Segunda-feira, Maio 31, 2010

Deus e o Diabo vistos por Lula



O líder brasileiro fazia referência às declarações de Nouriel Roubini, que hoje alertou, durante o 'Fórum Exame', em São Paulo, para o facto de algumas economias europeias, como a portuguesa e a grega, poderem voltar a entrar em recessão.

"O Brasil aprendeu que o que acontece no mundo hoje é de uma irresponsabilidade muito grande. O mercado não é Deus e o estado não é o Diabo. Aprendemos que se os dois funcionarem bem juntos é melhor", disse o presidente brasileiro.

"No Brasil, não vacilamos", acrescentou Lula, sublinhando que "o país aprendeu a tomar conta do seu nariz, aprendeu a gostar de estabilidade económica e a gostar do controlo da inflação".
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Faro - Semana Académica 2010


O «barlavento» já há alguns anos que é media partner da Semana Académica do Algarve. Isso significa que disponibiliza o seu espaço, publicitário e informativo, para dar destaque aos concertos e demais iniciativas que integram a SA, que constituem um dos cartazes culturais mais importantes da região.
Na Semana Académica de 2010, que terminou na madrugada de domingo, além das habituais desorganizações da Comissão Organizadora (?) na hora de passar as credenciais aos jornalistas ou de os (não) avisar das conferências de imprensa com os artistas, a COSA resolveu introduzir uma inovação: proibir os jornalistas de fotografar a festa da bênção das pastas.
Segundo foi dito ao repórter do «barlavento», portador de uma carteira profissional de jornalista e devidamente credenciado, as fotos foram concessionadas a uma qualquer empresa e, se quiséssemos imagens, teríamos que comprá-las a essa empresa. Uma norma que é, antes de mais, um atropelo à liberdade de informação!
Além disso, o trabalho do jornalista enquanto repórter fotográfico não é exatamente igual ao de um fotógrafo de casamentos e batizados – por muito respeito que eu tenha por estes profissionais.
Tratando-se de uma cerimónia pública, é incompreensível este impedimento a que nós fizéssemos o nosso trabalho. Para mais, porque, na altura de fazermos a credenciação para a Semana Académica, nada foi dito pela COSA.
A situação é grave em relação a qualquer órgão de informação. Mas ainda o é mais no que diz respeito ao «barlavento», quando nós somos os tais media partners (parceiros de comunicação)…
Infelizmente, as atitudes de falta de respeito pelo trabalho dos jornalistas estão a tornar-se norma neste país.
Basta lembrar o caso do deputado do PS que roubou os gravadores dos repórteres da revista «Sábado»…

elisabete rodrigues in Barlavento

“Sexo e Cidade 2” com antestreia no Fórum Algarve




Os Cinemas SBC no Fórum Algarve vão receber no dia 2 de Junho a aguardada antestreia do filme “Sexo e a Cidade 2”. É às 20:30 horas.

Após o sucesso do primeiro filme, em 2008, Carrie e as amigas regressam em 2010 com mais histórias e surpresas para contar.

A antestreia vai contar com cocktail – champanhe, morangos e chocolates. E haverá uma mostra de artigos de luxo dedicados às mulheres.

Sem Resposta


Uma das maiores deselegâncias que se pode cometer contra alguém é a de não se responder, de ignorar e de deixar a falar sozinho quem nos interpela. As pessoas ou as instituições têm de ter o mesmo comportamento.
O Código Administrativo e as leis correntes impõem que se responda e dão mesmo um prazo para tal. É o legítimo direito dos cidadãos. Quando uma Câmara Municipal, na transição de mandatos, tem 30 000 documentos por responder é demais. Quando um eleito retém 900 sem andamento algum e um funcionário fica com 1100 e não lhes dá também seguimento, durante 5 anos, é falta de respeito por muita gente. E quando perante várias insistências não o faz, o trabalho acaba por ter de ser feito por outros em nome do interesse público e da dignidade dos cidadãos. Ao que isto chegou. Tanta irresponsabilidade.
Macário Correia, Presidente da Câmara de Faro in Correio da Manhã

Farense a vitória e a festa




O momento do golo e a festa - fotografias de Rombinha




imagem de stockmodels e mundo de imagens.

Gambelas


Boas.

Como leitor do vosso blogue, gostaria de fazer uma pequena observação quanto à zona de Gambelas.

Podia ser uma das zonas mais bonitas da zona de Faro. Não tem apenas estudantes. Existem muitas familias que, para evitar a confusão urbana, preferem uma zona mais calma e perto da cidade.

Em primeiro, existe os maus acessos. Em hora de ponta verifica-se uma enorme fila. E até mesmo para os autocarros, camiões e ambulâncias (Hospital Privado já abriu) não é definitivamente um bom acesso.

Em segundo, a história dos cães abandonados. Existem vários cães que são deixados ao abandono. Andam magros pelas ruas, dormem pelas ruas e por ali ficam à espera de alimento. É uma situação muito triste, uma vez que não é apenas 1 ou 2. São vários.

Em terceiro e ultimo - mas não menos importante - é o facto das estradas estarem uma miséria. Nomeadamente ao pé do campo de ténis, conheço pessoas que já tiveram problemas com o veículo por causa dos buracos.

Decidi partilhar isto convosco porque creio que são estes pequenos gestos que fazem as coisas andarem para a frente. Resta-me desejar-vos uma continuação de um bom trabalho e caso desejem, não hesitem em contactar.

Com os melhores cumprimentos,

Valter Silva

Sábado, Maio 29, 2010

O Jogo que valeu uma época! ( Farense festeja subida à 2ª divisão perante 8000 adeptos)













Uma tarde à antiga, a provar que o S.C.F é o emblema do
futebol no Sul, espero que não se volte a misturar
a política com o futebol e que o Farense com um trabalho
sério e competente ocupe em breve o seu lugar natural que é na
1ª divisão, também com a ajuda das escolas de formação. adf


Final do Jogo, a festa e a invasão de campo - gentilmente enviado, video e fotos, por Luís Rosa e Tiago.

A Acção de Lata!



La diplomacia de los primeros días ha quedado atrás. El Gobierno portugués se ha dejado de medias palabras y ha aludido abiertamente al uso de su acción de oro para frenar el ataque de Telefónica a Portugal Telecom. Bruselas, eso sí, ha vuelto a advertir que sería incompatible con las leyes comunitarias.

Façam-se, pois, as contas. Desde 2005 apenas quatro pessoas deram vitórias significativas à direita. Carmona Rodrigues em Lisboa, Rui Rio no Porto, Paulo Rangel nas "europeias" e Cavaco Silva nas presidenciais. Do lado da brigada indignada, contamos uma derrota de Lopes como 1º ministro, outra do mesmo Lopes como recandidato à presidência do PSD, uma terceira como recandidato à CML (e estou à vontade porque estive com ele) e a de Ribeiro e Castro, no CDS-PP, contra Portas. Se estas almas conseguirem melhor candidato presidencial do que Cavaco, força. Caso contrário, como dizia o Sartre, deslizem e não façam peso.

«Com a sua sabedoria, o dr. Mário Soares pediu ao primeiro-ministro que fosse à televisão, sozinho, esclarecer e orientar o país, que anda claramente inseguro e perplexo. Ele, como é óbvio, não foi. Não lhe entrou com certeza na cabeça que perdeu a confiança de toda a gente. E, no entanto, basta ler os jornais para se verificar a solidão do homem. Em quarenta anos de política, nunca assisti a um desprezo tão constante, a uma hostilidade tão brutal, a uma unanimidade crítica tão completa. Qualquer pessoa de senso e dignidade tirava as conclusões da situação e desaparecia logo. Sócrates, não. Sócrates resiste, acha ele, a bem da Pátria em perigo. É uma ilusão comum e é também uma ilusão perigosa. O menor incidente pode hoje sem dificuldade acabar com ele. E, de caminho, connosco.»

Vasco Pulido Valente, Público

Sexta-feira, Maio 28, 2010

Farense - Escolas de formação


contactos:966618598/912157863

Cidades de metal


Peter Root

A nossa Situação!


Lisboa anos 70 - fotografia de Eduardo Gageiro

«Quando saímos do PREC e Cavaco, por assim dizer, "normalizou a economia", os portugueses resolveram viver "como na Europa". Depois de 60 anos de miséria, não custa a compreender. Faltava o dinheiro para esse exercício consolador? O país não ganhava, e nunca ganhou, o que gastava? Esse pormenor não comoveu ninguém.

Da "Europa" vinham, sob várias formas, subsídios sem fim e, depois do "euro", apareceu, providencialmente, a dívida externa e o crédito barato. Na televisão, os bancos não paravam de oferecer empréstimos. No governo, os governos prometiam um Estado-providência exemplar, inesgotável, único. Na oposição, os partidos berravam sempre que era pouco e que o bom povo, coitadinho, ainda sofria muito. De ano em ano, o delírio continuou, apesar de um aviso ou outro, invariavelmente atribuído a "velhos do Restelo" e pessimistas profissionais, quando não a reaccionários sem senso ou sem vergonha. Sendo uma sociedade democrática, Portugal precisava de igualdade e fartura.

O português precisava de um Estado pressuroso e pródigo desde que nascia até que morria. Excepto por inveja ou mau carácter, quem negava esta gloriosa evidência? O PS de Guterres conseguiu instalar este absurdo como ortodoxia de Estado. O país foi vítima de uma fraude consciente e continuada durante 20 anos. Agora, dia a dia, devagarinho, volta a miséria do costume: na saúde, nas pensões de reforma, no ensino e por aí fora. E as pessoas, sem perceber o que se passa perguntam: de quem é a culpa? De Sócrates, do estrangeiro, do azar? De quem? A culpa é delas.»

Vasco Pulido Valente, Público


Fim dos apoios ao emprego afectará 186.400 trabalhadores e desempregados

O Parlamento chumbou hoje a proposta de adiamento por um período mínimo de três anos do projecto de construção da linha ferroviária de alta velocidade Lisboa-Madrid, proposta pelo PSD.

Manuel Pinho foi demitido porque fez uns corninhos inocentes. Ricardo Rodrigues roubou gravadores e continua no seu lugar. Por que razão o PS 'segura' este homem?

A FALTA DE LIDERANÇA AO JANTAR


A única ponta dos segredos bem guardados e tratados no jantar no Governo Civil é uma frase atribuída ao deputado “algarvio”, João Soares, que terá afirmado que o problema do Algarve é: “falta de liderança”.
Quem lançou a público a frase, acrescentou a perplexidade dos convivas pela sua saída antes do fim do repasto, deixando no ar se as razões se prendem com o menu alimentar ou com o político.
Tratando-se de uma afirmação forte, proferida como convidado e tendo como anfitriã a representante do Governo na região, arrasadora da substância política dos comensais, todos gente que se tem em boa conta, seriam naturais as más disposições ou até indigestões.
O primeiro aspecto analítico a deter na putativa contundência, é a de que, analisado de fora, revela atenção de leitura da situação do Algarve e acertou em cheio, para desconforto das sumidades.
O contrário de não haver liderança é cada um puxar para seu lado, o que, desmontado no seu significado, representa que o Algarve foi gerido, sob todos os aspectos, por capelinhas partidárias e interesses diversos e dispersos, que desaguaram na imagem cansada que este apresenta nos mercados turísticos, como não concertou estratégias de diversificação da economia.
Os responsáveis por esta situação, logicamente, não gostaram que lhes apontassem o dedo mas, a realidade está aí, nua e cruel, para lhes avivar os neurónios.
Soares, num assomo de lógica, quis dizer que se ele foi número um pela região, a culpa é dos dirigentes regionais, o mesmo valendo para os outros partidos, cujas direcções nacionais querem corpos compactos, evitar as dissonâncias, como se o todo não fosse composto das partes.
O objectivo final desta estratégia é matar as vontades regionais e alguns dos nossos dirigentes até vêem aqui um refúgio para a sua incompetência.
Enquanto os ventos corriam de feição e as receitas turísticas não acusavam os efeitos da degradação estrutural, PIN e outras, os pastores nunca foram postos em causa pelo rebanho, nem o que lhes era vendido como desenvolvimento.
As receitas locais, o emprego e os proveitos dos jogos de poder, conviveram bem com o espezinhamento centralista que levava a parte de leão, devolvendo as migalhas do PIDDAC a troco de alguns lugares cimeiros e mordomias em instituições regionais.
Com a casa em mau estado num país delapidado, o Algarve não tem condições por si próprio de sair do encalhe e mais 2 ou 3 anos sem investimento público, fazem-nos perder ainda mais competitividade.
Os dirigentes regionais, acreditando que somos todos parolos e porque nunca lhes deram os cargos que julgavam merecer, mudam de tónica e refugiam-se na regionalização, como tábua de salvação… para eles. Não admira que muitos cidadãos do Algarve alimentem desconfianças, não na necessidade do processo, mas nas moscas.
Não sabemos se a verdade estragou de todo o jantar no Governo Civil mas, os algarvios sabem que falta comida nas mesas de quase 40.000 desempregados e famílias e que o futuro reserva-nos muitas preocupações, que estes líderes não têm capacidade de resolver.

Luis Alexandre

Quinta-feira, Maio 27, 2010

Comércio e estacionamento na Baixa de Faro, dois comentários.


Pintura sobre fotografia - Johan Thornquist
O problema da Baixa de Faro não é o estacionamento pago ou a falta de estacionamento gratuito, este último existe no Largo de S. Francisco.

O problema, Arqº Miguel Caetano, foram as dezenas de anos que a Baixa esteve sem estacionamento algum, não havia estacionamento no Largo de S. Francisco, nem o da Pontinha e todos os lugares de estacionamento estavam ocupados com as viaturas de quem na baixa trabalhava. Como é óbvio, quando o Fórum aparece para além de ser novidade e ter atractivos vários a facilidade de estacionamento ajudou.
O hábito instalou-se, hoje não é difícil estacionar na baixa e o preço do estacionamento não é a razão principal de lá não irmos.

Para além do hábitos instalados que referi, se fizer um levantamento ao comércio da Baixa poucos ou nenhuns atractivos tem, muitas são as lojas com presença no Fórum e as restantes não primam pela originalidade, diversidade ou qualidade de artigos( salvo raríssimas excepções) a sua para além de uma decoração cuidada nada de novo trás à cidade, tenho pena, esperava mais.
A.M.


Peço desculpa se ofendo sensibilidades, mas mantenho a minha opinião.
Caro A.M., as cidades não têm que ser feitas só de coisas novas. Julgo que muitas vezes tem sido esse o grande problema, isto é, a busca do novo sem criar condições para garantir o existente. As cidades são sinónimo de coisas complementares. A actividade da minha loja vem colmatar uma lacuna que existia na área, facto aliás referido vezes sem conta por quase todas as pessoas que a visitam. Falava disso há 2 minutos com um cliente. Contudo, convido-o desde já a visitar o nosso espaço e verificará que se baseia num conceito diferente. Dizer que só cá há jornais e revistas é ofender todo o trabalho realizado.

O Largo de S. Francisco só é alternativa ao que quer que seja com muito boa vontade, quer pelo facto de quase sempre só existirem lugares disponíveis na área mais próxima à linha do comboio, quer pelo facto de ser totalmente satélite à área comercial. Nem tangente lhe é, é satélite. Se por um lado há uma crescente atribuição de títulos aos automóveis dos residentes e ainda bem que assim é, não é menos verdade que tem vindo a ser cada vez mais difícil encontrar um lugar disponível para estacionar na baixa.

Urge encontrar uma solução. Urge dialogar com a sociedade civil e tentar encontrar uma resposta. Não somos donos da verdade. Eu certamente não sou e dúvido que alguém o seja de facto.

Miguel Caetano.

Pete Tha Zouk de Olhão para o mundo, talvez o melhor DJ do momento em Portugal.

Sexta Feira no Pátio de Letras às 21h30


As Noras de Faro


Fotografia de Mário da Silva Ribeiro

As Noras de Faro

Há muito se presentia,
e isto é bom que se note;
uma certa fantasia,
para os lados do Chelote.

Com uns tiques de riqueza
é um facto consumado:
temos ali com grandeza
a nascer...um Principado.

E a dois passos está a Nora
a obra de arte instalada.
Fica a faltar agora,
a moderna autoestrada.

Com saídas e entradas,
mais valeta... mais acesso...
as Campinas retalhadas,
estão rendidas ao progresso.

E a Conceição tem agora
sua atração turística:
Uma rotunda com nora,
peça rara... e artística.

Brilham mais que mil luzes,
no meio do cruzamento;
A Nora com alcatruzes,
e seu arco em cimento.

Obra de Arte...Peça Fina...
Instalada na Rotunda.
P´ra que com a da Vagina,
a nossa, não se confunda!.

Vem a gente pela Penha...
e abre a boca de espanto;
não há quem se não detenha,
perante tão raro encanto.

Local pouco apropriado,
também é bom que se diga.
Há quem dê extasiado,
três voltas,veja... e prossiga.

As noras todas iguais...
Mas esta, veja a idéia:
sem almanjarra ou varais,
mas com motor e correia.

Eu digo que preferia,
a nora original...
com almanjarra e guia,
puxada pelo animal.

Há noras na Freguesia,
instaladas com critério:
à porta da moradia ,
e à porta do Cemitério.

No Cemitério faz jus,
ao devaneio doentio,
que é como o alcatruz:
Vem cheio e vai vazio.

Na agricultura já morta,
que pode um homem fazer?
deixar a nora à porta,
que recordar é viver...

No Areal Gordo central,
Há uma nora no chão,
junto ao Centro comercial
Na estrada para Pechão.

Em Faro, também as há
e esta é bem bonita...
a Nora que há muito está
no Alto da Caganita.

É ve-las em todo o lado
a começar nas Figuras:
há tanto engenho parado,
a destilar amarguras.

A nora dos três engenhos
há tanto tempo parada...
devia ter mais empenhos,
p'ra que fosse restaurada.

A Fabrica da Britefil
que conhecemos agora
Com tão moderno perfil
Começou,graças à Nora.

J.Elias Moreno
26 de Maio de 2010

Juca & Zeca


Quarta-feira, Maio 26, 2010

AMARELO PÓLEN. Obrigado a todos.

Obrigado a todos pela simpatia. A AMARELO PÓLEN Há-de dar certo. Somos bastante optimistas.

Mais certezas teríamos não se tivessem vindo a tomar tantas medidas, ano após ano, que apenas contribuem para afastar cada vez mais as pessoas do Centro, dificultando-lhes o acesso ao estacionamento que deveria ser temporizado mas gratuito, facto que por si só permitiria oxigenar o comércio na Baixa da cidade.
Enfim, de todas as opções possíveis escolheram-se as mais fáceis, contudo as mais duras e penalizadoras para os cidadãos, para os comerciantes e com isso mata-se o comércio tradicional e sentencia-se a baixa da cidade.
Contrariando as orientações urbanísticas da moda, que tentam afastar o automóvel das cidades, muitos urbanistas e arquitectos de igual renome já afirmaram que, num contexto urbano, não faz qualquer sentido diabolizar o automóvel, pois nas cidades, nas suas ruas e avenidas, o carro é como o sangue que corre nas nossas artérias. No nosso contexto sócio-cultural, privar a cidade de carros apenas privilegia o Centro Comercial. É como quem passa a mensagem: “Pague para ir à Baixa, ou vá antes ao Shopping que é de borla”. Vistas as coisas por este prisma, querer revitalizar a Baixa sem se fazer alterações de fundo, apenas mantém tudo na mesma e é totalmente contraproducente.

Por uma questão de igualdade deveria ser obrigatório pagar pela utilização dos parques de estacionamento nas grandes superfícies, com preçário idêntico ao da Baixa da cidade, ou não pagar em nenhum lugar e regulamentar convenientemente o livre estacionamento na Baixa. Acredito que seria um modo de equilibrar a balança e dar uma oportunidade ao comércio tradicional. Temos vindo a assistir a uma crescente diminuição dos lugares de estacionamento na cidade, associado à taxação quase total do estacionamento na Baixa da cidade. No lado oposto, as grandes superfícies, abundantes em atractivos, juntam a grande capacidade de estacionamento e, mais importante, estacionamento gratuito. Enquanto não se encontrar o equilíbrio entre o estacionamento das grandes superfícies vs estacionamento da Baixa da cidade, não há qualquer medida, evento ou iniciativa associativa que resolva o problema da desertificação da Baixa.

Cumprimentos,

Miguel Caetano

REFLEXÃO SOBRE O PARQUE DAS CIDADES


Metro - pintura sobre fotografia de Johan Thornquist
ilustração da responsabilidade da ADF.
Tanto se fala e tanto se critica o Parque das Cidades. Em 2004, com a febre do futebol no seu auge seria impensável que o Algarve ficasse de fora de tão importante competição. Alias quem tal sugerisse era como que excomungado pelas hostes mais fervorosas. A verdade é que a obra foi feita e goste-se ou não, em 2004 os algarvios tiveram orgulho de terem em sua “casa” um evento daquela dimensão. Digamos que a boa prestação da nossa selecção deu um empurrãozinho no orgulho regional e nacional tapando os olhos da realidade.

Passada a ressaca do Euro 2004, restou um apelidado elefante branco com uma “fome” desmesurada. É verdade que um equipamento como o Estádio Algarve tem um encargo financeiro que muito pesa nos cofres de Faro e Loulé. Isso já se sabia ainda antes do início das obras. Mas também não é menos verdade que passado o Euro, pouco ou nada se tem feito para dinamizar aquele espaço e tentar rentabilizá-lo.

Desde então, apenas meia dúzia de eventos se realizaram, dos quais apenas merecem destaque os jogos da Selecção Nacional e o Rally de Portugal. Dirão os mais defensores que este é o estádio com maior utilização a nível nacional. É verdade. Com o Louletano e Farense (e quem sabe este ano o Portimonense) aquele pobre relvado não tem tido descanso. Mas não é futebol de primeira. Será se o Portimonense assim quiser lá receber os três grandes. No entanto as bancadas estão sempre vazias.
Está visto que o futebol não será rei naquele estádio durante muito tempo.
Então que fazer? Fechar as portas? Continuar a lamentar-se pelos custos e a desculpar-se com a herança deixada por outros? Ou encontrar alternativas? Novos modelos de gestão? Parcerias com privados? Angariar novos eventos?

De facto não se tem visto por parte do poder politico propostas credíveis e coerentes para este empreendimento. Soluções como a redução de pessoal, tal como proposto pelo Eng.º Macário serve apenas para jogar areia para os olhos e calar algumas vozes mais criticas. Não será poupando metade dos ordenados de meia dúzia de funcionários que o Parque das Cidades passa a ter viabilidade económica. Digo metade dos ordenados pois estes são comparticipados em partes iguais por Faro e Loulé.
Muito já se disse acerca do Estádio Algarve e do Parque das Cidades e muitas opiniões se fazem ouvir, mas geralmente sempre de carácter intelectual duvidoso como sugerir a sua implosão.
Não sei se as sugestões abaixo apresentadas poderão ser exequíveis ou se farão algum sentido, mas traduzem algumas opiniões reunidas ao longo dos tempos por pessoas que recusam baixar os braços e passar a vida em lamúrias que não levam a nada.
Porque não alterar o Plano de Pormenor de forma a permitir a construção de habitação, comércio e serviços naquela área (excepto grandes superfícies comerciais, que dessas já temos em demasia). Será que alguém acredita que com a construção do Hospital Central do Algarve (HCA) isso não será uma realidade? Alguém conhece um núcleo urbano que não se tenha desenvolvido em torno de um hospital? Então Porque esperar?
Porque não explorar a valência de centro de estágio de alta competição? Estádio já temos, faltam alojamento, centro médico e umas outras tantas infra-estruturas. Com os bons acessos que possui, sendo uma zona periférica e por isso mais calma, aliado ao clima temperado, com certeza não faltariam interessados. O mercado nórdico seria sem dúvida um mercado a explorar. O Algarve é aliás, um destino de eleição de muitas equipas que militam nos grandes campeonatos europeus.

Entretanto, com o espectro da crise financeira mundial a assolar tudo e todos, não será para breve que veremos o HCA de pé nem tão pouco o Parque das Cidades transformado em centro de estágios, pelo que nos restam poucas alternativas de rentabilização a curto/médio prazo.
Então porque não realizar ou tentar captar para o Parque das Cidades eventos de pequena/média/grande dimensão? Serão os custos de aluguer e manutenção assim tão elevados que assustem os promotores? Será assim tão difícil conseguir patrocínios?
Com uma rede viária com mais de 4500m porque não organizar competições de corrida, marcha, bicicletas, etc. Utilizando os percursos pedonais da Área Verde Equipada poder-se-ia conjugar o percurso de estrada com terra-batida. Sendo uma zona periférica, os constrangimentos de trânsito não seriam assim tão grandes.
Os grandes espaços abertos são óptimos para actividades como por exemplo:

Campeonatos de Skate, patins em linha e BMX;
X-games;
Campeonatos de karts, mini bikes, etc;
Fun park´s;
Cursos de condução defensiva (à semelhança dos já realizados pelo INEM);
Feiras e exposições (como a Feira de Caça e Pesca);
Concertos, rave´s, festas;
Teatros de rua;
Acampamentos;
Torneios de Futebol, râguebi, basquete, etc;
Diversos workshops;
Encontros de modelismo (carros e aviões);
Etc.

Seria assim tão difícil angariar o patrocínio de uma qualquer bebida energética ou vestuário desportivo para um evento lúdico-desportivo? Considerando os eventos no exterior do Estádio seria a manutenção e limpeza do espaço assim tão dispendiosa?
Bem se sabe que seria necessário pegar no carro para deslocarmo-nos até ao Parque das Cidades. Mas estacionamento é o que não falta e, sinceramente onde é que existe em Faro e Loulé um espaço livre com esta dimensão e capacidade de receber grades massas?
É necessário um plano de marketing efectivo que leve a marca Parque das Cidades mais além. Um simples site na internet não é suficiente. È necessário uma correcta promoção e divulgação dos eventos realizados. Muitos dos eventos lá realizados foram fracassos de bilheteira por falta de publicidade.
Pequenos eventos como os acima enunciados, podem não trazer grande retorno financeiro mas são um meio para não deixar cair em esquecimento o nome Parque das Cidades.
Não sei se estas ideias vão de encontro com os pensamentos de mais alguém. Mas pelo menos tentamos sugerir alternativas que, por muito pouco viáveis que sejam, sempre serão melhores que nada e deixar o Parque das Cidades morrer lentamente por falta de verbas.

Ass. Um Grupo de Farenses.

Estádio Algarve dia 27 Quinta Feira.


As instituições sociais e o associativismo farense

O que caracteriza Faro e em geral as capitais de distrito, é ser sede de uma multiplicidade de instituições de solidariedade social, associações recreativas, desportivas e culturais que compõem a chamada “ sociedade civil”.
É nesta sociedade civil que reside grande parte do dinamismo da cidade, que com as suas actividades preenchem o quotidiano dos cidadãos naquelas áreas onde as instituições públicas (Estado e autarquias) e o mercado não chegam.
Estas instituições que constituem a sociedade civil são, em geral, destinatárias de subvenções dos vários organismos do Estado ou das Autarquias Locais como reconhecimento da relevância social das respectivas actividades.
Sucede que, estas subvenções são, na maioria dos casos, imprescindíveis ao funcionamento destas instituições ou ao desenvolvimento dos seus projectos. Em muitos casos estas instituições dependem exclusivamente das subvenções públicas para a sua subsistência e funcionamento das suas estruturas, em que o número de postos de trabalho é já muito considerável, ou para a realização de projectos em muitos casos já em curso.
Numa conjuntura de grande escassez de meios financeiros do Estado e das Autarquias Locais, com destaque para a situação financeira do Município de Faro, o sector social e do associativismo farense pode ressentir-se e empobrecer.
Existe nesta realidade dos nossos dias sentimentos de grande injustiça e ingratidão no seio destas instituições, devido à obra relevante que têm desenvolvido no concelho e que querem continuar a desenvolver. Mas também porque, a possibilidade de serem apoiadas pelos entes públicos é algo que presidiu desde logo à sua constituição, em que em muitos casos nunca se teriam constituído ou iniciado determinados projectos se não existissem perspectivas ou compromissos firmes relativamente ao seu financiamento.
Mas tudo isto está agora a ser posto em causa pela situação financeira do Município e também do Estado, que não vai poder continuar a apoiar estas instituições como tradicionalmente o fazia e não sabemos até quando esta situação se vai prolongar.
Mas Faro, que já por si não tem muito para oferecer aos seus cidadãos, não se pode dar ao luxo de assistir à decadência ou desaparecimento desta malha social e associativa que compõe a cidade.
Da Autarquia deve-se exigir que, distinguindo o mérito e a relevância social das actividade das várias instituições, canalize para elas os recursos disponíveis para o efeito.
Às instituições cabe a responsabilidade de procurarem formas de serem mais “sociedade civil”, mais independentes das entidades públicas e do poder político, mais apoiadas no voluntariado e no financiamento privado, pela via do justo pagamento dos serviços que prestam por quem pode pagar, mas também pela via da captação de donativos.
Porque Faro não pode parar.

Saudações Farenses

Miguel Sengo da Costa

Terça-feira, Maio 25, 2010

Riafest 2010


O dia de Hoje!


fotografia de sérgio simões
-É mais arriscado investir em Portugal do que no Líbano

-S&P corta 'rating' da Brisa

-O risco da dívida da República portuguesa está entre os que mais sobem em todo mundo,
perante os receios sobre o sistema financeiro europeu.
-Metade do PSI 20 tomba 4%
-Ministro da Economia admite aumentos nos transportes
-Bolsa nacional é a terceira que mais cai no mundo este ano
-Concurso da nova ponte só avança após o fim da crise
-Deputados questionam ministra do Ambiente sobre aumento do preço da água

Farense Sempre!


A equipa fundadora do Sporting Clube Farense, numa fotografia
tirada a 3 de Março de 1912, no velho campo de S.Francisco.
Compõem-na José Teixeira, José Teixeirinha, Joaquim Bento,
João de Jesus Gralho, António Marques, Mário de Oliveira,
José dos santos Nugas, Francisco Ribeiro, Manuel de Sousa,
João Rodrigues, José Aleixo e Manuel Arcada, nota-se a ausência
de António Guerreiro da Silva Gago, fundador e durante muitos anos
sócio número um, porque na altura ainda não alinhava nas 1ªas categorias...

SCUT’S e vias sacras


No toque a rebate para tapar o grande buraco dos caminhos financeiros e das suas manobras perigosas, tudo o que seja sujeitável a fonte de receita, está debaixo de fogo.
O problema das SCUT’s, que vinha sendo tratado nas palmas das mãos por estar associado às mentiras políticas locais e regionais, vai entrar nos eixos da oportunidade da política terrorista, similar à mobilização das tropas de elite para as acções de limpeza geral, entrando sem tibiezas na direcção da tributação.
A ocasião faz o ladrão e abandonados os caldos de galinha, o concílio PS/PSD avança a todo o vapor para o roubo público de cobrar nas SCUT’s e empurrar as pessoas e as empresas para os atropelos das vias que justificaram a sua construção.
De uma maneira geral, as SCUT’s não são auto-estradas, acumularam já muitas histórias de perigos e custos, nasceram como vias rápidas para a tal alternativa de poupar vidas e baixarem os custos da funcionalidade das empresas e da vida social, bem como do escoamento dos produtos primários.
Noutra frente, não menos importante, são as redes de transportes públicos, que em preços, duração e horários, são de todo incompatíveis com uma justa alternativa.
A desestruturação do território em que as SCUT’s estão inseridas e deveria ter tido respostas atempadas, vai continuar assim e, os objectivos estratégicos enunciados, aliás correctos, que deveriam subsistir, são agora esmagados pela política de conjuro
No caso a sul, com o estado de colapso e ensanguentado da EN 125 e as prometidas obras enleadas, as forças de conjuro, estão a assinar a sentença de morte de muitos mais algarvios, de visitantes, entre os quais muitos estrangeiros, com os impactos que tais acontecimentos podem ter sobre a cegueira do processo económico e social do Algarve.
Com a profundidade do conjuro e a total cobertura do espaço autárquico algarvio, não admirava nada que este assunto tivesse feito parte da ementa do jantar de conjurados, sob a batuta da Governadora Civil.
A avidez de dinheiro para os cofres do despesismo, levará à mudança de linguagem usada no passado recente, já devem ter destacado as figuras públicas para se associarem aos eventuais buzinões e para o controle por dentro de quaisquer estruturas que venham a ser formadas. Não pondo de parte que não tenham decidido ocupar o espaço de iniciativa, para com mais eficácia, o levarem ao objectivo de amouchar.
A sociedade civil está por sua conta e não há muitas figuras confiáveis para a dinamização de uma batalha política desta dimensão.
O roubo e os seus autores levam vantagem mas não podemos baixar a cabeça. Estar atento às acções, participar nelas, desmascarar os infiltrados e recorrer à criatividade e ligação nacional, são caminhos a seguir.

Luis Alexandre

Nova loja na Baixa de Faro - AMARELO PÓLEN



Contrariando o sentimento de crise económica e de estagnação da Baixa farense, vimos por este meio informar que no nº 135 da Rua de Santo António, sensivelmente no lado oposto ao Deutsche Bank, no local onde funcionava o estabelecimento de fotografia “Loução Filho”, abriu recentemente a AMARELO PÓLEN, um espaço onde poderá encontrar jornais nacionais e internacionais, revistas nacionais e internacionais, tabaco, cigarrilhas, charutos, postais para as mais variadas ocasiões, cartões telefónicos, etc. E numa outra vertente, para os mais pequenos, muitos brinquedos e gifts. Desde as mais variadas personagens do imaginário Disney pela BULLYLAND, aos animais e personagens da SCHLEISCH, dragões da PLASTOY, muitos brinquedos e personagens de madeira pintada à mão da LE TOY VAN, camiões e catterpillars da BRUDER, passando pelas conhecidas HELLO KITTY, CHARMY KITTY, HANNAH MONTANA, BETTY BOOP, HOMEM ARANHA, BEN 10, WINNIE THE POOH, NODDY, etc. Há ainda livros para colorir, cromos e cadernetas, banda desenhada da Mónica, do Cebolinha, Cascão, etc., puzzles e muitos jogos educativos da 4M, WILD REPUBLIC, PLAYMAIS, que decerto farão as delicias de miúdos e graúdos, convidando ao envolvimento de toda a família na realização das mais variadas actividades e experiências científicas.

Este novo espaço gerido por Marta Faustino e Miguel Caetano foi alvo de uma profunda remodelação, projecto da autoria de Miguel Caetano, que em paralelo exerce a actividade de arquitecto. Do nome escolhido, Amarelo Pólen, cabe dizer que é o nome de uma cor da CIN que muito gostamos, que escolhemos para a decoração do espaço interior e que com o aval daquela empresa utilizamos para dar nome ao nosso espaço.
Desde já agradecemos todo o tempo dispensado e apenas dizer que contamos vê-lo em breve.
Poderá ainda encontrar-nos no facebook (amarelopolen@gmail.com) e caso haja alguma publicação que gostasse de encontrar no nosso espaço, não hesite, escreva-nos para amarelopolen@gmail.com.
Juntamos algumas fotografias do local, mas nada melhor do que entrar e ver por si.

Miguel Caetano e Marta Faustino

Segunda-feira, Maio 24, 2010

Afinal há dinheiro para o Polis Litoral Ria Formosa: Polis requalifica 4 pontes-cais


Deserta 2007
As obras de requalificação das pontes-cais de Olhão, Armona, Culatra e Farol, na Ria Formosa, arrancaram hoje e devem terminar em Dezembro. Investimento de 3 milhões de euros, do Polis e Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).

"Estes trabalhos representam mais um passo para a requalificação, segurança e turismo na Ria Formosa", referiu à agência Lusa a secretária de Estado do Ordenamento do Território.

Fernanda do Carmo referiu que o investimento de três milhões de euros será suportado através da Sociedade Polis e pelo Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, estando prevista a sua candidatura ao Programa de Investimentos do Turismo.

"Os trabalhos são importantes para garantirem a mobilidade na Ria Formosa assegurando a adequada circulação de utentes e embarcações para as ilhas barreira. São obras que asseguram igualmente as infraestruturas necessárias ao apoio das actividades económicas na Ilha Formosa", acrescentou Fernanda do Carmo.

Os trabalhos de requalificação das quatro pontes-cais - suporte indispensável à movimentação de pessoas na Ria Formosa durante todo o ano -, vão ser realizados de modo a não interferirem com os movimentos de passageiros e garantindo todas as condições de segurança e operacionalidade dos cais, acrescentou fonte do Ministério do Ambiente.

O projeto contemplou uma inspeção subaquática, que teve como objetivo fazer o diagnóstico do estado de conservação das estruturas, de forma a equacionar qual o tipo de intervenção a efetuar e a avaliar a natureza e dimensão das ações.

Estas obras fazem parte do plano estratégico do "Polis Litoral Ria Formosa", um programa que tem um período de intervenção de 2008 a 2012 e conta com um investimento de 87,5 milhões de euros.

A área de intervenção é em 48 quilómetros de frente costeira e 57 quilómetros de frente lagunar e abrange cinco municípios: Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António.

in Observatório do Algarve

XVII Festival de Folclore Infantil (comemorações do dia da criança em Faro)


fotografia de Anjogabe

Com o objectivo de estimular o gosto pela dança, consolidar a tradição e os costumes locais, foi dada continuidade ao Projecto Pedagógico de Folclore Infantil no presente ano lectivo.

No sentido de marcar o encerramento das actividades e apresentar os frutos do trabalho desenvolvido, a Câmara Municipal irá realizar a XVII edição do Festival de Folclore Infantil no dia 2 de Junho, a partir das 20:00 horas no Passeio da Doca.

Irão participar os seguintes grupos de folclore:

Rancho Folclórico Infantil da Escola E.B.1 do Carmo;
Rancho Folclórico Infantil da Escola E.B.1 da Penha;
Grupo Folclórico Infantil da Escola E.B.1 de S. Luís;
Grupo Folclórico Infantil da Escola E.B.1 do Bom João;
Rancho Folclórico Infantil da Escola E.B.1 do Medronhal;
Rancho Folclórico Infantil do Externato Menino Jesus;
Grupo Folclórico Infantil da Santa Casa da Misericórdia;
Grupo Folclórico e Etnográfico do Colégio Algarve;
Grupo Folclórico do Jardim de Infância o Relógio;
Grupo Folclórico do Jardim de Infância o Caracol;
Escolinha de Folclore Infantil da Casa do Povo de Estoi;
Associação Cultural recreativa Desportiva Nexense;
Rancho Folclórico Infantil da Casa do povo da Conceição de Faro;
Grupo Folclórico Infantil de Faro;
Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé;
Grupo Folclórico Infantil da ARPI;
Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Sebastião;
Grupo Juvenil da Associação Cultural de Vila Real de St.º António;
Grupo Folclórico da A.A.P.A.C.D.M

Apresentação da Associação de Designers do Sul na próxima terça-feira, dia 25 de Maio, pelas 21H30M no IPJ em Faro


A Associação de Designers do Sul apresenta-se publicamente na próxima terça-feira, dia 25 de Maio, pelas 21H30M, no Instituto Português da Juventude em Faro, com a tomada de posse dos órgãos constituintes da Associação e inauguração da Exposição de Design “50x50”.

A Associação de Designers do Sul surge da união de vários jovens Designers que exercem a sua actividade, de Design, Artes e/ ou Ofícios, na região sul de Portugal. Têm por finalidade criar uma estrutura que assegure a realização de vários projectos, formações e eventos relacionadas com a profissão.

Com objectivos claros de divulgação, promoção e crescimento do Design realizado na região, a associação pretende além de evidenciar publicamente a sua importância, enquanto ferramenta estratégica de desenvolvimento económico, criar uma ponte entre os profissionais de Design e o público em geral.

A exposição “50x50” constitui uma mostra de Design que não segue um tema comum, o que permitiu diversificar e expandir as várias areas da criação como Ilustração, fotografia, tipografia, design de produto, design gráfico entre outros mais experimentais. O elo que une estes designers é o facto de residirem e trabalharem no Algarve, e claro a enorme vontade de desenvolver produtos criativos.

Associação de Designers do Sul
adesignersul@gmail.com
Faro-Algarve

A Europa a reduzir na despesa!


"...Los Ayuntamientos no podrán pedir créditos hasta 2012

"Hasta el 31 de diciembre de 2011, las entidades locales y sus entidades dependientes clasificadas en el sector Administraciones Públicas no podrán acudir al crédito público o privado a largo plazo, en cualquiera de sus modalidades, para la financiación de sus inversiones", reza el texto del BOE.

Pero ahora, todo eso ha quedado anulado. La pregunta es qué harán ahora muchos consistorios, que no tienen ni para pagar la nómina de los funcionarios. Además, los consistorios habían inciado una peligrosa vía paralela de financiación, como emisiones colocadas al resto de administraciones o deuda directamente emitida por las sociedades públicas. El recurso a la financiación alternativa por parte de los Ayuntamientos se ha elevado a lo largo de los últimos nueve años desde los 10.631 millones hasta los 29.080 millones..." aqui

Contratações congeladas na função pública e "despesas inúteis" eliminadas
Reino Unido anuncia poupança de sete mil milhões de euros para reduzir o défice

O João "Ratão" não gosta da regionalização



Para João Soares, tudo se resume “à falta de liderança do Algarve”. E quanto a processos de descentralização ou a regionalização, em torno da qual houve um consenso da maioria dos participantes do jantar debate, que decorreu ontem no Governo Civil de Faro, o deputado também não acredita: “Em Portugal não há uma reforma administrativa desde Mouzinho de Albuquerque” disse, abandonando a seguir a sala, perante o incómodo dos seus correligionários.

anónimo

Praia de Faro - moradores mobilizam-se!


Alberto Cabeços -presidente da Associação dos Utentes da Ilha de Faro (AUIF)

"...A Associação dos Utentes da Ilha de Faro (AUIF) elegeu a direcção, aprovou comissões especializadas e decidiu aceitar sócios não residentes, mas “com ligação à ilha e à cidade”

Recorde-se que, segundo a sociedade Polis Litoral Ria Formosa, foram identificadas no âmbito do levantamento das construções da Ria Formosa 248 habitações na área do domínio público marítimo, (155 na zona poente e 93 na zona nascente) que deverão demolidas. a que acrescem as que estão construídas na zona desafectada que foi alvo, em Março deste ano, de um levantamento realizado pelo Programa Polis Ria Formosa e cujo resultado não é conhecido.

Valentina Calixto adiantou ainda que o Plano de Pormenor da Praia de Faro deveria estar terminado em Novembro de 2010, altura em que deverá entrar em consulta pública, enquanto as empreitadas e demolições das casas avaliadas em situações de risco, deveriam arrancar em Janeiro de 2011.

Valentina Calixto acrescentou ainda que os Planos de Intervenção e Requalificação (PIR) das ilhas e ilhotes da Ria Formosa - equivalente ao Plano de Pormenor – deverão estar concluídos em Setembro de 2010..."

resto aqui

E para quando a associação dos legais com escritura, pagadores de IMI há mais de 50 anos, respeitadores e não violadores do limite de 1ª andar e logradoro com metros? Defenda-se o defensável e categorizem o que nas fotografias aéreas ao longo dos anos é claramente analisável revelando o caminho até ao dia de hoje em que as betoneiras ainda continuam ligadas e as casas a crescer. Justificar o injustíficável parece ser a causa que ainda se quer defender,mesmo que no movimento caibam casas civis(não pescadores)com menos de 10 anos de vida(2000 não é nem 1970`s nem anos 80-época áurea do desmando).Assuma-se o que foi demais e sejamos razoáveis no resto.
Do ilhote.

Máquinas!



Brisa vai acabar com operadores nas portagens e propõe rescisão a 1280 trabalhadores
A partir de Junho a Brisa vai começar a substituir os trabalhadores que estão nas portagens por máquinas, revela o Jornal de Negócios. mais aqui

Será que na via do Infante irão adoptar este sistema? adf

O RUÍDO PRESIDENCIAL E O SINDICAL

Com o descalabro instalado e muita tensão no ar, “não há cão nem gato” que já tivesse passado por lugares cimeiros da política caseira, que não venha frasear reprovação dos residentes actuais, em fugas de rabos a arder, ou impropérios contra o fomentado consumismo popular.
Depois da extravagância democrática da garraiada política, que se untou no decurso e preparou reformas douradas ao cabo de oito anos que se mantêm desavergonhadamente intocáveis, despoticamente prepararam mais um pacote de agravamento da exploração de quem trabalha e dos reformados.
Com suprema hipocrisia sobre o estado de vida das famílias e indivíduos que se endividaram nas armadilhas que lhes montaram, com os devidos proveitos arrecadados por privados e Estado, os novos e duros golpes vão engolir o espaço de dignidade com muitas a caírem na pobreza.
O capitalismo e os seus agentes são historicamente implacáveis, rodeiam-se dos melhores pensadores e executores, cortam os males pela raiz e acumulam para suportar os custos do sistema. O capitalismo espera que as ondas passem para os novos ataques.
Com as barbas a arder e depois de mandar olhar para o Atlântico, o presidente deste país falido, Cavaco Silva, desceu do pedestal da aparente ingenuidade, como se nada se tivesse passado sem o seu conhecimento (até entreteve o país com a história das escutas)e, decidiu-se por pedir a ajuda ao capital, a quem mais poderia ser, para ajudarem na reconstrução do que ajudaram a desfazer e com certeza dando as garantias do Estado para a protecção dos seus interesses de retorno futuro.
Um povo trabalhador, cujas necessidades de casa, carro, frigorífico, tempos livres, saúde e ensino para os filhos são considerados excessos e aquém do valor do seu trabalho, vê-se obrigado a engolir estas afrontas, que os partidos, particularmente os que se dizem de esquerda e também os sindicatos, fingem contestar para afinal chegarmos aonde estamos.
O sindicalismo algarvio juntou 150 pessoas em congresso este fim-de-semana e, diante do trágico panorama da região e das suas arrastadas e conhecidas velhas lamúrias, não mais do que isso, tirou como conclusões, “um desejo unânime de mudança de políticas”, possivelmente apelando ao infindável bom senso do capital, queixando-se das “medidas desfasadas deste Governo, que chegam tarde e a más horas”. Acrescentaram-lhe os seus hábeis dirigentes, “que faz falta outro poder político”, sem explicarem qual e como poderá chegar.
Mais congresso menos congresso, a linguagem é para trazer o movimento sindical controlado, desgastando-lhe as energias e os objectivos estratégicos de procurarem eles próprios os seus caminhos, pondo-os ao serviço de repetidas estratégias de poder, opostas aos seus interesses.
Medidas de acção independentes, pensadas pelas próprias cabeças e adequadas ao quadro específico da região, não foi destilada uma única. Percebe-se que as ordens continuam a ser superiores, sob slogans de falsas unidades e solidariedades, cujos resultados são os que estão à vista: a humilhação da capacidade do trabalho produzir ideias de gestão e orientação geral para a condução da economia do país.
Conclusão: os dois movimentos encaixam-se, o presidencial e o sindical, apesar das declarações em teoria contraditórias mas que concorrem para o rebanho pagar os custos de mais uma crise. Ainda se chegou a pensar que no âmbito do 10 de Junho, o trabalho regional desse indicações sociais da sua visão de sociedade mas…

Luis Alexandre

Equipa de juniores do Sport Lisboa e Faro, época de 1953/54


algumas curiosidades:
Brás Domingos é o primeiro da esquerda, no primeiro plano,
vendo-se Mário Zambujal no mesmo plano, o terceiro da esqª para a dirtª,
e Arnaldo o malogrado aviador, de pé, o segundo da esqª para a dirtª.

Domingo, Maio 23, 2010

Viegas Gomes - Pensar a Cidade de Faro.


clicar na imagem para ampliar.

Entrevista no Jornal o Algarve.

No meio de tanta mediocridade, Viegas Gomes sem complexos,
defende as suas opiniões e aponta soluções. adf

Sábado, Maio 22, 2010

Via do Infante vai ter portagens! e a EN 125 está na mesma! e agora representantes do Algarve?


Proposta do deputado Vítor Baptista, do PS, tem o aval do ministro das Obras Públicas, que prepara introdução de portagem em todos os troços.

O Governo prepara-se para acolher a proposta do deputado do PS, Vítor Baptista, de introduzir portagens em todas as SCUT (auto-estradas sem custos para o utilizador) não deixando de fora qualquer excepção. Fonte governamental disse ao Diário Económico que a medida irá avançar assim que a 1 de Julho entrar em vigor o pagamento já previsto em três concessões: Costa da Prata, Litoral Norte e Grande Porto. Isto porque, "estando estas no terreno, com pórticos de pagamento já activos, será mais fácil replicar o modelo" aos quatro troços que ainda são gratuitos: Norte, Beira Litoral, Alta Beira Interior e Algarve, avança a fonte.

A decisão do Executivo insere-se no plano de austeridade para tirar Portugal da crise, que passa por uma tentativa de aumentar as receitas. Já esta semana, o ministro das Obras Públicas António Mendonça tinha avançado que a introdução de portagens só nas três primeiras SCUT vai permitir ao Estado arrecadar por ano uma receita de cerca de 140 milhões de euros, o que significa mais 70 milhões nos cofres públicos já em 2010. Este primeiro diploma está desde quinta-feira nas mãos do Presidente da República para promulgação.

A questão será levantada no Parlamento assim que for discutido o plano de austeridade do Governo. Vítor Baptista garante ao Diário Económico que nessa altura "levantará o problema" e formalizará a proposta: "que se coloquem portagens em todas as SCUT, numa situação de excepção que deve vigorar pelo menos até 2013, porque numa altura em que são pedidos sacrifícios a todos os portugueses, não se compreende que todos paguem auto-estradas em que só alguns transitam". Uma sugestão que está a criar fricção dentro do próprio PS, sobretudo com os deputados do Algarve que não aceitam que a Via do Infante seja portajada, uma vez que a nacional 125 não é alternativa.
in Diário Económico


SCUT: Marchas lentas a partir de amanhã contra introdução de portagens, aqui

Está visto que o Governo quer transformar a EN 125 num Cemitério. Se actualmente, fossem colocar coroas de flores em todos os locais da EN 125 onde tem havido mortes, certamente não havia 100 metros sem flores. E tantos cidadãos que ficaram deficientes em acidentes ocorridos naquela via...!!!
Imaginem o que será se colocarem portagens na Via do Infante..., e que as pessoas comecem a utilizar ainda mais a 125...!!!
A EN 125 não é uma Estrada mas sim uma Rua, desde Vila Real de Santo António até Sagres, numa extensão de 115 KM. Talvez seja a maior rua do Mundo.
Se colocarem portagens na Via do Infante, este Primeiro Ministro, este Ministro das Obras Públicas, bem como o Partido Socialista, vão ficar com as mãos manchadas de sangue.

Algarvio (eleitor so PS)

Sexta-feira, Maio 21, 2010

a frase resumo da semana!


PabloPicasso
" A imbecilidade é a inferioridade humana mais razoavelmente partilhada" Virgílio Ferreira.

Medidas de austeridade do Governo não vão afetar programas Polis nem combate à erosão costeira.


Albufeira - Praia de Santa Eulália

A ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território disse hoje que as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo não vão afetar nem os programas Polis Litoral, nem obras de combate à erosão costeira.

À margem de uma visita ao Algarve para assistir à derrocada controlada de quatro arribas em risco na praia S. Rafael, Albufeira, Dulce Pássaro admitiu que vão existir "esforços de contenção" ao nível do funcionamento e contas correntes e que alguns estudos vão ser atrasados, mas afirmou que projetos como os programas Polis Litoral vão "continuar a ser uma prioridade" e não pretende fazer "ajustes".

"Temos previsto gastar em 2010 no litoral 100 milhões de euros e aí não estou à espera de fazer ajustes", declarou Dulce Pássaro, reiterando que algumas das prioridades do seu ministério são o combate à erosão costeira e a requalificação do litoral, nomeadamente das dunas.

Dulce Pássaro acrescentou que vai pedir aos diretores gerais dos organismos ligados ao Ministério do Ambiente para fazerem uma relação dos estudos que podem ser atrasados e só depois tomará uma decisão sobre o que de facto vai sofrer com as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo de José Sócrates.

Quatro arribas da praia de S. Rafael, no concelho algarvio de Albufeira, foram hoje alvo de derrocadas controladas para prevenir o risco de queda em época balnear e para criar condições de segurança atrativas para o turismo.

Desde a derrocada de uma arriba da praia Maria Luísa, em agosto de 2010, que matou cinco pessoas, que 19 praias algarvias foram alvo de 200 intervenções que custaram ao Estado cerca de 50 mil euros, esclareceu a ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, que assistiu hoje às derrocadas controladas na praia de S. Rafael.

O Comentário

Só mais miserável que a "piada" dos bonecos da treta, são alguns dos comentários aqui expressos. Mas eu não me admiro. É o retrato vivo da mentalidadezinha de parte considerável da populaça desta cidade descaracterizada e pacóvia. É esta gentalha ignara, cuja basófia neanthartaliana aqui tão bem se expressou, que faz desta cidade um sítio sem esperança nem solução. A questão atinge o nível da ignomínia quanto mais se caminha para as profundezas da intimidade mental. Com esta plebe à solta, fermentando nas entranhas primitivismos preversos, estamos a anos luz da premissa fundamental que distingue o homem da besta: o princípio da tolerância que se traduz na capacidade de se colocar no lugar do outro.

Fernando Silva Grade

III Semana Náutica da Praia de Faro - de 28 de Maio a 11 de Junho - EXPERIMENTE CONNOSCO!


Programa:

II DEHUSA – Campeonato Escolar de Desporto Humanitário de Salvamento Aquático
Escola Secundária de Pinheiro e Rosa
28 de Maio – Sexta-feira

Sénior na Ria
Festa convívio do “Projecto Sénior em Movimento”
2 de Junho – Quarta-feira

ACTIVIDADES NÁUTICAS GRATUITAS (4, 5 e 6 Junho)
CANOAGEM – WINDSURF – VELA – REMO – SURF – BODYBOARD – KITESURF – CONSTRUÇÃO DE PAPAGAIOS – MERGULHO – HOBIE PADDLE E KAYAK SAILLING – PASSEIO DE CAIAQUE – PASSEIO BARCO SOLAR – PASSEIO BARCO TRADICIONAL E PASSEIO CATAMARÃ – PASSEIO DE OBSERVAÇÃO DE AVES – PASSEIO DE BICICLETA NA RIA FORMOSA – PASSEIO DE SEGWAY NA RIA FORMOSA

WORKSHPS GRATUITOS (4, 5 e 6 Junho)
“CANOAGEM: ESQUIMOTAGEM & CAIAQUE PÓLO” – “CANOAGEM: K1 – A ETAPA SEGUINTE” – “RISCOS E SEGURANÇA NA PRÁTICA DE ACTIVIDADES NÁUTICAS” – “FOTOGRAFIA SUBAQUÁTICA: COMO COMEÇAR” – SURF: “A FILOSOFIA ZEN NO SURF”

SUMMER RISE (FESTA DE ENCERRAMENTO)
Academia de Bodyboard de Faro e Associação Adversários do Mar
11 de Junho – Sexta-feira

U.LEIRIA VS BELENENSES NA ESCOLA FUTEBOL FARO


NO DIA 20 MAIO 2010 HUGO GOMES DEFESA DA U.LEIRIA E FAJARDO MÉDIO DO BELENENSES VISITARAM A ESCOLA FUTEBOL FARO.
NO SEGUIMENTO DESTA VISITA ORGANIZOU-SE COM OS DOIS JOGADORES DA LIGA SAGRES UM JOGO JUNTAMENTE COM OS INFANTIS DA E.F.FARO , U.LEIRIA VS BELENENSES.
O JOGO É CLARO FOI MUITO EMOTIVO E O RESULTADO FENOMENAL COM UMA VITÓRIA CLARISSÍMA DA BOA DISPOSIÇÃO E ALEGRIA DOS MAIS NOVOS.
NO FINAL É CLARO HOUVE A HABITUAL PROCURA DE UM AUTÓGRAFO ONDE OS JOGADORES APROVEITARAM TAMBÉM COM A SUA BOA DISPOSIÇÃO BRINCAR COM OS ATLETAS E LEVAREM PARA CASA AUTÓGRAFOS DOS JOVENS ATLETAS.
NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA DIA 25 MAIO HUGO GOMES E FAJARDO VÃO VOLTAR Á ESCOLA FUTEBOL FARO
PARA VISITAR OS ESCALÕES DE PRÉ-ESCOLAS E ESCOLAS PARA PROPORCIONAR DE CERTEZA MAIS UMA ALEGRIA AOS MAIS NOVOS.

AS MOÇÕES QUE O POVO CENSURA

O folclore político instalado, conhece novos desenvolvimentos que concorrem todos para o mesmo fim: a crise que caiu do céu tem de ser paga.
Pelo lado do Governo PS e do PSD, o puxão de orelhas do compadrio europeu trouxe-os às razões da negação e à mudança de cartilha, precisando de concertação parlamentar, para a partir daquele posto de trabalho e de responsabilidades se criarem os meios de lei para obrigar o povo a pagar os roubos legalizados que consentiram.
Com a economia e finanças saqueadas e os salteadores em fuga, o país ficou confrontado com a dimensão do mercado interno e pouco mais, com os ditos salteadores, em diferentes fatiotas, a exigirem o pagamento das dívidas para com eles.
Um presidente e conselheiros, um Governo, 250 deputados, 400 ou 500 directórios partidários e mais de 1000 teóricos, escribas, assessores e outros prostitutos do poder, a que se junta o governador do BdP, promovido a visionário europeu, no contento do seu banquete, não viram os sinais de crise porque desaproveitaram o desconto igual à idade.
Nas confusões, que normalmente geram correrias, o povo não tem fuga porque ainda não percebeu com quem tem de correr, enquanto os políticos tocam a rebate entre si e correm para o consenso aproveitando ao máximo o calendário, dissipando as dúvidas sobre mais um mês de exploração. O parlamento da nossa desgraça só vai ter descanso a partir de 1 de Junho, em que tudo tem de estar escrito, sem perguntar aos visados se concordam. Legitimaram-se num texto de promessas e desfazem-se em desespero de argumentos para o respeito.
Como exímios conspiradores e a casa a arder, cada uma das partes do sistema sabe o que tem a fazer. PS e PSD com a abstenção do CDS, vão dar a base parlamentar, com BE e PCP no discurso patético “dos ricos que paguem a crise”, andando nisto há décadas, independentemente dos nomes e coligações.
Sem ter havido censura sem moção, agora vai à cena a moção de censura. Irá o BE ser arrastado pelo PCP, perdendo o seu papel de fazer a ponte com o PS? Verdade é que estas peripécias não interessam ao país que vão pôr a pagar a crise e representam filmes em reposição.
Do lado da maioria parlamentar, Sócrates é o timoneiro, não tem nenhuma intenção de explorar alguém e só vai com o plano para além de 2011, obrigado pela malandrice do povo que não o deixa cumprir as ordens de cima. Passos Coelho, o tal rapaz capaz de pedir perdão pelas maldades, já percebeu que o poder só lhe cai no regaço por causa de uma única mentira (negócio PT/TVI) esquecendo todas as outras e, por isso, no seu papel de co-mentor do plano de crise, já radicalizou o discurso de chantagem de que estamos à beira de não haver dinheiro para salários na função pública, onde certamente não entram os políticos, que não são funcionários do Estado.
Então o país está confrontado com uma moção na gaveta e outra real, que fazem parte dos ensaios do grande teatro onde as marionetas têm de obedecer à agilidade e vozes dos mandantes.
Luis Alexandre

Quinta-feira, Maio 20, 2010

Estrutura para desfile militar em Faro será desmantelada para "projeto de interesse público"

A estrutura que está a ser construída para o desfile militar no Dia de Portugal, 10 de junho, que este ano decorre em Faro, vai ser desmantelada futuramente para um projeto de interesse público, disse Macário Correia esta quarta feira.

O Presidente da República designou que em 2010 a cidade de Faro seria a sede das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, depois de Santarém, no ano passado, Viana do Castelo (2008), Setúbal (2007) e Porto (2006).

As obras na Horta das Figuras para o desfile militar que estão a decorrer junto ao Teatro Municipal de Faro, à entrada da capital algarvia, nomeadamente a terraplanagem do terreno para a parada e o pavimento, são encargo da engenharia militar da Força Aérea, ficando a Câmara de Faro com encargos da relva, explicou Macário Correia.

A estrutura que está a ser construída para o 10 de junho não vai, todavia, manter-se no futuro, pois a autarquia tem outros planos para a entrada de Faro.

"O terreno tem outras previsões de ocupação, aquilo é uma estrutura meramente preparada para este cerimonial. É uma solução provisória. É um arruamento feito de propósito para o desfile militar e depois será alterado", declarou à Lusa o presidente da Câmara de Faro, garantindo que o que está previsto para aquele local é "um equipamento de interesse público".

O equipamento de interesse público está ainda "a ser preparado em detalhe", acrescentou o autarca, sem queres especificar o quer vai ser, mas referindo que a rua que foi recentemente construída nunca poderia ficar sequer como está, "porque não encaixa na lógica viária da zona".

Além das comemorações oficiais do Dia de Portugal, os habitantes da cidade poderão, entre 05 e 12 de junho, participar numa série de eventos, entre os quais uma exposição militar, que estará patente no Jardim Manuel Bívar.

Apesar da "festa" durar cerca de uma semana, os momentos altos concentram-se nos dias 09 e 10 de junho.

O ponto alto das comemorações concentra-se no dia 10 e abre com uma cerimónia militar na Horta das Figuras, na qual desfilarão as tropas ativas e pela primeira vez os antigos combatentes, que nunca antes participaram neste evento.

Em março passado, Macário Correia desafiou os habitantes da cidade de Faro a um esforço conjunto para embelezar a cidade a propósito das comemorações do Dia de Portugal.
in Região Sul

A MATRIZ DO PSD

A Drª. Ferreira Leite, quando os factores políticos acumulados a obrigaram a abdicar, representando o estertor das intenções governamentais do cavaquismo, num último sopro e com indesculpáveis receios, tentou orientar o voto para um dos candidatos que não representasse só o aspecto físico do homem a escolher para líder.
Relativizando esta preocupação de o seu partido ter esta nobre capacidade de eventualmente escolher pela beleza, o PSD elegeu o rapaz alto e bem apresentado, entre as outras propostas, de candidatura.
Não foram precisos passar muitos dias, para que os corações dos velhos depositários das teorias neo-liberais do historial do partido ficassem descansados pela capacidade contorcionista de Pedro Passos Coelho.
O novo líder, que se preparou cuidadosamente para as funções e se apoiou nas franjas ostracizadas das diversas distritais, entrou em combate com as políticas do Governo PS e com tais teorias ganhou espaços de revolta entre das bases do seu partido.
Necessariamente conhecedor das realidades macro-económicas e financeiras do país, Passos Coelho, sem espaços de manobra para a sua propaganda e com o presidente da República à perna, abraçou telefonicamente o PEC, propôs as suas acrescentadas medidas redutoras do deficit e da qualidade de vida dos portugueses em consonância com o que o directório europeu pretendia. Avançou sem surpresas pelo sentido de classe que norteia os interesses do PSD e sem ignorar os riscos de comprometer a estratégia de poder.
De fogo de combate, passou a fogo amigo. Passos Coelho colocou sem alternativa e sem espaço para quaisquer exigências o PSD ao lado do Governo PS, numa concomitante convergência de valores e objectivos, com os seus adversários internos, ainda alguma raia miúda e a voz demolidora de Alberto João Jardim, a não perderam tempo para as primeiras contundências.
A comunhão de práticas de PS e PSD, retiram ainda mais espaço de manobra deste último numa situação de oposição. Nem o argumento de defesa do superior interesse do país e de que o PSD teve um papel de fazer dobrar o PS, se capitalizarão nos próximos tempos, em vantagens sobre a autoridade do parceiro José Sócrates, useiro em linguagens de rodeio e vezeiro em avanços e recuos.
O horizonte das medidas traçadas que quase inevitavelmente vão além de 2011, com o esperado supremo interesse dos inevitáveis agravamentos, significa que Passos Coelho que até agora não teve tempo para se sentar na cadeira da presidência, vai ter muitos meses pela frente para pensar em como sair do colete-de-forças que lhe ofereceram. Sobretudo Rangel e apoiantes, vão gozar o tempo e usá-lo para definirem novas estratégias.
A população olha para o quadro político que produziu as medidas que a oprimem e, não consegue distinguir diferenças. Vai-se-lhe juntar o S. João da suposta esquerda.

Luis Alexandre

Juca & Zeca


O Algarve em 1968!


Lagos 1968
capa do Algarve Ilustrado.

Quarta-feira, Maio 19, 2010

Mudança?



Todas las obras de Fomento se retrasarán al menos un año

Associação de Discotecas quer impedir espaços "licenciados ilegalmente" para o verão


A Associação de Discotecas do Sul e Algarve pondera avançar brevemente com providências cautelares para impedir a "concorrência desleal" de espaços noturnos “licenciados ilegalmente” e financiados por autarquias no verão, disse à Lusa o dirigente José Manuel Trigo.

Trigo considera que exemplos passados como o Manta Beach e o Sasha, licenciados pelas Câmaras de Vila Real de Santo António e Portimão, respetivamente, para funcionarem em julho e agosto, são “um roubo” aos contribuintes e lesam os empresários que investem milhares de euros para funcionarem legalmente todo o ano.

José Manuel Trigo, que é proprietário da discoteca Trigonometria e do T Clube, disse à Agência Lusa que esta é uma das grandes preocupações dos proprietários discotecas no Algarve, a par dos horários cada vez mais prolongados dos bares e da obrigatoriedade e custos da segurança privada.

"Ninguém pode concorrer contra um mercado desregulado”, afirmou José Manuel Trigo, questionando-se: "Como é que eu vou concorrer contra uma câmara, ou alguém subsidiado por uma câmara, que traz aqui um DJ fantástico que custa 40 mil euros, quando eu só posso pagar 2 ou 3 mil?".

Segundo o dirigente, a existência de espaços temporários como o Manta Beach ou o Sasha são “graves”, porque são financiados “com dinheiros públicos” e “não cumprem as exigências legais que as outras discotecas têm que cumprir”.

São os nossos impostos que são recebidos para fazer concorrência aos nossos espaços. Isto é roubo. A isto chama-se roubar. Ninguém olha para isto com olhos de olhar. E depois vêm os nossos políticos dizer que é preciso fazer sacrifícios", criticou o empresário, dando também como exemplo o caso da câmara de Loulé, que licenciou um espaço num centro de congressos.

Enquanto nós estamos aqui com o coração nas mãos às 06:00 da manhã para fechar a casa e sabermos se conseguimos realizar dinheiro para pagar os DJ, a promoção, os barmens, as bebidas, as leis, os direitos de autor, que ali não há. É a concorrência desleal pura", acrescentou.

Trigo disse que, no ano passado, a associação interpôs providências cautelares contra o Manta Beach e o Sasha em julho, mas o tribunal entrou de férias e em setembro disse que, como já estavam fechados, não valia a pena pronunciar-se e aconselhou-os a avançar com outros procedimentos legais.

Decidimos que voltaríamos ao ataque neste período, eventualmente com providências cautelares antecipadamente, de modo a valermo-nos dos nossos direitos", adiantou, frisando que a associação já se reuniu com o Turismo de Portugal, o Turismo do Algarve e com deputados do CDS/PP, do PS e do PSD para manifestar as suas preocupações.

Trigo congratulou-se por a associação já ter conseguido que o programa Allgarve deixasse de apoiar o AllgarveDance, “noites que eram feitas em três casas ilegais”, o Lollypop (Praia Verde, Castro Marim), “uma discoteca montada numa piscina que tem alvará de bar de piscina e gelataria”, o Manta e o Sasha, “que são completamente ilegais”.

Agora, espera poder impedir a “concorrência desleal” desse tipo de estabelecimentos, a dois meses da época alta do turismo no Algarve.

(Agência Lusa)
22:29 domingo, 16 maio 2010


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