónia acontece no auditório da Entidade Regional do Turismo do Algarve às 17:30 horas. Conta com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade.

“Como sair da crise – Algarve e Alentejo” e “O futuro do Turismo” são os títulos das referidas obras de Jack Soifer, que nasceu no Rio de Janeiro, licenciou-se em administração de empresas e educação na Suécia, e trabalhou para a UNESCO em vários países do Mundo.

“Como sair da crise – Algarve e Alentejo”, terá apresentação pelo presidente da Associação Empresarial da Região do Algarve (NERA), Vítor Neto. A obra “O futuro do Turismo” será comentado pelo presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas.

Jack Soifer, é um consultor internacional na área do Turismo, que tive o prazer de conhecer há cerca de ano e meio atrás.
Através de simples conversas, leitura das sua crónicas, e estudo dos seus livros, se percebe que é uma pessoa que sabe mais de Turismo e de acolhimento aos visitantes, do que qualquer diplomado publico ou privado que dirija esta actividade no nosso País.
È uma mais valia para o Algarve, o facto de aqui residir e trabalhar a maior parte do tempo, promovendo palestras e conselhos úteis para grandes e pequenos investidores.
Quem puder assisitir, e que trabalhe na área do Turismo, só tem a ganhar.
Digo isto sem qualquer interesse pessoal, pois não estou ligado à sua pricipal área de actuação - O Turismo.
Ferreira

Sexta-feira, Janeiro 22, 2010

Cristóvão Norte não se candidata à Secção de Faro do PSD


A Notícia foi avançada hoje pelo Barlavento on-line, Cristovão Norte, Chefe do Gabinete da Presidência da Câmara de Faro já não se candidata à Secção do PSD de Faro.

" Cristóvão Norte afirma, em comunicado a que o barlavento.online teve acesso, que é sua intenção «não formalizar qualquer candidatura à presidência da Comissão Política do PSD de Faro».

Tal como o semanário «barlavento» já tinha afirmado na sua edição de ontem, quinta-feira (ver link para notícia), apesar de ter considerado inicialmente a hipótese de se candidatar, Cristóvão Norte já no princípio da semana equacionava o seu recuo.

Um dos principais motivos que levaram ao recuo de Cristóvão Norte prende-se, como o próprio explica, com o « sentido de lealdade institucional e política para com o executivo da Câmara Municipal de Faro, que emerge das funções que desempenho e que poderia ser lesado, caso me envolvesse em disputas político-partidárias locais,com prejuízo para a percepção pública da destrinça entre o exercício da liderança do PSD/Faro e as funções que ora me estão cometidas na qualidade de Chefe do Gabinete do Presidente da Câmara».

Com a saída da corrida de Cristóvão Norte, tudo aponta para que o núcleo de jovens envolvidos na candidatura de Macário Correia não avance para a disputa da liderança local dos social-democratas, por considerarem, como afirma Cristóvão Norte, que é importante «assegurar circunstâncias de estabilidade nos órgãos dirigentes locais, para que estes tenham condições desejáveis para respaldar o executivo camarário, algo que um processo eleitoral arduamente disputado poderia deteriorar».

Norte lembra, inclusive, os «malfadados exemplos de desunião de que o PSD nacional tem dado publicamente sinal, pelo que devemos poupar a instituição a desgastes improdutivos».

Um dos comentários que começa a circular nas bases é que Cristóvão Norte, pela posição que detém na Câmara, optou por seguir o sentido de lealdade institucional e política.

Isso não se verifica em relação ao único candidato assumido, David Santos, que, na qualidade de presidente da administração da Fagar, hierarquicamente tem acima de si Macário Correia.

Caso assuma a presidência da Comissão Política da Secção do PSD de Faro, David Santos passa a ter um papel de intervenção política junto dos eleitos pelo partido, o que poderá vir a criar alguns contratempos e a causar tensões com Macário.

As eleições da estrutura concelhia de Faro do PSD estão marcadas para daqui a um mês, no dia 24 de Fevereiro." In Jornal Barlavento OnLIne

"Cristóvão Norte é filho do prestigiado homónimo que durante vários anos foi deputado na Assembleia da República, de facto a política e os valores morais que pautam um sentimento de defesa únicos estão-lhe no sangue. Mas, ao longo do seu percurso académico e profissional, Cristóvão Norte destacou-se pelo mérito, pelo discurso e pela forma como cativa a população, um dos principais impulsionadores do Curso de Medicina em Faro, defende a cidade onde nasceu com orgulho das suas origens e lealdade, exemplo disso é abdicar de concorrer à secção de Faro, dedicando-se exclusivamente ao seu trabalho junto do executivo camarário da cidade de Faro.

Agradeço ao ADF a oportunidade de escrever neste blog que defende a causa Farenses, apoio todos aqueles que juntos lutam à defesa de Faro.Obrigada."

Ana Luísa S.

CMF - O comentário


Outro bom tema era a campanha de mentiras que continua desde as eleições!
Não é por repetirem uma mentira muitas vezes e em muitos cafés e blogs que ela passa a verdade!
Tachadas das grandes tinha o anterior executivo! Agora estão muito preocupados com os funcionários que acabam os contratos e não são renovados, mas nos 4 anos que podiam ter regularizado as situações de muitos funcionários abriram concursos para o quadro da CMF e fizeram os amigos entrar para o quadro à frente de pessoas que estavam em contratos há muitos mais anos...aí ninguém se indignou...
O comentador das 6.44 bem que podia ser mais esclarecedor e apontar quais os departamentos que vão ter dois directores...pode ser que depois passe por aqui alguém que confirme ou não essa situação e a explique....
NA

Quinta-feira, Janeiro 21, 2010

TERTÚLIA FARENSE - 21 JANEIRO

A Tertúlia Farense vai promover mais uma Sessão, hoje Quinta-feira,dia 21,
às 21.30h no Restaurante Gimbras ( Rua General Teófilo da Trindade ). Convidámos o Prof. Doutor João Guerreiro,
Reitor da Universidade do Algarve, para apresentar o tema " Faro: Cidade e Universidade de costas voltadas? " a que se seguirá o habitual debate. A apresentação será antecedida de Jantar.
Tertúlia Farense

Quarta-feira, Janeiro 20, 2010

Duarte Infante (1927-2010)


Duarte Infante. Nas costas um dos primeiros
quadros de Manuel Baptista.

Duarte Infante, presença habitual nos eventos culturais e cívicos da cidade de Faro, foi um dos três proprietários da antiga "Papelaria e Livraria Silva", juntamente com Eduardo João da Silva e Manuel Costa.

Transcrevo alguns trechos de uma entrevista que saiu no suplemento cultural "S" do jornal "Postal do Algarve", realizada por Salvador Santos em Março de 2009.

Duarte Infante nasceu, no ano de 1927, no seio de uma família da média burguesia. O pai, que hoje se poderia considerar de esquerda, era do Alentejo, de Mértola, e veio para o Algarve como empregado comercial. Casou em Faro e teve dois filhos, o Duarte Infante e um irmão.
O destino de Duarte, ainda que ninguém o pudesse prever, começou-se a desenhar, 5 anos antes de ter nascido, em 1922, quando o seu tio, Eduardo, fundou, em Faro a "Papelaria e Livraria Silva".

O seu tio Eduardo João da Silva, natural de Évora, estabeleceu-se em Faro por intervenção do irmão mais velho, o Sr. Joaquim da Silva Nazareth. Quando cá chegou foi ocupar o edifício onde hoje funciona o Café Aliança. Passados poucos anos o José Pedro da Silva, que tinha comprado o edifício para fazer o café, deu-lhe qualquer importância para ele ir para o sítio onde antigamente tinha porta aberta uma mercearia e, hoje funciona a farmácia Caniné. "O meu tio foi para aí e até ao fim da "Livraria Silva" ficou sempre nesse sítio. A Livraria, que com o tempo, foi ampliando o seu âmbito, alargou as suas instalações com uma secção de brinquedos e, depois, uma de artigos fotográficos."
«Pela morte de meus tios, a livraria ficou dividida entre mim e a minha prima, Maria de Lurdes, ficámos com a livraria e depois vendemos aquilo ao Capela que ainda esteve ali alguns anos e depois acabou com aquilo também. Estive lá a trabalhar com ele dois ou três anos e sai quando me reformei em 1992. Era uma ambição antiga do Capela ficar com a "Livraria Silva", ele que já possuía um estabelecimento congénere antes do meu tio Eduardo chegar a Faro".

"Tinha o gosto pelos livros porque o meu pai também era uma pessoa que lia muito. Tinha uma biblioteca razoável naquele tempo. Eu estava sempre a ler. Tinha um livro em cada casa que corria. Lia em casa, se ia almoçar à do meu tio tinha lá um livro também. O mesmo acontecia na loja quando havia algum tempo livre. Eu, o meu pai, o meu irmão e mesmo a minha mãe líamos muito. Éramos pessoas dedicadas aos livros."
A biblioteca do pai era composta por obras de Eça de Queiroz, do padre António Vieira, do Camilo Castelo Branco, entre outros e por uma secção bem generosa de livros de história. O seu tio não era dedicado à leitura era sobretudo um homem de negócios. Era respeitado enquanto pessoa séria, cumpridora, muito conceituada na cidade.
Pela livraria passaram, Emiliano da Costa, Lyster Franco, Marques da Silva, Cândido Guerreiro, António Ramos Rosa, Virgílio Ferreira, Gastão Cruz, Casimiro de Brito, Luísa Neto Jorge, entre outras figuras literárias e personalidades interessantes. Do poeta de Alte, veio a lume o "Auto das Rosas de Santa Maria" primeira e única edição de Eduardo João da Silva. A livraria era um espaço de referência na cidade de Faro e por isso lá se juntava muita gente.

A partir da candidatura à Presidência da República do General Norton de Matos começou a interessar-se mais profundamente pela política. Foi criando amizades políticas especialmente com pessoas da sua idade e acabou por aderir ao MUD Juvenil e participar activamente nos trabalhos de difusão de panfletos feitos nos inevitáveis "copiógrafos", nas reuniões clandestinas, trabalhos em comissões, e nas fugas à polícia.
"A minha prisão veio da minha participação no MUD, as movimentações com Norton de Matos e depois com o Humberto Delgado. Eles sabiam que eu estava ligado a essas coisas e era natural que estivesse debaixo de olho. Fui preso por ter posto na montra da livraria a revista Seara Nova com a fotografia do Humberto Delgado na capa."

Sobre os livros proibidos diz que muitas vezes não chegavam a livraria. "Apanhavam-se por portas e travessas". A polícia aqui não era assim muito vigilante. Normalmente quem aparecia não era a polícia política era a PSP. E eles normalmente eram pessoas da terra e havia um certo entendimento, tácito, eles não queriam ser muito antipáticos e então havia sempre umas coisas escondidas.
Muitas vezes não se percebia a razão pela qual certos livros eram proibidos. Os censores não deviam muito à inteligência portanto a proibição não era muito "científica". Havia coisas anedóticas no meio disto tudo. Ao meu amigo Vargas um dia a polícia levou-lhe o retrato de um tio só porque se tinha fotografado de barbas. Hoje dá para rir mas na altura não tinha graça nenhuma.

Ainda no contexto das actividades políticas, ocorreu-lhe fundar, em Faro, um cineclube, para através do cinema também lutar contra o regime. E é disso que dá conta ao seu grande amigo João de Brito Vargas.
"Um dia saio da loja e encontro o meu amigo Vargas. Já andava com aquilo metido na cabeça há algum tempo e sugeri-lhe a fundação de um cineclube a exemplo do que sucedia noutros pontos do país. Ele aceitou a ideia de imediato, tendo sido um dos seus principais impulsionadores. Eu estava muito preso na loja, e ele como tinha mais vagar começou logo a mexer os cordelinhos. A possibilidade de aquilo ir avante era meter gente que não fosse mal vista pelos poderes e então meteu-se o Dr. Cassiano, o Baptista da farmácia, um professor do liceu e umas pessoas assim para dar um aspecto de seriedade às coisas. E então com muitas dificuldades lá se conseguiu. De tal maneira que no dia em que era para ser inaugurado não foi. Lá arranjaram um pretexto, que não me recordo qual foi, para adiarem aquilo para o outro dia, mas conseguiu-se e o Cineclube de Faro funciona ininterruptamente desde 1956, o que sob este aspecto o torna o único do país".

Duarte Infante era meu primo e com ele convivi anos a fio, querendo destacar a sua personalidade introspectiva, o seu peculiar e sofisticado sentido de humor, a sua cultura literária e a sua mentalidade despreconceituada e aberta à inovação.
Sempre atento ao movimento editorial juntou uma biblioteca fabulosa.
Na "antiga" Ilha de Faro, ainda na época em que o tempo passava devagar e os Verões eram intermináveis, apreciei a sua companhia inspiradora, juntamente com a nossa numerosa família, em saudável convivência, tertúlias e banhos de mar.

Fernando Silva Grade

corda ao pescoço!


A Junta de Freguesia de Fajões, concelho de Oliveira de Azeméis, tem os seus recursos financeiros penhorados devido a uma dívida de 95 mil euros a uma empresa de construção civil.
mais aqui

Faro - Exposição da Algarve Film Commission na CCDR Algarve(18 a 29 de Janeiro 2010)





Entre 2007 e 2009, registaram-se na Região mais de 50 produções entre
Curtas e Longas Metragens, Documentários, Vídeo-clips e Produções de
Publicidade.
A actividade da Film Commission permitiu levar a imagem do Algarve a
países como a Alemanha, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos,
França, Holanda, Itália, Japão, Reino Unido e Suécia, entre outros.
A Exposição ALGARVE-LOCALIZAÇÃO-ACÇÃO permite conhecer alguns dos
locais que têm sido propostos para filmagens, assim como imagens de
rodagens e extractos das produções realizadas na Região.

Em anexo duas fotos da exposição:
1. Caravela Boa Esperança em rodagem no filme "La Conjura de El
Escorial" - Porto da Baleeira
2. Rodagem do filme "Malamuerte" em Faro

Créditos fotográficos: Eduardo Pinto

www.algarvefilm.com

Entrevista com o Sr. Soares


Restaurante Roque anos 80


1-Tanto quanto sei, o sr. trabalha já há muito tempo no comércio. Como e onde começou?
Estou ligado ao comércio desde os meus onze ou doze anos. Na altura não havia a possibilidade de hoje em dia para estudar (pelo menos da minha parte) e fui aprender o ofício de alfaiate. Comecei por aprender em Vila Real de Sto. António seguindo para Tavira e depois para Lisboa. Depois veio a tropa de 1960 a 1962. Estive colocado em Faro e Mafra. Quando saio, fico em Lisboa e começo a trabalhar sempre nas melhores casas entre elas o famoso José Luis na Duque de Loulé. Aqui trabalhei como oficial passando depois para a casa Romano (já não existe) na Rua Augusta. Depois vim para Faro para a Pigalle e vou para a Lourenço e Santos em Lisboa, nos Restauradores, esta ultima a melhor alfaitaria do país. Isto como empregado. Em 1974 vim novamente para Faro mas por minha conta com alfaitaria para a Av. da República desta cidade. Em 1985 passo para a Rua Lethes onde me encontro hoje.

2-Quando é que acha que foi a época de ouro do comércio de Faro?
Acho que começou nos ultimos anos da década de sessenta com picos de 1980 a 1992.

3-Tem atendido gerações atrás do balcão. Quais são as diferenças que nota Hoje?
Em relação às gerações mais antigas não tem nada a ver com as de hoje. Actualmente veste-se muito mal mas não é só em Faro. Em Lisboa acontece a mesma coisa.

4-O Sr.Soares está sempre bem vestido. Acha que isso tem influência no trato com o cliente?
Não estou totalmente de acordo consigo. Talvez há vinte, trinta anos essa observação tivesse razão de ser. Como tudo na vida, educar a vista na questão de vestir, não se aprende de um dia para o outro.

5-Tem uma opinião em relação ao estado da Baixa de Faro? O que podia ser feito para revitalizar o comércio tradicional?
Em relação ao estado da Baixa não serei eu a pessoa mais indicada mas sempre direi que, sem a ajuda da Câmara e o muito trabalho de todos nós e quando digo todos nós refiro-me a todos os que vivem do comércio, isto não vai lá.

N.L.

Andava a pesquisar uma fotografia da Pigalle para ilustrar o post quando encontrei isto, o filho do Sr.Pereira da Pigalle(já não existe é agora a VictorVitoria), a internet tem destas coisas. adf

Juca & Zeca


CORREDORES A BELÉM


fotografia de Jacinto José Rodrigues
No dia em que Manuel Alegre anunciou que não usaria o seu lugar cativo nas listas do PS às eleições de Setembro, ficou tudo esclarecido, faltando o acto oficial de anúncio da corrida presidencial.
Tendo aprendido com as lições de há cinco anos, desta vez antecipou-se ao seu próprio partido, embaraçando-o e ao seu chefe José Sócrates.
Alegre sabe que o seu partido do coração não é consensual quanto às suas pretensões e sobretudo sabe que o estilo egocêntrico de Sócrates, que gosta de sujeitar as escolhas, teriam de ser alvo de surpresa, para lhes reduzir impacto e apoios em volta da eventualidade de um candidato institucionalizado.
Há cinco anos, a divisão de um dos blocos de opinião da sociedade facilitaram a ascensão de Cavaco Silva, situação que deixou marcas e que muitos dentro do PS não gostariam de ver repetida. Entre os descontentes, conta-se José Sócrates, que já pôs alguns fiéis a fazerem declarações de intenção, numa revelação do desconforto instalado.
A situação de confusão instalada no partido de sempre de Cavaco Silva, o PSD, para além de o trazer preocupado, este sabe que as ofertas de disponibilidade para a liderança não são do seu agrado e que dificilmente poderá, no espaço de um ano, ter encontrado o líder apaziguador e capaz de se afirmar como dirigente de oposição respeitado.
Cavaco Silva, que é hoje o principal líder da oposição, situação que não se coaduna com o cargo que ocupa e que todos tentam vender como de “todos os portugueses”, não tem fuga e corre o risco de chegar ao acto eleitoral nesta condição que o poderá fragilizar.
Cavaco Silva e o sector da sociedade de onde emergiu, não lhe interessa comentar o que vale Manuel Alegre, analisando friamente que à margem de tempo e esperando que o temperamento de Sócrates, que também não se gostaria de ver refém de uma vitória ou derrota de Alegre, penda para que o PS indicie outro candidato.
As condições políticas entre os dois actos eleitorais são consideravelmente diferentes, a gravidade da situação social cria um ambiente mais identificado com o discurso de Alegre, enquanto Cavaco foi o presidente da era da degradação e que os seus autores são muitos dos seus apoiantes.
O ano de 2010 tem o comprimento de uma crise e consequências de que não há memória nos últimos 36 anos e, até 2011, com a aprovação de dois OE que vão colocar o país a ferro e fogo, muita luta política e social estará nas ruas e nenhum órgão do poder deixará de se ver envolvido, do que advirão muitos juízos de valor que se reflectirão na eleição presidencial, se uma outra qualquer crise não se antecipar.
Qualquer dos dois conhecidos pretendentes à presidência julgam-se missionários predestinados, embora sejam os dois, um conhecido produto das políticas do nosso descontentamento.

Luis Alexandre

VISITA A OBRAS E A EQUIPAMENTOS NO CONCELHO

A Câmara Municipal de Faro promove, no próximo dia 23 de Janeiro (Sábado), uma visita a obras e a equipamentos no concelho que será acompanhada pelos membros que compõem a Assembleia Municipal, directores de departamento e chefes de divisão da Autarquia.

Esta visita insere-se no âmbito da política de proximidade que este executivo está a promover. Pretende-se, desta forma, que os dirigentes da Câmara Municipal e os responsáveis políticos travem conhecimento mais aprofundado da realidade do concelho para ficarem munidos de mais e melhores instrumentos de decisão. Um outro objectivo é criar espírito de equipa e sentido institucional entre o Executivo e os dirigentes. Estas visitas realizam-se de dois em dois meses.

PROGRAMA DA VISITA:

09:15 – Saída da garagem municipal
09:20 – ETAR Nascente (Salgados – Rio Seco)
Informação geral sobre o seu funcionamento
09:50 – Creche municipal da Penha
Empreitada em fase final
10:20 – Pavilhão Desportivo
11:00 – Apresentação do Plano de Pormenor do Guilhim e do projecto geral do outlet
11:30 – Terreno municipal no Medronhal – plano em curso
12:00 – Centro hípico de Montenegro
Com os melhores cumprimentos.

Terça-feira, Janeiro 19, 2010

O Algarve e o Desemprego - Situação dramática


O número de desempregados inscritos nos centros de emprego, excluindo regiões autónomas, subiu em média 22,4 por cento no primeiro semestre, face igual período de 2008. No Algarve aumento é de 57,3 por cento. mais aqui

BAIXA COMERCIAL

Faro sempre teve propensão para o comércio da moda. Décadas atrás Faro vestia os algarvios endinheirados, que vinham de propósito fazer a Faro as suas compras. Com o advento do turismo não foram os algarvios que ficaram seduzidos pelas marcas que o comércio local apresentava, foram também os estrangeiros cuja fama de Faro neste particular não desconheceram. Aos dandys locais vieram deste modo juntar-se os forasteiros. A elegância, essa excentricidade, que Balzac tratou como ninguém, teve em Faro o seu ponto privilegiado. A milícia dandista dilatou-se e começou a ser um símbolo da cidade. Hoje as coisas são um pouco diferentes. Aos que se vestem de cores negras, salientado por Baudelaire, juntaram-se os novos adeptos da chamada moda urbana, jovens, de cores garridas, das sapatilhas, provinda do surf, do skateboard , do punk, do graffiti. Faro entrou também neste comércio, alternativo, neste estilo de vida, resultante da recessão dos anos 30, nos Estados Unidos, que forjou toda um manancial de novas empresas, de designers, de marcas, para um público jovem.
Nem tudo porém, começa a dar certo em Faro. A presença do Fórum veio dividir o comércio, veio retirar o elan que a Baixa sempre teve. A Baixa une-se para não perder força, cria uma associação para defesa das suas mais valias, mas a sua gestão é deficiente, pouco acréscimo traz ao comércio da moda da Baixa. Falta-lhe organização, gestão adequada, funcionar como um centro comercial a céu aberto, colmatar nichos de mercado mais deficientes, sobretudo um sponsor especializado no topo da organização que analise a situação, reorganize a gestão, domine o mercado, chame novos consumidores, nacionais, estrangeiros, via internet. O marketing urbano devia há muito ter sido assegurado. O futuro da baixa comercial não está assegurado. A sua continuidade periga. Faro precisa neste âmbito de um novo saber. Os comerciantes são os próprios que se excluem, quando a riqueza em tempos idos lhes faz retroceder, pôr à prova uma certa ingenuidade.
As marcas, empresas, estrangeiras vendem ainda, mas os comerciantes locais parecem registar alguma quebra. A fidelidade dos consumidores perde-se no mundo globalizado.
Os consumidores hoje têm alternativas. As suas exigências de satisfação são mais amplas. A concorrência começa a se fazer sentir. As soluções low cost estão em todo o lado. A gestão do marketing é cada vez mais importante para uma outra capacidade de oferta e tudo isso escasseia na baixa comercial quando os mercados se atomizam, os processos de serviço divergem.
Como disse, a fidelização dos consumidores à baixa é hoje diferente. Os consumidores da baixa podem ser ganhos, recuperados, com um novo estilo de vida na baixa. Quando a Frente Ribeirinha funcionar em pleno, a Vila a Dentro oferecer mais e melhor oferta museológica, de restauração. Nessa altura, a baixa comercial entrará no ecossistema. Só então se poderá falar de uma nova organização do negócio, de uma componente do turismo de moda. As preocupações ambientais, a qualidade de vida, levarão os consumidores a rever os seus processos. As preocupações ambientais levarão os consumidores a preferirem certas marcas, a desenvolverem outra auto-estima. As mensagens positivas terão porém de ser outras.
As marcas continuarão a penetrar nos ambientes onde melhor possam se desenvolver.
Nisto tudo terá especial importância o marketing, o trade marketing, na defesa dos clientes, sua satisfação. Ganhará na baixa então reforço uma interdisciplinaridade que se estenderá à restauração, como complemento das novas tendências do comércio da baixa de Faro.

Viegas Gomes

Reabilitação Urbana - uma questão de Lógica


Foto de José Cerqueira
"... Falando no final de um debate sobre “Responsabilidade Socialnas jornadas parlamentares do BE, em Faro, o deputado José Gusmão referiu que a aplicação desta proposta, que os bloquistas gostariam de ver inscrita no Orçamento para 2010, “criaria cerca de 60 mil empregos de forma directa”.

"...O deputado bloquista salientou que “uma das divergências” em matéria de investimento público que o seu partido tem com o PS é a “prioridade de um investimento de pequena e média dimensão” e distribuído pelo território nacional, por oposição às grandes obras..."


"... A reabilitação urbana, segundo José Gusmão, seria uma medida “estruturante” por “dar resposta “aos bloqueios” e assimetrias regionais e traria outros benefícios indirectos: “Reduz os movimentos pendulares entre os centros urbanos e as periferias e problemas de marginalidade social”.
Gusmão referiu que em Portugal existem 500 mil casas desabitadas, das quais 61 por cento está “fora do mercado” devido ao seu estado de degradação
e que, na proposta que apresentou, este apoio do Estado à reabilitação de imóveis se faz em três modalidades – apoio do Estado através de juros bonificados a quem recorrer ao crédito, partilha dos custos da reabilitação entre Estado e proprietário (recuperados depois pelo Estado através do arrendamento dos imóveis) e apoios às autarquias que tomem posse de imóveis para os reabilitar.
No final desse processo os imóveis serão devolvidos aos seus proprietários na condição de serem mantidos no mercado através de uma bolsa de arrendamento”, acrescentou.

Segunda-feira, Janeiro 18, 2010

quando a realidade nos bate na cara


possivelmente um mero incidente. algo passageiro. possivelmente nada que se repete. aconteceu e não voltará a acontecer. talvez. os pensamentos sugiram num turbilhão dentro da sua cabeça. com o coração nas mãos ouviu as palavras do filho que mal entrará na adolescência: “mãe, preciso de falar contigo. fui agredido por alguns rapazes, maiores do que eu, na escola, bateram me sem razão, deram-me cotoveladas na cara, empurraram-me e os meus colegas não fizeram nada.” alto para a idade dele, musculado e de certeza capaz de bater nalguém se fosse preciso, o miúdo era dócil, pacífico e inteligente e escapou aos rufias afastando-se deles, sem levantar a mão. o bullying está instalado na escola eb 2,3 dr. joaquim magalhães em faro. o caso já foi denunciado. espermos que a escola tome acção. esperemos que quem agrediu fica com represálias. e que não volta a acontecer. a mais ninguém. para a tranquilidade de todos.
imagoverbalis

Memória futura.


Na chamada Cimeira da Figueira da Foz, que decorreu nos dias 7 e 8 de Novembro de 2003, o que ficou estabelecido entre os estados português e espanhol foi, segundo o documento oficial, o seguinte:

«Considerando a excepcional importância sócio-económica para os dois Países de uma rede ferroviária de alta velocidade ibérica coerente que, integrada nas Redes Transeuropeias, permita o máximo desenvolvimento das várias regiões abrangidas, Portugal e Espanha acordam na viabilização conjunta das ligações transfronteiriças nos seguintes termos:

- Serão estabelecidas e consideradas 4 (quatro) ligações para a materialização dos corredores: Porto-Vigo, Aveiro-Salamanca, Lisboa-Madrid e Faro-Huelva.

(...) Ver o resto do texto e imagens em PDF
in TAF

Podem esquecer-se do Algarve, podem não ter dinheiro, até podem achar que com uma população de 450 000 habitantes( no verão triplica) o Algarve não mereça uma ligação ferroviária a Espanha, agora o que não podem desmentir é que aqui ao lado a província de Andaluzia tem 8,07 milhões de habitantes, quase a população de Portugal, e que por exemplo a província da Corunha tem 2,78 milhões e que a grande Madrid tem 5,9 Milhões, imaginem os benefícios do comboio numa ligação Faro - Huelva... adf

mais este pequeno contributo:
Vamos a la playa
Muita gente não daria um bom Ministro das Obras Públicas mas, perante frases de ministros passados ou do actual, ando com receio que ainda toque o telefone. O meu contributo para a discussão aparece no ponto 3. Demorou 5 minutos a encontrar.

1. Citação do ministro (dentro de uma
opinião do Pacheco Pereira):

«Em que país um ministro das Obras Públicas pode pensar com esta superficialidade assustadora sobre os méritos de um TGV que era para nos unir à Europa e vai ficar em Madrid? Veja-se frase toda: "Lisboa pode-se transformar, por exemplo, na praia de Madrid, em termos de condições turísticas, as condições que nós temos para desportos novos como o surf ou se nós pensarmos na articulação que Lisboa pode ter com Setúbal, com Cascais, com Sintra."»

2. O
Vídeo

3. Fui ver... podia ser mesmo a sério. Parece que a concorrência vai à frente:

-3.1
High speed link Madrid-Valencia by the end of 2010 - "It will cut journey time between the two cities to one hour and 35 minutes"
-3.2 "With the extension of the AVE train into the north-east of Spain, you can now get to beach cities of Tarragona and Barcelona in about two hours and forty minutes. Take a train at about 7.30am and you can be on the coast by a little past 10am!

Alguém podia fazer forward para o ministro sff? Tenho medo que perca o emprego.

Pedro

Tenho a certeza que vai ser imposto pelos nossos hermanos porque estes estão terríveis para construir um aeroporto na zona de Huelva e foi a comunidade europeia que travou esta pretensão espanhola e sem duvida é o nosso aeroporto que serve toda a costa da Andaluzia de Ayamonte a Punta de Umbria, entram milhares de turistas com destino a Espanha, mas também possibilita a racionalização de custos dos operadores turísticos que utilizam o aeroporto de Faro, espero que nunca a Espanha construa um aeroporto em Huelva pois mataria FARO e o Algarve em termos turísticos, por isso é fundamental este corredor ferroviário que pode muito bem ser tipo pendular, seria o suficiente e auto sustentável.
Sendo que nós seriamos muito mais beneficiados com este transporte e basta ver a diferença desde que existe a auto-estrada com a ponte, somos invadidos no bom sentido pelos espanhóis com as mais valias económicas dai resultantes.
Os velhos do Restelo, especialistas de contabilidade arcaica utilizam o estádio como argumento mas esquecem o resto, laboratório de saúde publica e hospital central, só estes dois exemplos, se o estado tivesse que adquirir estes terrenos o custo daria para pagar o estádio mas como estado central é especialista a sacar e miserável a distribuir está ao nível destes velhos do Restelo que tenho duvidas que sejam de Faro pois nunca os ouvi na mais pequena critica com as ajudas do estado aos grandes estádios dos grandes clubes, assim como o dinheiro desviado do Algarve da linha dupla Faro-lisboa e que foi desviado para a Estação da CP da cidade de Braga, sempre calados quando algo que pode trazer benefícios aos Algarvios aparecem com os fantasmas que eles próprios imaginam na sua pobreza de espírito.

VIVA A FARO

O PROVEDOR

Faro à noite


fotografia de Countess Olenska

Domingo, Janeiro 17, 2010

É sempre bom uma equipa algarvia dar cabazadas!


Portinado
Pólo Aquático: Portinado acaba 1ª volta na liderança, depois de golear o Belenenses.

A Portinado venceu, em casa, o Belenenses, por 23-9, em jogo da nona e última jornada da primeira volta do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Pólo Aquático. mais aqui

Odisseia pessoal - 1º Mês


José Carlos em Feira de Santana na sua Odisseia Pessoal..

António Hamrol 2010 - Concertos para piano (Live Music - Faro)


mais aqui e aqui

Faro no Inverno


O GUETO ECONÓMICO

Nas condições actuais do país, que foram sem contestação superiormente consideradas de explosivas, a mudança de paradigma para o contexto das pequenas e médias empresas revela-se urgente.
Os elos mais fracos da economia portuguesa, o trabalho e as pequenas e médias empresas, são os maiores depósitos de energia e de esperança do país, porque sempre foram eles que a alavancaram e suportaram.
Esta grande massa suporta o voto, os programas políticos são-lhe dedicados e as práticas políticas seguem em primazia noutras direcções.
As respostas aos golpes da actual crise, que têm trespassado a vida de milhões de portugueses indefesos e impotentes, resumem-se a uns subsídios para esconder os números da pobreza e na irrelevância das medidas para salvar a complexa influência das empresas nas economias locais e regionais.
Desde o rebentamento da bolha, com a queda vertiginosa dos indicadores de confiança, a realidade consistiu num ano inteiro a enfrentar custos contra uma torrente de perda de rendimentos. As pequenas e médias empresas não foram as primeiras a ceder mas os próximos tempos vão ser muito amargos.
O Governo em promessas e a Banca em gestão de interesses, nestes passados quinze meses, assistem ao definhar do principal sector da actividade económica que os alimenta. Os programas selectivos do chamado apoio do Estado são uma farsa e os milhões disponibilizados à Banca são uma miragem, no que toca ao papel estrutural de financiamento das empresas.
O corrente ano arrancou sobre números de falências e desemprego nunca vistos, que se agravarão implacavelmente no seu decorrer. Contudo, o Governo, dizendo mais uma vez uma coisa e fazendo outra, que se financia no PEC e no atraso do reembolso do IVA, preparava-se para impor um Código Contributivo que está muito longe de trazer justiça ao sistema fiscal, enquanto a Banca revela pouca abertura para resolver a contento, as muitas situações de incumprimento criadas pela profundidade da crise.
As pequenas e médias empresas estão encurraladas numa situação que não criaram, desesperam na procura de soluções que o mercado não tem capacidade de dar resposta e o Governo, a braços com o buraco da má gestão financeira do Estado, congemina apoios para um OE que precisa de receitas, as quais virão do corte sobre os serviços públicos prestados e do aumento de impostos.
O sistema apodrecido e os seus agentes, que ignoram a miséria que criaram no seio das famílias e o sofrimento envergonhado das empresas, não têm margem de manobra para errar e impõe-se urgentemente que arquitectem novos programas, enterrando as versões actuais, sob pena de verem aumentar o exército do descontentamento.
As associações do sector das PMEs, que sempre se bandearam para o lado do poder, perderam qualquer credibilidade, porque há muito que não ouvem os gritos de baixo.
Quanto ao Algarve e às suas actividades económicas, estão entregues à sorte. Um líder quer ser o primeiro presidente do governo regional e o outro quer ser ministro de qualquer coisa, enquanto a população quer trabalho e dignidade.
É nestas condições de grande instabilidade financeira e social que o grande capital criou e os políticos validaram, que se desenrolará um ano dramático e imprevisível. Daí o medo de explosão.
Luis Alexandre

Sábado, Janeiro 16, 2010

Juca & Zeca


Mais uma vez o Algarve em último lugar. E esta Senhor Freitas!!


Miguel Freitas «O Algarve está a precisar de um choque de adrenalina»

A Região Norte irá dispor de mais 5,9 milhões de incentivos na 5.ª fase do programa de modernização do comércio de proximidade, o Modcom, que ontem foi apresentada, no Porto, pelo ministro da Economia, Vieira da Silva, e pelo secretário de Estado do Comércio, Fernando Serrasqueiro. Esta 5.ª fase totaliza 20 milhões de euros e, para além dos 5,9 milhões destinados à Região Norte, 3,1 milhões serão para o Centro, 8,2 milhões para Lisboa e Vale do Tejo, 1,9 milhões para o Alentejo e 0,9 milhões para o Algarve.
mais aqui

Sexta-feira, Janeiro 15, 2010

Ao cuidado de Seruca Emídio e Manuel da Luz...


Arman
"... O diagnóstico traçado pelo responsável da ACP é negro. "Os números a que chegámos, depois de encontros com outras associações de comerciantes e também a Confederação do Comércio [e Serviços de Portugal] apontam para o fecho, em média, por dia, de 40 lojas de rua no país", diz. Admitindo que "isto também é resultado da recessão económica", Nuno Camilo é peremptório em defender que "não é abrindo certos comerciais que se vai desenvolver a economia e criar riqueza". E volta aos números.
O presidente da ACP desfia os dados como se já não os conseguisse esquecer. "Em Portugal, existem dez milhões de metros quadrados de zona comercial, entre centros comerciais e hipermercados. Num país com 10,6 milhões de habitantes, isto dá quase um metro quadrado por habitante, o que é um disparate. Tanto mais que na Europa somos apenas o 18.º país na lista dos que têm mais poder de compra."
Para Nuno Camilo, os centros comerciais "parecem autênticos cogumelos mágicos, que se irá ver se funcionam", que criam emprego no imediato, mas que, "a longo prazo, provocam a extinção de muitos mais postos de trabalho no comércio envolvente". Além disso, critica, "vivem muitas vezes de contratos com vínculo precário e contribuem para o desemprego silencioso no comércio tradicional, que é o dos sócios-gerentes das lojas, que em caso de encerramento, não têm direito a qualquer tipo de apoio".
in Público

Já Começou, srs. das rotundas...
Centro comercial da Sonae entra em insolvência

Quinta-feira, Janeiro 14, 2010

Taco D' Ouro


Taco D' Ouro - Talvez um dos melhores Cafés/Bares
do Algarve.

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Até o Barlavento online já destaca a situação da esplanada do Taco D´Ouro,
não há dúvidas que Faro é a Capital o resto é paisagem.
Armindo.

Não haverá motivos mais importantes e mais graves a merecer um comunicado do Presidente da Câmara que uma esplanada??
Eu até sou cliente do Taco D´Ouro, não daqueles que usam a esplanada, mas duma bica ocasional.
Como este café existem muito poucos ou nenhuns em Faro.
Aquele quarteirão da Av 5 de Outubro só tem movimento devido ao Taco, depois do fecho do Copa e do outro mais abaixo que estava sempre a mudar de nome.
O Taco manteve-se e agregou pessoas de todas as idades que usam a esplanada em pleno.
Daí considerar que é bem feito procurar uma estrutura mais condicente.
Por outro lado quem conhece e quem mora na Av sabe que o vento muitas vezes é mais forte e inconveniente do que noutros locais. Procurar abrigo sem recorrer a toldos e barracos parece também correcto.
Pelo que percebi nas conversas no local do projecto foi aprovado na Câmara, e a instalação de uma esplanada não é obra como é entendido no dito embargo.
Agora uma coisa que me faz confusão é a Câmara chamar o proprietário para uma reunião à tarde e publicar um comunicado a dizer que embarga na manhã anterior..
Há aqui qualquer coisa que não cheira bem...
anónimo

Câmara decreta embargo.

A Câmara Municipal de Faro decidiu decretar o embargo da obra de instalação de uma estrutura metálica no espaço público da Avenida 5 de Outubro, em Faro.
A intervenção em causa foi embargada na medida em que o proprietário do espaço comercial que esta estrutura visava servir, apenas disponha de licença para ocupar a via pública e não de título para execução da obra em curso, como seria exigível face ao n.º 2 do artigo 14º do Regulamento de Mobiliário Urbano e da Ocupação da Via Pública do Concelho de Faro, que determina que «A emissão de licença de ocupação da via pública precederá, sempre, a emissão de licença de obras.»
Além do mais, os serviços de fiscalização da autarquia apuraram que a obra não estava a ser executada segundo as peças e memória descritiva apresentadas pelo requerente.
A Câmara Municipal de Faro torna público que intervenções privadas que atentem contra a estética e o enquadramento arquitectónico envolvente, não serão, em nome do superior interesse público, alvo de licenciamento por parte da autarquia.

Com os melhores cumprimentos.

Faro, 14 de Janeiro de 2010
Gabinete de Relações Públicas

Que o Taco D'Ouro não tivesse licenciado a obra e por isso viu a obra embargada...ainda vá! Mas quanto ao comentário da Câmara Municipal de Faro apenas a apontar o último parágrafo. Quem é que na Câmara Municipal de Faro tem competência para ajuizar acerca da estética enquanto influencia sobre o enquadramento envolvente? É uma questão cuja resposta pode dar muito trabalho a responder. Em tempos existiram as comissões de estética, mas foram deixadas de lado. E Agora quem ajuíza se algo tem ou não tem valor estético? O Presidente? E se o Presidente tem mau gosto levamos com a estética dele? É a arquitecta Vereadora? E fiamo-nos no gosto da Ex.a? Os técnicos que apreciam os projectos? Serão eles o garante do que é a estética? E que critérios estão subjacentes à discriminação da boa estética da má estética? É o que a maior parte acha que é estético? E o direito à diferença? E o rasgo de um artista? É abafado pelo Regulamento e mais não sei o quê, decretado pelos garantes da estética urbana que labutam na CMF? Este embargo tem sentido pelo facto de alegadamente estar em incumprimento devido à falta de licença, mas agora tirarem uns coelhos da cartola em nome da estética urbana...a estética, o gosto, o bom e o mau gosto, é algo muito diferente de pessoa para pessoa e não reconheço nem conheço qualificações a qualquer empregado da Câmara Municipal, quer pelo exemplo produzido, pela prova dada, etc, para ajuizar acerca da estética de alguma coisa. A comtemporaneidade coloca diariamente a noçao de estética em causa...por isso argumentos que tenham a defesa da estética por base só querem defender o gosto ou mau gosto de quem argumenta.

ESTÉTICO

Qualquer coisa não bate certo, primeiro só tem licença de utilização da ocupação do espaço urbano, advindo dai o embargo da obra por ser ilegal mas no paragrafo seguinte os serviços de fiscalização da autarquia apuraram que a obra não estava a ser executada segundo as peças e memória descritiva apresentadas pelo requerente, afinal no que ficamos!
A obra é ilegal ou não está a ser executado conforme o projecto aprovado?
Este comunicado deixa-me desconfiado, este embargo mais parece uma encomenda ao sabor da opinião publica, se é assim estamos mal, embora reconheça que a estrutura edificada completamente desajustada ao local e é possível fazer um esplanada de qualidade respeitando a envolvência desta zona pedonal, alias como muitas das fotografias colocadas neste blogue o demonstra.

VIVA A FARO

O PROVEDOR

Estética é a área da filosofia que estuda racionalmente o belo - aquilo que desperta a emoção estética por meio da contemplação - e o sentimento que ele suscita nos homens. A palavra estética significa conhecimento sensorial ou sensibilidade, e foi adoptada para nomear o estudo das obras de arte como criação da sensibilidade, tendo por finalidade o belo.
Aos poucos, a estética passou a abranger toda a reflexão filosófica que tem por objecto as artes em geral ou uma arte específica. Engloba tanto o estudo dos objectos artísticos quanto os efeitos que estes provocam no observador, abrangendo os valores artísticos e a questão do gosto.
Contemporaneamente, sob uma perspectiva fenomenológica, não existe mais a idéia de um único valor estético (o belo) a partir do qual julgamos todas as obras de arte. Cada objecto artístico estabelece seu próprio tipo de beleza, ou seja, o tipo de valor pelo qual será julgado. Os objectos artísticos são belos porque são autênticos segundo seu modo de ser singular, sensível, carregando significados que só podem ser percebidos por meio da experiência estética.
Quanto à estética estamos conversados, quanto ao resto parece-me que o Taco d’Ouro está a fazer o seu papel, a tentar sobreviver nesta crise, inovando e tentando criar mais valia. Não acredito que tenha começado esta “empreitada” sem que tivesse requerido o prévio consentimento da Câmara Municipal.
Parece-me a mim que o Eng. Macário responde de acordo com as implicações mediáticas que as suas decisões provocam. Desafio os proprietários do referido estabelecimento comercial a defenderem-se mostrando-nos as referidas autorizações.
FM
http://www.faroeomundo.blogspot.com/