Sexta-feira, Dezembro 31, 2010
Inesquecível.
Farense - Estrela da Amadora, final taça Portugal, 1990
Magnífica montagem amigo!
Esperei por isto 20 anos, mas valeu a espera... ;)
O relato era da Rádio A.S.A. FM 99.1(Antena Sul Algarve) e ouvem-se, por ordem, José Mealha, Miguel Santos (relatores) e António Correia (comentador).
Bom trabalho!
DrNOFX97
gentilmente enviada por Luís Rosa
2011

Cartaz da passagem de ano em Faro.
(quase) todos os restaurantes, bares e discotecas
tem programa de reveillon.
A Defesa de Faro deseja um bom ano de 2011 e que todos os farenses contribuam activamente para o desenvolvimento da nossa Cidade. Continuamos atentos à nossa Cidade de Faro, são dos pequenos pormenores que nascem grande feitos. Façamos também votos para que todos os projectos a realizar e os que estão em obra sejam uma realidade dentro dos prazos razoáveis.
uma notícia para animar os que gostam (das Baixas) das Cidades:
2010, o ano em que a "Revolução da Baixa" do Porto triunfou
(quase) todos os restaurantes, bares e discotecas
tem programa de reveillon.
A Defesa de Faro deseja um bom ano de 2011 e que todos os farenses contribuam activamente para o desenvolvimento da nossa Cidade. Continuamos atentos à nossa Cidade de Faro, são dos pequenos pormenores que nascem grande feitos. Façamos também votos para que todos os projectos a realizar e os que estão em obra sejam uma realidade dentro dos prazos razoáveis.
uma notícia para animar os que gostam (das Baixas) das Cidades:
2010, o ano em que a "Revolução da Baixa" do Porto triunfou
Joaquim Sequeira por Francisco Zambujal

Meus caros,
Aqui vai o SEQUEIRA visto por FRANCISCO ZAMBUJAL.
Mais uma merecida homenagem ao homem simples e bom que nos deixou.

Não resisti. Aqui vai a caricatura completa da equipa do FARENSE na época de 1974/75, pelo lápis de FRANCISCO ZAMBUJAL, onde pontificava o SEQUEIRA ao lado de nomes como Manuel José, Benje, Mirobaldo Almeida, Jaques, Amâncio e o treinador Pedro Gomes.
Um abraço.
Jorge Cachaço
Aqui vai o SEQUEIRA visto por FRANCISCO ZAMBUJAL.
Mais uma merecida homenagem ao homem simples e bom que nos deixou.
Não resisti. Aqui vai a caricatura completa da equipa do FARENSE na época de 1974/75, pelo lápis de FRANCISCO ZAMBUJAL, onde pontificava o SEQUEIRA ao lado de nomes como Manuel José, Benje, Mirobaldo Almeida, Jaques, Amâncio e o treinador Pedro Gomes.
Um abraço.
Jorge Cachaço
Quinta-feira, Dezembro 30, 2010
Educação - Criminalização do bullying - Governo com mão firme.
Familiares dos alunos também serão abrangidos pela criminalização do bullying
Proposta de lei do Governo prevê penas até dez anos. Professores aplaudem ideia.
Os familiares dos alunos podem vir a ser acusados da prática de bullying caso cometam actos de violência nas comunidades escolares a que estes pertençam. A proposta de lei do Governo para a criminalização da violência escolar prevê penas até dez anos aplicáveis aos estudantes com mais de 16 anos.
A grande novidade do texto legislativo, a que o PÚBLICO teve acesso, é que as penas previstas são aplicáveis aos pais dos alunos e demais familiares até ao terceiro grau sempre que estes sejam responsáveis por agressões a membros da comunidade escolar a que pertença um parente seu.
O articulado proposto pelo Governo determina que os autores de violência física ou psicológica a membros da sua comunidade escolar podem ser punidos com pena de prisão de um a cinco anos. A condenação pode sofrer um agravamento caso a ofensa seja considerada grave, com uma moldura penal que vai de dois a oito anos. Em caso de morte, o agressor será punido com uma pena de três a dez anos.
O crime de violência escolar segue o modelo já utilizado pelo Código Penal para os crimes de violência doméstica e de maus tratos. As penas de prisão serão aplicadas aos alunos maiores de 16 anos, mas a proposta prevê ainda que, nos casos em que os agressores tenham idades entre os 12 e os 16 anos, possam ser-lhes aplicadas medidas tutelares educativas.
As medidas defendidas pelo Governo foram bem recebidas pela Associação Nacional de Professores. "Vai de encontro àquilo que vimos defendendo", diz o seu director, João Grancho. "A proposta vai no sentido adequado para conter um crescendo de violência nas escolas", acrescenta. mais aqui
Proposta de lei do Governo prevê penas até dez anos. Professores aplaudem ideia.
Os familiares dos alunos podem vir a ser acusados da prática de bullying caso cometam actos de violência nas comunidades escolares a que estes pertençam. A proposta de lei do Governo para a criminalização da violência escolar prevê penas até dez anos aplicáveis aos estudantes com mais de 16 anos.
A grande novidade do texto legislativo, a que o PÚBLICO teve acesso, é que as penas previstas são aplicáveis aos pais dos alunos e demais familiares até ao terceiro grau sempre que estes sejam responsáveis por agressões a membros da comunidade escolar a que pertença um parente seu.
O articulado proposto pelo Governo determina que os autores de violência física ou psicológica a membros da sua comunidade escolar podem ser punidos com pena de prisão de um a cinco anos. A condenação pode sofrer um agravamento caso a ofensa seja considerada grave, com uma moldura penal que vai de dois a oito anos. Em caso de morte, o agressor será punido com uma pena de três a dez anos.
O crime de violência escolar segue o modelo já utilizado pelo Código Penal para os crimes de violência doméstica e de maus tratos. As penas de prisão serão aplicadas aos alunos maiores de 16 anos, mas a proposta prevê ainda que, nos casos em que os agressores tenham idades entre os 12 e os 16 anos, possam ser-lhes aplicadas medidas tutelares educativas.
As medidas defendidas pelo Governo foram bem recebidas pela Associação Nacional de Professores. "Vai de encontro àquilo que vimos defendendo", diz o seu director, João Grancho. "A proposta vai no sentido adequado para conter um crescendo de violência nas escolas", acrescenta. mais aqui
descomplexadas, deputadas, Checas





Jana Parizkova
Lenka Andrysova
Marketa Reedova
Katerina Klasnova
Kristyna Koci
Para contrariar o dia cinzento de hoje, e de outros dias iguais. in Sol
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Quarta-feira, Dezembro 29, 2010
Faleceu Joaquim Sequeira

Faleceu Joaquim Sequeira, o que era o actual técnico do Farense, foi encontrado sem vida na sua habitação. Desconhecem-se as causas da sua morte. Joaquim Sequeira deu o último treino na noite de ontem, sem aparentar algum problema de saúde. mais aqui
O funeral do Sequeira sai Sexta-Feira dia 31 pelas 10h da igreja de São Luis.
clicar para ampliar
Um verdadeiro homem do futebol, aqui nesta fotografia,
treinador das Escolinhas do F.C.SLuís no mundialito
de Vila Real de Santo António em 2008, apesar de exigente
era adorado pelos mais pequenos.

Aqui num plante do S.C.Farensel quase todo algarvio /77? Joaquim Sequeira
em pé em cima entre Balela e Pedro.

Também de referir o tardiamente o registo da morte de "Chaby" outro farense
que nos deixou mais pobres... Aqui na foto entre Farias e Fernando Mendes.
O sequeira não tinha inimigos e todos os seus jogadores gostavam dele, foi o maior troféu que conquistou.
respeito!
PM Misha
Encontrámo-nos tantas tardes nas inesquecíveis jogatanas, até não se ver, entre as equipas do Grilo(Montinho) e o Alto Rodes(equipa do Xixo, quase só de netos do Tí Xixo como tu e o Xico André e outros), que ficámos bem conhecidos, pois eu era avançado e tu um defesa que já se revelava duro de de passar.
Das caneladas e fintas desse tempo inesquecível passámos, cada um por seu lado, às fintas e caneladas da vida do dia a dia. Acompanhei de ligeiro a tua subida a futebolista das 1ªs do farense e víamo-nos e cumprimentavamo-nos quando ocasionalmente nos cruzávamos pelas ruas da cidade. Nesses instantes furtivos que trocávamos sentia que também tu sentias a lembrança saudosa daquele tempo feliz gravado em nossas memórias para sempre.
Na tua morte sinto uma frustação como quando, já não se via mais a bola de borracha e, o jogo tinha de terminar.
Agora Chaby o jogo terminou e não há mais luz nem recomeço: só uma triteza grande.
José Neves
Apontadores
Balanço do ano turístico no Algarve é de "evolução positiva", diz entidade regional

Compras por Multibanco cresceram 14,6% na semana do Natal

Os mendigos fardados da noite do Porto
Seminário Sustentabilidade das Operações de Reabilitação Urbana
Provedor da Misericórdia quer abrir hotel social
GORJÕES TEVE PRENDA DE NATAL
Rui Machado: "Os desafios vão ser mais difíceis mas também vou ter mais oportunidades"

Saúde tendencialmente gratuita

Compras por Multibanco cresceram 14,6% na semana do Natal

Os mendigos fardados da noite do Porto
Seminário Sustentabilidade das Operações de Reabilitação Urbana
Provedor da Misericórdia quer abrir hotel social
GORJÕES TEVE PRENDA DE NATAL
Rui Machado: "Os desafios vão ser mais difíceis mas também vou ter mais oportunidades"

Saúde tendencialmente gratuita
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Terça-feira, Dezembro 28, 2010
Armação de Pêra - vista da Praia Grande

Apesar das novas preocupações com a paisagem algarvia
há meia dúzia de "paisagens" irremedialvente perdidas no Algarve.
há meia dúzia de "paisagens" irremedialvente perdidas no Algarve.
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Cão perdido na Penha, Faro

Boa noite, gostaria de vos comunicar, e pedir ajuda para encontrar o meu cão que desapareceu na manhã de 21/12/2010, na zona da Penha em Faro.
Nós não nos conformamos com a perda deste “amigo”que faz parte da família há 10 anos.
Já percorremos, durante todos estes dias, toda a cidade de Faro, estamos muito desanimados. Tememos que esteja a sofrer com frio e com fome.
Aqui vos envio uma foto do Kiko, caniche, arraçado de cão d’água, todo preto de porte médio. Muito meigo, mas ladra muito.
Agradeço a quem tiver informações contacte: 966392931, 965708372. Obrigado
Segunda-feira, Dezembro 27, 2010
ALGARVE SAUDOSISTA - Meridionalidades…Vaidades nossas ?

algures na Serra entre o Algarve e o Alentejo.
Por Eduardo Brazão Gonçalves
18 – O MEDRONHO
Contra a nossa saudosista vontade, o medronho começa, na realidade, a ser mais Algarve ontem que Algarve hoje. Como reafirmou o poeta, «mudam-se os tempos, mudam-se as vontades». A vontade, o desejo, o apetite de provar o gostoso medronho da nossa serra mudou-se de facto com o tempo. Outros elixires de outras paragens, de outros fabricos, de outras sofisticações, vieram acordar outros apetites, desafiar vontades que se mudaram.
Porém, contra tudo e contra todos, o nosso serrenho persiste em fabricá-lo e, talvez por ser cada vez menos, ele nos parece cada vez melhor. E quem ainda conserve um gosto requintado, não necessariamente um gosto sofisticado, ainda pode, numa fria manhã de Inverno, deliciar-se com um bom “calço” de medronho para acompanhar um fortificante figo torrado. Haja quem resista à inexorável marcha do “progresso”.
Um mês depois da Greve Geral…
Com 3 milhões paralisados e outros tantos a apoiar, numa acção contra um Governo desacreditado pelas suas políticas, situação que não se alterou e só se agravará, que resultados cobrou o descontentamento popular?
Das duas linhas sindicais mais representativas, porque estiveram outras envolvidas na divulgação e definição de objectivos políticos para a Greve, a UGT saltou fora e rapidamente se realinhou com a corrente política do Governo e aliados do PSD, tal como a CGTP, depois “de assustar uma certa burguesia”, ambas, cada uma à sua maneira, voltaram aos eixos das suas propagandas e objectivos: criar as condições para a sustentabilidade do sistema parlamentar burguês, oferecendo os préstimos dos trabalhadores por si controlados, depois dos amouchar nas suas exigências próprias para a solução da crise que não criaram.
Mais de 30 dias decorridos sobre a Greve Geral, novos ataques políticos foram dirigidos aos rendimentos do trabalho sob a capa do reforço das medidas para o emprego e sustentação das empresas, que tiveram o apoio explícito da UGT e a velha atitude de contestação de braços caídos, por parte da CGTP.
Mais uma vez o movimento popular de descontentamento foi usado e desviado dos objectivos centrais de imporem sobre o regime uma plataforma reivindicativa própria, em torno da qual as forças políticas teriam que se recolocar e fazer prova dos seus paliativos e filosofias.
O que assistimos nestes 30 dias foi, ao elogio do comportamento cívico da CGTP e do principal partido que a controla, o dito partido comunista, vindo dos círculos do poder e do PSD, enquanto o Governo preparava o novo pacote de ataque aos interesses dos trabalhadores e já anunciou a necessidade de mais medidas de combate à crise no próximo ano.
Com os indicadores de pobreza a subirem em flecha antes de iniciar o pacote traçado para o princípio do ano de 2011, cujos impactos lançarão na falência muitos mais milhares de empresas, com muitos trabalhadores fora dos apoios sociais e os prováveis salários em atraso, a perseguição aos desempregados para lhes arrancar os subsídios e a forte possibilidade de despedimentos na função pública, com destaque para as autarquias, a maior parte em situação de falência ou pré-falência, a situação avança para a explosão social, à semelhança de outros países da UE nas mesmas condições de revolta pela injustiça do pagamento da crise do capital.
CGTP e UGT são dois velhos instrumentos que vêm acumulando derrotas para os trabalhadores (interprete-se a guerra em torno do miserável salário mínimo que obteve 10 euros de aumento), a coberto de uma linguagem de pretensa discordância, enquanto os capitalistas se armaram de instrumentos económicos, jurídicos e políticos para a exploração desenfreada que gerou a actual crise.
Estas duas centrais têm que ser associadas à gestação e encobrimento da crise, à falta de objectivos claros, do ponto de vista do trabalho, para a sua solução.
Pela vontade e acção das actuais direcções destas centrais, qualquer PEC, o OE para 2011 e as próximas medidas de agravamento das condições de vida da população vão ser todas concretizadas, esforçando-se por voltarem a encabeçar o desgaste das energias de contestação.
Como é possível que 3 milhões de activos e outros de suporte não consigam impor o seu próprio programa contra os dos partidos que nos conduziram à bancarrota?
Porque só os trabalhadores podem resolver a crise.
Luis Alexandre
Das duas linhas sindicais mais representativas, porque estiveram outras envolvidas na divulgação e definição de objectivos políticos para a Greve, a UGT saltou fora e rapidamente se realinhou com a corrente política do Governo e aliados do PSD, tal como a CGTP, depois “de assustar uma certa burguesia”, ambas, cada uma à sua maneira, voltaram aos eixos das suas propagandas e objectivos: criar as condições para a sustentabilidade do sistema parlamentar burguês, oferecendo os préstimos dos trabalhadores por si controlados, depois dos amouchar nas suas exigências próprias para a solução da crise que não criaram.
Mais de 30 dias decorridos sobre a Greve Geral, novos ataques políticos foram dirigidos aos rendimentos do trabalho sob a capa do reforço das medidas para o emprego e sustentação das empresas, que tiveram o apoio explícito da UGT e a velha atitude de contestação de braços caídos, por parte da CGTP.
Mais uma vez o movimento popular de descontentamento foi usado e desviado dos objectivos centrais de imporem sobre o regime uma plataforma reivindicativa própria, em torno da qual as forças políticas teriam que se recolocar e fazer prova dos seus paliativos e filosofias.
O que assistimos nestes 30 dias foi, ao elogio do comportamento cívico da CGTP e do principal partido que a controla, o dito partido comunista, vindo dos círculos do poder e do PSD, enquanto o Governo preparava o novo pacote de ataque aos interesses dos trabalhadores e já anunciou a necessidade de mais medidas de combate à crise no próximo ano.
Com os indicadores de pobreza a subirem em flecha antes de iniciar o pacote traçado para o princípio do ano de 2011, cujos impactos lançarão na falência muitos mais milhares de empresas, com muitos trabalhadores fora dos apoios sociais e os prováveis salários em atraso, a perseguição aos desempregados para lhes arrancar os subsídios e a forte possibilidade de despedimentos na função pública, com destaque para as autarquias, a maior parte em situação de falência ou pré-falência, a situação avança para a explosão social, à semelhança de outros países da UE nas mesmas condições de revolta pela injustiça do pagamento da crise do capital.
CGTP e UGT são dois velhos instrumentos que vêm acumulando derrotas para os trabalhadores (interprete-se a guerra em torno do miserável salário mínimo que obteve 10 euros de aumento), a coberto de uma linguagem de pretensa discordância, enquanto os capitalistas se armaram de instrumentos económicos, jurídicos e políticos para a exploração desenfreada que gerou a actual crise.
Estas duas centrais têm que ser associadas à gestação e encobrimento da crise, à falta de objectivos claros, do ponto de vista do trabalho, para a sua solução.
Pela vontade e acção das actuais direcções destas centrais, qualquer PEC, o OE para 2011 e as próximas medidas de agravamento das condições de vida da população vão ser todas concretizadas, esforçando-se por voltarem a encabeçar o desgaste das energias de contestação.
Como é possível que 3 milhões de activos e outros de suporte não consigam impor o seu próprio programa contra os dos partidos que nos conduziram à bancarrota?
Porque só os trabalhadores podem resolver a crise.
Luis Alexandre
protestos.
Domingo, Dezembro 26, 2010
O esquema!

Estado social-socialista
«….61 por cento dos 2,2 mil milhões de euros [de ajudas aprovadas em 2009 pelo Governo para combater os efeitos da crise internacional em Portugal], foram para a banca, 36 por cento para as empresas e um por cento para o apoio ao emprego.»(p)
é este o estado social que temos e que Sócrates e o seu manga de alpaca Teixeira dos Santos tem sustentando.Uma notícia destas seria capa num país onde a imprensa fosse livre. Ou onde os cidadãos se interessassem em saber porque pagam, para quê e quem beneficia do seu dinheiro. Mas a bovinidade geral leva a que se aceite que se torrem milhões em benefício de quem andou a fazer asneiras e que devia ter sofrido as consequências no seu património (como qualquer cidadão) mas que viram tal evitado por decisão de Teixeira dos Santos/Sócrates que foram a correr tirar mais dinheiro aos portugueses para ajudar os amigos. É este o estado social : roubar a quem trabalha para dar a parasitas.
in Blasfémias
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Portugal 2010
Faro 2010 - um ano em balanço
Iniciámos estas funções poucas semanas antes do
inicio de 2010, em circunstâncias difíceis na
economia internacional e com graves reflexos
entre nós.
O Algarve neste período quase não dispõe de fundos europeus, o Estado
pouco transfere para a região e a Câmara Municipal criou dentro de si uma
crise grave, gerada ao longo de meia dúzia de anos antes da perturbação dos
mercados financeiros.
Trabalhar assim exige redobrados sacrifícios, e uma atenção a tudo em cada
instante.
Mesmo neste contexto, muita coisa se fez. Essencialmente criando raízes de
um novo ciclo de esperança e estabilidade na nossa capital regional.
Procurámos organizar a casa, apresentar a verdade das contas, ordenar o
espaço público e regulamentar actividades e procedimentos.
Do balanço deste primeiro ano de mandato, que praticamente coincide com
2010, ficamos com muitas referências positivas, das quais destacamos:
APESAR DE TUDO …
- As Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades
Portuguesas;
- O arranque das obras em escolas: Bordeira e Vale Carneiros e uma nova de
raiz na Lejana (adjudicada);
- O ordenamento dos espaços públicos devolvendo alguns passeios aos
peões de que são exemplo a Avenida 5 de Outubro e o Largo de S. Luis entre
outros;
- Água e esgotos na Culatra e com obras dos Gorjões à Falfosa e outros;
- Um polidesportivo em obra no Patacão e desbloqueada a fase final do
Pavilhão da Penha;
- Melhoria da organização institucional dos serviços com a criação da Força
Operacional Conjunta dos Bombeiros de Faro e com a criação de Conselhos
e Comissões Consultivos do Trânsito, à Toponímia e outros;
- Preparação de um plano de reequilíbrio financeiro para que se possa dar
confiança aos fornecedores;
- Colocação de placas com os nomes das ruas, o que era uma grave lacuna;
- Realização de eventos como o Carnaval ou a 1ª Maratona de Faro;
- Atribuição de 30 espaços às colectividades locais (edifícios e terrenos);
- E no plano privado abriu o Hospital Privado de Gambelas, enquanto o
Estado deu inicio à Variante Norte.
Apesar de tudo, com persistência e com trabalho vamos melhorando Faro.
Vamos todos dar o possível para que 2011 seja ainda melhor.
Para todos os meus desejos de um Feliz Natal e de um Próspero Ano Novo.
O Presidente da Câmara Municipal
José Macário Correia
mais aqui
inicio de 2010, em circunstâncias difíceis na
economia internacional e com graves reflexos
entre nós.
O Algarve neste período quase não dispõe de fundos europeus, o Estado
pouco transfere para a região e a Câmara Municipal criou dentro de si uma
crise grave, gerada ao longo de meia dúzia de anos antes da perturbação dos
mercados financeiros.
Trabalhar assim exige redobrados sacrifícios, e uma atenção a tudo em cada
instante.
Mesmo neste contexto, muita coisa se fez. Essencialmente criando raízes de
um novo ciclo de esperança e estabilidade na nossa capital regional.
Procurámos organizar a casa, apresentar a verdade das contas, ordenar o
espaço público e regulamentar actividades e procedimentos.
Do balanço deste primeiro ano de mandato, que praticamente coincide com
2010, ficamos com muitas referências positivas, das quais destacamos:
APESAR DE TUDO …
- As Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades
Portuguesas;
- O arranque das obras em escolas: Bordeira e Vale Carneiros e uma nova de
raiz na Lejana (adjudicada);
- O ordenamento dos espaços públicos devolvendo alguns passeios aos
peões de que são exemplo a Avenida 5 de Outubro e o Largo de S. Luis entre
outros;
- Água e esgotos na Culatra e com obras dos Gorjões à Falfosa e outros;
- Um polidesportivo em obra no Patacão e desbloqueada a fase final do
Pavilhão da Penha;
- Melhoria da organização institucional dos serviços com a criação da Força
Operacional Conjunta dos Bombeiros de Faro e com a criação de Conselhos
e Comissões Consultivos do Trânsito, à Toponímia e outros;
- Preparação de um plano de reequilíbrio financeiro para que se possa dar
confiança aos fornecedores;
- Colocação de placas com os nomes das ruas, o que era uma grave lacuna;
- Realização de eventos como o Carnaval ou a 1ª Maratona de Faro;
- Atribuição de 30 espaços às colectividades locais (edifícios e terrenos);
- E no plano privado abriu o Hospital Privado de Gambelas, enquanto o
Estado deu inicio à Variante Norte.
Apesar de tudo, com persistência e com trabalho vamos melhorando Faro.
Vamos todos dar o possível para que 2011 seja ainda melhor.
Para todos os meus desejos de um Feliz Natal e de um Próspero Ano Novo.
O Presidente da Câmara Municipal
José Macário Correia
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Macário Correia
Sábado, Dezembro 25, 2010
“um grito de esperança para Portugal, para o Portugal concreto, neste final de 2010 e início de 2011"

Cardeal-Patriarca de Lisboa José Policarpo
a mensagem: Cardeal-Patriarca: “A pobreza não impede, necessariamente, a alegria"
O Dia de Natal
temporal

Praia de Faro dia 22/12 fotografia de José Zambujal.

Praia de Faro
ARH, Polis e Câmara de Faro fazem demolição controlada de três casas na Praia de Faro
"...A Administração da Região Hidrográfica do Algarve, em articulação com a Câmara de Faro e a Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, procedeu, esta quinta e sexta-feira, dias 23 e 24 de Dezembro, à demolição controlada de três construções em risco de derrocada no núcleo poente da Praia de Faro..."
"...Macário Correia aconselhou, por outro lado, os proprietários das casas de férias a retirar os seus bens do interior, tendo em conta que, com os temporais, outras construções poderão vir a ser afetadas..." mais aqui

Praia de Faro
ARH, Polis e Câmara de Faro fazem demolição controlada de três casas na Praia de Faro
"...A Administração da Região Hidrográfica do Algarve, em articulação com a Câmara de Faro e a Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, procedeu, esta quinta e sexta-feira, dias 23 e 24 de Dezembro, à demolição controlada de três construções em risco de derrocada no núcleo poente da Praia de Faro..."
"...Macário Correia aconselhou, por outro lado, os proprietários das casas de férias a retirar os seus bens do interior, tendo em conta que, com os temporais, outras construções poderão vir a ser afetadas..." mais aqui
Sexta-feira, Dezembro 24, 2010
Igreja de São Francisco (Faro)

fotografia de Miguel Segura
Igreja de São Francisco é um edifício "notável" de Faro, situado no Largo de São Francisco.
Situado ao lado do Convento de São Francisco, foi fundada no final do século XVII pelos Irmãos da Ordem Terceira de São Francisco.
Merecem destaque no seu interior os azulejos da capela-mor, os retábulos do transepto, o revestimento em talha dourada da cúpula, assim como um significativo número de imagens de roca das procissões das Cinzas e das Dores.
fonte - Lameira, Francisco I. C. Faro Edificações Notáveis. Edição da Câmara Municipal de Faro, 1995
Igreja de São Francisco é um edifício "notável" de Faro, situado no Largo de São Francisco.
Situado ao lado do Convento de São Francisco, foi fundada no final do século XVII pelos Irmãos da Ordem Terceira de São Francisco.
Merecem destaque no seu interior os azulejos da capela-mor, os retábulos do transepto, o revestimento em talha dourada da cúpula, assim como um significativo número de imagens de roca das procissões das Cinzas e das Dores.
fonte - Lameira, Francisco I. C. Faro Edificações Notáveis. Edição da Câmara Municipal de Faro, 1995
Incompreensões e pulhices!

Algarve - Joel Abel Manta
INCOMPREENSÕES
O que é "difícil de compreender" é que o governo ache "difícil de compreender" que o rating da República tivesse descido numa agência da especialidade. E que, em vez de tendas, não se fale disto - desta "incompreensão" e da causa dela - em debates televisivos eleitorais. Mas, felizmente, o Bloco explicou a coisa em socorro do governo do PS, seu parceiro na candidatura Alegre - as agências de rating não têm credibilidade. Bem hajam.
João Gonçalves
O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje no Algarve que seria "desadequado" implementar nesta altura uma experiência de regionalização em Portugal, o que podia "abalar a confiança" dos mercados externos.
Segundo Passos Coelho, a introdução do modelo de regionalização num momento em que o país se esforça para ordenar as contas poderia ser interpretado pelo exterior como uma falha na capacidade para "disciplinar a despesa pública". Observatório Algarve
INCOMPREENSÕES
O que é "difícil de compreender" é que o governo ache "difícil de compreender" que o rating da República tivesse descido numa agência da especialidade. E que, em vez de tendas, não se fale disto - desta "incompreensão" e da causa dela - em debates televisivos eleitorais. Mas, felizmente, o Bloco explicou a coisa em socorro do governo do PS, seu parceiro na candidatura Alegre - as agências de rating não têm credibilidade. Bem hajam.
João Gonçalves
O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje no Algarve que seria "desadequado" implementar nesta altura uma experiência de regionalização em Portugal, o que podia "abalar a confiança" dos mercados externos.
Segundo Passos Coelho, a introdução do modelo de regionalização num momento em que o país se esforça para ordenar as contas poderia ser interpretado pelo exterior como uma falha na capacidade para "disciplinar a despesa pública". Observatório Algarve
Quinta-feira, Dezembro 23, 2010
Quarta-feira, Dezembro 22, 2010
subidas "indigestas"
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Terça-feira, Dezembro 21, 2010
Presidenciais: o desperdício
Cavaco Silva, que na qualidade de primeiro-ministro raramente tinha dúvidas, entrou em cena para a recandidatura presidencial quando quis e as certezas estavam consolidadas.
Os outros candidatos perfilaram-se cedo e mostraram-se atávicos por falta de “inimigo”. Aparentemente, Cavaco deixou-os órfãos de matéria e estes resmungaram a impotência. Na hora da declaração, limitaram-se a abrir alas.
Foi um Cavaco triunfal que se apresentou ao país, com uma mensagem de homem providencial e figura incontornável do futuro do regime, que ele presidiu até à conjuntura actual.
Cavaco presidente, no papel de recandidato, omitiu as falhas graves de percurso e refugiou-se no auto elogio. A sua convivência com S. Bento, com o Governo, com a Madeira, os microfones e a bancarrota, não lhe beliscam a consciência. Conhece e joga nas vantagens que o impõem sobre os outros remendeiros.
Numa corrida completamente desigual, mesmo com partes da direita que o apoia conformada, Cavaco Silva, o tecnocrata forçado a político, não foi capaz de produzir qualquer conteúdo ideológico para o país no sentido da recuperação da sua base produtiva e da independência nacional.
O presidente-candidato, reafirmou o uso do cargo ao lado do capitalismo internacional, afirmou-se o mais competente para o efeito e não questionou as razões e quem enterrou o país, por ser também causa própria, manifestando a sua disponibilidade política para fazer o povo português cumprir as obrigações contraídas pelo desgoverno de mais de três décadas.
Com o presidente a viver novos momentos de sonho e com a crise e a confusão instalada a favorecerem a sua autoridade arbitral, os opositores mexem-se com respeito, porque a sua visão para as soluções dos problemas do país, não diferem nas questões de fundo.
Todos são candidatos dos PEC e dos Orçamentos que têm de prestar contas… aos exploradores estrangeiros e a uma minoria de nacionais. Os Orçamentos passados foram de mãos largas para o regabofe da política e da economia com base nas importações e no aumento da factura pública, com a particularidade de o de 2009, já com o espectro da bancarrota bem definido e contabilizado, ter sido para cobrir e avalizar os buracos financeiros da Banca mais os do sector empresarial do Estado, que redundaram no deficit actual que querem, como sempre, seja o povo a pagar.
Por isso não admira o apagamento das eleições presidenciais e o pouco empenho dos corredores, quando o eixo das atenções é o OE 2011 e a sua aplicação. Todos estão com o Orçamento, porque sem este papel de compromisso de pagarem aos credores com o dinheiro roubado ao suor do povo, não há crédito para as contas de um Estado gordo e anafado, com toda a sua corte de vagabundos.
As presidenciais de 2011 são um desperdício e um passo para a consagração de um dos expoentes nacionais do despesismo, da conflitualidade estéril, do encobrimento, da perda da independência nacional e da obediência aos caudilhos estrangeiros.
Do remendeiro Manuel Alegre, no desassossego das suas contradições burguesas de vassalagem, figura poética do êxtase político que nos trouxe ao actual quadro nacional, apoiado pelos aprendizes de remendeiros do BE e as alas displicentes do PS, esteve fora do turbilhão que vai ser servido ao povo e estará fora da luta sem tréguas que este, eventualmente, venha a desenhar.
Cavaco Silva reeleito - o homem frio e calculista que satisfaz as ordens externas -, é uma imposição da conjuntura (Sócrates e Passos Coelho tiveram de se agachar) para fazer a Nação ajoelhar na prestação de contas, como nas tarefas de repressão que a luta social venha a exigir.
Luis Alexandre
Faro, 10 de Novembro de 2010
Os outros candidatos perfilaram-se cedo e mostraram-se atávicos por falta de “inimigo”. Aparentemente, Cavaco deixou-os órfãos de matéria e estes resmungaram a impotência. Na hora da declaração, limitaram-se a abrir alas.
Foi um Cavaco triunfal que se apresentou ao país, com uma mensagem de homem providencial e figura incontornável do futuro do regime, que ele presidiu até à conjuntura actual.
Cavaco presidente, no papel de recandidato, omitiu as falhas graves de percurso e refugiou-se no auto elogio. A sua convivência com S. Bento, com o Governo, com a Madeira, os microfones e a bancarrota, não lhe beliscam a consciência. Conhece e joga nas vantagens que o impõem sobre os outros remendeiros.
Numa corrida completamente desigual, mesmo com partes da direita que o apoia conformada, Cavaco Silva, o tecnocrata forçado a político, não foi capaz de produzir qualquer conteúdo ideológico para o país no sentido da recuperação da sua base produtiva e da independência nacional.
O presidente-candidato, reafirmou o uso do cargo ao lado do capitalismo internacional, afirmou-se o mais competente para o efeito e não questionou as razões e quem enterrou o país, por ser também causa própria, manifestando a sua disponibilidade política para fazer o povo português cumprir as obrigações contraídas pelo desgoverno de mais de três décadas.
Com o presidente a viver novos momentos de sonho e com a crise e a confusão instalada a favorecerem a sua autoridade arbitral, os opositores mexem-se com respeito, porque a sua visão para as soluções dos problemas do país, não diferem nas questões de fundo.
Todos são candidatos dos PEC e dos Orçamentos que têm de prestar contas… aos exploradores estrangeiros e a uma minoria de nacionais. Os Orçamentos passados foram de mãos largas para o regabofe da política e da economia com base nas importações e no aumento da factura pública, com a particularidade de o de 2009, já com o espectro da bancarrota bem definido e contabilizado, ter sido para cobrir e avalizar os buracos financeiros da Banca mais os do sector empresarial do Estado, que redundaram no deficit actual que querem, como sempre, seja o povo a pagar.
Por isso não admira o apagamento das eleições presidenciais e o pouco empenho dos corredores, quando o eixo das atenções é o OE 2011 e a sua aplicação. Todos estão com o Orçamento, porque sem este papel de compromisso de pagarem aos credores com o dinheiro roubado ao suor do povo, não há crédito para as contas de um Estado gordo e anafado, com toda a sua corte de vagabundos.
As presidenciais de 2011 são um desperdício e um passo para a consagração de um dos expoentes nacionais do despesismo, da conflitualidade estéril, do encobrimento, da perda da independência nacional e da obediência aos caudilhos estrangeiros.
Do remendeiro Manuel Alegre, no desassossego das suas contradições burguesas de vassalagem, figura poética do êxtase político que nos trouxe ao actual quadro nacional, apoiado pelos aprendizes de remendeiros do BE e as alas displicentes do PS, esteve fora do turbilhão que vai ser servido ao povo e estará fora da luta sem tréguas que este, eventualmente, venha a desenhar.
Cavaco Silva reeleito - o homem frio e calculista que satisfaz as ordens externas -, é uma imposição da conjuntura (Sócrates e Passos Coelho tiveram de se agachar) para fazer a Nação ajoelhar na prestação de contas, como nas tarefas de repressão que a luta social venha a exigir.
Luis Alexandre
Faro, 10 de Novembro de 2010
Segunda-feira, Dezembro 20, 2010
Pobres

Hipocrisia barata II
Quais virgens púdicas, Alegre e Sócrates manifestaram-se recentemente muito chocados porque, supostamente, Cavaco andaria a fazer campanha eleitoral à custa da pobreza.
Convenhamos que é preciso terem lata. Não há político neste mundo e arredores, principalmente das bandas da esquerda, que não tenha desde sempre andado na compra de votos dos pobrezinhos e coitadinhos. Com a agravante de os manterem num estado de permanente dependência com políticas de “assistencialismo barato” que, por sinal, têm-se revelado bem caras. Mas permitem-lhes ter uma reserva eleitoral à custa de uma faixa crescente da população eternamente “guetizada”. in Blasfémias
Quais virgens púdicas, Alegre e Sócrates manifestaram-se recentemente muito chocados porque, supostamente, Cavaco andaria a fazer campanha eleitoral à custa da pobreza.
Convenhamos que é preciso terem lata. Não há político neste mundo e arredores, principalmente das bandas da esquerda, que não tenha desde sempre andado na compra de votos dos pobrezinhos e coitadinhos. Com a agravante de os manterem num estado de permanente dependência com políticas de “assistencialismo barato” que, por sinal, têm-se revelado bem caras. Mas permitem-lhes ter uma reserva eleitoral à custa de uma faixa crescente da população eternamente “guetizada”. in Blasfémias
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ALGARVE SAUDOSISTA - Meridionalidades…Vaidades nossas ?

Por Eduardo Brazão Gonçalves
17 - O TECTO
O tecto, a protecção, o abrigo, o amparo, o refúgio, o agasalho, E talvez o céu como nas cúpulas muçulmanas. No fundo, o lar, o lugar onde se encontram os lares, os deuses protectores do lar doméstico.
O tecto pode de facto não ser visto, prosaicamente, apenas como a parte da casa que fica por cima da nossa cabeça.
CÂMARA DISTRIBUI CABAZES DE NATAL A FAMÍLIAS CARENCIADAS
A exemplo dos anos anteriores a Câmara Municipal de Faro vai distribuir de 17 a 23 de Dezembro cerca de 350 cabazes de Natal pelas famílias mais carenciadas do Concelho.
Esta medida enquadra-se na política social prosseguida pela Autarquia que visa apoiar os mais desfavorecidos e permitirá proporcionar às famílias mais carentes uma ceia de Natal mais digna.
O cabaz é composto por bens alimentícios e a iniciativa conta com o envolvimento do Conselho Local de Apoio à Integração de Imigrantes, a Associação Nossa Senhora dos Navegantes, da Fundação António Silva Leal, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens e as Juntas de Freguesia do Concelho.
A título simbólico, o Presidente da Câmara, José Macário Correia, entregará no próximo dia 23 de Dezembro, pelas 18h30 no Salão Nobre da autarquia, 50 cabazes a famílias oriundas das freguesias de São Pedro e Sé.
Com os melhores cumprimentos,
CMF
Esta medida enquadra-se na política social prosseguida pela Autarquia que visa apoiar os mais desfavorecidos e permitirá proporcionar às famílias mais carentes uma ceia de Natal mais digna.
O cabaz é composto por bens alimentícios e a iniciativa conta com o envolvimento do Conselho Local de Apoio à Integração de Imigrantes, a Associação Nossa Senhora dos Navegantes, da Fundação António Silva Leal, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens e as Juntas de Freguesia do Concelho.
A título simbólico, o Presidente da Câmara, José Macário Correia, entregará no próximo dia 23 de Dezembro, pelas 18h30 no Salão Nobre da autarquia, 50 cabazes a famílias oriundas das freguesias de São Pedro e Sé.
Com os melhores cumprimentos,
CMF
Domingo, Dezembro 19, 2010
Baixa de Faro - Hoje, as lojas e cafés estão abertos.

colaboradores e amigos da loja Scoon (à pontinha)
Domingo (Windguru) não chove, está sol e estão 16ºC
a partir das 16horas desfile natal do Moto Clube de Faro.
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