Sexta-feira, Abril 30, 2010

Banda farense - Fora de Bóia


“…Fora da Bóia nasceu no verão de 2007 na capital algarvia.
Cinco jovens criativos e com a necessidade de se expressarem nesta bela arte, decidiram fundir opiniões, gostos e estilos variados num único projecto.
Ao longo destes 3 anos já atingiram os 100 concertos e partilharam palco com bandas como o projecto Amália Hoje, Peste e Sida, Mata-Ratos e 3ª terça feira, dia 4 de Maio, na Semana Académica, irão actuar com o Diabe na Cruz e O’QueStrada.
O objectivo da banda nos próximos tempos é de levar aos ouvidos dos portugueses música fresca e com espírito jovem, tentando criar uma energia positiva em todos os ouvintes, explorando os seus sentimentos com as palavras e as frases que esta língua tão rica nos deu…”
No dia da actuação, estará à venda o 1º EP da banda de seu nome “Fora da Bóia”, bem como a nova t-shirt!
As músicas podem ainda ser ouvidas através do www.myspace.com/foradaboia, facebook e youtube…

Obrigado

FA

Juntas médicas da ADSE em Faro

A Câmara Municipal de Faro tem levado a cabo, nos últimos meses, de forma reiterada, um conjunto de diligências no sentido de sensibilizar o Governo para a necessidade de sediar uma Junta Médica da ADSE em Faro, atendendo ao facto de que a Junta Médica que tem jurisdição sobre o distrito de Faro está sediada em Évora, a cerca de 250 Km de distância, que a ligação entre Faro e Évora não tem transporte directo e que, do ponto de vista humano, é uma crueldade sujeitar funcionários enfermos a tão penosa empreitada para uma mera consulta de alguns minutos.
Nesse sentido, em missivas enviadas ao Sr. Ministro de Estado e das Finanças e ao Sr. Ministro da Administração Interna, salientámos que Faro é a única cidade capital de unidade territorial NUTS II onde estes actos não se realizam com graves prejuízos para as dezenas de funcionários que, diariamente, têm que rumar a Évora acarretando dispêndio de tempo, combustíveis e incómodos de diversa natureza. Em tempo de tão aguda crise não parece razoável perpetuar esta solução.
Mais, a Câmara de Faro dispõe-se a envidar esforços para assegurar as instalações e demais condições adequadas para que o serviço possa aqui funcionar e exorta o Governo a proceder às alterações legislativas que corrijam esta iníqua situação. Assim, pouparemos recursos ao país, às famílias e serviremos melhor os cidadãos. Nada mais simples e justo.

Lisboa


Hauke.

monos!


já não bastava o caos para estacionar porque a semana académica
este ano ocupa 2/3 do parque de estacionamento de S.Francisco
e não houve hipoteses de arrendar o -2 e -3 pisos do parque da pontinha,
agora mais este andaime a ser montado em frente às esplanadas do Fiesta e da
Gardy(únicas na Rua).

P.S. - quatro meses atrás pintaram-se várias fachadas da Rua de Santo António
recorrendo a uma plataforma elevatória...

Hoje no Pátio de Letras às 21h30 - apresentação do livro de Viegas Gomes.



Domingo

Quinta-feira, Abril 29, 2010

SÓCRATES SABE NADAR IÓ…

José Sócrates é, sem dúvida, o mais sagaz de todos os primeiros-ministros da era democrata-burguesa, evidenciando uma capacidade de leitura política dos factos por antecipação, colocando-o em posição de tirar vantagens. Nem Soares, se contorceu tanto.
Sócrates atravessou 4 anos de governação com as tropas internas em aprumo, pôs o país a pagar os custos do deficit, tirou argumentos aos opositores e, só foi vencido, tal como o amigo Constâncio, pela sua “ignorância” sobre o trabalho subterrâneo dos financeiros e banqueiros.
Pôs o país a trabalhar para nada, armadilhou as instituições e empresas públicas com os correlegionários, numa ambição pessoal desmedida de segurar o poder e, sem saber de nada, forjavam-se teias de silenciamento de opositores, de apagamento de investigações consideradas comprometedoras e manteve o aparelho de Estado em permanente arraial e sob ameaça de falência.
Neste percurso eloquente, o país votou-lhe a entrega das chaves no ano passado, desconfiando dos adversários e, não enjeitando o gosto, José Sócrates, enquanto prepara o trilho do novo programa de salvação nacional, com as vontades dos adversários que se chegarem à frente, atalha também a sobrevivência do seu Governo periclitante.
A catástrofe da Madeira, ainda com a memória fresca sobre o caldo entornado do OE e dos dinheiros para a região, aproximou os dois adversários pela única maneira possível, o montante das ajudas de solidariedade nacional, que deve ter tido episódios de olho por olho, dente por dente, com final feliz, representado no inchaço dos dois políticos. Jardim conseguiu o dinheiro em tranches e Sócrates terá trazido no bolso a simpatia para os próximos OE e PEC.
Não sendo original o processo de reconciliação, é um contributo para o clima de entendimento entre as duas partes do território, dando substância aos necessários acordos futuros com as forças partidárias, para porem o trabalho na ordem.
Trabalho que não está pelos ajustes e mostra não querer baixar a cabeça. As manifestações e as greves estão na rua e os quadrantes de poder que construíram a actual situação, estão inquietos nas suas faustas regalias, ganhas a pulso… de lei e, já adiantam, numa injustiça para com as omnicapacidades de José Sócrates, a ideia de um Governo de salvação nacional, incluindo o PCP, o que coloca o BE com o estatuto de indiscutível.
A realidade imparável, somatório de muitos factores sociais que se transformam, tanto pode ditar o derrube (improvável) do Governo pelo caso aleatório do negócio PT/TVI, como podem ser as prováveis forças da razão dos movimentos populares de contestação, que se recusam a pagar os custos de uma crise que não provocaram.
As duas faces da moeda compreendem os seus papéis no melindre da situação e, o PR, mais atento do que nunca à melhor forma imperiosa de agir, vai dramatizar o discurso à população, abrindo caminho às acções governativas de usar o poder das palavras ou do chicote.
Daqui para a frente, o que importa à classe dominante, são os fins.

Luis Alexandre

Teca e Luciano.



Luciano e Teca sustentaram uma das duplas mais castiças da gastronomia farense. Um dava o que o outro não tinha. Luciano deu a casa, teca o peixe.
Teca, José dos Santos Búzio Júnior, de seu nome verdadeiro, faleceu há dias e deixou um itinerário de coisas excelentes, para além de algumas fraquezas. Vendeu peixe, no Mercado, à porta do cliente (pret-à-porter, como se diz). Jogou futebol (foi o único jogador expulso que vi voltar ao rectângulo de jogo após o intervalo), falou um farensês de homem bem humorado, jogou na Bolsa, sendo um analfabeto escorreito. Ia todos os dias aos bancos e perguntava aos gerentes como estava a luz (EDP) os telefones(PT) o Banco das escadinhas(BCP) e outras acções.
Luciano mantém até hoje a mansão da Rua Castilho onde os amigos almoçam, jantam, manjares da cozinha tradicional, sem picos de modernidade, mas de espessa eternidade, como um arroz de bacalhau sublime. Teca trazia o peixe, Luciano acabava-o, fazia as saladas, preparava o marisco, as costeletas. Um trazia a graça jocosa, outro punha a mesa e a atmosfera coexistente um punha o artifício literário, o outro o horizonte em forno.
Levei à Rua Castilho alguns amigos fora deste palco. Eduardo Miragaia, da revista Epicur, João Vieira, um dos maiores pintores deste século, o reitor João Guerreiro. Podia-se fazê-lo. A verve popular baixava e nunca havia a canalhice ou a irrupção maliciosa. Os manjares seguiam o seu curso na profusão realística da vida em comum.

Viegas Gomes

Juca & Zeca


Quarta-feira, Abril 28, 2010

Ria Formosa: Ministra admite contestação nas demolições


As demolições avançaram hoje na Ilha da Fuzeta.

"...Garantindo que as demolições nas várias ilhas são mesmo para avançar, a ministra do Ambiente admitiu que possa haver situações de contestação por parte dos proprietários, o que não sucedeu hoje, mas mostrou-se confiante no diálogo.
"Pode haver um ou outro caso de contestação, é natural que isso aconteça", afirmou a governante, que disse estar confiante de que as pessoas "em espírito de diálogo" compreenderão que "não há alternativa".
Dulce Pássaro afastou, no entanto, a necessidade de recorrer a eventuais medidas repressivas ou à ação policial para travar as contestações, dizendo que as intervenções irão decorrer na base do "diálogo" e do "consenso".
"A lei tem que ser cumprida e as forças policiais não serão a primeira via para a fazer cumprir", afirmou, acrescentando que as intervenções visam acima de tudo contribuir para a promoção da qualidade de vida na região..." mais aqui


Empreendimentos de luxe?
Luxe já existe para alguns, tanto a Nascente como a Poente.
Começaram lentamente com barracas de madeira e hoje existem de alvenaria, mas deixem lá de falar no Macário porque todos sabem que a origem da solução está em Lisboa.
Este ano ainda podem aproveitar os 2.000 euros por mês durante o Agosto, mas acaba para alguns.
Mesmo hoje foi colocado:
MUNICÍPIO DE FARO
Aviso n.º 8643/2010
Elaboração do Plano de Pormenor da Praia de Faro
José Macário Correia, Presidente da Câmara Municipal de Faro, torna
público que foi deliberado por maioria, na reunião de câmara ordinária pública de 16 de Abril de 2009, nos termos do artigo 74.º do Decreto -Lein.º 380/99, de 22 de Setembro, alterado pelo Decreto -Lei n.º 46/2009,de 20 de Fevereiro, dar início à elaboração do Plano de Pormenor da Praia de Faro, aprovar os termos de referência deste plano, estabelecerum prazo de 12 meses para a sua elaboração, e nos termos do n.º 2 doartigo 77.º do diploma anteriormente referido,
estabelecer um período de 15 dias úteis para efeitos de participação preventiva.
Foi, ainda, deliberado sujeitar a elaboração do Plano de Pormenor da
Praia de Faro a Avaliação Ambiental, nos termos do disposto no n.º 2 doartigo 3.º do Decreto -Lei n.º 232/2007, de 15 de Junho.
O referido período de participação terá início no 1.º dia útil após a publicação do presente aviso no Diário da República.
Os termos de referência podem ser consultados no Departamento de Urbanismo, durante a hora de expediente todos os dias úteis e na páginada Internet www.cm -faro.pt.
As participações deverão ser apresentadas por escrito e dirigidas aoPresidente da Câmara Municipal deFaro,entregues na Secretaria Central desta Câmara Municipal, remetidas por correio ou correio electrónico geral@cm -faro.pt.
Faro, 25 de Março de 2010. — O Presidente da Câmara Municipal
de Faro, José Macário Correia.
203180719
Proleta

Dentro de momentos! O Barcelona motiva-se.

Uma em cada cinco autarquias está em falência técnica


Estádio Aveiro
Sessenta e cinco autarquias do País, entre as quais Lisboa, Santarém e Aveiro, encontravam-se no final de 2008 em ruptura financeira. A situação de falência destes municípios arrasta-se no tempo, e é grave ao ponto de justificar que o Governo as obrigue a sujeitarem-se a um plano de reestruturação directamente vigiado pelo Ministério das Finanças. A informação consta do Anuário Financeiro dos Municípios de 2008, apresentado segunda-feira pela Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, onde se simula quantas autarquias apresentam dívidas a fornecedores de montante superior a 50% das receitas totais do ano anterior - um dos critérios que a Lei das Finanças Locais (LFL) estabelece como sendo suficiente para que a ruptura financeira seja declarada.


Virá sempre alguém contestar mas é bom saber que após tantas criticas negativas a cidade de Faro aparece nos primeiros lugares do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2008 o que é um privilegio só para alguns.
Municípios com maior índice de divida a fornecedores, relativamente às receitas totais cobradas no ano anterior.
Faro está em 25º com 78,9%
Municípios de média dimensão com um valor de dividas a fornecedores superiores a 50% das receitas.
Faro está em 11º com 24.111.460 euros de dívidas
Municípios com pior índice de endividamento liquido em relação ás receitas do ano anterior.
Faro está em 13º com 229%
Municípios com maior Endividamento Liquido em 2008
Faro está em 16º com 59.658. 607 euros.
Municípios com menores Resultados Económicos
Faro está em 8º com -5. 830. 661 euros.
Município com menor liquidez
Faro está em 9º com – 23.741.645 euros.
Aqui perdemos, Portimão e Olhão está a nossa frente!
E dizia um político, em resposta ao Tribunal de Contas:
O citado não tem qualquer formação técnico-contabilística que lhe permitisse ajuizar autonomamente da regularidade legal e financeira das operações relativas ao Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL) transcritas no mencionado relato".
Afinal existe uma RAZÂO!
Tomás de Aquino


Não seja esse o problema porque o objectivo é só de informar os menos atentos.
Municípios com menores Resultados Económicos em 25 cidades, em 1º lugar está Vila Nova de Gaia, de Grande dimensão com -25.310.130 euros.
Aparecem no Algarve pela seguinte ordem: 3º Portimão, 8ºFaro, 11ºOlhão, 24ºLagos,cidades de Média dimensão.
Com maior Endividamento Liquido em 2008
Numa amostra de 35 cidades.
16º Faro, 22º Portimão.
Infelizmente Faro serve como referência nas situações más, inclusivamente na execução da despesa comprometida foi de 92,5% e na execução de recebimentos foi de 49,6%.
Prova-se um baixo nível de concretização da receita.
Para bem dos Tavirenses, Tavira aparece como município que não recorreu a empréstimos em 2008 e tem 51,00%de peso nas receitas provenientes de impostos.
Em dividas e outros problemas de referencia não é mencionada.
Um estudo de 329 paginas é muita fruta mas para quem quiser consultar: “http://www.otoc.pt/fotos/editor2/anuario2008.pdf “
Tomás de Aquino

36 ANOS DEPOIS DO GOLPE DE ESTADO

Com um desplante de conveniência, em vestes reengomadas para o propósito e ditas democráticas, todos os partidos do hemiciclo, cada um consciente dos constrangimentos que provocaram na vida do país e sem peso de consciência dos factos decorridos, repetiram os diferentes discursos ocos sobre o evento do “dia da liberdade”.
Tantos anos decorridos sobre a intervenção militar que pôs fim ao regime fascista e do que representou para o país, são conhecidas as tentativas de diluição ou apropriação dos dois lados que corporizam o actual regime. Trinta e seis anos depois, a profundidade da crise que criaram aproximou-os e, neste 25 de Abril de 2010, as diferenças ficaram demonstradas que são de forma e não de fundo.
Todas as trombetas discursivas que ecoaram, cumpridos os louvores obrigatórios à efeméride que ornamenta o calendário, passaram ao que os preocupa, como convencerem o povo português a acreditarem nas suas novas imposições para a saída de mais uma situação gravosa da economia e que alguns afirmam ser a mais negra e perigosa desta maravilhosa democracia.
O traço comum desta comemoração foi o da lamentação e embaraço, com os políticos da nossa praça a serem acossados na rua, pelas suas responsabilidades no défice público e na monstruosidade da dívida pública, que vão provocar o desinvestimento e a degradação das condições das instituições e da vida da população.
O Presidente da República, que costuma estar no mais alto pedestal da ocasião, sacou do bolso uma velha teoria, apresentada como solução deste país, virar-mo-nos para o mar, quando ele próprio assinou muitos decretos contra a nossa soberania sobre as 200 milhas marítimas, a redução das pescas e da nossa frota. Falou do mar e porque razão se esqueceu da agricultura, do calçado, do vestuário e outras indústrias que foram sacrificadas às contrapartidas financeiras de uma Europa que nos propunha a solução das assimetrias para com os países mais avançados?
Hoje temos uma economia desestruturada, dependente do investimento estrangeiro que age sobre condições negociadas e vantajosas, enquanto o tecido e as iniciativas nacionais são deixadas por sua conta e debaixo da pressão dos impostos e das exigências bancárias.
Outros dois traços doutrinários desta comemoração do golpe militar de 2004 são, por um lado, o pensamento da direita tradicional de condenar o PREC na desorganização do Estado e da sua autoridade, procurando confundir o povo sobre a sua verdadeira e não concretizada aspiração à revolução, e, por outro, comum às duas faces deste regime democrata-burguês, a fastidiosa alusão à corrupção instalada, que mina e impede a sociedade portuguesa de se desenvolver, como se fosse um fenómeno fantasma e estranho aos senhores e organizações que têm dirigido e controlado toda a vida do país.
Os anos passaram, o país comemora uma data, os que viveram aqueles dias de esperança vivem hoje na angústia da ocasião falhada e as gerações mais novas vivem as liberdades e perigos que herdaram, ainda sem a percepção das responsabilidades que lhes estão imputando.
Como todas as datas na História, esta também vai gerar as mudanças!

Luis Alexandre

Terça-feira, Abril 27, 2010

Depois da Grécia, chegou a hora de Portugal e Espanha!


Los inversores no perdonan: el Ibex cae un 4% y el riesgo de impago toca máximos

Una última hora de infarto ha agravado todo el castigo que venían recibiendo ya los mercados. La rebaja de ráting a Portugal y, sobre todo, la emitida sobre Grecia hasta el nivel de 'bono basura' ha disparado todas las alertas. Las primas de riesgo y los seguros de impago han roto sus récords anteriores, también en España, con el riesgo país por encima incluso de 110 puntos básicos. Al final, la bolsa alemana cayó un 2,5%, la griega un 6%, la portuguesa un 5,3% y el Ibex un 4,19%, hasta los 10.480,9 puntos. BBVA y Santander perdieron más de un 5%.

Mais quedas.
PÂNICO EM LISBOA, PSI 20 CAI 5% E BCP AFUNDA 13% (Act - 28/04)

Alguém tem que vir tentar acalmar o mercado, mas mandem alguém com prestígio, não um papagaio de sala... adf

A centralização silenciosa


Começo por lembrar a polémica que estalou em 2006 quando o ministro Manuel Pinho anunciou, no âmbito do programa de reestruturação da administração central do Estado, que a API iria ser extinta, através da fusão dos seus serviços com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), dando "garantias" de que se trataria de uma espécie de "fusão entre iguais", e que os serviços no Porto continuariam a ter um papel relevante. Rui Rio lembrou, então, o que se passara com o IAPMEI, e defendeu que mesmo que a nova agência ficasse formalmente no Porto, tal não teria resultados práticos se todos os administradores continuassem a viver em Lisboa, tendo prognosticado que "daqui por quatro ou cinco anos, no Porto, em vez de 40 ou 50 funcionários, estarão 10, e em Lisboa não estarão 40 ou 50, mas sim 150". Basílio Horta, que já fora indigitado para presidente da nova agência, prometeu que os serviços no Porto seriam reforçados, e insurgiu-se com a questão, que apelidou de "ridícula".
Sabe-se que, desde então, quase tudo o que é relevante tem sido tratado em Lisboa e, como já escrevi, "a questão da localização da agência não é alheia à escolha dos célebres PIN (os Projectos de Interesse Nacional) que se concentram a sul do Mondego". De acordo com a CCDRN, a Região Norte, onde se concentra 35% da população activa, beneficia de apenas 10,4% dos PIN.
Pois bem. Na sequência da recondução da sua Administração, o organismo sediado no Porto passa, por decisão do Governo, a constituir mera ficção. A nomeação do novo Conselho consagra a saída do último administrador ainda fixado no Porto, José Abreu Aguiar, e a sua substituição pelo professor do ISCTE Eurico Brilhante Dias. O novo administrador e Teresa Ribeiro, ex-secretária de Estado dos Assuntos Europeus no anterior Governo, juntam-se assim a Basílio Horta e aos outros dois administradores em Lisboa. Na AICEP no Porto ficam cerca de 60 pessoas, na sua maioria na área comercial de apoio à internacionalização de empresas, e sem capacidade de decisão nas áreas mais importantes. Doravante, quem na cidade precisar de tratar de assuntos importantes com a agência, que se meta ao caminho e trate de ir à capital.
Naturalmente, o que Basílio Horta designava como "disparate", a "ridícula" premonição de Rio Rio, confirmou-se. E naturalmente que isso é aceite com resignação, porque todos sabiam desde o início que a promessa de que a agência iria manter competências no Porto era um logro, e que era feita para não ser cumprida. O obediente PS Porto, sempre disposto a aplaudir todas as políticas de um Governo que, diga-se, é o mais centralista e portofóbico desde o Marquês do Pombal, não manifestou qualquer preocupação sobre o assunto, pese embora a sua candidata Elisa Ferreira ter reconhecido durante as eleições que "é um exagero a concentração de funcionários públicos em Lisboa", que a Junta Metropolitana deveria ter uma palavra a dizer no que toca à reorganização da máquina do Estado" e que " gostaria de ver por parte do líder da JMP uma acção concreta no sentido de mudar esta situação, em vez de lamentos que nada adiantam". E agora pergunto-me: não seria lógico, exequível e até indispensável que sendo esta uma decisão do Governo que dificilmente a JMP pode evitar, e tendo os deputados do PS eleitos pelo Porto uma forte presença parlamentar, tentassem fazer ouvir, por uma vez que fosse, a voz da discórdia, fazendo no fim de contas o que acusam Rui Rio de não querer ou saber fazer? Mas claro está que esta é só uma pergunta.

Rui Moreira

Os últimos dois “Moicanos” do Xadrez nos cafés de Faro



O xadrez é um desporto milenar que actualmente é praticado por muitos clubes como modalidade desportiva.
Existe em Faro, uma longa tradição de mais de meio Século , que consiste no encontro regular e práticamente diário de alguns jogadores, cada vez menos, que no café se dedicam à prática do mesmo.
Como é óbvio, ao longo destes anos, muitos jogadores tem “desaparecido” e não se tem assistido a uma renovação no que concerne a novas pessoas a praticarem este jogo de uma forma lúdica e informal. A internet e os clubes de competição desempenham pois um papel preponderante e têm contribuído para o desaparecimento desta já longa tradição. Os encontros têm tido vários palcos ao longo do tempo, que numa ordem cronológica poderemos citar os mais importantes, desde o Antigo café Atlântico situado ao lado do Aliança, passando pelo antigo Café Paris, também pelo secular e actualmente encerrado café Aliança, pelo Café Moderno (Situado antigamente onde hoje é o Hotel Faro), pelo Café Imperial no Largo de São Pedro, pelo “Seu Café” e finalmente pelo café “Nova Casa” situado na rua Frei Lourenço de Santa Maria. Quem aí for poderá a partir das 18horas assistir a longas “batalhas” entre Reis, Rainhas, e peões, entre alguns dos restantes jogadores em vias de extinção e que ainda se encontram tradicionalmente como o faziam desde o inicio desta citada tradição.
O ultimo jogador recentemente desaparecido, José Delfino, foi recentemente agraciado com um torneio de homenagem onde compareceram duas dezenas de jogadores. Contudo diáriamente, apenas dois jogadores resistem à erosão do tempo, sexagenários, acompanhados apenas por alguns relativamente mais novos. È neste âmbito que gostaríamos de homenagear os dois últimos “Moicanos” da tradição do xadrez jogado nos cafés de Faro. O Sr. Kabay e o Sr. Palma, que contra todos os ventos e intempéries da vida aí seguem jogando a sua partida indiferentes ao tempo....
Gostaríamos pois de prestar aqui a nossa homenagem a estes resistentes que constituem os últimos dos “Moicanos” do Xadrez farense, praticado também como forma de convívio nos Cafés em Faro.
Agradecimentos e cumprimentos,

José Paulino

FARO: antes e depois


Hospital Central, Marina, tribunal da Relação, Obras de requalificação da EN 125, tudo obras adiadas ou a conta-gotas...


O deputado socialista algarvio Miguel Freitas acredita que a criação de dois novos tribunais em Santarém, anunciada domingo pelo primeiro ministro, não vai inviabilizar a aprovação de um tribunal judicial de segunda instância no distrito de Faro, Algarve.

José Sócrates anunciou domingo, durante a cerimónia de lançamento da Fundação da Liberdade, a criação, em Santarém, de dois tribunais nacionais especializados nas áreas da propriedade industrial e da concorrência, regulação e supervisão.

A criação do Tribunal da Relação de Faro é uma "garantia do Ministro da Justiça", recorda o deputado algarvio Miguel Freitas, salientando que para o projeto em Faro avançar, só falta "ultrapassar questões relacionadas com a sua localização". mais aqui


A história do Tribunal da Relação já cheira mal, ao tempo da publicação em Diário da Republica conjuntamente com o de Guimarães que já se encontra a funcionar à um par de anos, nós continuamos a ser alimentados com expectativas de papel.
O edifício apalaçado da antiga família Belmarço onde se gastou uma fortuna continua devoluto, o estado tenta vende-lo a câmara quer recupera-lo e ficamos com mais uma telenovela sem fim à vista, depois com a edificação da hipotética cidade judicial o actual tribunal passaria para a relação, agora só falta arranjar uma localização, bom isto já começa a cheirar-me a gozo, está na altura de os senhores políticos deixarem de gozar com a inteligência dos farenses e quando digo políticos abrange todos porque na realidade são poucos os que ainda merecem alguma credibilidade.

VIVA A FARO

O PROVEDOR

Segunda-feira, Abril 26, 2010

Roller Challenge AAUALG 2010 conquistou a cidade de Faro



Os vencedores.

o Video aqui

ESTÁ ENCONTRADA A VIATURA CAMPEÃ

A Avenida 5 de Outubro, em Faro, foi pequena para acolher o muito público que fez questão de acompanhar o Roller Challenge AAUALG 2010. Num ambiente carregado de emotividade, a equipa Special One, constituída por estudantes da Universidade do Algarve, acabou por sair vencedora.

Mostrando que no Algarve há muitos talentos escondidos no que à criatividade e à animação diz respeito, a primeira edição do Roller Challenge AAUALG decorreu este domingo com a presença de muito publico a assistir os diversos carrinhos construídos para o evento. Num crescendo de interesse, a competição desenvolveu-se num sistema de descidas individuais das viaturas em concurso. Com equipas representantes de todos os cantos do Algarve empenhadas em lutar até às últimas forças - os louros acabaram por ser entregues à dinâmica equipa Special One, tendo lhe seguido na classificação a Foam Team e Arquitectura Paisagista Race Team em 2.º e 3.º lugar respectivamente na classificação final. Sem dúvida uma tarde de sol muito activa onde também brilhou Mr Kool no incentivo do público e equipas.

A organização da Associação Académica da Universidade do Algarve em balanço final sobre o evento refere: “Foi uma bela tarde de sol com um grande evento construído com o intuito de causar impacto positivo e criativo na cidade de Faro. Esperamos que este seja a primeira de muitas edições e que estimule a cidade a acolher mais iniciativas repletas de dinâmica e energia. Uma menção especial de agradecimento a todos os envolvidos, organização, apoiantes, júri e em especial às 26 equipas com os 81 participantes que conquistaram o publico que acorreu à Avenida 5 de Outubro”

Mais informações em:

http://www.aaualg.pt/

Galeria em:

http://picasaweb.google.pt/AAUALGDesporto/AAUALGRollerChallenge2010##

Maior Ikea ibérica abre a 25 de Maio em Loures


Aquela que será a maior loja da cadeia sueca de mobiliário Ikea na Península Ibérica, localizada em Loures, já tem data certa para abrir. A unidade, que absorve um investimento de 70 milhões de euros, abre a 25 de Maio, informou hoje a empresa


Como chegar à loja IKEA Loures:
do Norte: pela A1, saia na saída 1 IC17/A12, passe o túnel do Grilo e saia na saída A8, direcção Leiria/Loures; pela A8, saia na saída 2, direcção Frielas/Sto. Ant. Cavaleiros e vire à esquerda na rotunda.

do Sul: pela 2ª Circular, saia na saída 14 para convergir com o IC17 direcção A8, passe o túnel do Grilo e saia na saída A8, direcção Leiria/Loures; pela A8/Calçada de Carriche, siga A8 direcção Leiria e saia na saída 2 direcção Frielas; pela Ponte Vasco da Gama, continue na IC17 (indicação A8/IC17), passe o túnel do Grilo e saia na saída A8, direcção Leiria/Loures.

Agora o IKEA FARO/Loulé
A 500 metros do Loures Shopping e com os acessos acima indicados, com 10x mais tráfego que a via do Infante / A22, gostava agora de ouvir os Senhores que disseram isto:

Cluster Comercial no Nó Loulé Sul “será um crime”

"...A localização de um empreendimento comercial de grandes dimensões junto ao Nó Loulé Sul da Via do Infante, onde a IKEA pretende instalar uma loja, “será um crime” com “gravíssimas repercussões no futuro”.

Quem o afirma é António Massapina, arquitecto da CISED Território, empresa que a pedido da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) elaborou um estudo sobre qual a melhor de duas opções para instalar um Cluster Comercial em Loulé..."

"...Os responsáveis pelo estudo argumentam desde logo com base nas acessibilidades e tráfego. Loulé Sul é perto do Parque das Cidades onde vai nascer o Hospital Central do Algarve, infraestrutura que não pode lidar com tráfego intenso para lá chegar. E uma IKEA naquela zona vai “elevar substancialmente o fluxo de tráfego”.

“O objectivo do estudo é ajudar a decidir porque depois somos todos nós que sofremos as consequências”, explicou Paulo Bernardo, da ANJE Algarve. Algo que António Massapina rematou dizendo: “É um decisão que tem que estar livre de pressões. O líder, que é o executivo louletano,.não pode ceder a ameaças do género: «se não for aqui, não é em lado nenhum»”.
in Região Sul 27 Janeiro 2010

Até parece que o IKA são uma trupe de anjinhos com asas, é lógico que a zona com maior importância estratégica é o nó do estádio Faro – Loulé, as razões são visíveis para qualquer um, só o pequeno facto de uma empresa ligada ao escritório de advogados do Sr. Júdice a comprar os terrenos é sinonimo que tudo está tratado com o governo.
Como é evidente outros interesses locais se levantam, a maior empresa imobiliária do Algarve proprietária da antiga fabrica da cerveja tinha todo o interesse que este investimento fosse deslocado para este local, encomenda estudos, aparece com projectos alternativos no sentido de pressionar o poder local, o que mais me espanta é este Sr. Paulo Bernardo presidente de uma associação de empresários prestar-se a este lamentável serviço quando possivelmente a maioria dos seus associados pertence ao Concelho de Faro
Não é que esteja de acordo com mais um mega projecto que visa delapidar o que resta da economia local, mas sinceramente afirmar que aqui não pode ser com argumentos do trânsito não lembra ao diabo, é mau em qualquer sitio mas como é evidente estes projectos instalam-se onde á muito movimento de forasteiros e população residente e não em desertos, uma associação com atitudes destas perde qualquer credibilidade perante as instituições e não está a proteger os interesses dos seus associados mas sim outros valores que evidentemente sobre os quais me abstenho de pronunciar.
Por fim o exemplo de Loures é elucidativo daquilo que acabei de dizer.

VIVA A FARO

À conversa com Fernando Esteves Pinto - Escritor e Editor



Fernando Esteves Pinto nasceu em Cascais em 1961. Colaborou no DN Jovem e no Jornal de Letras. Em 1990 recebeu o Prémio Inasset Revelação de Poesia do Centro Nacional de Cultura. É publicado em Espanha e México por revistas literárias e editores independentes. Em 1998 obteve uma bolsa de criação literária pelo Ministério da Cultura / Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Está representado em várias antologias. Co-fundador e coordenador do “Sulscrito” – Círculo Literário do Algarve. Co-fundador e coordenador do projecto Literário Hispano-Luso Palavra Ibérica. Editor da 4águas – Editora de poesia, e PopSul. Livros publicados: “Na Escrita e no Rosto” (poesia) Editora Europress; “Siete Planos Coreográficos” (poesia, edição bilingue) Editora 1900, Huelva; “Ensaio Entre Portas” (poesia) Editora Almargem; “Conversas Terminais” (romance) Editora Campo das Letras; “Sexo Entre Mentiras” (romance) Editora Leiturascom.Net; “Sexo Entre Mentiras” (tradução espanhola) Editora Baile del Sol – Canárias; “Privado” (novela, edição bilingue castelhano/português) Editora Canto Escuro; “Área Afectada” (poesia) Editora Temas Originais.

1 - Porquê a edição?
FEP - A edição surge da necessidade de apoiar os autores e dar-lhes uma oportunidade de verem editadas as suas primeiras obras, como é o caso dos autores de poesia que tenho publicado na editora 4águas. Como é fácil de perceber, o meio editorial não proporciona um caminho fácil, e a abertura a novos autores, sejam poetas ou romancistas, é um processo demorado, e em alguns casos nunca chega a acontecer. A editora Popsul (chancela da 4águas), é um projecto mais generalista e resulta de um processo em que o autor investe no seu próprio trabalho, motivado pela importância do mesmo.

2 - Qual é a sua "leitura" de Faro pós - Capital da Cultura?
FEP - Desde o ano 2005 que a cena cultural em Faro tem vindo a crescer e a desenvolver outros interesses paralelos à cultura. Na área da literatura, creio que com o aparecimento do Sulscrito – Círculo Literário do Algarve, as mudanças de atitude são bastante consideráveis. Em 5 anos houve um despertar de jovens autores, leituras públicas, encontros de autores, presenças na feira do Livro de Faro, etc. A revista de literatura Sulscrito é prova disso, embora só haja duas edições. A par deste movimento literário, começaram a surgir novos espaços públicos com uma componente cultural. Alguns bares da cidade dão acolhimento a sessões de leitura de poesia, apresentações de livros, etc. Creio que existe agora uma relação de entendimento entre criadores de cultura e espaço público, embora a presença deste tipo de consumidor ainda seja insuficiente para encher as salas.

3 - É mais acessível hoje um escritor colocar um livro no mercado?
FEP– Actualmente, editar um livro tornou-se mais simples e acessível a qualquer pessoa. Não pelo sistema tradicional de contrato com uma editora de reconhecida importância nacional; por esta via raramente se chega lá sozinho, isto é, se não conheces ninguém no meio, a tua obra muito dificilmente falará por ti, por muita qualidade que tenha. Mas há alternativas fiáveis e com índices de sucesso que garantem a visibilidade do trabalho do autor. Estou a falar de editores independentes, como é o meu caso, que têm ao seu dispor um conjunto de ferramentas que permite produzir livros com bastante qualidade, numa relação de cumplicidade com o próprio autor, e com custos muito mais reduzidos em comparação com os orçamentos verificados nas gráficas tradicionais. Além disso, as tiragens dos livros a produzir não estão sujeitas ao absurdo inflacionado do desperdício, podendo o autor optar por pequenas edições, controladas e de investimento económico. Desta forma, editar um livro está ao alcance de qualquer um, tendo como vantagem para o autor o facto de poder acompanhar parte da edição, escolha da imagem da capa, formato do livro, etc.

4 - Livro em papel versus livro electrónico? Na sua opinião qual é o futuro do livro?
FEP – Todo o livro perde o seu culto se não for produzido em papel. No entanto, os formatos são o que menos importa. Nenhum livro digital (e-book) atinge a beleza dum livro na forma que todos conhecemos. A arte que existe num livro tradicional não se encontra num e-book. Não estou a falar ao nível do conteúdo, esse é comum aos dois formatos. No livro temos um objecto; no digital temos uma ideia de livro. A única vantagem que vejo para o sucesso do livro num suporte digital é o facto de estar ligado a uma complexa rede (internet), com inúmeras opções de funcionalidade que tornam o “ livro” um objecto cúmplice do espaço e do tempo: é de fácil acesso, económico, imediato. Diria mesmo inexpressivo. Sem forma nem identidade.

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adf.

Só falta esta!


El científico Stephen Hawking alerta sobre los peligros del contacto con extraterrestres

Domingo, Abril 25, 2010

Mais um edifício "selado" e à venda na Baixa de Faro



O Edifício da Segurança Social na Rua Infante D.Henrique em Faro
como diz e muito bem o autor das fotografias(B.F.P.) que teve a gentileza de as enviar
para a Defesa de Faro "... Duvido que no actual contexto, alguém compre o edifício. Acho que está destinado a ser mais um devoluto.
Oxalá esteja enganado..."
também nós...

QUEREMOS SABER TODA A VERDADE

Como cidadão farense, não podia ficar indiferente à gravidade do conteúdo do artigo de Macário Correia, versando erros profundos de gestão camarária ao longo de uma geração, o qual foi publicado num jornal e transcrito aqui, merecendo apenas comentários superficiais para seguir o rumo da morte dos desabafos.
É um facto que os cidadãos farenses constatam no terreno os problemas, manifestam entre si a discordância mas, dificilmente, podem ajuizar sobre a profundidade da traficância executiva, do rol de outros intervenientes e dos processos usados.
Quem escreve o artigo não é uma pessoa qualquer, é o actual presidente eleito da CMF, que na sua posição privilegiada teve acesso a todo o conjunto de documentação e informação, que o induziram a proceder à denúncia pública.
As motivações deste ímpeto, que se trata de um acto político, não podem ser analisadas à luz da restrita demarcação e condenação do passado, sabendo que 25 anos de abusos e incumprimento da lei, trespassaram várias governações dos dois partidos do centrão e os restantes que se sentaram nas assembleias municipais.
O poder executivo e o fiscalizador, são ambos visados, de terem contribuído para o estado de mau urbanismo e degradação da imagem da cidade, com prejuízo para os cidadãos e para os cofres da autarquia.
Acresce que, a instituição fiscalizadora das actividades autárquicas, de seu nome IGAL, paga com os dinheiros do erário, também é arrolada no descalabro da gestão, conhecendo e não agindo, o que pressupõe manipulação e desvio da sua função e não ocultação de factos ou obstrução às suas obrigações.
Macário Correia, peremptório, fala de “práticas reiteradas”, com a “miopia da fiscalização”, além da “indiferença de dirigentes” e da situação concreta “ de obras a 2 Km do local de “um jardim que nunca existiu”.
Não pode haver maior gravidade nestas declarações, que configuram cenários de crimes públicos, praticados por personalidades eleitas pelos farenses, com a conivência de outras simplesmente contratadas e pagas pelos farenses, que agiram contra os interesses de um concelho, provocando o seu atraso e descalabro financeiro, e que se pavoneiam entre nós e arrancam as nossas saudações do dia-a-dia.
A população deste país e, logo a de Faro, têm uma entidade chamada Ministério Público, que existe para assegurar os direitos constitucionais de todos, sem excepção, e que, face à natureza das afirmações publicadas, tem a obrigação de agir. Com igual sentido e ainda que se configurem as tão famosas prescrições, os cidadãos têm o direito de saber toda a verdade sobre meios e pessoas que praticaram tais actos lesivos de mais de 60 mil pessoas.
Quanto à Assembleia Municipal, a população também aguarda uma tomada de posição pública sobre o conteúdo das acusações do presidente Macário, dado tratarem-se de matérias relevantes que condicionaram a vida do concelho e que não foram fiscalizadas, acabando por envolver o nome e o histórico desse órgão.
Como não está em causa a seriedade das afirmações, também não estará em causa a disponibilidade de todos quantos lhes deram forma e conteúdo, para prestarem os devidos esclarecimentos.
Aguardemos.

Luis Alexandre

Sexta-feira, Abril 23, 2010

Depois da Ryder Cup,o autódromo do Algarve, O Algarve a passar por dificuldades.


Armando Vara defendeu junto do Governo a injecção de dinheiros públicos e a nacionalização do autódromo. Projecto debate-se com sérias dificuldades financeiras e BCP é o principal credor, avança a edição do SOL esta sexta-feira. mais aqui


In A Bola, 14/03/2009
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MAPS... eu sou solidário


O MAPS - Movimento de Apoio à Problemática da Sida , com sede em Faro, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, de utilidade pública, em funcionamento desde 1992, cujo principal objectivo é a prestação de serviços à comunidade, no âmbito da problemática do VIH/SIDA, Toxicodependência, Sexualidade, Sem-abrigo, Imigrantes, Minorias Étnicas e Formação Profissional.
O MAPS é a única instituição na região do Algarve que se debruça e presta serviços a esta problemática. O leque de respostas sociais é comparticipado em 70, 75 ou 80 %; o que significa que o diferencial do custo é suportado pela instituição e pelos apoios que algumas entidades públicas e privadas disponibilizam, porém os mesmos são insuficientes para fazer face as despesas existentes.
O MAPS tem vindo a ter grandes dificuldades financeiras ao ponto da continuidade da N. existência estar em causa. Contudo desde Fevereiro de 2010, tomaram posse novos corpos sociais.
A presente Direcção esta disposta a não baixar os braços e levar o MAPS a bom porto, de forma a que este continue a ser uma marco importante de fazer frente às problemáticas sociais de que a nossa cidade de faro não esta imune.
Nesse sentido uma vez que o MAPS – Movimento de Apoio à Problemática da Sida, comemora o 18º aniversário, assinalar essa data foi preparado um evento “MAPS...eu sou solidário” o qual terá diversos eventos, nomeadamente com o humorista Herman José, a realizar no dia 1 de Maio de 2010, no Teatro Municipal de Faro (Teatro das Figuras), e jantar de Fados no Restaurante Centenário no dia 13 de Maio de 2010.

Juca & Zeca

Domingo 25 de Abril na Avenida do liceu, corrida de carrinhos de rolamentos.



Roller Challenge AAUALG 2010 no próximo Domingo

CRIATIVIDADE, PERFORMANCE E VELOCIDADE


Depois de uma animada fase de inscrições, estão encontrados as 25 equipas que vão disputar a primeira edição do ROLLER CHALLENGE AAUALG 2010, a prova de carros de rolamentos do próximo Domingo (25 de Abril) na Avenida 5 de Outubro, em Faro.

Muito além do desporto, há um ritmo e uma estética que roçam o artístico. É este o DNA do Roller Challenge AAUALG 2010, uma corrida de carros de rolamentos que irá por a cidade de Faro a tremer com tanta criatividade. Em ano de comemoração do 25º aniversário da Semana Académica do Algarve, a Associação Académica da Universidade do Algarve AAUALG promove um evento que promete aproximar a universidade da cidade, os mais novos dos mais velhos e a tradição da actualidade.

Apuradas as equipas depois de um período de inscrições, os 25 finalistas vão viver uma experiência única na luta pela melhor classificação. Na Avenida 5 de Outubro, que é uma das artérias mais nobres da cidade de Faro - a competição desenvolve-se num percurso de aproximadamente 700 metros. Ao longo da tarde (arranque às 15h00), a emoção vai subir à medida que as viaturas construídas pelos vários concorrentes evoluírem no asfalto. Tudo bem condimentado com a música e animação do DJ MRKOOL!

O júri de quatro elementos – representante da AAUALG, representante da Universidade do Algarve, representante da Câmara Municipal de Faro e um representante dos patrocinadores - irão avaliar o desempenho de cada equipa tendo em conta os critérios de criatividade, performance, e velocidade. A margem de manobra para inovar é quase total.

P.S. -Aos organizadores que façam um filme da prova e que façam chegar à defesa de Faro.

Teixeira dos Santos - o falso socialismo! são sempre os mesmos a pagar a crise!


O anúncio foi feito em conferência de imprensa e não se conhece ainda o diploma. Sabe-se que haverá uma taxa liberatória de 20 por cento sobre o saldo de mais e menos-valias geradas já em 2010 e isenta-se os saldos inferiores a 500 euros anuais, para não penalizar os pequenos investidores. Esse limite aplica-se aos primeiros 500 euros de qualquer saldo obtido. A receita esperada é de 240 milhões de euros em 2011, mas desconhece-se se haverá retenção na fonte, o que permitiria a arrecadação em 2010.

Apesar de instado, o Governo não esclareceu por que razão deixou de fora os investidores não residentes ou as sociedades gestoras de participações sociais (SGPS). Ou seja, manter-se-á o actual regime de quase isenção para os grandes investidores. mais aqui

CARTA DE SOCRATES AOS DESEMPREGADOS 

Caros concidadãos desempregados

Na vossa prolongada inquietude, faço votos vos encontreis bem e recomendo-vos, não percam a esperança apesar da mágoa da perda de rendimentos e do convívio com o sentimento de utilidade.
Julgo ser verdade, quando vos digo que não podereis considerar-vos esquecidos, na medida em que recebo todos os dias a nota do Instituto de Estatística. Olho para os números e assalta-me uma grande preocupação, porque tenho dificuldade em perceber, e aceitar estes resultados, contra o esforço do Governo e em especial o meu.
Quando prometi soluções e mais 150.000 empregos, a vida castigou-me ( como vêem não são só vocês que sofrem) e não paro de ver os números aumentarem em sentido inverso. São provações para um primeiro-ministro.
Rogo-vos que não se deixem trair por maus pensamentos e não me julguem impiedosamente porque, mesmo quando tomámos as decisões difíceis de responder aos pedidos da Banca e outros sectores económicos, fizé-mo-lo na convicção, de que estaríamos também a atender às vossas preces. Aquele dinheiro vai gerar dinheiro e tenho a mais profunda certeza, que algum vai voltar a passar pelas vossas mãos.
O Governo tem falado com os empresários, de coração aberto, como estou agora a falar convosco e, só me têm pedido incentivos ao seu propósito de animar a economia, criando as empresas e empregos, para ganhos de todos.
Quando me ouviram no Alqueva afirmar : “que estamos ao lado dos empresários”, tratava-se de mais uma metáfora política, tal como, as falhas dos computadores que provocaram o atraso do pagamento dos vossos subsídios, foi um erro do lote dos perdoáveis. Comparem a vossa situação privilegiada, com a daqueles que nada recebem.
Neste meu segundo mandato, que alguns de vós impulsionaram, voltei a dar a minha palavra de honra, tal como a dei no parlamento sobre o negócio PT/TVI, de que me dedicaria ao vosso problema e, por isso, não como se diz por aí que foi a UE que o pediu, elaborámos o PEC, programa de estabilidade e, sobretudo crescimento, que vai permitir poupar ainda mais recursos do Estado para o relançamento da economia.
Eu sei que vos andei a pedir 4 anos de sacrifícios, voltei a pedir-vos mais 4 mas, o ano de 2013 já não vem longe, não querendo com isto dizer que as soluções não cheguem, para nosso e vosso contento.
Algumas forças concorrentes, que estão connosco neste PEC e outros projectos, vão tentar aproveitar-se de alguns descrentes de entre vós e, tentarão desestabilizar este nosso objectivo conjunto de salvarmos a nação.
Por favor, sejamos fortes, vamos levar esta tarefa até ao fim e não queiram ser os responsáveis pelo meu despedimento.
Cumprimentos socialistas deste vosso combatente

(assinatura ilegível)

Luis Alexandre

Quinta-feira, Abril 22, 2010

Baixa de Faro Páscoa 2010.

Rua Stº António from Joel da Palma on Vimeo.

"...Faro tem condições para uma forte animação de rua. É uma Cidade meridional, de sol, pode através de uma pedonalização sensata ganhar hábitos de bulício tranquilo de leitura fácil, de jornais, de livros, de conversa animada, de bem-estar, sem nenhuma alteração..."

Viegas Gomes
in Faro Cidade Possível

O Comentário!


FINALMENTE!
Há anos que tem sido um desleixe e um desnorte nesta cidade. Os passeios ocupados por viaturas e condutores arrogantes, sem o mínimo respeito por velhos ou novos ou por quem vem a passar... Vergonha total! Finalmente um presidente tomou uma medida que todos os outros, que passaram, deveriam ter tomado. OS PEÕES AGRADECEM.
anónimo

O Caso da esplanada do Metris Planet.


Sou um assíduo leitor deste blogue, que considero um meio muito bom para os cidadãos de Faro poderem saber e discutir sobre o que se passa em Faro e sobre os seus problemas. Dou os meus parabéns aos seus promotores e votos de continuação do bom trabalho efectuado.

É com grande tristeza e desilusão que escrevo pela primeira vez neste blogue, pois o tema relativo à cidade de Faro que me traz aqui é muito sério e grave e urge ser informado.
Queria relatar todos os factos relativos à tremenda ilegalidade, descabimento e falta de bom senso por parte do executivo camamarário liderado pelo Presidente Macário Correia na acção que foi tomada com a destruição sem qualquer tipo de notificação prévia da Esplanada legal do Restauarante Metris Planet.
Esta acção completamente inacreditável e absurda revela a todos os níveis uma tremenda falta de tacto, sensibilidade e respeito pelos munícipes e empresários de Faro a exemplo de várias acções já tomadas na governação deste executivo.

Tive acesso a todos os factos que considero chocantes e documentos deste processo absurdo que aqui vos disponho:

1. Documentos comprovativos da legalidade da Estrutura da Esplanada e sua cobertura a utilizar apenas nos meses de Inverno, das taxas pagas. Alvarás para Música ao Vivo e respectivas Licenças de Ruído.
2. Fotografias da Esplanada antes da sua Destruição, durante a mesma e após.
3. Vídeos da completa destruíção sem qualquer tipo de contemplação nem aviso prévio, efectuada manualmente, com o uso de motoserras e máquinas electricas por cerca de 25 funcionários da Câmara Municipal de Faro.
4. O Mandado de Notificação efectuada sem aviso prévio no próprio dia, para a Remoção da Esplanada e posterior Notificação para Pagamento da Destruição da Esplanada efectuada pelos funcionários da CMF.
5. Finalmente cartas desesperadas e indignadas de municipes, pais dos jovens empresários detentores do Restaurate, dirigidas à Assembleia Municipal realizada 15 de Abril de 2010

ver toda a história aqui

António Cordeiro Santos

Parabéns “Adefesadefaro “ pelo esclarecimento.
Afinal depois de muita conversa sobre o assunto a conclusão a que se chega é que não foram cumpridos os preceitos da lei.
Pelo que me apraz dizer o seguinte: A ocupação da via publica com ESTRADO era autorizado até 31 de Dezembro de 2009, pelas fotografias o mesmo não era só estrado.
O ruído estava autorizado até 28 de Agosto de 2009.
Por aquilo que se rege o Regulamento Municipal de Intervenções nos Núcleos Históricos de Faro, não estava a ser cumprido.
Quando foi pedido novo licenciamento, o mesmo não foi autorizado.
No regulamento o artigo 30ºalinea a) As esplanadas serão abertas e sem qualquer tipo de protecção frontal, lateral, ou posterior.
b) Por corresponder ao tipo de equipamento de protecção solar dos utentes das esplanadas que menos interfere no ambiente urbano, nas perspectivas e na dignidade dos espaços, apenas poderá ser autorizada a cobertura das esplanadas por sombrinhas.
Como as condições a ser utilizadas estavam indevidas à utilização previamente licenciadas, acabaram por não serem autorizadas e mandadas remover em 22 de Janeiro de 2010.
Onde é que está a posição ditadorial?
Francisco S.H.A.



Face ao comentário do Sr.Francisco S.H.A. urge-me dizer o seguinte:

As pessoas e munícipes desta cidade são, salvo excepções, pessoas edóneas, responsáveis, sérias e trabalhadoras. Em relação ao caso que falo da Metris e solidariamente o caso do Taco d´Ouro ninguém acreditará que estes empresários sejam malfeitores, negligentes, errantes ou malucos, ao investirem milhares e milhares de euros na sua cidade em projectos de espaços de qualidade e requinte, que têm o objectivo sem dúvida de dignificarem a cidade e oferecerem espaços de lazer e convívio aos farenses e todos os visitantes que a visitam.
Pressupõe com a sua afirmação que estes senhores são uns verdadeiros negligentes ao terem investido a sua vida, o seu esforço e dinheiro na cidade de Faro sem qualquer tipo de licenciamento, autorização ou pagamentos das taxas devidas à Câmara Municipal de Faro. É o típico comentário do deita abaixo e típico daquelas pessoas mesquinhas de quem pune os que apostam e têm sucesso. Senão querem que se invista e se aposte na cidade de Faro, políticos, cidadãos, vamos nos juntar todos para expulsar e erradicar o empreendedorismo e iniciativas empresarias desta cidade. É fácil! Vamos ser claros objectivos e sinceros e todos em unissono vamos dizer: NÃO QUEREMOS EMPRESÁRIOS E EMPREENDEDORES AQUI! Estas pessoas sairão concerteza e depressa da cidade de Faro. É o que estão a dizer a estes senhores e a toda a população em geral.
Mas eu pergunto é mesmo isso que queremos? Queremos destruir o já pouco que é feito com um objectivo de dinamização empresarial e social. Queremos andar em guerra com quem dá emprego? Queremos governantes que apostam no deita abaixo que não fazem nada para o crescimento da economia, das empresas e do emprego e não ouvem nem se importam com os problemas das pessoas? Meus senhores assim não vamos a lado nenhum!
Como diz o outro: É PRECISO É ATITUDE,
-UMA ATITUDE POSITIVA, CONTRUTIVA, EMPREENDEDORA, CORAJOSA, IMPULSIONADORA, DINAMIZADORA. Sem isso meus senhores esta cidade não sai de onde está.

Posto isto, e face ao comentário do Sr. Francisco respondo com os seguintes factos:

Os exemplos de documentos de Licença de Ruído expostos obviamente foram pedidos unicamente para quando existia motivo para tal e por isso como deve saber, são requeridos para datas específicas como é exemplo esse documento que refere com data de : 28 de Agosto de 2009.
A ocupação da Via pública era composta por um ESTRADO que refere e pela respectiva cobertura e proteções laterais totalmente de acordo com o Regulamento Municipal de Intervenções nos Núcleos Históricos de Faro que inclui este tipo de possibilidade:

Entrando ora propriamente na explicação da questão da Ocupação da Via Pública em apreço, cumpre-me explicitar em detalhe a estrutura pretendida:

A operação que foi realizada constitui uma esplanada com estrutura de cobertura, objecto tempestivo de licenciamento pelos serviços da Câmara Municipal de Faro – vide informações camarárias:
nº 022/07/DRP de 19/01/07 e respectivo deferimento de 22/01/07, nº 048/07/DRP de 21/02/2007 e respectivo deferimento de 28/02/2007, nº 30690-170/DNH/09 de 27/07/09 e respectivo deferimento e nº 6293-114/DNH/09 de 03/06/09 e respectivo deferimento de 05/06/2009.
(Link :
Documentação Relativa Esplanada Restaurante Metris Planet: http://s795.photobucket.com/albums/yy235/largosaopedro/Documentos%20Relativos%20Esplanada%20Restaurante%20Metris/ )

Esta estrutura era de carácter amovível e facilmente desmontável, feita em material PVC branco e transparente (mica), suportado por tubo galvanizado branco igual à da estrutura de toldo já existente.
Lateralmente era complementada com dez cortinas verticais revestidas a material transparente com sistema manual de abertura e fecho. Estas cortinas eram utilizadas em ocasião de mau tempo, chuva ou ventos laterais excessivos.
Como dito anteriormente, esta nova estrutura visava complementar a já existente estrutura de toldos, sendo que esta última era mantida e ficaria por de baixo da primeira.
Desta forma, pretendia-se que entre os meses de Maio e Outubro se retirasse toda a cobertura desta nova estrutura feita em material PVC mantendo a protecção que era oferecida pelos toldos, sempre que abertos, durante os meses de bom tempo.
De igual forma, toda a estrutura, fabricada em tubo galvanizado branco seria retirada de forma rápida, se assim solicitado e em qualquer altura do ano. Esta operação seria realizada em cerca de 1 hora por qualquer firma especialisada na comercialização e instalação de toldos, coberturas e similares.

Cumpre-nos pois vincar sucintamente factos importantes sobre a estrutura de cobertura da Esplanada:

a) A solução preconizada não apresentava carácter definitivo; - Os materiais e equipamentos a serem aplicados são totalmente amovíveis, permitindo não só a sua fácil limpeza e manutenção, como a eventualidade de uma remoção rápida e imediata em cerca de 1 a 2 horas;

b) Esta seria de facto apenas utilizada nos meses entre Outubro e Abril, período em que as condições atmosféricas não permitem que se opere no espaço da esplanada, devido ao tempo invernil. Nos restantes meses esta estrutura seria removida e seria apenas utilizado sistema de toldos já existente.

c) A modificação em termos físicos e visuais da estrutura de toldos face a esta, consistia apenas na colocação de uma protecção lateral com um sistema de cortinas transparentes diarimente amovíveis. O material utilizado era em grande parte transparente pelo que não afectava a correcta e total visualização dos edifícios e espaços circundantes e nem tolhia as suas características de espaço urbano histórico. Não existia, pois, de forma alguma, violar a lei no que se refere à área de protecção do imóvel ou inviabilizar a sua frente urbana ou o equilíbrio do espaço urbano envolvente.

Obrigado pela atenção e vamos para a frente FARO.

António Cordeiro

Quarta-feira, Abril 21, 2010

O 25 de ABRIL no Pátio


5ª feira, 22 ABRIL - 21:30 : ECOS DE COIMBRA COM CANÇÕES DE ABRIL (ao vivo com o grupo/tertúlia Ecos de Coimbra)
6ª f, 23, 22h – RODA de CONTOS - sessão do VIII Festival de Narração Oral -vários contadores
Sábado 24, 11h – CONTOS de LIBERDADE - sessão do VIII Festival de Narração Oral, com os Piratas de Alejandria (Sevilha)
para miúdos e graúdos (língua: “portunhol”)

Ryder Cup 2018 - continuam os protestos!


Alfredo Revuelta
O PSD/Algarve apresentou hoje uma moção de protesto contra a decisão do Governo e da Federação Portuguesa de Golfe de afastar o Algarve da candidatura portuguesa à organização da competição de golfe "Ryder Cup 2018".

A prova desportiva "Ryder Cup", considerada uma das mais importantes do mundo, vai ter um investimento na ordem dos 140 milhões de euros até 2018 - 12 milhões por ano que terão de ser investidos em provas e promoção - e a candidatura portuguesa selecionada foi a da Herdade da Comporta, em Lisboa.

"Esta decisão constituiu um verdadeiro insulto ao Algarve, uma lesão promocional irreparável, que nem mil "Allgarves" poderão substituir", lê-se numa nota de imprensa da Comissão Política Distrital do PSD/Algarve, enviada hoje à comunicação social.

mais aqui

Fim de Semana Festival Contos de Liberdade - Organização ARCA


Um povo onde nascem homens como o Salgueiro Maia, homens que lutam por um ideal sem desejarem honras, riquezas ou protagonismos, é um povo que pode acreditar. O nosso obrigado a esse herói esquecido e que este povo lhe guarde a memória daquilo que foi e fez e, não deixe que a história dos Senhores glorifique aqueles que depois vieram colher os cravos e o relegaram para o esquecimento de um papel secundário num rodapé de um livro escolar.

No próximo dia 22 de Abril começa o segundo fim de semana do Festival de Narração Oral “Contos de Liberdade”.

Depois da presença de Serafim (Beja), na Sociedade Recreativa e Artística Farense (Bar “Os Artistas") e de Luis Carmelo (membro da cooperativa Trimagisto, Évora) no Moto Clube de Faro juntam-se, agora Inês Mestrinho (Faro) Celso Sanmartin (Galiza) e Piratas de Alejandria (Sevilha).

Quinta-feira dia 22, Inês Mestrinho estará pelas 10h30 na Biblioteca Municipal de São Brás e pelas 14h00 na Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio. Pelas 21h30, Luís Carmelo contará na Biblioteca Municipal de Olhão.

Sexta-feira, 23 (Dia Mundial do Livro) pelas 10h30, contará Celso Sanmartim na Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel numa sessão dirigida a crianças. Depois, pelas 18h00 estará na Biblioteca Municipal de Olhão, numa sessão dirigida a mais a toda a família. Pelas 22h00 decorrerá no Patio B@r, em Faro, uma Roda de Contos, onde poderemos apreciar uma grande diversidade de contadores e de formas de contar.

Dia 24, sábado pelas 11h00 na Livraria Pátio de Letras uma sessão de contos e animação à leitura para crianças pelos Piratas de Alejandria (Sevilla). Depois o público poderá optar por uma sessão com Celso Sanmartin na Biblioteca Municipal de São Brás de Alportel às 15h30 ou por Luís Carmelo na Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio às 16h00. À noite, pelas 22h00 no Maktostas (Faro) uma sessão de contos com Celso Sanmartin e música de Abril pelo projecto Norton de Matos.

Para terminar, na terça-feira, dia 26 de Abril, os Piratas de Alejandria participarão numa sessão de contos ambientais na Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio às 15h00.

Terça-feira, Abril 20, 2010

As boas ideias podem e devem ser copiadas!




Baixa de Faro - fotos de José Cerqueira
Bolsa de arrendamento no centro histórico de Loulé apoia empreendedores criativos
A Câmara Municipal de Loulé vai criar uma Bolsa de Arrendamento na Zona Histórica, como uma das medidas para dinamizar esta parte da cidade.

Esta iniciativa, no âmbito do Projeto Charme, surge associada a um Concurso de Ideias Criativas que será lançado pela autarquia dentro de poucos meses, e que pretende incentivar a apresentação de novos projetos, produtos e/ou serviços inseridos na área das indústrias criativas que contribuam para a introdução de inovação nos serviços e funções urbanas existentes atualmente na Zona Histórica de Loulé.

O objetivo, segundo a Câmara, passa por «proporcionar um ambiente favorável ao surgimento de um leque diversificado de indústrias que criam emprego qualificado e criativo de elevado valor acrescentado, incentivando o empreendedorismo e novas ideias de negócio».

As indústrias criativas estão normalmente associadas a setores-chave como a Publicidade, Arquitetura, Mercado de Artes e Antiguidades, Design, Moda, Música ao Vivo, Artes Performativas e Entretenimento, Rádio e internet, Escrita e Publicação, entre outros.

Estas indústrias, acrescenta a autarquia de Loulé, «funcionam como catalisadores dos vários setores económicos e, por esse motivo, são elementos importantes para a revitalização dos centros das cidades (zonas históricas) e para a atração de públicos jovens».

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Estacionamento na Av. 5 de Outubro

A Câmara Municipal de Faro decidiu proceder à colocação de pinos nos passeios da Avenida 5 de Outubro, em Faro, com vista a minorar um estrangulamento crónico de ocupação desordenada dos passeios por viaturas. Foram demasiados anos em que os carros tomaram conta dos passeios com prejuízos para os cidadãos e para a imagem da cidade. Se visamos uma cidade melhor organizada e em que se promova a mobilidade dos peões, temos que fazer um esforço para que cada coisa esteja no seu lugar. Estamos a levá-lo a cabo.
Apelamos à compreensão de todos, mas sublinhamos que esta medida é mais um passo para termos uma cidade com ordem, em que as regras de civismo sejam observadas e em que os próprios munícipes se consciencializem da importância de zelar por um ordenamento adequado do espaço urbano.

A intervenção está a ser preparada pela Divisão de Ambiente, Energia e Mobilidade, terá início na próxima quarta-feira, dia 21 de Abril e decorrerá progressivamente ao longo da extensão da referida artéria. Importa salientar, no entanto, que as entradas para as garagens serão obviamente salvaguardadas e que permitiremos, no decurso da operação, que as viaturas parqueadas nas zonas pedonais que ficarão encerradas ao trânsito sejam removidas pelos respectivos proprietários.

HOMENAGEM TERTÚLIA FARENSE - 22 ABRIL

Vai decorrer na próxima quinta-feira,22 de Abril, a Homenagem às entidades e personalidades que se destacaram em Faro em 2009 e que foram votadas pelos membros da Tertúlia Farense em Março.

O Pátio de Letras,a Sociedade Recreativa Artística Farense e o arquitecto paisagista Fernando Pessoa serão objectode distinção, numa sessão a realizar às 22h no restaurante Ria Formosa ( Hotel Faro) e que será precedida de Jantar.

A Tertúlia Farense, em actividade desde 2007, distinguiu no primeiro ano a ACTA, a Associação Almargem, o Blogue A Defesa de Faro,o CAPA, o Teatro Municipal de Faro e o Professor José Louro e relativamente a 2008 foram contemplados o Cineclube de Faro e o Museu Municipal de Faro.

Cordiais cumprimentos.

Tertúlia Farense

Nota: A participação no Jantar está sujeita a marcação, nas mesmas condições dos membros da Tertúlia, por esta via ou sms, até amanhã. O número de lugares é limitado.Obrigado.FLC

Apontadores e sugestões

Faro visto do céu.


fotografia de Luís Rosa (tirada ontem)
clicar na foto para ampliar

DA LUZ SE FAZ O DIA 

Poucas horas depois da realização das assembleias das empresas EDP e PT, onde o universo do capital popular de nada vale e decidem as maiorias poderosas, uma onda da direita clássica e da imprensa dava destaque ao desprezo destas empresas às recomendações do Governo, sobre remunerações e prémios de… produtividade.
Estas empresas de participação privada, onde só na PT o Estado tem decisão de ouro e agem como abutres sobre os preços do mercado, dispondo da almofada das cobranças fixas actualizadas, têm a tal produtividade assegurada, no interesse de todas as partes, menos dos consumidores.
O facto de não ser motivo de aprovação o que é chamado de recomendação do Governo - que a fez não por convicção democrática mas por receios da situação económica e financeira que ajudou a criar e pondo os trabalhadores a pagar mais um episódio da crise continuada - quase em simultâneo nas duas empresas, não tem nada de cartelização e muito menos de servir uma estratégia que visa desautorizar o poder político sobre a enorme capacidade financeira e de influência, destes e de outros potentados.
A desfaçatez do grande capital acolitado nas grandes empresas estratégicas portuguesas, em momento de grande fraqueza económica e financeira do país e do Governo PS, em estado depressivo e à mercê deste, prenuncia que depois do banquete de grande exploração nos últimos 12 ou 13 anos, estão na primeira linha, não para participar no que é apelidado de esforço e solidariedade, mas em continuar a sua saga. Não nos admirava nada que a confiança desta batalha inspirasse, sem que se possa induzir malevolamente conspiração, que outras empresas, incluindo a Banca, seguissem o virtuoso exemplo.
Alguns arautos da inocência, elevam a oportunidade da discussão e da ilusão dentro do capitalismo, da separação entre poder político e económico, como se os dois não fossem historicamente um facto, mutuamente usufrutários e que desejam morrer abraçados.
Do outro lado do equilíbrio circunstancial, até ao próximo OE e eleição do PR, está um novo dirigente partidário, que vê nestas atitudes da PT e EDP, um reforço de convicção dos seus projectos de fazer passar para os privados, o lado produtivo e rentável do sector empresarial do Estado.
Ainda não existe um Governo sombra do PSD mas, já se fabricam medidas e acções sombra para objectivos muito concretos. E até foram os primeiros a festejar a independência de uns e a queda de outros.
Luis Alexandre

Segunda-feira, Abril 19, 2010

Faro - pôr do Sol


fotografia de José Cerqueira

Floresta de cimento

Dos loteamentos que a Câmara de Faro licenciou noa últimos 25 anos, cerca de metade não acabaram normalmente, com a realização das infraestruturas, equipamentos e espaços verdes.
Por omissões diversas, os prédios ficaram rodeados de terreiros, com ruas inacabadas, sem jardins. E as garantias bancárias não foram accionadas. Os terrenos de cedências em certos casos nem foram registados. E peças originais de escrituras e de alvarás foram alteradas ou desapareceram, segundo confessam, sem confidencia vários funcionários. Isto é mais grave do que possa parecer.
Pôr isto na ordem não é fácil, em certos casos já não será possível. As garantias perderam valor, algumas condições prescreveram.
E casos houve em que a Câmara prescindia da obra de um jardim público, em detrimento de arranjo do interior de uma casa a 2 km, com inexistência de fundamento legal.
Temos cerca de 20 loteamentos (urbanizações) em condições de anarquia física e administrativa.
Basta passar pela Penha, pela Rua da Amendoeira; pelo Bairro Cabecinha, pelo Vale da Amoreira, pela Lejana, pela Atalaia e por outros sítios e observar como nada do que se ensina nas escolas de urbanismo, ou do que está escrito nas leis, e normas foi tido em conta.
A ajudar esta confusão, estava a inexistência de um regulamento de edificação e urbanização, a ausência de planos de ordenamento do território e a miopia da fiscalização, além da indiferença de alguns dirigentes.
Não era preciso esperar pelas sucessivas e recentes presenças de Inspecções para se saber disto.
E não se trata de um acto isolado, um lapso, uma situação pontual de relativa aceitação face ao interesse público.
Pelo contrário foi uma prática reiterada, apenas contrariada em alguns mandatos, mas desleixada em outros. E tenha-se presente que um loteamento não fecha o ciclo durante um só mandato de 4 anos, passa por dois pelo menos, contando aprovação, execução, recepções, etc.
Por estas e por outras a cidade não cresceu em qualidade, com um urbanismo próprio de uma capital regional. E o que nasceu torto, é quase impossível de endireitar.

Macário Correia in O Algarve

Eu também concordo com o Sr. Eng. Macário.
De facto acho que de todos os loteamentos em causa, o caso mais aberrante é o loteamento da Penha (alvará 3/68).
Um vasto espaço da cidade onde os arruamentos previstos nunca foram completados pelos promotores. Em diferentes mandatos, foi a CMF que procedendo a arranjos de pavimentação e arborização, gastando muito dinheiro num espaço que, em último caso ainda não é seu, pois o loteamento nunca lhe foi entregue.
Em reunião de câmara de 24/04/2007 foi deliberado DECLARAR A CADUCIDADE DO REFERIDO ALVARÁ. Infelizmente tratou-se de uma decisão sem efeitos práticos porque, por incompetência ou preguiça, não foram tomadas as necessárias medidas administrativas exigidas.
Caricato, foi a CMF me ter reprovado dois projectos em 2009 por não cumprir um alvará de que declarou a caducidade em 2007.
Conseguem perceber esta lógica, eu não.
Paulo Charneca


O Alvará até podia ser de 1910 não atirem poeira para os olhos, alem da culpa dos responsáveis também são culpados quem comprou os apartamentos sem aceso devido ás garagens.
Quem é que passou o documento demonstrando que os acessos estavam acabados?
Em 17/10/00 a Câmara Municipal de Faro deliberou autorizar a substituição da hipoteca dos lotes por garantia bancária no montante de 23.310.419$ que seria o valor para acabamento das infraestruturas em falta.
A responsabilidade passou do Pereira e Carrusca para a Algarprojectos Construções Lda, tendo a mesma vindo a ser autorizada a utilizar a verba de 23.310.419$ numa obra no Centro Ossonobense localizada no Chalé das Canas, dada por determinada em 13 de Dezembro de 2001.
A Câmara Municipal ainda tentou criar a responsabilidade ao construtor do imóvel Viegas e Rosa lda mas estava tudo assinado que a responsabilidade era do dono do empreendimento que mais tarde passou para o Príncipe.
A requalificação dessa zona está orçamentada em 295.000.00 euros
Verdade pura e crua, não levantem muita poeira porque algumas virgens imaculadas podem ser desfloradas.
Poeira e lama apanhamos nós os moradores.
Tomás de Aquino

Nova Tabela de Taxas em Faro

Foi aprovada, dia 16 de Abril, na reunião da Assembleia Municipal, a proposta de Regulamento e Tabela de Taxas do Município de Faro. Este importante documento procede a uma actualização das taxas em vigor e não actualizadas desde 1999 e observa o imperativo legal de elaboração de um estudo económico-financeiro para aferir dos custos directos e indirectos que a autarquia suportava na prestação dos mais variados serviços aos cidadãos.
As taxas foram actualizadas, genericamente, em linha com os valores da inflação, de molde a, num quadro económico delicado para as famílias e para sectores cruciais para a preservação do emprego e relançamento da economia, não oneração dos particulares por via desta decisão. Por exemplo, as taxas urbanísticas, em face da crise aguda do sector, foram actualizadas para valores inferiores à correcção da inflação.
Em sinal contrário, as taxas com a ocupação de terrenos na Praia de Faro que custavam para uma casa com 50 m2 cerca de 30 euros por mês que agora vão passar a custar 85,enquanto forem renovadas. Houve uma preocupação de equidade e justiça, para corrigir desigualdades flagrantes que penalizavam a Câmara e os contribuintes.
A Câmara não quer prejudicar a actividade económica, mas tem que saber quando custa cada serviço para minorar as suas ineficiências e assumir, em função da estratégia gizada para o concelho, reflectir os custos que tem com os serviços prestados e tomar decisões políticas que visam proteger o tecido económico-social do concelho. Foi isso que fizemos neste regulamento.
Foi um trabalho árduo. A lei impõe a realização de um estudo económico-financeiro sob pena de não se poderem cobrar taxas, o que seria catastrófico para Faro. Essa tarefa foi suspensa em Setembro de 2008, sem razão aparente que o justificasse. Os trabalhos foram retomados em Novembro passado e com um labor meritório dos serviços conseguiremos cumprir o prazo de 30 de Abril para que o regulamento entre em vigor. Mesmo assim fomos dos últimos a fazer este trabalho. No futuro, seremos dos primeiros.
CMF

«A Maravilhosa Ria Formosa»


Passadas algumas semanas, desde o inicio da votação para eleição das 7 maravilhas naturais de Portugal, a organização resolveu efectuar um balanço intermédio sobre a votação, em curso, em cada uma das 21 finalistas. Até agora já foram expressos cerca de 102 mil votos e a nossa maravilhosa Ria Formosa está ente as mais votadas. Todavia, as Berlengas, que recorde-se, concorre na mesma categoria que a Ria Formosa, também está entre as mais votadas. Infelizmente, no lado oposto das menos votadas, aparecem as outras 3 maravilhas do Algarve a concurso (A ponta de Sagres, o Pontal da Carrapateira e a Costa Vicentina), o que não deixa de constituir uma forte injustiça, especialmente, para a Costa Vicentina. Assim, não é de mais fazer um novo apelo ao voto de todos os que amam ou apreciam as maravilhas naturais do Algarve a concurso e em especial a nossa Ria Formosa, que está a disputar o titulo, lado a lado, com as Berlengas . Esta eleição vale o que vale e até se pode discutir sobre a justeza das escolhas, mas, numa época fortemente mediatizada, estes aconteciementos assumem cada vez maior importancia. Pena também é que a nossa região de turismo e até as autarquias abrangidas estejam distraidas pois não vejo qualquer campanha de apoio ás nossas maravilhas. Contrariamente a esta posição, tenho visto outras maravilhas naturais a concurso serem apoiadas pelas regiões de turismo da suas zonas. Mesmo assim, devemos e podemos todos ajudar a nossa Ria Formosa e as restantes maravilhas algarvias, votando nas mesmas. Infelizmente, eu já não posso votar mais, pois já votei há muito, mas, quem ainda não o fez pode faze-lo de forma muito simples, registando-se no site http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/pt/home e votando através da sua caixa de correio electrónico.

Paulo Gordinho