À instalação de uma árvore de Natal na Pontinha, bem como a iluminação do Coreto, onde ficará colocado este ano o Presépio de Natal, associar-se-ão diversas iniciativas natalícias no Museu Municipal, onde se incluirão ateliers de culinária para os mais pequeninos e pinturas faciais.
A inauguração da iluminação de natal está marcada já para o próximo dia 26 de novembro, pelas 17:30h e será animada com a atuação do Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro.
Nesse período serão ainda instalados alguns divertimentos infantis para diversão da pequenada, a qual contará ainda com a habitual chegada do desfile natalício promovido pelo Moto-Clube de Faro a 14 de dezembro, antecedido este ano pela chegada de dezenas de ciclistas do Clube BTT da Conceição de Faro que, no dia 1 farão um passeio até à Pontinha.
Refiram-se ainda as iniciativas promovidas pelos próprios comerciantes, tais como a instalação de mini-árvores de Natal à porta das suas lojas e a realização de diversos espetáculos com mais de 100 bailarinos em diversos dias desta quadra, elementos que valorizarão a imagem desta bela área comercial.
Quarta-feira, Novembro 30, 2011
E se o Escudo voltar?
Em Espanha já começaram a preparar o novo cenário (peseta)! AQUI
Terça-feira, Novembro 29, 2011
Portagens na Via do Infante, Vitorino acusa Macário Correia e outros autarcas de traição.
"...em comunicado hoje divulgado, o movimento critica o presidente da AMAL (Comunidade Intermunicipal do Algarve) e da Câmara de Faro, Macário Correia, acusando-o de ter uma atitude de “inqualificável hipocrisia” porque “depois de fazer uma cambalhota e passar a aceitar as portagens, vem agora a público chorar lágrimas de crocodilo, mostrando-se preocupado com o aumento da sinistralidade”. mais aqui
UMA HISTÓRIA GORJONENSE, UMA HISTÓRIA PORTUGUESA
José Pires Pinto
"Três dias depois da ofensiva do Somme, os alemães preparavam-se para uma nova ofensiva ao longo da frente britânica, mais a norte, com a intenção de lançar 40.000 granadas de gás contra Armentières, no rio Lys.
A 9 de Abril, depois de um bombardeamento que durou 24 horas, iniciou-se a Batalha de La Lys; quatro divisões alemães contra a divisão portuguesa; 6.000 prisioneiros portugueses. Um batalhão de portugueses recusou-se entrar nas trincheiras. A confusão foi total quando os alemães descarregaram 2.000 toneladas de gás mostarda, fosgénio e difénilcloroarsina"
Martin Gilbert
in "A primeira Guerra Mundial"
Esfera dos Livros
O Soldado raso José Pires Pinto, filho de Bárbara Pires Pinto, irmã do meu avô paterno, todos naturais nascidos e criados como modestos camponeses rurais deste lugar chamado Gorjões, terra perdida de povo isolado e ignorado do mundo no meio do Barrocal algarvio, a 14 Kms de Faro, 300 Kms de Lisboa e 2.500 Kms de Armentières junto ao rio Lyz na Flandres francesa, por um incrível e fatídico acaso de destino pessoal estava lá, nesse dia trágico, na frente inglesa junto ao rio Lys.
ler o post completo de José Neves clicar aqui
A Cal está de parabéns!
O comité da UNESCO decidiu em Bali, na Indonésia, nomear o projecto de revitalização do saber tradicional da cal artesanal em Morón de la Frontera (Sevilha, Andaluzia), no ámbito dos programas, projectos e actividades para a salvaguarda do património que reflectem o modo mais adequado os principios e objectivos da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003).
http://www.unesco.org/culture/ich/index.php?lg=es&pg=00011&Art18=00511
(Imagem: Junta de Andalucía)
retirado daqui
Segunda-feira, Novembro 28, 2011
SCUT: Portagens a partir de 8 de dezembro na Via do Infante
As concessões SCUT do Algarve, da Beira Interior, no Interior Norte e da Beira Litoral passam a estar sujeitas ao pagamento de portagens a partir de 08 de dezembro, segundo foi publicado hoje no Diário da República. Mais aqui
MEIO MANDATO DE MACÁRIO CORREIA: QUE FUTURO?
Dois anos são passados do mandato de Macário Correia em Faro. Como interpretá-los nas suas linhas fundamentais? O pensamento que se me acode, é que se perderam dois anos para se dar forte impulso no desenvolvimento da cidade. Que a mudança está de novo adiada. Faro vive hoje uma micro-economia cada vez mais residual. Dos serviços, da construção, ambos com perda de peso, sem retoma, na vida da cidade. Havia por isso que criar uma nova economia, onde a cidade mostrasse potencialidade, estivesse vocacionada. Essa economia está ligada ao mar, à Ria, ao ambiente. Ao turismo de natureza, náutica de recreio, turismo de cruzeiro, à reanimação das pescas, da aquacultura, em offshore, na Ria, do sal, à industrialização das algas, à energia das marés, das ondas. Muitos lugares naturais, muitas paisagens urbanas, foram transformadas em destinos turísticos, com base no olho clínico de autarcas com veia, de especialistas no tratamento do tema. Essas cidades transformaram-se por via disso em cidades de residentes e também de visitantes. Geraram novos empregos, avançaram no empreendorismo, com base numa nova cultura urbana. Penso que era nisso que Faro devia ter apostado, gasto estes dois anos. Não foi isso que aconteceu, pese embora dois anos tenham constituído horizonte temporal razoável para o efeito. No âmbito do programa Polis, vai ser construído, erradamente, um Parque Ribeirinho, da Quinta do Progresso às Pontes de Marchil. Preferível teria sido erguer o Passeio Ribeirinho, da Doca de Recreio ao Cais Neves Pires. Por todos os motivos. O Passeio tem melhor espelho de água diante ( o do Parque está sedimentado), seria mais útil para a náutica de recreio, os transportes fluviais para as ilhas, para os itinerários na Ria. Dada a sua proximidade ao centro Histórico, influenciaria a sua reanimação, a da Baixa Comercial, da Vila-a-Dentro. O Parque rebela-se contra estas todas vantagens, é factor de deslocalização do centro urbano da cidade. Como evidente a autarquia errou. Não contribuiu para o investimento no sítio certo (até os economistas liberais sabem que em tempo de crise o investimento tem que se centrar nos locais mais atractivos, de maior capacidade de retorno), para o empreendorismo, para a necessária mudança. Não foi capaz de juntar sinergias, de, conjuntamente com a Universidade, combinar saberes, aprofundar conhecimentos. Nada disto aconteceu. Pelo contrário, a autarquia notabilizou-se pela marginalidade da acção, pelo gratuito. Até em termos de competitividade ficámos a perder. Uma offshore de aquacultura criada frente à Armona levou a mais antiga empresa de pesca de Faro para Olhão. Uma acção de reabilitação dos cais de acesso às ilhas transformou Olhão em autêntica plataforma desse acesso. Como evidente, não só não se estimulou uma nova economia, como a existente foi maltratada.
O momento é pois de perplexidade. Faro, no actual enquadramento, revela pouca força interna para dinamizar a mudança. A explicação de tudo isto tem que ver com uma gestão alheia a qualquer trajectória de desenvolvimento. Incapaz de sair da sua lógica recessiva. Da sua austeridade pouco desembaraçada. Faro é vítima de uma gestão que domina, absorve, o conhecimento. O que coloca à cidade um problema fundamental. Ou o actual executivo arrepia caminho, aprende com os seus erros, ou temos que partir para outro executivo mais empreendedor, com outros ingredientes que facilitem a mudança.
Viegas Gomes
Sábado, Novembro 26, 2011
Natal na Baixa
(desfile do Moto clube de Faro e o presépio dos bombeiros duas atracções do Natal da Baixa)
Novamente, através de diversas iniciativas organizadas de forma conjunta entre a Autarquia, a Acral e a Associação dos Comerciantes da Baixa, a próxima quadra natalícia ficará marcada pelos eventos e iniciativas que irão atrair milhares de pessoas à zona comercial por excelência de Faro.
Novamente, através de diversas iniciativas organizadas de forma conjunta entre a Autarquia, a Acral e a Associação dos Comerciantes da Baixa, a próxima quadra natalícia ficará marcada pelos eventos e iniciativas que irão atrair milhares de pessoas à zona comercial por excelência de Faro.
Sexta-feira, Novembro 25, 2011
Recordar o 25 de Novembro de 1975

NO DIA em que se cumprem trinta e seis anos após o "25 de Novembro" e antes que surja o inefável Lourenço a tentar colher os louros que não lhe pertencem, aqui fica a homenagem devida a um homem a quem o País muito deve: António Ramalho Eanes.»
"furtado" daqui
Arte Lisboa 2011
S/titulo
óleo s/tela
1,95x1,30
Trabalho de Fernando Silva Grade disponível na Arte Lisboa
De 23 a 27 de Novembro, Lisboa vai ser palco da única feira de arte contemporânea em Portugal.
Em 2011, a ARTE LISBOA regressa ao Pavilhão 1 do recinto da FIL, no Parque das Nações em Lisboa, junto ao Rio Tejo.
A 11ª edição da ARTE LISBOA reunirá uma selecção de cerca de 40 galerias nacionais e internacionais de arte contemporânea de elevada qualidade e notoriedade, revistas e publicações especializadas.
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Aterragem no Aeroporto de Faro.
FOKKER 100-PR-OAE APROACH AT FARO RWY 28-22-11-2011
gentilmente enviado por Luis Rosa
Quinta-feira, Novembro 24, 2011
Tertúlia Farense
TERTÚLIA FARENSE
Cerca de 40 pessoas estiveram presentes no restaurante Agostinho em Faro no dia 23 de Novembro para participar em mais uma Tertúlia Farense, desta vez trazendo a debate "A Evolução Administrativa do Algarve".
Este tema foi desenvolvido pelo Professor Doutor Rosa Mendes que ao longo da palestra com cerca de duas horas apresentou aos presentes uma retrospectiva histórica da região algarvia desde a sua consolidação como entidade regional e administrativa até à actualidade.
Para a organização, na pessoa do Dr. Fernando Correia, esta Tertúlia foi das mais concorridas de sempre, constatando-se um maior interesse por parte da sociedade farense neste tipo de eventos, onde a intervenção enriquece o debate e a participação em cidadania promove a discussão de um variado leque de assuntos, apresentado os intervenientes sugestões e soluções para os problemas que afectam a nossa cidade.
Destaque-se a presença do Engº. Mácario Correia que fez questão em participar nesta Tertúlia onde se debateram questões directamente relacionados com a região algarvia.
Luís Nadkarni
Texto e Foto
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Portimão a loucura total ( e os credores a arder)
Portimão: Tribunal de Contas chumba Plano de saneamento financeiro
O Município de Portimão vai “interpor recurso” do Acórdão de recusa de visto do Tribunal de Contas do Plano de Saneamento Financeiro, aprovado pela Assembleia Municipal.
O acórdão “já se encontra em análise por parte dos serviços da autarquia”, segundo um esclarecimento do executivo camarário e no qual afirma ter sido notificado oficialmente da decisão esta terça feira.
“Existe a firme determinação de salvaguardar os interesses do município e da economia local, pelo que a Câmara Municipal irá interpor recurso”, alega a mesma fonte.
Entretanto, “os pressupostos que regem o Plano de Saneamento e o Plano de Contenção de Despesa Municipal continuarão em aplicação na gestão da Câmara Municipal de Portimão”.
O executivo liderado pelo socialista Manuel da Luz expressa ainda “uma palavra de solidariedade e tranquilidade para com os credores da autarquia que deveriam ter visto as suas dívidas pagas com dinheiros destes empréstimos, já há muito contratualizadas com diversas entidades bancárias, agora alvo de recusa de visto prévio pelo Tribunal de Contas”, prometendo “tudo fazer para ‘honrar’ o que prometemos no âmbito deste Plano e que basicamente é pagar aos credores".
Recorde-se que o Plano de Saneamento sujeito ao Tribunal de Contas pressupunha um empréstimo bancário de cerca de 96 milhões de euros destinados ao equilíbrio financeiro da câmara.
PORTUGAL = LIXO
Fitch corta 'rating' de Portugal para lixo
A Fitch baixou hoje a notação da dívida de Portugal. É a segunda agência a fazê-lo no dia de hoje.
A Fitch informou hoje que reduziu o 'rating' de Portugal em um nível, de 'BBB-' para 'BB+', um patamar considerado lixo, no âmbito da quarta revisão à notação do País. A agência de notação financeira mantêm a perspectiva negativa, o que indicia que pode haver novos cortes no médio prazo.
A agência de notação financeira explica, em comunicado, que os desequilíbrios orçamentais, o elevado endividamento em todos os sectores e o cenário macroeconómico adverso não são compatíveis com uma classificação na escala de investimento.
A Fitch reviu ainda em baixa as perspectivas económicas para Portugal, devido à deterioração das perspectivas para a Europa, apontando para uma recessão de 3% do PIB em 2012, e linha com as previsões do Governo e da troika.
Ainda a greve geral:
E SE FOSSEM DAR BANHO AO CÃO?
Greve mais notória nos transportes, alguns problemas em escolas e hospitais
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greve geral dois pontos de vista.
Caro funcionário público, quer trocar? (Henrique Raposo)
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/caro-funcionario-publico-quer-trocar=f689960#ixzz1ebryCwTK
Greve geral: aprender com a coragem de Yucheng (Daniel Oliviera)
"...O argumento contra a greve é sempre o mesmo. É sempre a mesma chantagem. Que ela só piorará a nossa economia. Que precisamos "é de trabalho". Aqueles que vivem à custa do nosso esforço, do nosso trabalho e dos nossos impostos contam com isso. Contam os que esperam reduções salariais - que, como se vê pela China, nunca nos permitirão competir com ninguém, porque lá no fundo do poço há sempre quem receba menos para produzir mais - para aumentar ainda mais a desigualdade no mais desigual dos países europeus. Contam os banqueiros, que fazem exigências ao governo para determinar as condições para receberem o dinheiro que os contribuintes pagarão com juros. Conta o governo, que entre a troika e os banqueiros, tem de escolher a quem cede, sem nunca passar pela cabeça ceder a quem trabalha. Porque se quem trabalha não mostra o poder que tem não tem poder nenhum. Não conta na equação de governos avençados a interesses. Governos que só se lembram de onde vem a sua legitimidade em campanhas eleitorais. Campanhas onde nos prometem o que não tencionam cumprir.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/-greve-geral-aprender-com-a-coragem-de-yucheng=f689575#ixzz1ebqzvP00
Caro funcionário da República, hoje sou apenas o portador de uma mensagem do meu primo (sim, as bestas reacionárias também têm primos). O meu primo trabalha numa empresa que, como tantas outras, enfrenta imensas dificuldades. A hipótese da falência deixou de ser uma coisa longínqua e, por arrastamento, o desemprego passou a ser um cenário possível. E é assim há muito tempo. Há muito tempo que este pesadelo está ali ao virar da esquina. Portanto, a mensagem do meu primo começa assim: V. Exa. está disponível para trocar o seu vínculo-vitalício-ao-Estado por um contrato-ameaçado-pela-falência-e-pelo-desemprego? Quer trocar 12 meses certíssimos por 14 meses incertos?
Depois, o meu primo gostava de compreender uma coisa. Se a empresa dele fechar, ele cairá no desemprego e terá de procurar emprego novo. Mas se a repartição pública de V. Exa. fechar, o meu caro funcionário da República irá para o "quadro de excedentários". Por que razão V. Exa. tem direito a esta rede de segurança que mais ninguém tem? Porquê? Em anexo, o meu primo gostava de propor outra troca: V. Exa. está disponível para trocar a ADSE pelo SNS? Sim, porque o meu primo tem de ir aos serviços públicos (SNS), mas V. Exa. pode ir a clínicas e hospitais privados através da ADSE. Quer trocar? E, depois de pensar na ADSE, V. Exa. devia pensar noutro pormenor: a taxa de absentismo de V. Exa. é seis vezes superior à das empresas normais, como aquela do meu primo. E, ainda por cima, o meu primo não tem uma cantina com almoços a 3 euros, nem promoções automáticas. Mas vai ter de trabalhar mais meia-hora por dia.
Para terminar, o meu primo está muito curioso sobre uma coisa: das milhares e milhares de famílias que deixaram de pagar a prestação da casa ao banco, quantas pertencem a funcionários públicos? Quantas? Eu aposto que são pouquíssimas. Portanto, eu e o meu primo voltamos a colocar a questão inicial: V. Exa. quer trocar? V. Exa. quer vir trabalhar para uma empresa real da economia real que pode realmente entrar em falência e atirar os empregados para a realidade do desemprego? V. Exa. quer trocar a síndrome do funcionário público pela síndrome do desemprego?
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/caro-funcionario-publico-quer-trocar=f689960#ixzz1ebryCwTK
Greve geral: aprender com a coragem de Yucheng (Daniel Oliviera)
"...O argumento contra a greve é sempre o mesmo. É sempre a mesma chantagem. Que ela só piorará a nossa economia. Que precisamos "é de trabalho". Aqueles que vivem à custa do nosso esforço, do nosso trabalho e dos nossos impostos contam com isso. Contam os que esperam reduções salariais - que, como se vê pela China, nunca nos permitirão competir com ninguém, porque lá no fundo do poço há sempre quem receba menos para produzir mais - para aumentar ainda mais a desigualdade no mais desigual dos países europeus. Contam os banqueiros, que fazem exigências ao governo para determinar as condições para receberem o dinheiro que os contribuintes pagarão com juros. Conta o governo, que entre a troika e os banqueiros, tem de escolher a quem cede, sem nunca passar pela cabeça ceder a quem trabalha. Porque se quem trabalha não mostra o poder que tem não tem poder nenhum. Não conta na equação de governos avençados a interesses. Governos que só se lembram de onde vem a sua legitimidade em campanhas eleitorais. Campanhas onde nos prometem o que não tencionam cumprir.
Na vida, nada se consegue sem luta. Tudo o que temos - do Serviço Nacional de Saúde à Escola Pública, do salário mínimo às férias e fins-de-semana - custou demasiado a muitos para desistirmos sem resistir. Foram criados porque os que vivem apenas do seu trabalho foram suficientemente corajosos para mostrar que sem eles não há paz social, não há produção, não há riqueza, não há lucro. Que eram e continuam a ser eles que criam a riqueza. De tempos em tempos isso tem de ser recordado.
Vivemos um momento histórico. Tudo está em causa. Os nossos direitos são tratados, por uma elite que vive numa redoma social, como privilégios. A nossa dignidade é tratada como um luxo. Não falta quem nos explique que é de cabeça baixa e em silêncio que sairemos desta crise. Cada um por si. Cada país por si, cada trabalhador por si, cada cidadão por si. Paralisados pelo medo que nos vendem em horário nobre. Nunca foi assim que nenhuma sociedade evolui.
A greve de amanhã não nos tirará da crise. Nem arruinará o País. Mas, se ela correr mal, é um sinal que damos. Um sinal de desistência e resignação. Na sexta-feira, se isso acontecesse, estaríamos todos mais desesperados, sozinhos e derrotados. Prontos para perder tudo o que conquistámos com muito mais esforço do que aquele que nos é pedido para esta greve. Às vezes, não trabalhar é a única forma de mostrar a quem tem poder que é do nosso trabalho que o seu poder depende. Espero, por isso, que corramos um décimo dos riscos que os trabalhadores de Yucheng correram. Pela mesma dignidade a que eles julgam ter direito. Quem falta nos momentos históricos não se pode queixar da história. Porque ela é feita por nós..."
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/-greve-geral-aprender-com-a-coragem-de-yucheng=f689575#ixzz1ebqzvP00
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Quarta-feira, Novembro 23, 2011
Sinal da crise!
APAGÃO NÃO!...
Isto é caso de solidariedade.
Homem desempregado, sem subsídio de desemprego e sem rendimento mínimo.
Esta foi a alternativa encontrada para a Luz do Natal na referida casa.......
Pagaram cerca de 14 anos a luz do Pingo Doce porque não pagar esta?
Manuela Valente
A luz foi paga no Pingo Doce com conhecimento do sr º Coelho penso eu!
A Urbanização foi executada pela Cooperativa em que o senhor é o Boss, pode ocupar todos os lugares mas a sua sombra está lá.
O problema não está no pagamento quando o espaço de estacionamento era de utilização pública o problema está no estacionamento que com Macário, Apolinário ou Vitorino ninguém teve uns c. fortes para lidar com o Pingo Doce porque a vigarice é tão grande que ninguém se quer meter nela.
Já alguém teve a ideia de denunciar ás finanças se o espaço está alugado.
Então e o que dizer destes inteligentes camarários que permitem a cobrança do espaço sem que a Câmara tenha autorizado.
Os moradores não querem que o espaço seja público e os residentes na zona não se preocupam, nem aqueles que quando vão visitar um familiar arriscam-se ao pagamento.
Apareçam.
No dia 1 de Dezembro o senhor Macário vai estar a na Escola E.B1 n.º 5 (Vale Carneiros) pelas 15h00, não tenham medo e digam o que vos vai na alma, talvez o homem acorde.
Ou os presentes verificarão que criticar na sombra é bom mas à luz já se torna mais inquietante.
Joaquim de Oliveira
Terça-feira, Novembro 22, 2011
Crematórios no Algarve - Não há fome que não dê em fartura.
Há 7 dias atrás:
Servilusa vai construir crematório de Faro
A Câmara Municipal adjudicou hoje a construção e concessão da exploração do crematório no Cemitério da Penha em Faro ao grupo Servilusa.
Segundo o executivo camarário, o agrupamento Servilusa – Agências Funerárias, S.A. apresentou a proposta mais vantajosa no concurso público aberto para o efeito, refere em comunicado enviado às redações.
Hoje:
Loulé também lança concurso para crematório
Assembleia Municipal (AM) de Loulé aprovou proposta do executivo para lançamento do concurso público para a conceção, concessão de construção e exploração do Complexo Crematório Municipal de Loulé, seguindo as pisadas de Faro.
Na sessão extraordinária da última sexta-feira a AM definiu que o complexo ficará localizado num terreno adjacente ao Cemitério de Loulé, na Rua Humberto Pacheco.
O projeto deverá contemplar, entre outros, espaços destinados a receção, zona de estar, jardim de memória destinado à deposição das cinzas, duas salas de velamento e respetivas células funerárias, capela com 150 lugares sentados, sala de preparação de corpos e sala do forno equipamentos inerentes ao seu bom funcionamento.
Deverá ainda ser contemplada na conceção do novo equipamento uma ligação ao cemitério existente.
Segundo o comunicado da câmara que dá conta da aprovação, uma das justificações foi o facto de neste momento, o Algarve não dispor de um crematório, e que a infraestrutura mais próximo da região situa-se em Ferreira do Alentejo.
Servilusa vai construir crematório de Faro
A Câmara Municipal adjudicou hoje a construção e concessão da exploração do crematório no Cemitério da Penha em Faro ao grupo Servilusa.
Segundo o executivo camarário, o agrupamento Servilusa – Agências Funerárias, S.A. apresentou a proposta mais vantajosa no concurso público aberto para o efeito, refere em comunicado enviado às redações.
Hoje:
Loulé também lança concurso para crematório
Assembleia Municipal (AM) de Loulé aprovou proposta do executivo para lançamento do concurso público para a conceção, concessão de construção e exploração do Complexo Crematório Municipal de Loulé, seguindo as pisadas de Faro.
Na sessão extraordinária da última sexta-feira a AM definiu que o complexo ficará localizado num terreno adjacente ao Cemitério de Loulé, na Rua Humberto Pacheco.
O projeto deverá contemplar, entre outros, espaços destinados a receção, zona de estar, jardim de memória destinado à deposição das cinzas, duas salas de velamento e respetivas células funerárias, capela com 150 lugares sentados, sala de preparação de corpos e sala do forno equipamentos inerentes ao seu bom funcionamento.
Deverá ainda ser contemplada na conceção do novo equipamento uma ligação ao cemitério existente.
Segundo o comunicado da câmara que dá conta da aprovação, uma das justificações foi o facto de neste momento, o Algarve não dispor de um crematório, e que a infraestrutura mais próximo da região situa-se em Ferreira do Alentejo.
A Escola Tomás Cabreira, o Parque Escolar as contas e o Amarelo.
Então? andam no acessório, enquanto:
" as 105 escolas que já foram remodeladas passam a pagar uma renda mensal de 1,6 euros por m2, que no final do ano ascenderá a uma média de 461 476 euros, acrescidos de IVA, por estabelecimento."
" Os 48,5 milhões de euros para 2011 referem-se, segundo disse ao DN a empresa, a "uma estimativa máxima que depende da conclusão das obras e entrada em fase de operação das escolas e naturalmente das áreas das mesmas". Em causa estão 105 escolas, o que permite chegar ao tal número de mais de 461 mil euros por unidade. Também tendo em conta este valor indicativo, é possível prever que após 2015 - ano em está prevista a conclusão da intervenção em 330 secundárias - o total de encargos anuais com estas rendas rondará os 153 milhões de euros."
Já pensaram que as escolas pertencentes ao Ministério da Educação, vão passar a pagar renda à Parque-Escolar?
De uma coisa que já pertencia à Coisa-Pública? e Vossas Senhorias não gostam/gostam da cor?
anónimo
Segunda-feira, Novembro 21, 2011
Ligações elétricas ilegais
A Câmara Municipal dá nota que, por denúncia de um cidadão anónimo, tomámos conhecimento de uma suposta ligação ilegal de uma arrecadação de um particular a um quadro geral de um prédio propriedade da autarquia na Carreira de Tiro.
De acordo com o que nos foi transmitido essa ligação serviria para um dos inquilinos exercer uma atividade paralela que consistia na lavagem de roupas e posterior passagem a ferro para terceiros (portanto, atividade remunerada).
Face à gravidade dos factos, os técnicos da autarquia deslocaram-se ao local na passada sexta feira (18 de novembro) e puderam testemunhar a veracidade da situação. Foram de imediato chamados ao local técnicos da EDP que confirmaram a ilegalidade e procederam de imediato ao corte da ligação.
A autarquia não pode consentir ilegalidades deste género e tão pouco pode suportar os encargos financeiros daqui resultantes. É ainda de salientar que os inquilinos que usufruem da arrecadação beneficiem de uma renda social e inclusive fazem parte da comissão que contesta o aumento das rendas sociais no Município.
A situação agora verificada denota uma falta de civismo, responsabilidade e é uma injustiça para a autarquia e restantes munícipes, além de ser uma ilegalidade grave que deverá ser punida de acordo com a lei.
CMF
De acordo com o que nos foi transmitido essa ligação serviria para um dos inquilinos exercer uma atividade paralela que consistia na lavagem de roupas e posterior passagem a ferro para terceiros (portanto, atividade remunerada).
Face à gravidade dos factos, os técnicos da autarquia deslocaram-se ao local na passada sexta feira (18 de novembro) e puderam testemunhar a veracidade da situação. Foram de imediato chamados ao local técnicos da EDP que confirmaram a ilegalidade e procederam de imediato ao corte da ligação.
A autarquia não pode consentir ilegalidades deste género e tão pouco pode suportar os encargos financeiros daqui resultantes. É ainda de salientar que os inquilinos que usufruem da arrecadação beneficiem de uma renda social e inclusive fazem parte da comissão que contesta o aumento das rendas sociais no Município.
A situação agora verificada denota uma falta de civismo, responsabilidade e é uma injustiça para a autarquia e restantes munícipes, além de ser uma ilegalidade grave que deverá ser punida de acordo com a lei.
CMF
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Domingo, Novembro 20, 2011
Apagão V (Faro/Ilha da Culatra)
As luzes ao fundo são a iluminação pública da ilha da Culatra, ás 17h45 já ligadas como deve ser, aqui em Faro estamos às escuras à mesma hora, assim anda a minha cidade tal é a falta de dinheiro, estamos a dar um grande passo atrás.
(Luis Rosa)
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Apagão Macário
Espanha vira à direita.
Menos um.
Os espanhóis acabaram, através do voto, com o derradeiro abencerragem que ainda governava na Europa em nome da "esquerda moderna". Tal coisa foi inventada nos anos 90, em Inglaterra, pelo inenarrável e rapace Blair. Teve seguidores em Portugal (Guterres e Sócrates) e em Espanha, Zapatero. Guterres, em 2002, e Zapatero, agora, não se apresentaram ao eleitorado depois do malogrado exercício. Sócrates foi o único que aceitou dar a cara, em Junho, no fim. Os socialistas europeus, com a possibilidade de François Hollande chegar ao Eliseu em 2012, devem fechar definitivamente esta página infeliz da sua história marcada pelo arrivismo, pela demagogia e pelo "plástico". Como escreveu o João Pereira Coutinho, «enquanto a economia afocinhava com uma bolha imobiliária que toda a gente via crescer e rebentar, Zapatero entretinha-se a ser ‘moderno'. Casava homossexuais; ressuscitava os fantasmas do franquismo; alimentava a fogueira autonómica dos nacionalismos; e etc. etc. Hoje, quando os espanhóis se livrarem da criatura, ficarão com um país economicamente destroçado, onde metade da população jovem não tem emprego. Mas ficarão sem Zapatero. É um começo. Aliás, se a crise servir para afastar estes comediantes da arena, nem tudo terá sido em vão.»
João Gonçalves
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Espanha 2011,
PP
Afinal quem é responsável pela manutenção? A Fagar ou a CMF?
Tanta coisa com os ecopontos ....e depois é esta nojeira ! E não se aproveita nada....pq a ciganada á noite vem abastecer os carros e roubar o óleo aqui depositado.....pelos defensores do ambiente.....!!Até doi só de ver....e depois é a barulheira a arrombarem isto....! Só mesmo visto....! Pode ser agora com as câmaras de video-vigilância.....q comecem a ver alguma coisa....
Henrique André
e agora esta situação caricata:
Esta estrumeira é um atentado à saúde pública!!! já fiz queixa na câmara municipal, a CM disse que a limpeza é responsabilidade da fagar!!! fiz queixa à fagar e a fagar diz que é a câmara a responsável pela limpeza!!! pode ser que o Henrique tenho ligações suficientes para se conseguir resolver isto!!! eu sou um simples cidadão a quem essa gente que recebe ordenados pagos por mim, se está completamente a cagar!!! J.Rosa
Sábado, Novembro 19, 2011
Faro como nunca viu.
Natal de 1954

recuando cerca de 20 a 25 anos
e agora o grande espectáculo, obrigatório, clicar aqui
gentilmente enviado por Luís Rosa.
Excelente trabalho de pesquisa do Luis Rosa.São estes apartes que fazem a diferença num blogue com a caracteristica e qualidade da ADF.Esta produção deve ser de meados de 1927/28,encontrando-se em excelentes condições,e devem ter reparado que o celebérrimo edificio do BNU ali estava,pujante e belo numa arquitectura ímpar, tal como o conhecemos ainda não há muito tempo,até que chegaram à nossa cidade uns alarves oportunistas e criminosos do bem patrimonial, e nos espoliaram do mesmo com a gritante parcimónia e conluio de alguns interesses por cá instalados!Coisas de energúmenos,assaz protegidos pela casta da novel democracia-socializante!Porque também fica na história,jamais perdoaremos e que os seus nomes sejam sempre recordados e trazidos à memoria das novas gerações pelos piores motivos...
Um grande e sincero obrigado ao Luis Rosa por esta contribuição e que engrandece a nossa cidade de Faro,bem como a ele,genuíno farense!Abraços,e saudações FARENSES.
"Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida..."
Jorge Esberard
Uma luz em Faro !
Presidente da Assembleia da República inaugura iluminação de Natal do Refúgio Aboim Ascensão
Já começaram a ser montadas as três mil lâmpadas que este ano mais uma vez prometem encher de alegria e emoção o Natal das Crianças do Refúgio Aboim Ascensão, em Faro.
Há 26 anos que a tradição se cumpre e as duas árvores seculares do jardim do Refúgio recebem as luzes natalícias que iluminam um Natal diferente para Crianças entre os 0 e os 6 anos que recebem apoio desta instituição fundadora da Emergência Infantil em Portugal.
Este ano Assunção Esteves, a primeira mulher presidente da Assembleia da República portuguesa, vai presidir à inauguração da iluminação natalícia, que acontecerá pelas 17h30. A seu lado vai contar com a presença do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Dr. João Casanova Almeida, e também de Dr. Fernando Negrão, presidente da primeira comissão da Assembleia da República para os Direitos da Liberdade e Garantias e de Dr. Mendes Bota presidente da Comissão para a Ética,a Cidadania e a Comunicação da Assembleia da República.
Por sua vez, a visita da população aos mais pequenos vai acontecer a partir das 17 horas.
“É com enorme prazer que mais uma vez abrimos as portas desta instituição à população. E somos gratos à presença dos nossos ilustres convidados e à sua demonstração de afectos às nossas Crianças nesta santa quadra de Natal”, declara Dr. Luís Villas-Boas, director do Refúgio Aboim Ascensão.
No total são 3 mil luzes, distribuídas ao longo de 30 metros. Para as acender são precisos 17 interruptores; por cada interruptor ligado 200 luzes ganham vida!
Esta tradição é assegurada este ano graças ao apoio da Câmara Municipal de Faro e de Mecenato. E para a montagem das luzes a equipa do Refúgio Aboim Ascensão conta com o apoio dos Bombeiros Voluntários de Loulé.
Ao longo de 35 dias - entre 1 de Dezembro e 6 de Janeiro - as luzes fotoeléctricas vão acender-se a cada cair de noite para proporcionar a magia do Natal a que todas as Crianças têm direito. A partir de dia 1 de Dezembro o Natal ganha vida com as várias surpresas que particulares, entidades e associações vão proporcionar para os bebés e meninos do Refúgio Aboim Ascensão. “Apesar da crise económico-financeira a nossa instituição consegue, felizmente, manter uma situação estável porque quem nos tem ajudado continua a ajudar”, explica Dr. Luis Villas-Boas.
Até 1 de Novembro de 2011 a equipa técnica desta instituição já tinha encaminhado para a família - original ou adoptiva - cerca de 40 Crianças.
Foi com satisfação que Dr. Luís Villas-Boas viu no início da semana o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Dr. Marco António Costa, anunciar a criação da «Agenda da Criança» durante o primeiro trimestre de 2012. Uma iniciativa em prol dos direitos das Crianças através da união de todos os sectores da sociedade.
Sexta-feira, Novembro 18, 2011
BÁRBARA
Apareceu em nossa casa, na Rua Baleizão, por volta do ano 1946, não consigo precisar maior rigor.
Sei que era Inverno e já entardecia.
A sua figura era invulgar. Uma cara grande, longos cabelos pretos e lisos, um farto bigode a enfeitar o lábio superior, as sobrancelhas contínuas, como um traço único por cima dos olhos.
Era forte e tinha peitos volumosos.
Calçava botas pretas tendo uma delas um enorme tacão, para compensar a diferença existente nas pernas. Uma era atrofiada revelando pouca flexibilidade, mais parecendo um apêndice pendurado. Coxeava bastante, obrigando a posicionar, incorrectamente, toda a coluna.
Teria entre 30/35 anos.
Vinha de Olhão, onde trabalhara, numa casa de família com dois filhos, a quem se dedicara profundamente. Por desavença entre o casal e perda de poder económico, tinham-na dispensado.
Alguém lhe indicara a nossa casa.
Naquele tempo, empregada doméstica era denominada “criada”. Trabalhavam de sol a sol, sem horário estabelecido, sem fins-de-semana e sem férias. O ordenado era curto e tinham direito a comida e dormida.
Olhando para ela, a mãe não sabia o que fazer, pois o aspecto exterior em nada ajudava e ainda por cima era coxa.
Entupiu-a com perguntas, mas a vida dela não tinha história…
Nascera num monte perto de Martinlongo, o monte das “Desguedelhas”, como ela dizia, e que eu não sei se existe, ou antes, se na realidade o nome está correcto.
A mãe morrera ao dá-la à luz e fora criada pelo pai e um irmão mais velho, com poucas ou nenhumas ajudas, pois a casa ficava isolada.
Crescera sozinha, por ali, ao ar livre, entregue a ela própria.
Em pequena guardara ovelhas e cabras.
Não sabia ler nem escrever e o diálogo reduzia-se a frases curtas e breves.
Não fora registada, não sabia a data de nascimento, nunca soprara um bolo de anos…
Era a Bárbara.
O irmão casou, levou a mulher para a casa do pai e após a morte deste, a Bárbara sentiu-se a mais. Alguém lhe arranjou trabalho, em Olhão.
Nessa casa aprendeu a conviver, apercebeu-se do conceito família, dedicou-se, ou antes, agarrou-se ao casal e sobretudo aos filhos.
A vida continuava madrasta para a Bárbara, obrigando-a a procurar asilo noutro sítio.
Contou tudo isto à mãe.
Chorou, amargamente, e lamentou o facto de ter saído da casa onde trabalhava. Até se oferecera a ficar só pela comida.
A mãe continuava sem saber o que fazer. Chamou a avó Ana, a tia Amélia e até eu fui dar uma espreitadela, mas ninguém opinava.
Já é noite – disse a avó – ela que fique e depois se resolve.
A Bárbara ficou.
Trazia como bagagem uma trouxa amarrada com uma corda.
Era coxa, mas a vontade de aprender e de ser prestável, levava-a a superar todas as dificuldades. Conseguia executar todos os tipos de tarefas.
A Bárbara foi ficando, acabando por ficar, para toda a vida.
A tia Amélia, que tinha jeito e gostava muito de se arranjar e sabia fazê-lo, empenhou-se em alindar a Bárbara.
Na época tinha surgido, como novidade, uma cera que servia para arrancar pêlos. Gostando ou não, a Bárbara sujeitou-se à experiência da cera, colocada no lábio superior e nas sobrancelhas, no meio dos olhos. Arrancar essa cera, puxando com rapidez, doía imenso.
Ficou mais bonita.
A tia arranjou-lhe melhor as sobrancelhas, levou-a à cabeleireira para cortar o cabelo e fazer uma permanente.
A Bárbara ficou outra, pois até tinha uma boa pele branquinha, nem parecia que tinha sido criada num monte.
Socializou-se connosco, de tal maneira, que passou a ser um elemento da família. Aprendeu a satisfazer os da casa, com simplicidade, mas revelando muita dignidade. Todos os caprichos, principalmente, os meus e os do meu irmão, eram leis, porque era doida por crianças, e tinha por elas afectos especiais. Só foi intransigente numa coisa…Nunca, ao longo dos anos, conseguimos “pôr os olhos” no pé doente da Bárbara. Foi o único NÃO estabelecido por ela, apesar dos pedidos e das espreitas que lhe fazíamos…
Eu e o meu irmão éramos filhos dela.
A Odete, uma amiga da minha idade, era filha dela.
Os filhos do meu tio José Correia pertenciam-lhe igualmente.
A Cristina, filha da tia Amélia, que em pequenina vinha passar férias connosco, era apaparicada por ela.
As minhas filhas e as filhas do meu irmão, anos mais tarde, foram dela também.
Tinha um rádio, como único tesouro de vida, que a acompanhava para todos os sítios. Conhecia todos os locutores, não perdia nenhum conto radiofónico, nenhum jogo de bola ou de hóquei em patins. Adorava o Tony de Matos e o Artur Agostinho… Vibrava com o que era transmitido…
O rádio era a sua vida exterior.
Pouco saía de casa. Nunca saiu de Faro.
A minha mãe conseguiu arranjar-lhe uma certidão de nascimento, com testemunhas, e lá lhe atribuíram uma data de vida e um sobrenome, passando a descontar para a reforma.
Esteve em nossa casa uns 30 anos, até adoecer gravemente.
A sobrinha, filha do irmão, para quem mandava quase tudo que ganhava veio buscá-la.
Morreu na casa dela.
Toda a família foi por diversas vezes visitá-la. Na véspera da sua morte passei a tarde junto dela, sem adivinhar, que seria a última vez…
Muitas vezes penso na Bárbara, minha segunda mãe, e interrogo-me como conseguiu realizar-se como pessoa…
Atravessou a vida sem constituir família, sem procurar ter casa dela, objectos de sua pertença, dinheiro seu…
Teria aceitado o destino sem garra para mudá-lo?
Julgo que não!!!!!!!
A Barbara conseguiu viver com uma filosofia de vida impar. Despiu-se dos bens terrenos, da ambição que gera conflitos, realizou-se através dos outros, repleta de afectos, numa dádiva de amor permanente…
Lina Vedes
Sei que era Inverno e já entardecia.
A sua figura era invulgar. Uma cara grande, longos cabelos pretos e lisos, um farto bigode a enfeitar o lábio superior, as sobrancelhas contínuas, como um traço único por cima dos olhos.
Era forte e tinha peitos volumosos.
Calçava botas pretas tendo uma delas um enorme tacão, para compensar a diferença existente nas pernas. Uma era atrofiada revelando pouca flexibilidade, mais parecendo um apêndice pendurado. Coxeava bastante, obrigando a posicionar, incorrectamente, toda a coluna.
Teria entre 30/35 anos.
Vinha de Olhão, onde trabalhara, numa casa de família com dois filhos, a quem se dedicara profundamente. Por desavença entre o casal e perda de poder económico, tinham-na dispensado.
Alguém lhe indicara a nossa casa.
Naquele tempo, empregada doméstica era denominada “criada”. Trabalhavam de sol a sol, sem horário estabelecido, sem fins-de-semana e sem férias. O ordenado era curto e tinham direito a comida e dormida.
Olhando para ela, a mãe não sabia o que fazer, pois o aspecto exterior em nada ajudava e ainda por cima era coxa.
Entupiu-a com perguntas, mas a vida dela não tinha história…
Nascera num monte perto de Martinlongo, o monte das “Desguedelhas”, como ela dizia, e que eu não sei se existe, ou antes, se na realidade o nome está correcto.
A mãe morrera ao dá-la à luz e fora criada pelo pai e um irmão mais velho, com poucas ou nenhumas ajudas, pois a casa ficava isolada.
Crescera sozinha, por ali, ao ar livre, entregue a ela própria.
Em pequena guardara ovelhas e cabras.
Não sabia ler nem escrever e o diálogo reduzia-se a frases curtas e breves.
Não fora registada, não sabia a data de nascimento, nunca soprara um bolo de anos…
Era a Bárbara.
O irmão casou, levou a mulher para a casa do pai e após a morte deste, a Bárbara sentiu-se a mais. Alguém lhe arranjou trabalho, em Olhão.
Nessa casa aprendeu a conviver, apercebeu-se do conceito família, dedicou-se, ou antes, agarrou-se ao casal e sobretudo aos filhos.
A vida continuava madrasta para a Bárbara, obrigando-a a procurar asilo noutro sítio.
Contou tudo isto à mãe.
Chorou, amargamente, e lamentou o facto de ter saído da casa onde trabalhava. Até se oferecera a ficar só pela comida.
A mãe continuava sem saber o que fazer. Chamou a avó Ana, a tia Amélia e até eu fui dar uma espreitadela, mas ninguém opinava.
Já é noite – disse a avó – ela que fique e depois se resolve.
A Bárbara ficou.
Trazia como bagagem uma trouxa amarrada com uma corda.
Era coxa, mas a vontade de aprender e de ser prestável, levava-a a superar todas as dificuldades. Conseguia executar todos os tipos de tarefas.
A Bárbara foi ficando, acabando por ficar, para toda a vida.
A tia Amélia, que tinha jeito e gostava muito de se arranjar e sabia fazê-lo, empenhou-se em alindar a Bárbara.
Na época tinha surgido, como novidade, uma cera que servia para arrancar pêlos. Gostando ou não, a Bárbara sujeitou-se à experiência da cera, colocada no lábio superior e nas sobrancelhas, no meio dos olhos. Arrancar essa cera, puxando com rapidez, doía imenso.
Ficou mais bonita.
A tia arranjou-lhe melhor as sobrancelhas, levou-a à cabeleireira para cortar o cabelo e fazer uma permanente.
A Bárbara ficou outra, pois até tinha uma boa pele branquinha, nem parecia que tinha sido criada num monte.
Socializou-se connosco, de tal maneira, que passou a ser um elemento da família. Aprendeu a satisfazer os da casa, com simplicidade, mas revelando muita dignidade. Todos os caprichos, principalmente, os meus e os do meu irmão, eram leis, porque era doida por crianças, e tinha por elas afectos especiais. Só foi intransigente numa coisa…Nunca, ao longo dos anos, conseguimos “pôr os olhos” no pé doente da Bárbara. Foi o único NÃO estabelecido por ela, apesar dos pedidos e das espreitas que lhe fazíamos…
Eu e o meu irmão éramos filhos dela.
A Odete, uma amiga da minha idade, era filha dela.
Os filhos do meu tio José Correia pertenciam-lhe igualmente.
A Cristina, filha da tia Amélia, que em pequenina vinha passar férias connosco, era apaparicada por ela.
As minhas filhas e as filhas do meu irmão, anos mais tarde, foram dela também.
Tinha um rádio, como único tesouro de vida, que a acompanhava para todos os sítios. Conhecia todos os locutores, não perdia nenhum conto radiofónico, nenhum jogo de bola ou de hóquei em patins. Adorava o Tony de Matos e o Artur Agostinho… Vibrava com o que era transmitido…
O rádio era a sua vida exterior.
Pouco saía de casa. Nunca saiu de Faro.
A minha mãe conseguiu arranjar-lhe uma certidão de nascimento, com testemunhas, e lá lhe atribuíram uma data de vida e um sobrenome, passando a descontar para a reforma.
Esteve em nossa casa uns 30 anos, até adoecer gravemente.
A sobrinha, filha do irmão, para quem mandava quase tudo que ganhava veio buscá-la.
Morreu na casa dela.
Toda a família foi por diversas vezes visitá-la. Na véspera da sua morte passei a tarde junto dela, sem adivinhar, que seria a última vez…
Muitas vezes penso na Bárbara, minha segunda mãe, e interrogo-me como conseguiu realizar-se como pessoa…
Atravessou a vida sem constituir família, sem procurar ter casa dela, objectos de sua pertença, dinheiro seu…
Teria aceitado o destino sem garra para mudá-lo?
Julgo que não!!!!!!!
A Barbara conseguiu viver com uma filosofia de vida impar. Despiu-se dos bens terrenos, da ambição que gera conflitos, realizou-se através dos outros, repleta de afectos, numa dádiva de amor permanente…
Lina Vedes
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Faro: Fagar está a cobrar dívidas de água já prescritas
Cobram facturas já com décadas
A Fagar, Empresa Municipal de Gestão de Águas e Resíduos de Faro, enviou aos munícipes cerca de meio milhar de notificações para pagamento de facturas por liquidar, dos últimos 20 anos, de fornecimento de água, saneamento de águas residuais e gestão de resíduos. O valor total ascende a 59 mil euros. No entanto, a lei nº 22/96, de 26 de Julho, no artigo 10º, estipula que estas facturas prescrevem ao fim de seis meses. E algumas até já teriam sido pagas.
João Manuel, morador na Baixa de Faro, foi um dos surpreendidos com uma factura antiga. "Recebi a notificação, exigindo o pagamento de 16,10 euros, acrescidos de juros de mora à taxa de 4%, referente a uma factura de 1999", explicou. "Dirigi-me à Fagar e fui informado que seria cortado o fornecimento de água se não pagasse, pelo que resolvi liquidar a factura", acrescentou. Já Manuel José, outro morador de Faro, conseguiu provar que tinha pago a factura, de 2000, no valor de 6,72 euros. "Rebusquei nos papéis e lá estava o recibo. Fui reclamar à Fagar e disseram-me para expor o assunto, para ser analisado".
David Santos, presidente do Conselho de Administração da Fagar, explicou ao CM que são "dívidas que constam da contabilidade da empresa", desde 1990, e que "a prescrição para produzir efeitos tem de ser invocada judicial ou extra-judicialmente pelos consumidores". David Santos defende ainda que "não pode ser invocada a prescrição para obter a devolução do pagamento já efectuado".
in Correio da Manhã
Quinta-feira, Novembro 17, 2011
Inauguração do Aeroporto de Faro
A entrada em funcionamento do Aeroporto Internacional de Faro, em Julho de 1965, é um marco histórico da evolução do turismo no Algarve, abrindo definitivamente a região aos fluxos internacionais de turistas. Um ano depois da sua entrada em funcionamento o Aeroporto de Faro contabilizava um movimento de 58 585 passageiros. Em 2010 o número anual de passageiros cifrou-se em 5 345 394.
Nestas “Memórias do turismo do Algarve” não poderíamos deixar de olhar para as imagens da inauguração do Aeroporto Internacional de Faro, que rapidamente se tornou na principal porta de entrada de turistas no destino.
Chegada do Presidente da República, Almirante Américo Thomaz, ao Aeroporto de Faro, no dia da inauguração.
Inauguração do Aeroporto de Faro - 11 julho 1965
Torre de controlo do Aeroporto de Faro
gentilmente enviado daqui
Café Aliança - o comentário
Quem é que precisa da porcaria do Aliança quando se tem o Fórum?
Ainda por cima, agora abrilhantado com o jardim botânico das Figuras, que sítio melhor existe para passear?
M.B.
Ainda por cima, agora abrilhantado com o jardim botânico das Figuras, que sítio melhor existe para passear?
M.B.
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Cortes para todos!
Troika quer que empresas também cortem nos salários em 2012
A missão da Comissão Europeia, do FMI e do BCE considera desejável que os salários do sector privado sejam reduzidos, em linha com os cortes feitos no sector público. mais aqui
Quarta-feira, Novembro 16, 2011
Faro - Estabelecimentos Aliança
Anúncio retirado de “Algarve Ilustrado”, número especial do “Diário do Algarve” para a Exposição Industrial Portuguesa, 1932
Gentilmente enviado por L.Correia
Gentilmente enviado por L.Correia
Um equívoco do Algarve - comentário
clicar na imagem para ler o texto completo
Quando daqui a cem anos se revisitar a História do Algarve, um conjunto de cerca de 30 anos se destacará nítido, como um dos períodos mais negros de todo o historial milenar desta região e que coincide com o genocídio cultural de que nos fala o historiador António Rosa Mendes.
Na realidade, acabámos de fazer História pelas piores razões: o ataque cerrado e sistemático contra os pilares fundamentais da nossa identidade, cultura e meio ambiente, perpetrado pela ignorância mesquinha, novo-riquismo desbragado e ganância alarve, transformou em cacos um património que levou séculos a erguer e aprimorar.
O brilhante texto de Rosa Mendes deveria ser emoldurado e pendurado nas escolas, nas repartições públicas, nas casas de espectáculos, nos cafés, para que o reconhecimento desta lastimável circunstância histórica pudesse, de vez, clarear a cabeça cúmplice do indígena algarvio.
Fernando Silva Grade
Quando daqui a cem anos se revisitar a História do Algarve, um conjunto de cerca de 30 anos se destacará nítido, como um dos períodos mais negros de todo o historial milenar desta região e que coincide com o genocídio cultural de que nos fala o historiador António Rosa Mendes.
Na realidade, acabámos de fazer História pelas piores razões: o ataque cerrado e sistemático contra os pilares fundamentais da nossa identidade, cultura e meio ambiente, perpetrado pela ignorância mesquinha, novo-riquismo desbragado e ganância alarve, transformou em cacos um património que levou séculos a erguer e aprimorar.
O brilhante texto de Rosa Mendes deveria ser emoldurado e pendurado nas escolas, nas repartições públicas, nas casas de espectáculos, nos cafés, para que o reconhecimento desta lastimável circunstância histórica pudesse, de vez, clarear a cabeça cúmplice do indígena algarvio.
Fernando Silva Grade
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Terça-feira, Novembro 15, 2011
Joao Galante sings "Standards a la carte" feat. Mo jazz Trio - Páio Bar
HOJE 15 de Novembro 22h
João Galante sings "Standarts à la Carte"
Trinta anos depois das primeiras incursões nas grandes músicas do outro lado do Atlântico, numa espécie de tributo a todas as suas influências, em "Standards à la carte", o pianista e compositor João Galante revisita com carisma e paixão os eternos temas de Memphis Slim a Bill Withers, de A. Jarreao a H. Connick Jr. num espectáculo de piano e voz, a solo ou em trio, vibrante e inesquecível.
opatiobar.faro@gmail.com
Rua Dr. Cândido Guerreiro 28
914 447 909
Programação em... http://www.opatiobarfaro.blogspot.com/
no Facebook como PátioBar Faro
João Galante sings "Standarts à la Carte"
Trinta anos depois das primeiras incursões nas grandes músicas do outro lado do Atlântico, numa espécie de tributo a todas as suas influências, em "Standards à la carte", o pianista e compositor João Galante revisita com carisma e paixão os eternos temas de Memphis Slim a Bill Withers, de A. Jarreao a H. Connick Jr. num espectáculo de piano e voz, a solo ou em trio, vibrante e inesquecível.
opatiobar.faro@gmail.com
Rua Dr. Cândido Guerreiro 28
914 447 909
Programação em... http://www.opatiobarfaro.blogspot.com/
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Masdar City - uma Cidade sem poluição e sustentável
Em construção a poucos quilômetros da cidade de Abu Dhabi, Masdar é um oásis para qualquer ambientalista e um pólo de atração empresarial da economia verde. Mais do que formar cidades desprovidas de emoções, como em Alphaville, a tecnologia de hoje permite que os centros urbanos sustentáveis do amanhã saiam do papel. Resta saber se Masdar City se tornará um exemplo para o resto do mundo… ou mais um capricho restrito para as elites do petróleo. mais aqui
Segunda-feira, Novembro 14, 2011
Ciclo de Conferências “Europa, Novos Paradigmas”
A Câmara Municipal de Faro vai levar a efeito, no próximo dia 16 de Novembro, mais uma sessão do Ciclo de Conferências “Sentir o Presente, Pensar o Futuro”.
A iniciativa terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Faro, pelas 21:30h, tendo como convidado o Professor João de Deus Pinheiro.
Sob a epígrafe “Europa: Novos paradigmas e novas propostas” serão abordados temas como a sustentabilidade do modelo social europeu, a continuidade da moeda única, a crise na Grécia e as eventuais repercussões em Portugal, entre outros.
O objetivo destes ciclos de conferências é aproximar a autarquia dos cidadãos, promovendo fóruns de debate sobre assuntos de interesse estratégico que marcam a agenda e que tenham reflexo ao nível local tentando, de igual modo, lançar soluções e caminhos para as diversas realidades que afetam a vida das populações.
Apelar à participação dos cidadãos é um caminho que se constrói. Nós estamos a trilhar o nosso.
Ao ler todos os comentários anteriores sinto que a maior parte do Portugueses não são ainda dignos da democracia onde se encontram. Não existe um apenas que fale com conhecimento de causa, e cujos comentários ilustram tão só o grau de ileteracia onde vivem e na qual foram educados.
Nenhum ousou perguntar, ou esclarecer-se, e ter como resposta que o conferencista não cobra nem um tostão pela sua vinda a Faro, e que o faz apenas porque considera que o capital de conhecimento adquirido enquanto esteve ao serviço do País em Bruxelas, pode e deve ser repartido por todos. É este o País que temos e o Povo que o habita. Saudades do António (Oliveira Salazar). Ao menos no seu tempo estas bacoradas não seriam permitidas.
E agora podem chamar-me, tambem a mim, facho e outros epítetos.
Cambada de ignorantes!!!
anónimo
Maratonista farense no Everest
O Maratonista e atleta de Triatlo Filipe Conceição já está em viagem para Katmandu no Nepal de onde voará para o conhecido aeródromo de montanha em Lukla para iniciar a sua participação na Maratona do Everest.
Esta corrida de dificuldade extrema terá uma distância de 42 Km com a particularidade de ser realizada sempre acima dos 5000 metros.
Como é sabido, a uma altitude destas o ar já é de tal modo rarefeito que estes atletas enfrentarão riscos consideráveis.
Antes de iniciarem a Maratona, os participantes farão um período de aclimatação à altitude realizando um Trek entre Lukla e o acampamento base do Everest situado a cerca de 5300 metros no Vale de Khumbu e de onde partirão para a prova após realizarem complexos testes médicos.
Ao nosso atleta algarvio votos de felicidades.
mais aqui
A Globalização como causa da crise?
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Paulo Gordinho
Militares e militares!
Na fotografia o grande Salgueiro Maia
Outra coisa Qualquer
artigo de João Gonçalves, clicar aqui para ler.
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Domingo, Novembro 13, 2011
Sexta-feira, Novembro 11, 2011
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