Quarta-feira, Julho 28, 2010

A velha questão dos horários do comércio e serviços - o comentário


Em relação ao facto dos consumidores não conseguirem compatibilizar os seus horários com os horários do comércio tradicional, tal ocorre porque os portugueses têm horários desajustados dos horários europeus. As empresas, as universidades e os serviços públicos deveriam abrir sempre às 8 horas, dar apenas uma hora de almoço e fechar às 15 horas ou às 16 horas. Assim, os trabalhadores ainda tinham 3 horas até às 19 horas para ir às compras, passear, estar com os filhos, etc. Nalgumas universidades, entra-se às duas e sai-se às 20 horas, para no dia seguinte se entrar às oito e meia, é uma desorganização vergonhosa. Nas câmaras, os serviços abrem às 9 horas, quando deveriam abrir às oito. O mesmo em muitas empresas. Estes pequenos pormenores mostram o quanto estamos afastados da Europa. Portugal tem um grave problema de desorganização, que alastra pelo sector público e privado.
Luís

A vitória de uns e a hipocrisia de outros

A luta da APED à volta dos horários de abertura total ao fim-de-semana e feriados, teve o fim esperado, promulgado em lei na semana passada e despoletou o habitual arrazoado das carpideiras.
A APED, traçou uma estratégia para uma luta que sabia à partida ser prolongada e para a qual tinha de conquistar a assinatura dos políticos, o adormecimento da opinião pública e a diluição da contestação ténue e formal das associações do comércio.
No decurso dos anos passados, entre a abordagem e a confirmação, fecharam milhares de pequenas e médias empresas, limpando o mercado a cobrir e a carteira de sócios das associações, aliviando o peso social e político da inércia dos seus dirigentes.

Entre o trabalho de uns e o deixa andar de outros, fica exactamente o espaço de conluio que permitiu o preto no branco, onde nada foi feito pelas associações para além das teatrais declarações formais que assumem maior pompa necrológica diante do facto consumado.
Cabem neste contexto, a nível nacional a Confederação Geral do Comércio, curiosamente dirigida pelo insolvente algarvio Dr. José António, presidente da ALICOOP e ALISUPER e, a nível local, a não menos falida, pelo menos social e politicamente, ACRAL.

A APED fixou os seus objectivos e fez o que lhe competia para os concretizar, levando a efeito iniciativas de carácter vincadamente político nas sedes próprias, bem como inquéritos à boca das caixas de saída onde o público, sem constrangimentos, respondia afirmativa e maioritariamente no sentido do apoio à abertura sem limites.

A leitura da realidade, face à incapacidade das associações em se moverem na pressão e na mobilização das suas forças à volta da justiça dos seus argumentos, levou ao desfecho sem luta.
A agonia do mercado das pequenas e micro empresas que polvilham o Algarve, que vão desde o excesso de grandes superfícies ao simples problema dos custos dos abastecimentos e mercadorias, dos custos do dinheiro para investimentos ao peso dos impostos, da perda de liquidez das famílias envolvidas no desemprego e precariedade no trabalho aos custos da sazonalidade e dos contratos a prazo, há muito que relativizaram a questão da abertura dos hipermercados aos domingos e feriados.

Os problemas graves citados que não tiveram respostas associativas, como se não os conhecessem, diminuíram o problema da conseguida abertura política para o sucesso dos associados da APED. Mais uma vez, as centenas ganharam aos milhares e porquê?
Perante mais uma derrota para o médio, pequeno e micro comércio, que as direcções das associações têm de assumir como sua e das quais, no actual contexto, não há nada a esperar a não ser ladaínhas, a vigência de lei e os argumentos usados pela APED, de criação de muitos milhares de postos de trabalho, têm que entrar nas exigências de fiscalização das entidades oficiais.

É claro que estes factos em Portugal, onde o mercado da grande distribuição ainda tem margem de crescimento, obedecem a uma estratégia de limpeza e ocupação dos espaços e deixa as grandes companhias em boa posição para quando as novas tendências e técnicas exigirem outro tipo de organização e intervenção.

Afinal, se olharmos para o quadro político que tomou a decisão em tempo estival e quando a população em geral está ainda sem reacção ao estado de choque dos problemas mais gerais que lhe criaram, veremos que ele se estende pelas associações adentro, pelo que a hipocrisia é a única resposta.

Luis Alexandre

Terça-feira, Julho 27, 2010

Amarelo!


Praia de Faro Passeios voltaram a ser sequestrados e os carrinhos de bébé e seus irmãos a pé voltaram ao asfalto donde pensavam que tinham conseguido sair antes de apanharem boleia de um qualquer acelera.Parece que em Faro o amarelo,após tantos anos,ainda não conseguiu voltar a parecer amarelo, há que não desistir,porque os indignados silenciosos são a maioria apesar dos gritos de alguns tentarem fazer parecer o contrário.Vistas as coisas e partindo da negritude em que estávamos como cidade amarelar o amarelo é tarefa mas foi para isso que se fez virar a agulha da gestão autárquica votando sem grandes ruídos.Agora é apoiar mesmo que pareça impossivel colorir o cenário e não deixar cair a esperança de alindarmos o nosso concelho.
Do Ilhote.

A Alameda - o comentário



Mais um espaço não aproveitado da cidade...

Sei que a ARCA propõs-se ir para a antiga casa do jardineiro em troca da dinamização do espaço.

Sei que têm estado sózinhos e apesar do espaço (alameda) ter muitas potencialidades, têm problemas de segurança (já foram assaltados uma mão cheia de vezes...)

Sei que em conjunto com a Associação de Músicos, com a RUA e com a Associação Filarmónica têm tentado dinamizado o espaço (bailes marafados, contos, concertos) mas de uma das vezes que tentaram, tiveram todos um prejuízo de milhares de euros pois devido a um alteração da potencia elétrica feita à sucapa não se sabe por quem rebentaram com 3 mesas de som e 3 amplificadores (valeu o "macguiver" armindo para o coencerto se realizar, tarde e a más horas ver em http://arcaalgarve.blogspot.com/2007/11/alameda-cool-ii.html)

Sei que estão prestes a desistir do espaço (a casa do jardineiro apesar de bonita não é funcional e organizam-se mais através da internet do que propriamente através do espaço fisico) e seria uma pena...

Sei que o IPJ já não existe apesar de parecer que sim...

Sei que a Biblioteca continua a fazer omeletes sem ovos...

Não sei o que vai ser da Alameda (depois de se ter investido na reabilitação vem a degradação).

Que a cidade pegue no espaço e venha de lá esse concurso de ideias!!!

Ibn Harun

Algarve em "lume brando".



José Mourinho sugeriu que iria investir numa unidade turística de luxo na Quinta do Lago e vários ingleses foram atrás da ideia. Agora, alegam incumprimento e pedem o dobro do sinal.
As letras que anunciavam, num painel publicitário, as seis estrelas da unidade de luxo em construção, às portas da Quinta do Lago, foram tapadas há vários meses. Alguns operários - poucos - continuam na obra e o Conrad Palácio da Quinta Resort & SPA - o empreendimento onde José Mourinho sugeriu, há dois anos, que iria investir na compra de um ou mais apartamentos, está em dificuldades. A seguir à operação promocional protagonizada pelo special one, muitos ingleses tornaram-se compradores, atraídos por um empreendimento publicitado como sendo "único" na Europa. Os apartamentos T1 foram vendidos por 1,2 milhões de euros e os T3 por 4,2 milhões.

A administração da empresa promotora, a Imocom, contactada pelo PÚBLICO, esclareceu que a referência às seis estrelas foi apagada por imperativo legal: "A legislação portuguesa não permite unidades de seis estrelas, mas este é claramente um produto acima do Hilton [cinco estrelas]." No tribunal de Loulé, contudo, já foram registadas sete acções de promitentes compradores britânicos, a reclamar a anulação dos contratos e pedindo o dobro do sinal, alegando incumprimento contratual.

A empresa diz "desconhecer" e não vê motivo para tais acções. "A obra está a decorrer a um ritmo aceleradíssimo", afirma um responsável. Inicialmente estava programada a sua conclusão em 2009, "mas houve um prolongamento estratégico do prazo, por causa da crise conjuntural". O prazo agora previsto para fazer as escrituras, adianta, é Abril de 2011.

Os compradores ingleses, defraudados com as expectativas criadas e com as promessas que não terão sido concretizadas, pedem agora a devolução em duplicado do dinheiro que deram de sinal. Do total de sete acções judiciais entregues, só uma delas pede uma indemnização - no valor de 10,6 milhões de euros. in Público.

tempestade num copo de água? veremos! adf

Roubos de Alfarroba - Agricultores ameaçam fazer justiça pelas próprias mãos



Os agricultores e produtores de frutos secos do concelho de Loulé, nomeadamente de alfarroba, estão a ser alvo de roubos indiscriminados. Só nos últimos três dias cerca de 30 proprietários da Freguesia de São Sebastião, em Loulé, já perderam centenas de arrobas de alfarrobas o que se traduz numa boa quantia em dinheiro, atendendo ao facto de que o preço está a 5 euros/arroba.

A situação já se arrasta há anos, contudo, este ano agravou-se. "Os agricultores não suportam mais esta situação" e dizem que "se não se fizer nada vão fazer justiça pelas próprias mãos. Alguns deles já vão armados para as suas propriedades", alertou preocupado Horácio Piedade, o presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião e também vice-presidente da Associação de Produtores de Frutos Secos e Frutos de Casca Rija.

Os membros da associação louletana estão preocupados com os roubos e com o desfecho de alguns possíveis episódios de violência, por isso, convocaram na passada terça-feira uma conferência de imprensa onde denunciaram a situação e alertaram as autoridades competentes para o caso.

Segundo Horácio Piedade, têm sido feitos vários alertas ao longo dos anos, mas sem sucesso. "Em 2001 fiz uma exposição ao Governo Civil de Faro a alertar para esta situação mas não se obteve qualquer resultado. Estes roubos têm sido uma constante ao longo dos últimos anos, no entanto, este ano as autoridades policiais também têm sido constantemente avisadas, mas dizem não terem meios para apanhar os infractores".
mais aqui

em 2009 tinha sido assim:
Assaltos a alfarrobeiras lançam terror

Jardim da Alameda




Nascido e criado em Faro, a minha infância foi muito vivida no lindo jardim da alameda de faro, mais tarde alguns namoros de juventude também foram ai intensamente vivido, aiiiiii que saudades!!!
Nesse tempo o jardim andava limpo e bem arrumado podia jogar minigolfe de manha e de tarde.
Dava gosto namorar nos cantinho dos namorados , era limpo e bem cuidado.
Passados 15 anos volto a Faro e neste sábado fui levar a minha filha a passear na Alameda. Qual o meu espanto quando vejo o mau trato a que o mesmo se encontra, o mini golfe só esta aberto das 15h às 19, a casa do campo de patinagem está vandalizada, o cantinho dos namorados esta sujo o lago está cheio de folhas, os equipamentos de geriatria estão estragados.

Eu digo, é com muita tristeza que vejo o estado da nossa alameda, será que o srº Presidente da Câmara sabe o estado do Jardim da alameda?????
Será que o serviço de jardins da Camara acabou de vez ou a Fagar nada faz?????


Ass: Paulo Teixeira

Caro Paulo Teixeira a Alameda nos últimos anos esteve um bocado(grande) ao abandono, mesmo com a vizinhança da biblioteca Municipal e do instituto da Juventude, não consegue ter grande poder de atracção para as pessoas tirarem partido deste magnifico espaço que se situa na Baixa de Faro. Já tinhamos alertado para alguns problemas que existem na Alameda como este aqui ou este aqui em 2007. Enfim, talvez fosse altura de alterar o modelo da alameda, desde horários até aos equipamentos, talvez com um concurso de ideias, talvez um dia... adf

Segunda-feira, Julho 26, 2010

Bubblebath - Concerto Palco da Doca, Sexta Feira às 22h



Mais uma grande banda farense

O Algarve a reboque do acaso?

O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, perante afirmações e polémicas públicas sobre o desenrolar do ano turístico no Algarve, proferiu declarações de adiamento do balanço, afirmando a importância do novo fenómeno da conjuntura, o “late booking” (reservas atrasadas).
Há poucos dias, o Algarve foi palco de um desencontro de números da ocupação turística, entre os responsáveis da ERTA e da AHETA, homens de cores políticas diferentes cujas trocas de acusações reflectem o pano de fundo da luta política pelo poder nacional, onde o diferencial, entre a opinião de subida de um e de descida de outro, atingia mais de 25%.
A opinião veiculada por Bernardo Trindade, teria esta convulsão no subconsciente e sem se imiscuir, não dando prova de fraqueza e numa atitude de Estado, atreveu-se a prever que 2010 será tão bom como 2009.
Conhecidas as contradições sobre os resultados do ano transacto, com o Governo e a AHETA a travarem-se de razões tendo a realidade de um ano mau como pano de fundo, a presente constatação do secretário de Estado, só pode configurar um 2010 ainda pior.
Quase a fechar o sétimo mês do ano e faltando apenas dois meses e meio de época turística, nunca os valores de venda da ocupação foram tão baixos e nunca as promoções foram tão longe, vulgarizando o Algarve ao nível de países com piores estruturas de acolhimento.
A idiossincrasia que está por trás do “Programa ALLGARVE”, de projectar a região a outro nível, precisava de ter sido acompanhada de um reclamado plano específico para o Turismo.
O Governo assim não o entendeu, não mudou os habituais canais e verbas de intervenção e os resultados do ano turístico poderão apontar para o agravamento da estrutura económica da região, que tiveram expressão nas greves e incumprimentos salariais vividas em várias unidades hoteleiras e muitas pequenas empresas, bem como no atraso e encurtamento dos contratos de trabalho.
O alargamento da sazonalidade, a precariedade do emprego, a falta de liquidez do mercado e das empresas, as dificuldades de recurso ao crédito e o seu custo, acrescentadas das novas medidas governamentais de acesso ao subsídio de desemprego, fazem antever tempos sociais muito difíceis, numa região sem alternativas.
Os grandes projectos estão parados na falta de confiança no mercado e, através dos dados disponíveis da actividade turística, que aumenta os naturais riscos de falências e desinvestimentos de média e pequena monta, os factores de animação da economia só podem vir dos investimentos públicos centrais, dadas as conhecidas dificuldades das autarquias. O inicio da requalificação da EN 125, o maior projecto público para os próximos 2 anos, está longe de ser um motor de desenvolvimento.
O secretário de Estado do Turismo, mais do que envolver-se em polémicas estéreis, deve ser chamado, se para tal houver coragem, a sentar-se à mesa com os agentes regionais, para debater uma estratégia para os próximos anos.
Se tal não for feito, na previsão de desaceleração da economia nacional, incapaz de resolver os problemas da dimensão da oferta algarvia e se os mercados estrangeiros não forem agitados, o Algarve continuará a perder estatuto internacional, com as consequências que alguém e as forças políticas terão que assumir.

Luis Alexandre

Domingo, Julho 25, 2010

Barcos para as Ilhas da Ria Formosa




barcos (Faro - Ilha Deserta) horários aqui


Barco (Olhão - Ilha do Farol - Culatra)


Barco (Faro - Praia de Faro), novo barco - horários aqui


Barco (Faro - Ilha do Farol), novo barco - horários aqui

O "Verão Azul" de Miguel Freitas.


Começa bem o verão algarvio. Há sinais de melhoria nos indicadores do turismo. Apesar de algumas aves agoirentas, que só trazem más notícias e que por cá vão ficando, tudo indica que este ano poderá ser de ligeira recuperação na actividade económica da região. Estamos satisfeitos? Não totalmente. Mas as boas notícias animam-nos.
Anima-nos saber que finalmente a obra na EN 125 avança. Com o visto do Tribunal de Contas. Tivemos sempre confiança neste desfecho. Quando algumas aves raras adivinhavam um chumbo definitivo, eis que, dando razão aos argumentos do governo, foi proferida a decisão. Agora é avançar. Rapidamente. Porque tal representa dinâmica empresarial, muitos milhares de postos de trabalho e um bom investimento para o Algarve.
Mas as boas notícias de verão não se ficam por aqui. O processo de viabilização da ALISUPER teve um fim feliz. Nunca deixámos de acreditar. Num processo muito exigente e prolongado, foi encontrada uma solução. Espero, sinceramente, que seja uma solução com futuro. Envolve os trabalhadores que de forma voluntariosa deram um contributo insubstituível. Envolve, também, fortemente os credores da empresa, em particular os muitos credores de pequena e média dimensão, que abdicando dos seus créditos e das suas poupanças, acreditaram na sua capacidade de fazer avançar este projecto. Teve um sindicato empenhado e construtivo. Podemos dizer, neste caso, a união fez a força.
O tempo não é de facilidade, mas de capacidade de resistência, responsabilidade, rigor e decisão. É preciso acreditar. Ter confiança em melhores dias.
Outras notícias que lhe podem interessar

Miguel Freitas.

Antecipou-se ao chefe nas previsões e não falou do novo hospital, será que Miguel Freitas mora cá? a Alisuper está mesmo resolvido, ver para crer! para finalizar dizer que o ano de 2009 no turismo foi um ano mau para todos no Algarve, se 2010 for igual a 2009 continua a ser mau.

"...O ano turístico de 2009 foi o pior dos últimos quinze anos no Algarve, com a taxa de ocupação hoteleira a registar uma diminuição de doze por cento em relação ao ano anterior, revelou a principal associação do sector da região.
Segundo os representantes hoteleiros o cenário é ainda mais negro do que o registado em 2004, ano em que as taxas de ocupação foram bastante baixas no Algarve. A declaração foi feita, hoje, em conferência de imprensa, por Elidérico Viegas, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos do Algarve (AHETA)..."
in Barlavento 2009
adf

Jardim Manuel Bivar e parque de estacionamento de S.Francisco, pequenos(grandes) descontentamentos. dois comentários.


Em Faro os locais emblemáticos só servem para feiras sem nenhuma qualidade, depois temos estes vendedores ambulantes com lugar permanente, um com gomas outro a vender balões com jogo de matraquilhos etc . uma vergonha por outro lado este jardim também conhecido pelos pardais nas copas das árvores começa a ficar despido das mesmas, inacreditável a quantidade de palmeiras já cortadas e outras em vias de corte, não tratam das que sobram e possivelmente só as vão substituir em véspera das eleições.
Acho o que o tempo da boa vontade está a acabar.


VIVA A FARO
O PROVEDOR

Se fosse só a barraca...
E a Feira do Carmo que foi autorizada no Parque de Estacionamento de S. Francisco e as outras feiras todas que já estão previstas para o mesmo Parque?
Será que o Presidente da Câmara não tem consciência que cada vez que autoriza uma feira no Parque de Estacionamento da Baixa, destrói um pouco mais a qualidade de vida em Faro e aos farenses?
E a venda ambulante que continua por todo o lado?
E os ciganos no Largo de S.Luís?
E as bancas para venda de excursões?
Este Presidente teve muita conversa antes de tomar posse...agora o cenário já é outro.
anónimo

Sábado, Julho 24, 2010

Faro: “A Baixa em ALTA”



Decorre em Faro, entre 23 de Julho e 29 de Agosto, um vasto leque de actividades no âmbito da programação de Verão “ A Baixa em Alta”. Esta iniciativa tem como finalidade oferecer programação cultural de qualidade que constitua um chamariz para farenses e visitantes, de molde a que se reinstitua a baixa de Faro como um espaço aprazível, atractivo e dinâmico e que seja recuperada a satisfação pelo convívio e confraternização enquadrada na zona histórica e tendo a Ria Formosa como pano de fundo.

Ocorrerão dezenas de concertos, o FolkFaro, a Festa da Ria Formosa, a tradicional Feira dos Doces, Frutos Secos e Bebidas Regionais, a Feira do Livro, o Ciclo de Cinema ao Ar Livro, entre outras tantas manifestações que mereceriam igual destaque. É um programa para todos os dias e para todos os gostos.

Importa salientar que, para este efeito, para além da Câmara, organizam eventos muitas outras entidades públicas e associações: a Junta de Freguesia da Sé, o Cineclube, o Rancho Folclórico de Faro, a Universidade do Algarve, entre outros, aos quais agradecemos o espírito de iniciativa e o papel preponderante que desempenham mobilizando as suas energias para contribuir para iniciativas desta natureza.

Gostaria que o Presidente Macário Correia visitasse a Baixa à noite e verificasse "in loco" a vergonha que é uma barraca de gomas situada ao lado do Coreto, pensava que com este homem e com o novo regulamento de venda ambulante este cenário melhorasse, pura ilusão, continuamos com a mesma politica de meninos de coro, que caracteriza Faro nos últimos anos. Uma nódoa, uma vergonha.
Rui Lopes.

Juca & Zeca


Sexta-feira, Julho 23, 2010

Faro - Ilha Deserta, até o CR9 sabe o que é bom!


Longe da confusão e do assédio dos fãs, Cristiano Ronaldo escolheu ontem a ilha Deserta para almoçar. E para chegar à pouco acessível praia, na ria Formosa, onde só é possível chegar por barco, o craque alugou um iate de luxo. in CM

Faro bom e Faro mau.



fotografias de Xavier
clicar nas fotos para ampliar.

As fotos são elucidativas, e revelam o Karma colectivo, que vamos todos sofrer até ao fim das nossas vidas (tal com os nossos filhos, netos, bisnetos e por aí adiante).
Cabe-me repetir, mais uma vez, a emblemática frase do Mário Pinto: “Estamos a construir espaços de horror, físicos (e espirituais), onde vamos viver, e que se irão perpetuar por décadas ou por séculos.
E esse Karma traduz-se, na condenação de ficarmos privados de beleza no sítio onde vivemos, e de termos que nos confrontar no quotidiano com a fealdade reinante.
Faro, a nossa terra, só aqui e ali, em pequenos trechos, revela a beleza que antes ostentava em toda a sua extensão. O exemplo dos prédios mastodônticos construídos em cima das igrejas, na zona Ribeirinha e um pouco por toda a cidade, são a prova duma barbárie inominável que destruiu para sempre a harmonia da cidade.
Dizia Sophia de Mello Breyner Andresen: “A beleza não é um luxo para estetas, não é um ornamento da vida, um enfeite inútil, um capricho. A beleza é uma necessidade, um princípio de educação e de alegria.
Diz S. Tomás de Aquino que a beleza é o esplendor da verdade. Pela qualidade e grau de beleza da obra que construímos se saberá se sim ou não vivemos com verdade e dignidade.”

Fernando Silva Grade

Os passos do novo Messias

Dizem as sondagens, essa máquina bem trabalhada para impressionar e influenciar, que o novo Messias português, vem das linhas laranja.
Depois de anos de convivência autofágica, da demissão de um primeiro-ministro e da fuga de outro, os passos aconselhados de Coelho, foram os de saber esperar, estudar os dossier e preparar-se a prazo, para liderar o partido e o país.
Passos Coelho cumpriu a quarentena, venceu a concorrência no partido e na conjuntura em que o céu desabou sobre o Governo e o país, este salta para o palco, segredado pelos patrões locais e da Europa, para lhe dar o apoio que, putativamente o levará ao cadafalso.
Gerindo as benesses que a gravidade da situação lhe proporciona, onde o seu partido tem marca própria e com a casa a arder no PS, o líder do PSD, outro predestinado em rodagem até para surpresa própria, tanto combina como irrita os parceiros, num jogo que traz a faminta família laranja, em desassossego para abocanhar o bolo. Até o seu principal adversário interno, que está na lista de espera, não quer manchar a imagem capitalizada e força o elogio da postura na caminhada para o poder, onde a falha convencionará a decapitação.
Na graça de pôr os seus deputados a levantar e a baixar o voto, Passos Coelho deu ânimo ao Governo na feitura do PEC e obriga-o a citar em público as suas vontades sobre as SCUT e todas as outras medidas gravosas para o povo, que o OE de 2012 terá de consagrar.
No momento, o PSD parece controlar a chama. Passos Coelho e o PSD têm o dedo no botão, vão cozinhando o país e a tendência de voto, esperando que se a tampa saltar, a revolta queime apenas um dos autores da receita.
Com os ventos de feição, a presunção laranja, arroga-se desviar as atenções das consequências para o país das políticas tramadas com o PS e engendra um plano de revisão constitucional, onde retoma as ideias escondidas nas palavras da antecessora, da “suspensão da democracia”, que percebemos de forma mais fluida, tratar-se de consagrar na Constituição, as políticas e mecanismos que orientem a consolidação de um Estado mais autoritário e liberal.
Passos Coelho anda na quase perfeição nos sapatos que calçou, trabalha na passadeira da recomposição do sistema político e dos interesses económicos e financeiros que representa, desdobra-se como o desejado na agenda política, não percebendo o fardo das contradições que gera, incluindo nas patentes das hostes, podendo a corda vir a amargar mais cedo que o esperado.
O horizonte laranja celestial de Passos Coelho e apaniguados, que contrasta com o rosa desmaiado e atribulado de Sócrates e do PS, tal como o negro para a população portuguesa a braços com o pagamento de uma crise que não criou, poderá acinzentar-se por tanta euforia e inexperiência de que os outros não pensam e não agem.
O principal Messias que reza na História, foi pregado na cruz e subiu ente as nuvens e só governou e governa sobre a sua memória. Mas Passos Coelho é bem mais terreno, material e capaz de fazer inveja aos fariseus…

Luis Alexandre

Quinta-feira, Julho 22, 2010

As primeiras escaladas na Rocha da Pena


escalada 1978.

Nos anos de 1978 e 1979 já tinha realizado vários treinos de escalada em blocos rochosos no Cerro da Cabeça (Moncarapacho) e na Costa Vicentina. Decidi então experimentar algo mais arrojado.
Tive conhecimento da Rocha da Pena, através de Topógrafos da ex-Junta Autónoma de Estradas em Faro, e decidi explorar o potencial daquele local para a prática da escalada.
Contactei o meu colega de aventuras, José Silva Lobo, e decidimos escalar a parede ocidental da Rocha da Pena, a que nos pareceu mais acessível.
Preparámos o equipamento: dois tipos de pitons (progressão e ancoragem) feitos a partir de ferro utilizado nas armações na construção civil, martelo, mosquetões (que tinha comprado na Socidel em Lisboa), cerca de 30 metros de corda dupla (corda vulgar) , corda para fazer as cadeirinhas suíças (arnês) e levei umas botas de montanha (vibram) que um amigo da família me tinha trazido dos Estados Unidos.
Estávamos em Novembro e o dia estava óptimo com sol e temperatura amena.
Saímos de Faro logo de manhã cedo no carro do Silva Lobo, um "Sinca" branco, e lá fomos a caminho de Salir (Rocha da Pena).
Deixámos o carro entre as localidades da Pena e Penina, e tivemos de descer um declive, seguido de uma subida íngreme para atingir a base da Rocha.
Preparamos o material e tomei o lugar de guia. Escalei um diedro com cerca de 15 metros, com alguma dificuldade, tendo aproveitado uma plataforma onde estava uma árvore, para fazer segurança ao Silva Lobo que na subida ia retirando os mosquetões (os pitons ficaram lá).
A partir daí escalámos mais uma parede vertical e atingimos o topo.Foi uma alegria enorme.
Já no topo apreciamos durante largos minutos a beleza da paisagem e regressámos ao carro pelo caminho do "talefe" que dá acesso à Penina.

Passado algum tempo, o jornal Correio da Manhã interessou-se por esta aventura tendo publicado uma reportagem com honras de primeira página.
Quando escalo presentemente na Rocha da Pena utilizo os pés-de-gato e material tecnicamente mais evoluído e seguro, que facilita bastante, e quando penso nas botas de montanha e no material e equipamento autodidacta que utilizei nessa altura fico consciente das dificuldades que tivemos, mas que superamos.

Luis Nadkarni

Faro: Hospital recebe palestra sobre o tema “Envelhecer com Qualidade”


Sofia Loren 74 anos.

No dia em que se assinala o Dia dos Avós, a 26 de Julho, o Hospital de Faro promove uma palestra com o objectivo de reforçar a ideia de que é possível envelhecer com qualidade de vida e que a idade não é necessariamente sinónimo de doença e absentismo.

Envelhecer com Qualidade” é o tema que dá mote à iniciativa agendada para as 15:30 horas, no auditório desta unidade de saúde, e que conta com as intervenções de Maria Augusta Pereira, médica especialista de medicina interna no Hospital de Faro, do fisioterapeuta Nuno Ribeiro, a exercer funções no sector de fisioterapia, e de Hermínia Pinheiro, presidente da Universidade do Algarve para a Terceira Idade que dará a conhecer o meritório trabalho desenvolvido por esta instituição em prole da estimulação intelectual e psicossocial dos idosos.

A Odisseia continua!


Travessa do Alto.

A Travessa do Alto localiza-se junto à Região de Turismo do Algarve, no centro de Faro e encontra-se em esquecimento profundo, aparenta uma Rua de um País de terceiro mundo.

A rua está totalmente degradada e ficou pior quando no ano passado, a Fagar foi arranjar os canos que estavam entupidos e na finalização fizeram um remendo com alcatrão, deixando-a totalmente desnivelada. Porém, também há bastantes ratazanas e ratos o que é um problema para a saúde pública e provavelmente devido a isso vão abrindo buracos pela Rua, há pouco tempo, estiveram durante 2 dias 2 funcionários do Município ou da Fagar a tapar um dos buracos e levaram 2 dias para colocar um balde de terra, inacreditável, sendo uma Rua de passagem está prestes algum cidadão cair.

Mais, as condições em que se encontra a rua acabam por ser propício ao consumo de estupefacientes por jovens, bem como, fazerem graffitis nas casas o que se torna muito chato para os habitantes, uma vez que têm que andar sempre com gastos em pintura das mesmas. Ainda existe mais um problema, na entrada da Travessa os residentes têm dificuldades em passar para as suas casas, ou se existir a necessidade de uma ambulância ou se houver um incêndio ninguém consegue auxiliar porque a entrada está sempre ocupada com viaturas, prova disso é que há 3 meses atrás faleceu um residente, o senhor caiu do terraço e o Inem não conseguiu passar com a viatura para retirar o corpo, tiveram que passar a maca por cima dos carros, isto é inadmissível.

Como tal, venho solicitar ao Sr. Presidente melhor atenção para solucionar esta situação.

habitante da Travessa do alto em Faro

Quarta-feira, Julho 21, 2010

revoluções.



Dicen que después del próximo 30 de julio algo será diferente en Londres. Ese día, 6.000 bicicletas, que hoy esperan en un garaje a las afueras de la ciudad, serán colocadas en las calles. El ayuntamiento pone en marcha un nuevo sistema de transporte de alquiler que pretende "revolucionar la manera de moverse por la ciudad", según dijo ayer el consejero de Transportes, Kulveer Ranger.
Esta iniciativa se une a otra serie de medidas como las nuevas autopistas ciclistas de Londres y que pretenden que este medio ecológico sea la solución de la movilidad de una ciudad cuyo transporte público es el más caro del mundo. resto aqui

Horta das Figuras


a vedação retirada da urbanização da Horta das Figuras.

Os moradores da Horta das Figuras, em Faro, temem que haja mais acidentes devido à recente abertura de um acesso rodoviário direto à urbanização, mas o presidente da autarquia diz que as áreas públicas não devem estar vedadas.
A rede que vedava um dos possíveis acessos à urbanização, situada à entrada de Faro, junto a um centro comercial, foi mandada retirar pela autarquia por ocasião das comemorações oficiais do Dia de Portugal, celebradas num terreno adjacente.

Em Julho foi ainda removido um lancil que separava a rotunda do Fórum Algarve da urbanização, decisões que configuram "um atentado às mais elementares regras de segurança", lê-se em comunicado da associação de moradores.

Instado pela agência Lusa a reagir às queixas dos moradores, o presidente da Câmara de Faro, Macário Correia, frisou que as ruas da cidade "são públicas" e que nenhum cidadão pode estar impedido de circular livremente

in Barlavento

Terça-feira, Julho 20, 2010

O enteado das manobras

O ponta de lança Miguel Freitas, em mais um dos seus suspiros de sobrevivência na arte política do engano, esfarrapa-se a esconder a agonia de um Governo que esta região e o país não querem.
Com a polémica das cobranças nas SCUT ao rubro e um país revoltado no continuado desacerto das lideranças que nos afundam e envergonham, o malabarismo saltou da queixa à UE, deixa para trás a ameaça das Estradas de Portugal estar em rotura para se concentrar no pontapé de saída do visto prévio do Tribunal de Contas sobre o começo das obras na EN125, que acaba por deixar imperceptíveis se as razões tiveram solução justa, surgindo em trombetas de desenvolvimento do Algarve na intenção de calar o descontentamento.

Na sua brilhante tirada, em que o desplante ultrapassa mais uma vez a razão, Miguel Freitas, salta a terreiro com frases de encantamento dos contribuintes algarvios, que ele julgará seus representados pela mestria do voto, ditando que: “este é um primeiro passo para resolver o défice da região em matéria de mobilidade e transportes”, para rematar que a requalificação da EN125 é “uma obra estratégica para a dinamização da economia regional e para a criação de mais 3000 postos de trabalho”.

Como político que sabe o que o motiva, apruma a pontaria sobre a reconhecida importância das obras na absorção dos desempregados e algum alento nas empresas paralisadas da área da construção e, até tem a coragem de afirmar, sem varinha mágica, que serão 3000 pessoas que vão encontrar a alegria da produção. Oxalá fossem, mas para além das dúvidas, saberá também quantificar as que poderão perder o emprego por via das quebras na economia com a introdução de custos na mobilidade pelo uso da Via do Infante?

Nas suas declarações ao OdA, explicitou que esta é uma “obra fundamental” e um dos principais compromissos do seu partido para com o Algarve. Esta é uma verdade tão insofismável como aquela em que, anos atrás, também em compromisso eleitoral, foi prometido não haver portagens por razões estratégicas de desenvolvimento e única via de comunicação digna desse nome.
Em tom de elevação final, para terminar em beleza as declarações, Miguel Freitas explodiu a ideia da criação imediata (!?) de uma Entidade Regional de Transportes, que elabore um plano de mobilidade para a região, “para assegurar bons transportes públicos que constituam uma alternativa à utilização do automóvel”!

Não restam dúvidas que em política vale tudo, mesmo continuar a reduzir os algarvios à condição de imberbes, de que a inactividade, a falta de ideias e de coragem de longos anos, se vai resolver com o discurso da treta, só para nos assaltarem os bolsos se quisermos viajar na única estrada a sério que o Algarve tem.

Luis Alexandre

A farense Joana Hamrol na Moda Lisboa 2011




O Moto Clube de Faro, a concentração o S.C.Farense e o amor pela Cidade...


último post da 29ª Concentração.

"... Em continuidade ao apoio dado ao centenário Sporting Clube Farense, fazendo jus em especial ao que é de Faro, um contributo que muitos não podem ou não querem dar, o Moto Clube de Faro integrou no desfile o autocarro do Sporting Clube Farense.

Depois eram motos, mais motos e mais motos, num desfile que em marcha lenta (20/30 km/h) demorou mais de 20 minutos. Motos de todas as marcas e modelos, de todas as cores e para todos os gostos, vindas dos quatro ou cinco cantos do mundo, sendo como é habitual em maior número da vizinha Espanha.

Enquanto o desfile ia acontecendo nas avenidas e ruas da cidade, nos céus de Faro, surgiu uma avioneta desfraldando uma faixa com a frase: “Via Infante – Portagens Não Obrigado – Moto C. Faro”, o sinal de contestação do organizador de uma das maiores concentrações da Europa, contra a introdução de portagens nas Scuts, em particular na A22, que não demorará muito tempo e o governo levará a sua avante, porque o povo é e vai continuando a ser pacífico em demasia.

Veículos entregues à Cruz Vermelha Portuguesa de Faro

Recorde-se que, na passada quinta-feira, 15 de Julho, marcando a abertura da 29ª Concentração Internacional de Motos de Faro, em conferência de imprensa, que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Faro, Macário Correia, o Moto Clube de Faro entregou dois veículos – uma ambulância e um veiculo de transporte de pessoal - à Cruz Vermelha Portuguesa / Delegação de Faro, provando uma vez mais a sua forma de estar e atitude perante a sociedade civil “que dá sem esperar nada receber em troca” frase de Macário Correia, que ainda destacou enaltecendo também o MCF, pela promoção que tem dado e continua a dar à capital do Algarve..."

resto aqui

também me parece que o fim do desfile realizado no largo de S.Francisco não foi um final muito feliz... adf


Toda a minha vida laboral foi na rua de St antónio,na baixa de Faro. E desde à 29 anos atrás sempre contribuimos com taças,ou peças que ofereciamos ao Moto Clube de Faro, que na altura precisava de toda a ajuda para fazer a concentração, e o peditório era por toda a cidade,
lembro-me que os comerciantes da baixa sempre apoiaram o Clube.

Desde que a Associação de comerciantes da Baixa (Zona Histórica de Faro) existe, continuaram a tradição de apoiar o nosso Moto Clube, este ano por exemplo PAGARAM METADE DO VALOR DO AUTOCARRO que leva e traz consecutivamente pessoas de faro para a concentração gratuitamente, e que a Camâra não disponibiliza nem ajuda o MCF a pagar.

Parece-me que estes comerciantes (que não são donos de hoteis,nem de bares e por isso não têm de se abastecer) Não merecem as palavras ignorantes do anónimo que falou sem saber o que se passa.....

Quem não ajudou foram outros , quase sempre os mesmos , e onde se inclui a ACRAL, que é uma associação de comerciantes do Algarve todo, e não só da nossa cidade (embora receba cotas dos comerciantes de Faro) e que várias vezes prefere investir noutras cidades, em prejuizo da nossa capital.

Tomara o Moto Clube , que as outras entidades do Algarve, ajudassem , ou pelo menos que não prejudicassem...

anónimo

Segunda-feira, Julho 19, 2010

Barcos para a Ilha da Culatra e do Farol passam a sair do Cais Comercial de Faro


uma imagem do passado... parece-me uma boa solução.
As carreiras marítimas entre Faro e os núcleos do Farol e da Culatra, na ilha-barreira com o mesmo nome, vão passar a sair do Cais Comercial de Faro ainda antes do final de Julho.
A autarquia farense e a delegação do Sul do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos chegaram esta semana a um acordo que visa diminuir o tempo de viagem entre a cidade e os principais núcleos da Ilha da Culatra.

Segundo revelou ao nosso jornal o diretor da delegação do Sul do IPTM Brandão Pires, o organismo irá instalar uma ponte-cais e criar uma zona onde os passageiros podem esperar pelos barcos.

O material está já encomendado e a sua instalação deverá demorar «3 ou 4 dias». «Contamos ter o cais em funcionamento no dia 23 ou 24 de Julho», disse.

A Câmara de Faro comprometeu-se, por seu lado, a garantir que há espaços de estacionamento e a criar uma ligação do Cais Comercial à cidade através de transportes públicos.

«Desde o final do mês passado já instalámos diversos cais, dois em Cabanas e um na Fuzeta. Falta agora o de Faro», acrescentou Brandão Pires

Café Acordeon.


fotografia gentilmente enviado pelo Sr.Eloy(na foto em pé 1º esqª)
Café Acordeon anos 60.
Em destaque na fotografia Artur Andrade e Fernando Carminho.

"... No Largo Silva Nobre, criou-se o Café Acordeon. Foi seu autor o pianista Artur Andrade, que de regresso de Lisboa, onde actuou nas melhores casas da Movida Lisboeta, implantou o mesmo sistema de vida. Foi o café dos músicos, cantores, instrumentistas. Tinha piano, estrado, e nele à noite, pela noite dentro, regressavam os artistas regionais, nacionais, depois das suas tournées, espectáculos. Tinha esmerado serviço de ceias. A festa muitas vezes continuava. Foi o café mais boémio de Faro..."

Cafés de Faro de Viegas Gomes

Uma Nação forte, num país vergado

Tudo se arrasta neste país. Temos um Governo insonso que se arrasta na sombra da figura do chefe, um parlamento de meninos de coro para o ámen do arrastamento, um Presidente da República que se deixa arrastar por quase todos, um chefe da oposição arrastado ao perdão da maldade combinada e, uns partidos que nos arrastaram para esta profunda crise, a qual, arrastou um povo para o fundo de um poço.
O suplício de cada dia que nasce, arrasta-se em propostas de manhã que não passam ao dia seguinte, num indecoro governamental e do principal partido da oposição, confundidos com as necessidades e a dureza das notícias que lhes vão chegando sobre o que procuram esconder.
O buraco cavado, maior que o próprio país e que o pode engolir, arrastou-se em anos de trabalho político intenso da trama partidária conhecida e escondida nas tretas do popular/nacionalismo, da social-democracia hipócrita e liberal, dos falsos socialistas e comunistas de faces rosadas e encarniçadas de tanto conluio e satisfação comezaina.
Olhamos para trás e fica o rasto da fartura dos milhões da produção nacional esbanjados, a par dos outros que foram recebendo para a destruição do tecido económico e ainda os que pediram emprestados.
Anos a fio, Governos e parlamentos, foram construindo um castelo de areia à beira mar plantado, deram-lhe força de lei para o desbarato que se conhece, traduzida nas regalias dos políticos e do polvo de gabinetes, assessores, estudos sobre estudos encomendados aos amigos, empresas públicas em permanente desnorte e insolvência, Fundações, Organismos fantasmas para colocação da palha partidária, Câmaras e empresas municipais sem travões e obras públicas com preços e derrapagens a gosto das clientelas.
Ao contrário, o valor do trabalho e as regalias sociais, seguindo os conselhos ultra liberais da UE e G8, cujas consequências criminais estão agora diluídas em G20, que o mundo globalizado foi introduzindo só no objectivo de maximizar o lucro, desvalorizaram na proporção do desinvestimento e destruição de sectores estratégicos da economia de um pequeno país periférico, mas rico em saberes do mar, da construção naval e portos, em condições climáticas para a agricultura e com tradição e qualidade em indústrias de calçado, têxteis, conservas, metalo-mecânicas, cimenteiras e outras.
As políticas dos últimos 30 anos aplicadas em Portugal, em nome de um sucesso e bem-estar geracional, foram para cumprir as ambições dos grandes investidores e financeiros, com as necessárias migalhas para a prestimosa classe política.
Na triunfante sofreguidão da acumulação alcançada, que lhes confere o poder de controlar tudo e ditar as regras, arruinaram as finanças de quase todos os países do mundo e até do próprio sistema bancário que os serve.
Em Portugal, os políticos que andaram nesta empreitada, são os mesmos que na hora da desgraça que produziram, se oferecem para nossos salvadores.
Pobre país, que passados séculos sobre a miséria e a brutalidade da ignorância, com mais instrumentos e capacidades escamoteadas, o põem sempre na rota do Adamastor e da repetida tarefa de dobrar o Cabo da Boa Esperança e, se Camões fosse vivo, já lhe tinham arrancado o outro olho.

Luis Alexandre

Educação - Os “Megas-Agrupamentos”

Têm vindo a lume na imprensa, nestas últimas semanas, notícias sobre a constituição dos denominados mega-agrupamentos. O que significa esta palavra, constituída por justaposição? Nada mais do que agrupar escolas de vários níveis de ensino, o que aliás já existe, os chamados agrupamentos verticais, onde se congregam escolas desde o jardim-de-infância até ao 3º ciclo, ficando a direcção do agrupamento sedeada na escola básica dos 2/3 ciclos (EB 2/3). Convém, para quem não domina o assunto, esclarecer que a constituição de agrupamentos remonta à segunda metade da década de noventa do século passado, algo portanto com cerca de 15 anos. Houve muita resistência inicial por parte dos professores, quer dos do 1º ciclo quer dos outros níveis de ensino e dos(as) presidentes dos Conselhos Executivos das EB 2/3. Estas resistências tinham razões variadas, mas passavam sobretudo por motivos de liderança e uma perspectiva de menorização face à integração do 1º ciclo, considerado o parente pobre do ensino. Contudo, após vicissitudes várias feitas de avanços e recuos (um dos motivos do afastamento do antigo Director Regional de Educação – Engº Libório foi o facto de ter viabilizado o desmantelamento de agrupamentos, caso do agrupamento Joaquim Magalhães e por pouco do de St. António), os agrupamentos consolidaram-se e são hoje uma realidade. Poder-se-ão apontar aspectos negativos e positivos a esta solução, mas no que respeita à qualidade do ensino ministrado e às condições logísticas dos estabelecimentos de ensino, não aparenta ter havido qualquer alteração, ou seja a constituição destes agrupamentos não influenciou nem positivamente nem negativamente aqueles dois indicadores. Já no que concerne às dinâmicas de articulação entre os diversos níveis de ensino, nessas ainda há muito que fazer, a dispersão geográfica dos estabelecimentos não concorre para uma efectiva articulação entre ciclos nem para uma gestão efectiva dos recursos sejam eles humanos quer logísticos, mas também muito não se faz por inércia ou incompetência das direcções.

Dizem as vozes críticas que medida tem subjacente um motivo meramente economicista e que não se atende aos interesses dos alunos. Analisemos, então as razões económicas. Se considerarmos o espaço europeu (e não só) a organização do sistema educativo é, grosso modo, bastante diversa da nossa no que concerne às estruturas físicas existentes. O ensino básico não se dispersa por dois, três ou mais estabelecimentos, cada um para o seu nível de ensino. Aliás nem há níveis, há ensino básico que coexiste no mesmo espaço permitindo rentabilizar estruturas físicas (refeitório, ginásio, auditório, etc.) e recursos técnicos e humanos. E se olharmos para a nossa vizinha Espanha esta realidade estende-se até ao ensino secundário. Quanto aos interesses dos alunos, serão estes efectivamente postos em causa? Ou será que por detrás destes supostos interesses se escondem outros, difusos, e que são os que realmente imperam? Como protagonismos e egos que se escondem nas direcções dos actuais agrupamentos e que vão ter de abdicar das suas posições e das suas remunerações. Nas direcções dos agrupamentos campeia, na maioria das vezes, incompetência técnica e pedagógica. Não sabem (ou não querem) rentabilizar recursos, trabalhar em equipa, não tem objectivo nem rumo. Afastam, por razões mesquinhas, quem pode contribuir para a qualidade da organização, acreditando que olhando para o seu umbigo é condição suficiente para responder à complexidade da organização escolar.

O que se constata é que no nosso país não se fez, no pós-25A, uma verdadeira reforma na educação. Pegou-se no modelo existente que era incipiente para as necessidades e não mais se fez do que remediar, na maioria dos casos mal, acrescentando custos incomportáveis para a manutenção do sistema. E continuamos no mesmo caminho ao persistirmos na construção, agora dos chamados Centros Educativos, ao arrepio daquilo que em tempos esteve previsto a construção de Escolas Básicas Integradas (EBI), estruturas que permitiam agregar todo o ensino básico. Os interesses instalados ao nível da construção civil agradecem e os políticos quando é que se perceberão que não é através destas infra-estruturas que resolverão problemas estruturais de desemprego, uma vez que o emprego criado é na sua maioria ocupado por imigrantes.

Afinal o que é que está em causa com a constituição dos mega-agrupamentos?

Rainha de Copas

1) Não concordo de todo que "nas direcções dos agrupamentos campeia, na maioria das vezes, incompetência técnica e pedagógica". Não será o melhor dos mundos, mas este é o retrato do país e onde ainda se fazem muitas omeletes sem ovos será nas escolas (direcções inclusive).

2)Não vejo neste post nenhuma apologia das vantagens dos mega agrupamentos, vejo apenas com contra argumento o factor "dos protagonismos e egos". No entanto contra os mega eu acrescento que:
- se entre o 1º ciclo e 3º as escolas serão todas iguais em termos de estrutura e oferta educativa, já não existe uma continuidade do 3º ciclo para o secundário. Este para além de ser um sector específico, tem uma cada vez maior diversidade de oferta educativa, o que eleva a que os alunos escolham os cursos que querem e mudem de escola conforme esses cursos.
- nos início dos anos 90 havia escolas com 3000 alunos. Uma das melhores medidas foi criar "centro educativos" mais pequenos (aliás isto é que é a norma na Europa, escolas medias, não importa que ciclos têm lá dentro.
- se as Secundárias "encabeçam" os agrupamentos, onde existe maiores problemas de disciplina e onde e necessária uma maior presença das líderanças escolares é no 2/3º ciclo. Por as secundárias a liderar denota uma mentalidade serôdia de quanto maior o ciclo maior a importância e prestigio da escola.
3) a verdadeira revolução foi feita após o 25A com a democracia participativa nas escolas. Esta também é uma tendência geral da Europa, mas aqui regressámos a uma sociedade hierarquizada em que o chefe manda e os subordinados obedecem. E quem quiser comparar a escola em 24 de Abril de 74 com a actual que a faça baseada em factos e números não em impressões (o doc. Portugal um retrato social é um bom começo)

Penso ser uma boa base para uma discussão aprofundada...

Ibn Harun

Sábado, Julho 17, 2010

Concentração de Faro - A Paixão Continua ! Número 19.000 foi ultrapassado


Apesar da crise e com a prova do Le Mans "à Portuguesa",
" estranhamente" a decorrer na mesma data que a Concentração de Faro,
no Autódromo situado entre Monchique e Portimão, apesar disto tudo a paixão continua e Faro é a Capital das motas.

José Amaro diz que deverá registar-se menos dois mil inscritos que no ano passado…

adf

Yes We Can


A quem quiser discutir o passado e o histórico da Ilha de Faro antes é necessário informar-se,o que muitos poucos fazem mas isso é outra história.
Hoje,se estivermos de boa fé, só podemos dar os parabéns ao engº Macário que partiu um vidro que todos todos julgavam inquebrávél e que pode significar o começo da nossa desasfixia como cidade ribeirinha bonita e atractiva para se andar para a frente, deseducando-nos de sermos,como cidade,o passageiro que espera o comboio que nunca passará,estado em que vivemos os últimos quinquénios.
Voltando ao today é necessária uma passagem pedonal na recta da ponte.

Força, YES WE CAN.
Do ilhote.

Inteiramente de acordo com o comentário avisado do Ilhote,mas diria que a recta da ponte feita em 1957 sob a supervisão do eng.Pessanha,reflete a escassez de meios financeiros e a falta de visão futura pelos vistos atávicos,neste concelho,com uma concepção que obriga as fortes correntes da ria a convergirem para debaixo da ponte,quando umas simples manilhas teriam resolvido a passagem das águas na maré cheia,o que deverá ser levado em consideração,aquando da sua URGENTE retificação em conjunto com a nova ponte há muito prometida no programa Polis da Ria Formosa,que irá revolucionar os acessos à praia,permitindo que os transportes públicos levem as pessoas que os utilizam a poderem escolher o local que querem frequentar e assim reduzir drásticamente o uso do automóvel particular que será de penalizar com elevadas taxas de parqueamento.
Por outro lado é no mínimo estranho que a península do Ancão esteja,neste momento,a ser sujeita a uma recarga de areias,pagas na sua quase totalidade por todos nós e que a sua ponta,a nossa praia,esteja votada, nessa acção, ao abandono,quando se sabe que foi precisamente com a execução da marina de Vilamoura com os seus espigões,mar a dentro e a posterior construção dos molhes de Quarteira,para a defesa dessa zona,que vieram alterar a dinâmica das areias e consequentemente a erosão da Praia de Faro,como então AVISADAMENTE O LNEC (Laboratório Nacional de Engenheiria Civil),previu.Assim quem contribui de forma decisiva para essa alteração costeira é quem está agora a benificiar de recargas numa perfeita manifestação de BENEFÍCIO AO INFRACTOR,quando se trata do concelho mais rico de Portugal e por ter no seu domínio os VALE DE LOBO ,VALE DE GARRÃO;QUINTA DO LAGO e LUDO!! E os Farenses dividem-se,quiçá provocados,entre os que têm e os que não têm casa na praia,perante o rebolar de gozo dos habitantes desses concelhos vizinhos,esquecendo que se tem de conciliar a coexistência entre o usufruto e a defesa da coisa,privada e pública.SIM ,NÓS PODEMOS!
anónimo

aprenda a salvar o seu filho


Óleo s/tela
Margarida Cepeda

excelente iniciativa organizada e dinamizada pela secção regional sul da ordem dos enfermeiros, no hospital de faro. algo que cada um de nós devíamos aprender já a partir da idade escolarn para tornarmo-nos capazes e sem medo de agir e intervir. curso de suporte básico de vida para pais com filhos até aos 8 anos, no sentido de os sensibilizar, informar e capacitar para agirem de forma ensinada e segura se tiverem de socorrer os filhos, ou os dos outros. o curso decorre entre as 9:00 e as 17:00 horas (sábados) no centro de formação, investigação e conhecimento do hospital de faro, até fins de agosto. para mais informação, consultar aqui

enviado por imagoverbalis

Sexta-feira, Julho 16, 2010

1/Gasland 2/destruição da costa Espanhola. dois casos para pensar.



Josh Fox - Gasland



España destruye 7,7 hectáreas de costa al día, según Greenpeace
La construcción masiva en el litoral es "imparable", según los ecologistas, y se extiende a los últimos rincones bien conservados: Murcia, Almería, Huelva, Rías Baixas, Cantabria y Asturias.
resto do artigo aqui

Polis Parque Ribeirinho de Faro

O Projecto do Parque Ribeirinho de Faro tem como objectivos:
- Requalificação e valorização do espaço público com adequado equipamento urbano e serviços de apoio;
- Criação de percurso ribeirinho e interpretativo e sua interligação com a ecovia do Algarve;
- Requalificação e valorização do núcleo habitacional (antigo núcleo piscatório) e espaço público envolvente;
- Requalificação da zona de sapal e das linhas de água mediante a plantação de espécies características desses meios;

No âmbito do desenvolvimento do Projecto, está aberto um período de divulgação, até dia 26 de Julho, durante o qual a Polis Litoral Ria Formosa – Sociedade para a Requalificação e Valorização da Ria Formosa, S.A. convida os cidadãos a apresentarem comentários e sugestões no formulário abaixo disponível para o efeito.

mais aqui

a concentração e a Baixa - comentário.


O efeito da Concentração de 2010 na Pontinha. Afinal quem é que queria ajudar o comércio tradicional? Ouvi dizer...alguém?


Concerto the gifth Abril 2007 - 8000 pessoas na Pontinha



Feira de Outlet e desfile de carnaval na Pontinha


Festa de Natal e dia do Exército na Pontinha.

É com muita pena que vejo a polícia tomar atitudes totalmente castradoras e na minha opinião infelizes quanto aos motociclistas que estão de visita a Faro.
Gostaria que explicassem que mal faria permitir algum estacionamento de motas no largo/praça da Pontinha, numa parte da área sobre o Parque de Estacionamento da Pontinha
? Desde que ficasse garantido espaço para peões, que mal faria um bocadinho, só um bocadinho de permissividade nestes 4 dias. É que são só 4 dias! Hoje ao almoço perguntava à proprietária de um restaurante, "Então já se sente o efeito motard por aqui?", ao que me respondeu "Não, a polícia multa-os se estacionarem ali no largo". Medidas dissuasoras deste calibre em nada ajudam o comércio na baixa, em nada convidam à estada e são totalmente opostas a uma cidade que parece agora querer acordar para o turismo, até porque, se quem cá está gostar da recepção e do que vê, pode ser que volte. Mas parece que o que afinal importa é mostrar os músculos, o poder, puxar dos galões e domesticar esses arruaceiros que devem ser os motards.

Miguel Caetano

Praia de Faro 2010


antes (Verão 2009)




Verão 2010

Olá a todos sou o Vítor, residente na praia de faro e gostava de elogiar o trabalho feito pelo Sr. Presidente da câmara municipal de Faro “ Macário Correia “ Vamos rever como estava a praia ao nível de estacionamento e respeito, por exemplo entramos na praia saindo da ponte e virando para o lado esquerdo continuamos a andar chegamos ao pé da casa das tostas e víamos no lado direito da estrada e em cima do passeio desse lado víamos uma mão cheia de carros a impossibilitar a passagem a peões mais impossibilitados como por exemplo (deficientes). Seguindo mais para a frente ao pé do campo de férias do refugio eram carros quase a tapar a estrada ao estacionarem de um lado e do outro, quase que não se conseguia passar e ainda mais para a frente ao passar o Zé Maria, a seguir aos prédios é uma balbúrdia total duas filas de carros, uma de um lado e outra no outro, mais á frente ao pé da rotunda há até carros que estacionam por de trás de outros carros já estacionados e ainda por cima deixam recados como por exemplo( Estou na casa 47, ligue para tal numero) Mas por que raio é que temos que ligar para tal numero se estamos bem estacionados?
E outra muitas pessoas que têm casa com parque na praia foram agora brutalmente aumentados passando de 51€ mais a contribuição para 190€ isto é um aumento exagerado mas também já faltava muito respeito nesta praia.
Pensemos agora se ouve-se algum acidente na praia e se nesse mesmo dia a praia estivesse totalmente cheia onde quase ninguém conseguia passar, por onde passaria a ambulância ou os bombeiros fosse o caso de um incêndio? Isto ninguém pensa mas em alguns locais a fazerem dupla fila estacionado impossibilita a passagem dos meios de ajuda e isso a meu ver está muito mal.
As pessoas deviam ter muito mais respeito por as outras porque o respeito é uma coisa muito bonita e que ninguém já sabe o que isso é!!!
Falemos agora do que foi feito. As linhas amarelas (significam que não se pode estacionar) pela praia quase toda a partir da zona onde era o barco, veio a fazer uma melhor circulação para todos, os pinos corridos do passeio do lado direito como quem entra para ir para a praia até aos apartamentos barracuda vêm a mostrar respeito e que há regras na praia coisa que não se via há muitos anos.
E ainda o mais policiamento da GNR até agora como tenho reparado é muito mais apertado. E acho bem que as pessoas que agora pagam mais dinheiro para ter as suas casas tenham a recompensa, como já a tiveram, e que multem os carros que estiverem sobre as linhas amarelas, e que obriguem as pessoas a ocupar o parque feito para se estacionar junto ao aeroporto, isto tudo é para o bem de uma praia que já estava a ficar sem ordem e sem respeito.
Espero comentários sinceros, e verdadeiros, todos sabem que o que disse é verdade.
Obrigado.


Não há dúvida que o novo presidente, no pouco tempo que está à frente da autarquia, já demonstrou uma atitude e uma coragem digna de nota, e que se diferencia nitidamente das posturas anteriores, que eram incapazes de decisões drásticas a bem do colectivo.
Agora que as medidas estão tomadas, pergunta-se: como foi possível que a Ilha de Faro tenha estado sujeita durante 30 anos aquela selvajaria que a 1ª foto tão bem ilustra? Que raio de país, de autarcas e de cidadãos são estes, que pactuaram com uma situação que mais parece saída do quotidiano de um dia de praia no Congo?
Com que ideia ficaram de nós os turistas que foram à Ilha de Faro num destes dias típicos de caos total?
É realmente vergonhoso, uma praia assim, na capital do turismo em Portugal!
Parece que os cidadãos de Faro perderam todo o sentido de bom senso e de dignidade e a troco de poderem molhar os pés a partir da janela de casa, ou estacionarem o carro à babujem da preamar, nem sequer repararam na lastimável favela que a pouco e pouco submergiu tudo e todos.
É necessário que comecemos a ter uma postura e exigência condicentes com os desafios que um país do 1º mundo coloca. O sentido cívico é condição imprescindível!

André

Como este Blogue "Defesa de Faro" é uma referência para todos os que vivem e usufruem o concelho de Faro,penso que os nossos políticos de todo o espectro partidário o lêem e independentemente de opiniões publicadas que tão só refletem recalcamentos e como tal são fácilmente detectáveis,e dele tiram algum pulsar do pensamento de cidadãos farenses.Ora é da mais elementar justiça,salientar,que esta medida de disciplinar o trânsito na Praia de Faro,que sómente preocupa alguns no pico do verão,é de saudar e ter em linha de conta que é o começo e a ser cumprida e eficazmente fiscalizada,o que duvido,dada a gritante falta de motivação das forças militarizadas,vai permitir outras,tais como pagamento de uma taxa ambiental a todos os utentes que utilizem veículos privados para a ela aceder e a instalação de parquimetros como,aliás,se verifica na maior parte das ruas de Faro e em muitas outras praias,melhoramento das acessibilidades(a nova ponte prevista no POOC e Polis da Ria Formosa,que espero não seja atirada para as calendas gregas, como as necessárias dragagens)que permitirá novos autocarros e pistas para peões e ciclovias e o reatamento de carreiras marítimas com barcos relativamente rápidos e que permitam o acesso à Ilha Deserta,junto à barrinha com a construção de um pontão flutuante e respectivos apoios de praia concessionados,que permitiriam,àqueles que não têm barco,frequentarem este nosso paraíso sem justificação de fundamentalismos ecológicos que mais não fazem do que preparar o aparecimento de Resorts e empurrarem os farenses para as praias fora do concelho! anónimo


A minha casa está na foto e o terreno não é arrendado.
Entre o Ze Maria e casa cor de rosa a maior parte das casas junto a estrada julgo que são em terreno comprado. Não pagam renda à Camara e tem garagem. Pagam IMI. Estas casas ficam agora valorizadas.
anónimo

Quinta-feira, Julho 15, 2010

o estado a que a nação chegou..


Recife na Culatra

O Município de Faro vai levar a cabo a criação de um novo recife artificial a implantar ao largo da Ilha da Culatra, correspondendo assim ao ensejo da comunidade piscatória local que há muito reclamava por esta iniciativa.
A assinatura do Contrato de Financiamento deste projecto, que decorre no âmbito do Programa Operacional das Pescas 2007-2013 (PROMAR), terá lugar no próximo dia 19, integrada nas Comemorações do dia da Ilha da Culatra.
Com um investimento de 1.236.232,50€ e co-financiado em 75% (927.174,37€) por Fundos Comunitários, o projecto tem como principal objectivo a criação de um recife artificial, através da colocação de 1050 módulos de betão de pequena dimensão, que irão ocupar uma área de cerca de 1 km2.
À semelhança de outros recifes artificiais já implantados com grande sucesso na costa algarvia, este novo recife artificial irá contribuir para a valorização da faixa litoral frente à Ilha da Culatra, através da protecção de juvenis das espécies de peixes que ciclicamente migram da Ria Formosa para o mar, do aumento da produção biológica local e da promoção da biodiversidade marinha.
Como resultado é expectável a diminuição dos custos de exploração das unidades de pesca local e o aumento dos seus rendimentos
.
Por outro lado, esta iniciativa constitui um contributo do Município de Faro para a valorização do Sector Pesqueiro do Concelho, optimizando as estratégias de exploração e promovendo uma gestão sustentável dos recursos pesqueiros locais, que são a mais importante fonte de riqueza para a comunidade piscatória local.

CMF

O desencanto do sonho europeu

O povo português, nunca foi tão humilhado como nos últimos tempos. Do sonho europeu ao pesadelo da subserviência, bastou menos tempo que uma geração.
Um país conduzido sem rumo, espartilhado por simulacros de objectivos para cada uma das suas regiões e a mando de uma UE que lhe ditou as regras, agora por demais evidente, por via da insolvência e das imposições de quem injecta a liquidez corrente, tem as mãos estendidas e as ideias atadas, não ousando questionar, pensar ou atrever-se a avançar no debate nacional.
O Governo e os partidos que o sustentam, são meros gestores de insolvência, na medida em que a estrutura política da Comunidade ainda não foi tão longe, na nomeação de outros da sua confiança.
A absorção estrutural, económica e financeira atingiu níveis de satisfação do centralismo burocrata de Bruxelas, como meros executores das estratégias expansionistas do eixo franco-alemão, mas não se repercutiu em perda de identidade histórica e cultural, como principais fontes de alimentação do orgulho dos povos. Construíram uma malha europeia de aproveitamentos a muitos níveis mas, não existe e nem existirá uma cultura europeia, um pensamento europeu e um povo europeu.
As complexas imagens do tabuleiro de xadrez, decorrentes do envolvimento na crise e naquilo que o estatuto de unidade exigiria para lhe responder, mostraram como uma direcção europeia não passa de um órgão hipotecado e sem capacidades de decisão. As linhas telefónicas de prioridade para a acção continuam, incontornavelmente, as de Bona e Paris.
Os visionários a todos os níveis de interesses, que se foram levantando nos diferentes países e colocaram pedra sobre pedra no edifício europeu, que avalizaram a compra das economias dos países ricos sobre os pobres, com os seus excedentes para investimento, meios e avales de endividamento, jogos de elevados riscos financeiros com os dinheiros dos aforradores e completa displicência sobre as falcatruas orçamentais dos países membros, dando forma à colonização moderna, depois de recorrerem às promessas de um projecto de nivelamento, o famoso projecto Social Europeu, estão reduzidos à condição de escravos das teias e mentiras que criaram e, trespassando uma imagem de reorientação, não sabem como sair delas.
O modelo europeu desde sempre que assentou em formas modernas de expansão de mercados e foi evoluindo em cuidados e exigências sobre os novos membros, procurando pensadamente a exploração dos factores contributivos das economias de cada Estado e a redução da sua autonomia, em proveito, hoje indiscutível, das potências que nunca deixaram de mandar e tratar os outros como elementos periféricos.
O nível de destruição da economia portuguesa e a sua super-dependência dos capitais estrangeiros e da moeda única, levam os políticos da praça, apenas herdeiros de compromissos, a correrem ao primeiro trrim do telefone europeu, para não ofenderem. O tal projecto de país, enquadrado num plano de identidade e de voto equiparado, não passou de premissa no grande leque de ilusões.
O que tem de ser dito, com todas as letras, é que o projecto europeu em que fomos enredados, foi e é uma verdadeira farsa nos seus propósitos, criou enormes franjas de deserdados e endividados nos quatro cantos do espaço comunitário, propiciando os factores de descrédito e revolta.
As novas promessas de reformas que tardam e têm a pretensão do controlo sobre o sistema financeiro, não passam de atoardas inofensivas, que a insaciável voragem capitalista do projecto europeu engolirá na próxima esquina, à semelhança da velha fábula africana do jacaré e do mosquito, em que o instinto fatal é mais forte que o favor.
A Europa actual, reconheçam ou não, aprofundou as divisões sociais e as consequências não deixarão de se exprimir.

Luis Alexandre

Moto Clube Faro - o comentário



O moto clube já não é um simples clube, tornou-se uma entidade, uma referência de Faro, obrigado por existirem e pelo vosso carinho pela nossa cidade, fazendo o que está ao vosso alcance em beneficio de Faro. anónimo